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DexterGIG

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About DexterGIG

  • Birthday 01/16/1980

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  • Cidade/UF/País
    Rio de Janeiro
  • Data de Nascimento
    16/01/1980

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    Rio de Janeiro
  1. Também percebi isso. Mas acho que a demora tanto da Boeing e do FAA para reconhecer o erro e groundear a frota contribui bastante para essa torcida contra o Max.
  2. A compra da aviacao comercial da Embraer pela Boeing pode ser uma boa para a Mitsubishi. Talvez o mercado das scopes clauses não seja "interessante" para a Boeing, por causa das baixas margens. Já li em algum lugar que hoje um 175E1/CRJ900 é vendido por menos US$ 25mi (ha vinte anos, um ERJ145 era vendido por US$18mi). Se a Boeing focar no 190E2/195E2 além de usar parte da engharia/produção da Embraer para ajudar no desenvolvimento de um 797, o mercado das scope clauses fica mais assessível para a Mitsubishi. Não vejo muito sentido a Boeing vender 175 com descontos para empresas como Skywest ou Republic, pois essas nunca vão comprar um 737. Já United, American e Horizon (Alaska) consigam pegar alguns 175 com precos camaradas numa venda conjunta com outros aviões da norte americana.
  3. Fui irônico no meu comentário. Mas não gosto desse tipo de atitude de "jogar para galera". Do modo que foi feito, a AA está tirando a credibilidade do FAA e demais homologadores. Uma aviação segura e confiável depende da credibilidade dessas instituicoes. Além disso, não precisa a diretoria voar no avião para mostrar que ele é seguro. Chega a ser falta de respeito com a tripulação (piloto, copiloto, comissários), se tem qqr funcionário da cia a bordo, isso deveria ser suficiente para a cia mostrar que a aeronave é segura.
  4. Ué ... não confiam mais no FAA? Precisam de "cobaias" para mostrar que o avião é seguro?
  5. Nos últimos anos sempre houve uma "interação" muito grande entre as três aviações na Embraer: A plataforma do ERJ-145 serviu como base para versões militares (E-99, R-99, Grécia, Índia, ...) e tb para a entrada da Embraer no mercado de aviação executiva (Legacy 600 e depois Legacy 650). O sucesso do ERJ-145 fez com que a empresa desenvolvesse os E-Jets, que significou um passo gigantesco para a Embraer, principalmente em integração de sistemas. O Legacy600 tb foi um sucesso e a Embraer lançou então os Phenom 100 e 300 e mais tarde o Legacy 450 e 500, primeiro avião ful fly-by-wire, dando um passo em relação a primeira versão dos E-Jets que tinha o fbw, mas não full. Com esse conhecimento foi possível desenvolver o KC390 e mais tarde o E2 em tempo recorde e sem atrasos, algo raro na industria aeronautica. O desenvolvimento de cada avião foi ajudado pelos desenvolvimentos anteriores. A aviação comercial é uma engrenagem fundamental dessa sinergia e por mais que as duas empresas se mantenham de alguma forma unida, dificilmente será como é hoje. Penso que essa é a maior perda que a Embraer vai ter depois do negócio com a Boeing.
  6. Não. Os administradores da JV/NewCo serão indicados pela Boeing. A Embraer poderá indicar um "ouvinte" para o conselho dessa nova empresa, mas sem direito a voto. No entanto, a Embraer terá o poder de veto de alguns pontos bem específicos. Resumindo: quem vai mandar em tudo é a Boeing.
  7. Vai ter um grande desafio a frente. Penso, que a Embraer hoje sem a aviacao comercial está muito mais vulnerável do que se tivesse com av comercial (reinando nas Scope Clauses + 190/195 c/ concorrencia CSeries/Airbus).
  8. A Embraer ficou mais de um ano negociando e estudando o acordo com a Boeing e agora já fala em "dificuldades não previstas" logo após assinar o acordo... me desculpe, mas isso se chama incompetência!!! O atual presidente já disse que sai nos próximos meses ... espero que ele tenha pensado no futuro da Embraer e não apenas em garantir o seu bônus.
  9. Muito bonito o discurso. Mas se ficar comprovado que teve pressão por parte da Boeing para acelerar a certificação do 737MAX, fazendo vista grossa a alguns itens de segurança, os reponsáveis vão ter que responder, inclusive o CEO.
  10. Ótimo para a Boeing. Ótimo para a nova empresa. Bom para o Brasil. Só tenho minhas dúvidas se para a Embraer que fica é bom...
  11. Judiciário no Brasil é uma zona! Que decisão mais sem pé nem cabeça. Já existe a CVM onde o investidor pode reclamar se se sentir prejudicado, e existe também a golden share que dá poder de veto ao governo. Para que a justica vai entrar no meio?
  12. Uma grande lição que tive nos últimos anos é que a coisa mais difícil que tem é acertar o avião que vai bombar nos próximos 5/10 anos. Por isso, quanto mais opção uma empresa tiver, melhor. A Embraer está numa posição privilegiada, na minha opinião. Hoje, com o petróleo barato, os atuais E-Jets são competitivos. Só nesse ano, Belavia, Lot, British, Hop!, KLM, Tap aumentaram a frota de 190/195 ou com avião usado ou com avião novo de fábrica. Caso o petróleo dispare nos próximos anos. os E2 vão estar prontos para serem entregues. O mesmo vale com o 175 ponta de asa e o 175E2: independentemente o que venha acontecer com as scopes clauses, a Embraer vai conseguir entregar 40/50 aviões/ano no médio prazo para esse mercado. hehehe Parabéns a Embraer pela venda. Mais um operador de E-Jets, 195E2 que provavelmente irão substituir CRJ100, e vou torcer para que a Binter cresca nos próximos anos e compre mais aviões da Embraer.
  13. Algum gremista curtiu esse novo operador de E2
  14. Não, seria louco se pensasse isso. Mas a idéia é criar uma JV para disfarçar a aquisição da Embraer pela Boeing. Já teve até investidor entrando na CVM contra essa JV por mascarar uma aquisição, que pelo estatuto da empresa tem que ser feito via OPA. Deixar o presidente da embraer de lado, deixa bem claro que não se trata de uma fusão e sim de compra por parte da Boeing.
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