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F-GSPN

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  1. Partindo-se dessa simplificação não muito inteligente, a Pan Am foi um fracasso, as empresas abatidas pela pandemia foram um fracasso… Evidentemente me refiro a um pedaço da história de quase 50 anos da empresa, que sucumbiu por outras razões além de fazer voos com escala…
  2. Na prática, é o que o Transbrasil fez com sucesso durante muito tempo. Os voos que transitavam do sul/sudeste ao Nordeste (numeração iniciada em “5”) faziam escalas e tinham bom aproveitamento. Não digo que esse deve ser o perfil definitivo da Itapemirim nos dias de hoje, mas até as coisas se estabilizarem pode ser o caminho.
  3. Vendo pelo lado positivo, tripulação com "skills" em dia e sem dependência da automação para realizar seu trabalho com muita competência. Para quem voa lá atrás isso é uma boa notícia.
  4. A345, isso mesmo se considerarmos que o pós-Covid aponta para uma retomada puxada pelo leisure?
  5. Não seria o caso de eles considerarem alugar aeronaves? A Sideral está aí…mesmo com com capacidade diferente no 737, é melhor do que cancelar voos em sequência..
  6. Meus novos two cents sobre o assunto: 1) Acho que o GIG em algum momento vai se beneficiar das limitações do SDU, que não serão apenas de terminal, pátio e pistas, mas também já o são de horário de funcionamento, meteorologia e procedimentos de aproximação e saída mais complexos. 2) Mesmo que o governo esteja trabalhando ativamente para "valorizar" SDU e CGH nos vindouros leilões de concessão, a iniciativa privada não é boba - como não era na época do leilão do GIG. O risco do negócio é evidente e está centrado na instabilidade reinante no Brasil, principalmente de ordem política.
  7. Daqui de BSB para o Nordeste a Gol também está animada….
  8. Então na frota narrow as únicas fileiras que restaram com mais espaço são as da saída de emergência? Lembro que o Latam+ ia até a 6a, no A320, salvo engano.
  9. Pois é. Há vários países com as cias aéreas de joelhos, mas quando interessa, a comparação é com o mercado fora da curva que são os EUA.
  10. Muito interessante sua abordagem pelo lado do financiamento da frota. Realmente fica claro que a escolha de aeronaves é multicritério, sendo que o ganho com treinamento de tripulantes e uniformização da manutenção é apenas um deles.
  11. Vamos ver se na prática isso se confirma, quando houver uma malha mais robusta. Seria ousado e benvindo.
  12. Aos poucos as coisas vão se organizando. A empresa também acaba aprendendo lições com os tropeços iniciais. Acredito numa operação redonda em 2022.
  13. Eu tenho a impressão de que a Delta caminha para uma frota exclusiva Airbus a médio e longo prazo. A não ser que o governo dos EUA se oponha…
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