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Kellet

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About Kellet

  • Birthday 04/14/1954

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    Rio de Janeiro/RJ
  • Data de Nascimento
    14/04/1954

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Rio de Janeiro - RJ
  1. Master, Me alinho a todos aqueles que saudaram o teu reaparecimento por aqui !!! Prazer enorme. Grande abraço;
  2. Se é ou não para "groundear" toda a frota de MAX, eu não sei...mas que é pro fabricante colocar as barbas de molho e começar "ontem" uma analise rápida das características já conhecidas dos 2 acidentes, pesquisando junto a todos os operadores atuais se ocorreram "incidentes" de características similares com alguma outra aeronave do tipo, disso eu não tenho a menor duvida. E ai, caso haja indícios significativos de que existe alguma falha de projeto, alguma limitação da aeronave, alguma inconsistência no envelope de voo, ou pelo menos alguma duvida seria, colocar a frota toda no solo até uma investigação mais cuidadosa e/ou ação corretiva. Nesse meio tempo, restaria indicar aos operadores uma operação criteriosa dessas aeronaves, e...contar com a sorte. Peço desculpas antecipadas pela opinião de leigo. Sou só um entusiasta e engenheiro mecânico. Antonio
  3. O único que me lembro foi o da Lauda Air, reverso aberto em voo de cruzeiro, anos 80. By the way, linda a foto no teu avatar: me faz lembrar um 727 da Cruzeiro pousando power off na 15 do GIG,....com Cmte Neudy Geraldes. Velhos tempos !!!!
  4. Rafael Santos, piloto de Triple Seven da Korean. Ao que me lembro, ele foi o segundo Cmte. mais jovem da Varig e o mais jovem Cmte, da Pioneira no Internacional (WB). Alem da enorme experiencia, é muito técnico, especialista em segurança de voo, uma pessoa muito centrada e objetiva, a quem tive o prazer de conhecer num dos encontros do CR em SP, a cerca de uns 7-8 anos atras. Nessa época um grupo do CR estava estudando promover seminários sobre segurança de voo, e o Rafael era um dos envolvidos em organizar, desenvolver e apresentar esses seminários/palestras, junto com o Mauro Silva, Flavio e outros que vão me perdoar por eu não lembrar , nesse momento, seus nomes. Acho até que algumas dessas palestras chegaram a acontecer . Lamento que a reportagem do Fantástico tenha explorado muito pouco a capacidade, o conhecimento e a didática do Rafael. Antonio
  5. Completando o pensamento: Fiquei me perguntando o que leva um jovem trabalhador, que está eu um outro ambiente, que não está sendo afetado pela minha presença (com ou sem cigarro na boca) a deixar o seu trabalho e tomar uma atitude tão agressiva ? O que leva uma pessoa que chega bem atrasado a um check in a querer reverter todo um procedimento formal por se entir um ser especial ? o que leva um funcionário de cia aérea a atacar um uma pessoa notória, talvez por paixão clubística ??? Cada um hoje só pensa naquilo que acredita ser seus próprios direitos, esquecendo do direito dos outros. Eu mesmo, pensando agora desapaixonadamente, depois de informar ao rapaz que o meu cigarro estava apagado, não deveria ter continuado a discutir com ele. Deveeria ter deixado ele falando sozinho. Tá todo mundo vivendo muito na ponta dos cascos.
  6. NO mesmo sentido do assunto em tela, tenho é visto coisas nos ultimos tempos, e pelos 2 lados: do pax e dos funcionarios. Vou dar 2 exemplos: 1 - No SDU e bem recentemente, um ex piloto de F1 e da Stock Car de pouco ou nenhum sucesso, atualmente conhecido poo trabalhar com "tunagem" de carros e motos, serviço que presta também para um programa de TV que lhe deu notoriedade, chegou atrasado para o check in. O voo já estava fechado a mais de 5 minutos, e ele exigia que reabrissem o voo para que ele e a esposa fossem embarcados. contrariado por não ter sido atendido em sua exigência, disse a bela e gentil funcionaria que o estava atendendo que ela "devia ser muito mal comida", e, no auge do destempero, disse que "ela devia prestar atenção quando saísse do aeroporto no final do expediente, em seu dia a dia, porque ela poderia ser morta" (!). Vendo o bate boca, a supervisora do turno, que casualmente também é uma bela e jovem senhora e estava gravida de 8 meses, aproximou-se para reforçar ao "VIP" que seria impossível reabrir o voo que tinha sido fechado a mais de 5 minutos, e foi agraciada com comentário similar, pela esposa do "famoso": "é amor, essa deve ser outra mal comida".... 2 - Sou um fumante inveterado e, seja em voo curto ou longo, ao desembarcar já vou separando cigarro e isqueiro, para acender tão logo eu chegue em local aberto. Ontem (8/12), vindo do Rio, desembarquei no novo terminal de Vitoria, para onde viajo todos os fins de semana, normalmente sem bagagem. Ao descer a escada rolante coloquei um cigarro apagado na boca, e, quando ja estava perto da porta de saída da área de bagagem quado lembrei que tinha despachado uma mala. Voltei para perto da esteira e, mantive o cigarro (apagado) na boca. Quando o plataforma chegou com as malas, um dos 2 carregadores que estavam do outro lado do vidro que separa área de descarga da sala de recuperação de bagagem, um jovem de cerca de 22 -25 anos inseriu meio corpo no espaço de passagem das malas e me interpelou, muito irritado: "Ei, você não vai fumar ai não !!!!". Respondi que não estava fumando, que o cigarro estava na boca mas estava apagado. Mas o carregador não se deu por satisfeito, e prosseguiu de forma agressiva, gritando: "Você não vai fumar, não pode fumar ai, não vai fumar !!!!" Bom, ai foi minha vez de responder em voz alta e irritado: "#####, rapaz, você tá maluco ??? Eu não estou fumando, estou com o cigarro apagado na boca" e ele insistia: "Não vai fumar, não vai fumar !!!!", ao que respondi, já ##### da vida: "Já disse que não estou fumando, você tá maluco ??? Vai fazer teu serviço de descarregar as malas e me deixa em paz". Em vez de ajudar o outro carregador, mais velho, que continuou descarregando as malas sozinho, o jovem saiu célere em busca de ajuda. Voltou em menos de 2 minutos com outra pessoa, suponho um supervisor, que ficou me encarando pelo vidro, mas não se manifestou. Continuei ali com o cigarro apagado na boca, esperando a minha mala. Quando a mala chegou, eu peguei e já me dirigia a saída, muito próxima, quando fui interpelado por um senhor de uns 65-68 anos, usando colete amarelo da Infraero, escrito "Posso Ajudar ?" Ele me disse: "o Sr. não vai fumar aqui, não é" ? Eu, a essas alturas já bem irritado, respondi calmamente: "O Sr. está me vendo fumar ? o Sr. não está vendo que o cigarro não está aceso ???". Ele continuou: "O sr. é muito irônico". Fez um intervalo, e continuou, "E é um provocador, é muito provocador !". Necessário dizer que esse senhor, apesar de ter entrado na pilha do carregador, não perdeu a compostura ao falar, manteve um tom de voz normal, mas...as palavras dele tinham minimamente um efeito de açodar os ânimos, tentando transferir pra mim o destempero do outro funcionário da Infraero (ou empresa terceirizada). Respondi qualquer coisa do tipo, "não enche meu saco" e continuei caminhando pra saída, mas confesso que já estava bastante com relação a minha calma habitual. Ele continuou falando: "È irônico e provocador". Dai, eu não resisti mais, e num impulso voltei onde ele estava e falei: "Em vez de ficar enchendo o meu saco por causaq de um cigarro apagado, poruqe você não está fazendo o seu trabalho ??? Você tem 3 voos desembarcando e o monitor em cima da esteira está ligado, mas não está indicando de qual voo essas malas estão vindo. "Porque você não tomou uma atitude ??? Porque não pediu para corrigir ou colocou uma pessoa informando que as malas do voo 2191 estão na esteira tal ??? Com isso, que é o seu trabalho, você não se preocupa, não é ??? Prefere ficar enchendo o saco dos outros" Enfim, eu poderia aqui fazer a apologia de que hoje existe um sentimento fortemente discriminatório contra o cigarro, mas esse não é o foco. Mas fiqeui me perguntando o que leva um trabalhador braçal, um jovem, q
  7. Proximo intercontinental: 19/04 - GIG-FRA (TAM) 20/04 - FRA-MXP (LH) 03/05 - MXP-CDG (LH) 03/05 - CDG-GIG (TAM) Espero que seja uma viagem tranquila, ja que nos ultimos tempos tenho visto muitos problemas com amigos meus, em voos internacionais. Tipo perda de malas, atrasos, perdas de conexões, overbooking, etc. Só pra comentar um deles: no carnaval um colega de trabalho, que foi de GIG pra LIS com a TAP, teve a seguinte info da tripulação, assim que o avião passou por REC: "Srs, passageiros, informamos que os toilettes não poderão mais ser usados até Lisboa, porque a aeronave ficou sem agua a bordo". Imaginem.... Antonio
  8. Bacana ver as fotos do compartimento de repouso da tripulação do 777. Bem interessante. Antonio
  9. Belas fotos. Muito interessante ver 2 A380 simultaneamente em JNB. Antonio
  10. Historia real em forma de romance, emocionante, supremo retrato de um epoca maravilhosa. Relato de quem não apenas passou por essa epoca, mas viveu intensamente esses momentos e os incorporou em seu proprio DNA. E ainda teve a capacidade de transmiti-lo de forma irretocavel. Incomparavel. Esse FR Especial tem de ser motivo de orgulho até a 25 geração de descendentes do autor !!!! E também é um enorme orgulho para o CR poder publicar um texto de tamanha dimensão e valor. Agora as minhas lembranças com relação ao descrito, do ponto de vista do usuário. Vivi como passageiro a parte final desta saga, da Cruzeiro, da Varig e do Duzentinho. Quantas coisas que voce descreveu me fizeram voltar no tempo e lembrar destas empresas e destes aviões nas rotas do nordeste (eu nunca voei no 484), onde eu costumava ir nos voos que começavam no GIG e iam escalando nas capitais até Manaus. Em geral eu ficava em Recife, Fortaleza e São Luis. Me lembrei do cara com "chapeu de couro" mordendo a toalha quente pensando que era tapioca (so que foi em voo da Vasp), dos bombons de cupuaçu, dos tripulantes levando as proprias malas ate o bagageiro, da confiança cega e irrestrita no 737-200, do som das JT-8, das decolagens em que eu achava o 737-200 o supra-sumo da potencia (comparado aos outros aviões da epoca) e até de pouso em power-off. Me fez lembrar das estorias que eu ouvia o Neudy contar, do Cyranka pousando o 27 pela ultima vez passando no Jornal Nacional, e do apelido do Charlie-Juliet-Torto !!!! As vezes eu ficava nos mesmo hoteis que os tripulantes, como numa noite quente em Fortaleza, algo como 1982, em que eu estava a meia noite tomando banho na piscina no Hotel Colonial, azarando uma comissaria da TB. E qual não foi a minha surpresa, ao sair do hotel as 5 e pouco da manhã para o voo de volta pro Rio, e encontrar aquela tripulação que estava na piscina saindo do hotel pra ir...fazer o voo que eu ia pegar !!! Mais tarde passei a fazer o voo para São Luis com o A300, o que representava uma enorme diferença de conforto. E cheguei a ver varias vezes o MD80 pintado nas cores da Cruzeiro fazendo essa rota, mas não tive a sorte de voar nele. A Cruzeiro tinha um lugar especial no meu coração. Meu ultimo voo de 737-200 foi na rota SLZ-BSB, e foi num CJ pintado de Varig. Se eu não estiver errado, foi o CJP... Saudade dessa epoca. Me junto ao coro de todos os que se manifestaram acima: Parabéns é pouco !!!! Antonio
  11. Jambock, Ele começou de Cessna 402, então, possivelmente, no Taxi Aereo. Daí os 29 anos. Depois voou F-27, F100, e foi um dos que fez o translado do 1° A319. Hoje voa Ponte Aerea. A impressão dele sobre o F100 é a mesma de todos os pilotos de F100 com quem eu conversei: é um grande avião. Eu me lembro de, logo no pico da crise da Varig, ter conversado com um ex-Cmte de MD11, que recem havia entrado na TAM e estava voando o F100 (2/11/2006, nos primeiros momentos da crise dos controladores, voando FOR-GIG non-stop, ficamos retidos 12h em REC, num pouso não previsto obrigado pelo CTA): ele estava adorando o avião !!! Aproveito aqui para colocar um fos pontos curiosos da conversa com o Cmte. Noelio: os F100 da Oceanair (ex- American) não teriam escada nas portas, perdendo uma das vantagens do avião, que é a flexibilidade, ao independer de apoio de terra para desembarque de passageiros. Quanto ao livro, eu tenho este habito: depois de ler, se houver uma pessoa de quem eu goste, que mereça e que seja interessado no assunto, eu faço presente. No inicio foi muito dificil fazer isto, pois sempre bate o desejo de guardar para uma consulta futura. Mas, depois que eu dei de presente uma das joias da minha "ex-biblioteca", o "Piloti, che Gente" do Enzo Ferrari, em italiano, eu tenho tentado ser altruista, e partilhar uma leitura que tenha me interessado com alguém que me dê a impressão de que irá efetivamente desfrutar daquele livro. Logo, apesar de ter sido dificil encontrar o "Senta a Pua" (que a muito tempo eu desejava ler, mas nunca tinha me disposto a procurar com vontade, como agora. E que voltei a procurar em função deste topico do CR), e de ter nas mãos um exemplar bem conservado, ele vai ter um bom destino: afinal, este Cmte com quem eu fui puxar assunto fumando um cigarrinho do lado de fora do saguão principal de CGH, viajou na cabine de passagerios junto comigo, e durante quase 3h (espera para embarque, voo para BSB, desembarque) se dispôs a conversar livremente sobre aviação com um leigo, respondendo as minhas mais diversas perguntas, sem mostrar qualquer sinal de tédio. Ele se mostrou, alem de uma pessoa simpatica, paciente e afável, um grande apaixonado pela sua profissão. Assim, o livro vai seguir caminho e servir a mais alguém, além de mim. De qualquer forma, obrigado pelo conselho. Aproveito a oportunidade para te parabenizar pelo tópico. Em tempo: tenho grande CIUME dos meus discos e, obviamente, da(s) minha(s) mulher(es), he, he. Grande Abraço, amigo. Antonio Seabra
  12. Prezado Jambock, Ainda não cheguei lá, mas devo estar por perto, pois eu tou na fuga do Danilo. Esta semana voei CGH-BSB conversando com o Cmte. Noelio, 29 anos de TAM, que estava de extra no voo. Um cara sensacional, conversamos o voo inteiro (só havia 35 pax, tava tranquilo, não tinha ninguem pra ouvir), e ele me deu uma aula de aviação, de F100 e de A 319/320. Eu estava com o livro na mão, prometi que assim que acabar de ler (e vai ser rapido) vou dar o meu exemplar de presente para ele. Aliás, falei do CR pra ele, e sugeri que ele passe a entrar aqui. Grande Abraço
  13. Comprei o "Senta a Pua" via Internet. Paguei caro, 47,00 reais, mas como queria muito lê-lo, não hesitei. Ainda paguei 14,00 pela remessa. Mas chegou rapido, um exemplar bem conservado, e já estou lendo. Acabei de ler o "Montenegro", que me surpreendeu, pois foi uma aula de história politica do Brasil, da FAB e do ITA. Gostei muito. Antonio
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