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Longreach

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  1. Citando a QR, fico imaginando -- se fecharem os espaços aéreos de Tehran e Bagdad -- como os voos sairão de lá de DOH. Se o Qatar (país) afirmar o apoio ao Irã, será interessante (ou não) ver o desdobramento. Comida boa e gente bacana, mas não sou do departamento de imigração , apenas citei o que foi divulgado com bastante destaque na mídia internacional. Um detalhe que pode passar despercebido é que mesmo sendo um cidadão de um país amigável, uma viagem a um desses países pode inibir a emissão de visto aos EUA, assim, não me arrisco a dizer o que é certo ou errado
  2. Concordo plenamente. No momento, tudo ainda é pura especulação. Quando ocorreram os atentados de 11/9, ainda com todos os temores e as feridas bem expostas, houve a queda de um A300-600 da AA. De imediato, todo mundo associou o evento com um atentado. Alguma coisa surgirá, querendo o Irã ou não ceder os gravadores para a investigação. A pressão da comunidade internacional será grande, como foi o caso na Ucrânia, e um atentado sem "cantar vitória" para esses grupos fanáticos não tem valor algum. Um erro de vigilância e, consequentemente, de identificação e lançamento inadvertido
  3. Colocações interessantes. Voei por alguns bons anos no Oriente Médio ou pela região, por isso da minha curiosidade com o cenário atual, que não se assemelha a um momento de paz. O que ocorreu por ali: o espaço aéreo iraquiano esteve aberto, depois foi fechado por um bom período e um tempo atrás reabriram. O que acontecia nesses voos que cruzavam o Iraque na segunda fase de liberação de sobrevoo (até então os voos passavam pela FIR Tehran) os aviões seguiam utilizando alguns corredores e devia-se evitar pedir "proas" diretas para encurtar caminho. Em suma, um campo minado. Além disso,
  4. Uma coisa que ainda não consegui compreender é que na cabeça desses grupos beligerantes, após qualquer ataque, principalmente de grandes proporções, logo aparece alguém reivindicando a ação. Se foi de fato um ato de terrorismo, ficarão no silêncio? Entendendo (se isso é possível) a perspectiva deles isso seria uma novidade.
  5. Situação interessante, então os voos com destino aos EUA ou para algum aliado declarado, como a Inglaterra, continuarão sobrevoando territórios tão hostis como aqueles? Faço esse questionamento porque essas empresas, como muitas outras, possuem procedimentos específicos no caso de algum problema técnico, como falha de motor (para os bimotores) ou despressurização. Dependendo da fase do voo é compulsório o pouso num aeroporto iraniano, além disso, ao saber para onde vai um avião cruzando o espaço aéreo "inimigo", os ocupantes não estariam extremamente expostos, sendo que em boa parte pode
  6. Gostaria de saber como a Qatar vai se posicionar. De qualquer forma, evitando o espaço aéreo das FIRs Tehran e Bagdad, a Emirates e a Etihad também enfrentarão problemas para despachar os seus voos com destino à Europa e aos EUA. Estou curioso em saber como elas vão encarar e administrar esse momento bem delicado.
  7. Muitas coisas deverão ser analisadas e, consequentemente, feitas, isso é certo, independente do que ocorreu com esse 737, mas não na impulsividade. É óbvio que num momento de apreensão e incredulidade todos têm a tendência de tomar partido para um dos lados, mas o problema é que nem numa eventual descoberta de um ato cruel para ter colocado esse avião no chão não haverá certamente consenso quanto à indignação. Parece-me que até um partido político brasileiro se precipitou e já se manifestou de que lado está (vale salientar: sou completamente apartidário e tenho noção mais do que o suficie
  8. Os motivos de acidentes aéreos nem sempre são tão evidentes como parecem, e a tentativa de achar uma resposta de imediato pode levar à surpresas. Mas levando em consideração o que a maioria está dizendo -- algo intencionalmente provocado -- seria alguma adicional a uma das 13 propostas de retaliação contra os EUA? Se foi causado por um disparo terra-ar, mesmo que acidental, ou sabotagem, o Irã perderá totalmente o respeito da comunidade internacional, pois matar inocentes civis em seu próprio território só atrairá simpatia de quem já deveria ter sido exterminado há tempos. Verem
  9. É bom saber que os aeroportos brasileiros, sem muito custo, estão ficando iguais ao Jewel Changi Airport. Basta uma garoa para ter uma cascata do mesmo padrão. Uma vergonha.
  10. Certamente sairá mais barato do que jogar o investimento no lixo, desativar a frota do Max sem solução e projetar e vender um novo avião. Não será barato e duvido que a Boeing divulgue essa informação, mas ela ultrapassou o que se chama na aviação de PNR .. Ponto de Não Retorno.
  11. Procurando pelo aeródromo usando o nome da cidade, não encontrei nada oficial na Aisweb, nem mesmo alguma fazenda na região com uma pista de pouso homologada. Se existiu, já deve ter sido desativado.
  12. JEdu, Lendo o que você escreveu, acho que chegamos ao impasse onde: os fins justificam os meios? Se o que fazem na Amazônia é aceitável, não posso dizer, mas transportar isso aos Estados de MG, SP ou RJ acho que a tolerância é consideravelmente menor. Monte Verde sempre foi aquilo, homologado ou não. Mas precisamos mesmo rasgar as regras para operar do jeito que as coisas sempre foram administradas naquela pista relativamente crítica? O Brasil não é o Nepal. A insistência em operar em aeródromos "operacionais", mas não homologados, tem seus riscos, e não estou aqui para julgar. Os f
  13. ... E apenas completando a mensagem anterior, tem uma página no Facebook administrada por um pessoal que me parece bem bacana, mas é impressionante como surgem registros de peladas e o pessoal aplaude (não sei se é para fazer média com o autor da foto ou para ganhar likes, mas me assusta como a aceitação é considerável). Vi por esses dias uma foto bonita, tenho de admitir, de um bimotor, num voo rasante, em direção ao fotógrafo, deixando o alinhamento da pista para trás, ou outro que bota um dispositivo para fora do avião para fazer um registro, que por sinal ficou pessimamente manipulada no P
  14. Sem hipocrisia, quem voou na aviação geral não é santo, e certamente fez uma ou outra pelada. Mas a partir que a idade e/ou a experiência avança(m), a disposição de correr risco vai diminuindo (não é questão de medo, mas de aumento da noção de responsabilidade), e estranho o fato desse piloto, com 79 anos, expor a sua neta à uma condição de voo desnecessária, numa pista que não somente não é mais homologada, mas que está abandonada à própria sorte. Como sendo provavelmente a pista mais alta do Brasil, portanto, sofrendo com efeitos que devem ser levados em consideração na hora de se avent
  15. Não adianta, a ganância daquele povo não tem limite. O problema é que não é somente a Etihad que anda perdendo (muito) dinheiro, mas Abu Dhabi como um todo. Talvez agora, com o aumento do valor do petróleo, eles consigam dar um novo fôlego na (velha) fonte de renda, que amenizaria possivelmente (o que não acredito) a exploração dos cidadãos que vivem por lá (leia-se, os estrangeiros). O problema é que de alguns anos para cá a debandada dos expatriados tem sido considerável, e com uma eventual guerra na região, a possibilidade se tornar numa cidade fantasma cresce consideravelmente. Mui
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