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naia

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    São Paulo/SP/Brasil
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    15/03/1995

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    Londrina - São Paulo - Varginha

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  1. Apesar de não ser um mercado High Yield, a região de Orlando cresce uma barbaridade. É a segunda região metropolitana que mais cresceu no país, atrás apenas de Austin - que vem ganhando muitos voos long haul, como British para LHR, Norwegian para LGW, CDG, KLM para AMS, Lufthansa para FRA etc. As baixas taxas e facilidade de se empreender no Texas, atraem cada vez mais empresas e moradores, inclusive, muitos da Califórnia - onde até proibiram Uber/aplicativos. Talvez daqui alguns anos seja sustentável a DL voltar com alguns Long Haul em MCO, ao menos na alta. A região de Orlando + Lakeland + Tampa Bay tem uns 7 milhões de habitantes, e TPA também tem um belo aeroporto.
  2. Aproveitando o tópico falando de EUA, e citando o GIG. Rota GIG-ATL. https://www.anna.aero/2020/09/15/delta-resumes-rio-atl-in-december-we-examine-this-market-connectivity/
  3. Imagino que apenas uma nova cia interesse por PLU. Um executivo da Azul falou há um tempo no jornal "O Tempo", de B. Horizonte, que não possuem qualquer interesse na Pampulha. O que faz sentido. Resta esperar VoePass/MAP. Mas não espero nada.
  4. Exatamente. Eu me lembro de embarcar na Pampulha (acho que 2004), com terminal alagado e a fila na calçada. Hoje pela condição imposta, imagino não vale a pena fazer PLU-VAG-CGH com EMB, ou 737, A319, que estão habilitados para operarem em Varginha. cidade no meio do caminho entre os dois aeroportos citados acima, e nas condições que exigem operações a jato na Pampulha. A cidade tem 140 mil habitantes, tem poder aquisitivo alto, e num raio de 60 km, vivem meio milhão de pessoas. O voo de VAG para CNF a população do sul mineiro usava mais para conexão. De carro são 300 km em pista dupla, chega até ser mais rápido que ir de avião até CNF, depois chegar ao centro sul ou Belvedere, por ex Como ando bastante no interior de Minas, concordo plenamente contigo. ATR e EMB são ideias para PLU. Eventualmente até alguns 737/A319. Além do interior de Minas, 2x partidas para Vitória diárias, 3x pra SDU e 4x p/ CGH daria uma sobrevida pro aeroporto. Talvez até RAO e GYN. BPS aos finais de semana, como CFB. No interior de Minas, existem muitas cidades que poderiam sustentar voos para PLU, entre elas: Varginha, Uberaba, Uberlândia, Patos de Minas, Araxá, Montes Claros, Governador Valadares, Ipatinga e Teófilo Otoni. Com ATR 42, operações para São João del Rei, Manhuaçu, Diamantina, Patrocínio, Paracatu, podem ser viáveis. ATR 72 talvez seja muito para algumas.
  5. Na região de DC, existem quase 200 mil africanos. Muitos são etíopes, mas parte deles são de Gana e da Nigéria. Em alguns anos devem tentar LOS, apesar da atual disputa, penso eu. Podia ser por IAH, não? SFO-BLR acho até que vai inaugurar antes do voo da AA saindo de SEA. ORD-DEL outra grande aposta. A região de Chicago é a 2• área metropolitana com mais indianos e descendentes nos EUA, atrás de NY/NJ/CT. América Latina depende mais de nós do que da United. Estrago do Covid foi feio. No Chile as coisas podem se acalmar, e aposto que Colômbia e Peru vão recuperar melhores que o Brasil, pelo bom histórico dos países. SFO-GRU, CNF-IAH, eventualmente VCP, ou SCL-EWR, LIM/BOG - ORD, devem estar estudando. Mas não apostaria tão cedo, sobretudo, aqui no Brasil. Achei que fosse pintar alguma novidade na Europa, como EWR-VIE, que já é servida pela Austrian. EWR-JNB pareceu a mais certeira, ao lado de ORD-DEL. Além, é claro, do voo pro Hawaii. Pessoal de NY deve estar louco para uma praia. https://www.anna.aero/2020/09/10/united-airlines-big-long-haul-expansion-with-5-routes-to-africa-india-p2p-demand-of-524000/
  6. O Catar fica numa situação delicada e numa linha tênue. Para o maior conhecimento de todos, indico esta live aqui com André Lajst e Henrique Cymerman.
  7. Uma mudança sem precedentes está ocorrendo na geopolítica mundial, sobretudo, na região do Oriente Médio. O acordo de paz e normalização total das relações diplomáticas entre Israel e Emirados Árabes Unidos altera o contexto de toda uma região. Pode-se dizer que o conflito árabe-israelense está chegando ao fim. Engana quem pensa que as origens do acordo são recentes. Há alguns anos, internamente, e de maneira muito sigilosa, a relação diplomática entre Jerusalém e Abu Dhabi, Kuwait, Riad etc, cresce vertiginosamente. Os próximos países que deverão se juntar aos Emirados Árabes neste acordo são: Arábia Saudita, Bahrein, Marrocos, Kuwait, Omã e Sudão. A jóia da coroa a relação com Arábia Saudita, maior e mais importante/rico país de toda região com enorme influência. Mas tudo será feito aos poucos. Os sauditas, de maioria sunita, possuem um grande inimigo na região: Irã, de maioria xiita. O país que mais ameaça a segurança de Israel é justamente Irã, que abastece grupos terroristas como o Hezbollah, localizado na fronteira norte de Israel, no Líbano. Para além do comércio entre o estado de Israel e todos países citados, pode-se esperar uma imensa cascata de dinheiro do golfo a ser investido em Israel, que possui inteligência e tecnologia em várias áreas, da militar a segurança, passando pela agricultura. Para se ter noção, existem mais empresas Israelenses listadas na bolsa de Nova York, a maior do mundo, que de todos países europeus juntos. O boom da high tech possibilitou novos horizontes para Israel. Em relação ao Marrocos, existe uma imensa comunidade marroquina em Israel, e uma simpatia da família real do Marrocos a toda esta aproximação que poderá, quem sabe, estender -se para Argélia, Tunísia e ainda mais países africanos, principalmente, de maioria islâmica. Já faz alguns anos que israelenses estão visitando o Marrocos a turismo sem histórico de agressões ou algo do tipo. Foi um dia histórico, sem dúvidas.
  8. O Nordeste tem potencial em várias praias de conseguir ser a "Cancún Brasileira". De Porto de Galinhas ao Costão do Sauipe, Natal, Fortaleza etc. Particularmente, a região mais bonita da nossa costa é exatamente a que vai entre Maresias/ São Sebastião até Angra. É a melhor combinação para mim: montanha, vegetação e praia. Florianópolis e região (incluindo litoral norte de SC) devem crescer na próxima década atraindo mais estrangeiros via aérea - incluindo fora da América do Sul. Cabo Frio/Búzios faz mais sentido pelo clima e pela topografia, muito embora, acho a posição geográfica de Angra melhor. Mas nada será viável enquanto não resolvermos a questão da dificuldade gigantesca de se fazer negócio no país. É assustadoramente complicado, é insegurança jurídica, custos altíssimos, violência, infraestrutura porca etc.
  9. Lembro que no estudo da OAG sobre as cidades com maiores O/D sem voos diretos da Ásia, SP não aparecia na lista de Tokyo, ou seja, em 2018 tinha menos de 25/26 mil pax anuais entre as 2 metrópoles. Já na China e Coréia, a situação era diferente: Shanghai Pudong - SP/GRU: 52.240. Seoul Incheon - SP/GRU: 35.917. Num chutômetro, imagino que entre SP e Beijing devemos ter 25/30 mil passageiros. Volume que em 2018 deveria ser similar a HGK (20-25k). Guangzhou, mais de 10k. Chutaria o mercado Brasil - China em 150 mil, e de uma maneira mais otimista, 200 mil.
  10. Mercado interessante. Imagino que na época de mais brasileiros no Japão, pode ter chegado a 200.000 anuais. Mercado Chinês é mais que o dobro do japonês? Obrigado pelo dado.
  11. Londrina e o norte do Paraná, possuem a 2° maior comunidade japonesa do país. Em muitas cidades, cerca de 10% da população tem origem nipônica, e muitos cultivam relações com Japão até hoje. Dos mais de 200 mil brasileiros no Japão, parte significativa é de Londrina. Existem agências em Londrina que contratam locais dekassegui para trabalhar no Japão. Muito interessante.
  12. https://aviacionline.com/2020/08/emirates-suspende-su-regreso-a-la-argentina/
  13. E2 cai como luva na rota, mas imagino que a demanda p/ EUA pegando pouco de caribe e Europa seja bem maior.
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