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naia

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  1. Olímpia no máximo poderia atrapalhar Rio Preto.
  2. https://www.anna.aero/2021/06/23/milan-bergamos-ready-for-america/ Bergamo quer voos para América.
  3. Com certeza. O uso político da TAP, as consequências, e o dinheiro que estão despejando, está passando de todos limites. Alitalia deixei de acompanhar. Tap, observo com vergonha. Torço que a SAA consiga sair do fundo do poço.
  4. Exatamente. Sem falar que se um dia São José dos Campos viabilizar, e o aeroporto da baixada sair do papel, podem suprir parte das demandas de suas regiões que enviam muitos passageiros a SP. SJC tem a sombra eterna de GRU...
  5. É verdade. Apesar da intensa ligação de Londrina com SP, existem outros destinos de maior fluxo. Mas vai saber, que existe um potencial grande pouco explorado para essa rota LDB-CGH.
  6. Excelente! Mais uma na rota CGH-LDB. Diário. Inicia 31 de Outubro.
  7. A informação do vpl a 19 pela research pode dizer muita coisa. Para emitir relatorio assinado, os caras são MUITO caprichosos com o cálculo dos fluxos de caixa e trazê-los ao presente. Não sei como tá o caixa em dólar da Azul, quase sempre posicionam em dólar pra hedge. Mas sabemos que pode ter gente disposta a injetar grana na Azul.
  8. As definições de região metropolitana variam, mas nas mais expandidas, Bergamo é incluída. É uma mancha urbana única - apesar do acesso mais complicado até Bergamo. O aeroporto atende uma região grande fora da área metropolitana. Nunca desembarquei ou embarquei em MXP, no entanto, meus pais já fizeram o trajeto de carro e acharam relativamente rápido e tranquilo da região central de Milão.
  9. O potencial de Long Haul em MXP seria maior que FCO com uma cia baseada no aeroporto, oferecendo conexões? MXP deve ter alguns destinos unserved bem relevantes, como EZE, BOS, GIG, LAX, ORD e SFO. Air Italy voava para BOS, JFK, ORD, MIA e YYZ, não? Uma pena a distância para Milão. A região é muito rica, e tem grande público high yield e turismo (ainda que bem menor que Roma). Além de Linate, o aeroporto em Bergamo (maior foco em low coast), têm crescido bastante e atraído muitos voos. Atende bastante a porção mais ao leste da Lombardia e outras províncias. É interessante
  10. Será que não sobrará alguns 787s para Austrian futuramente? A frota de 772 está com 20 anos de serviços se não me engano. A Swiss imagino que ainda irá usar os A343 por muito tempo. Eles passaram pelo retrofit há pouco tempo e possuem uns 16 anos.
  11. Flap vai completar 60 anos. Se não me engano, é a revista em circulação mais antiga na América do Sul. Spagat divide opiniões, particularmente, eu gosto bastante do seu estilo. Se não fosse sua desmedida paixão pela aviação, evidentemente pela FLAP também, ela não iria sobreviver tantos anos. No passado o Grupo Editorial Spagat teve uma relevante atividade ao longo destas décadas produzindo bastante material de qualidade.
  12. No Japão além do trem bala existem distâncias mais curtas. Sim, a renda per capita faz muita diferença. Mas eu não duvidaria do imenso potencial Indiano de ser o 2° mercado em algumas décadas. E a Nigéria certamente terá grande crescimento, ainda que a renda e desenvolvimento não acompanhe o boom populacional. O mercado Mexicano é muito menor que o nosso? País tem distâncias consideráveis (apesar da boa malha rodoviária), e uma interessante disputa no mercado doméstico. Pib per capita pouca coisa superior ao nosso.
  13. Qual a projeção para Nigéria? Deverá ser o maior da África em algumas décadas. As projeções estimam a população em 400 milhões em 2050, se não me engano. Apesar de parte localizada em manchas urbanas enormes e não muito distantes das outras, podendo ser empecilho para aviação, certamente, a Nigéria vai crescer muito. Sobre a Índia, o PIB per capita do país cresceu 4x em 20 anos. Em 2019, não era muito superior a USD 2.000. Muito baixo. Existem estimativas do poder de compra do indiano alcançar USD 6.000 em 2030. Com esta renda dá para atingir um universo enorme em 1.5 bilhões d
  14. Futuramente, os 787-9 poderiam também voar na Latam Brasil? Digo isso, porque o 763 leva 210 passageiros. O 77W, carrega 410 na configuração atual. O 789 fica no meio do caminho, com 309 na configuração da Latam. Um avião de 300 lugares poderia ser interessante em rotas como BCN, BOS, JNB, LIS, MXP que estavam recebendo o A359 no lugar do 763 antes da pandemia. Mas evidentemente, que vai demorar para recuperar o inter e devem utilizar os 763 ao máximo, mantendo os triple seven nas rotas de maior demanda como CDG, FRA, JFK, LHR, MAD, MIA - além de MCO na alta temporada (talvez LIS?). Voar
  15. Até o final de 2022 não vai melhorar. Após uma parcela significativa da população ser vacinada, o doméstico deverá estar não muito atrás do volume pré-covid, mas o inter ainda estará fraco. Meio do ano deverá estar bem melhor, no entanto, é esperado uma 3° onda. Eu não acredito que teremos no começo de julho população abaixo de 50 ou 55 anos vacinada. A % não será boa ainda. Isto deverá ser atingido lá no 3° bimestre. E a situação econômica/politica não é das melhores. É péssima. Não estamos vendo perspectivas de reformas, por ex. A inflação já está piorando. E vale lembrar que exis
  16. Outra região catarinense distante de aeroportos, é todo espaço entre Caçador, Friburgo, Joaçaba, Treze Tílias, Santa Cecília, Videira etc. Acredito que o ATR-72 seja muito avião hoje, nas circunstâncias atuais, para uma operação em Caçador e Joaçaba. A ligação da região é forte com Curitiba. De lá, poderia distribuir para SP, por ex. A região está longe de Chapecó - e também de Correia Pinto. Falando nisso, daqueles destinos que Azul estava estudando no interior do país, quais vocês acreditam que poderiam vingar neste ano e no próximo? Eu apostaria em: Paranaguá, Umuarama na região S
  17. Correia Pinto irá atrair passageiros de uma porção expressiva do território catarinense. Não é uma região população e rica como partes do oeste e do litoral/vales, mas é importante e, de certa forma, isolada. A serra catarinense tem um grande potencial turístico, uma pena, que mesmo com as melhorias dos últimos anos, a estrutura não seja das melhores. Faltam mais atividades turísticas e estrutura - apesar das paisagens belíssimas. Lages tem cerca de 160 mil habitantes e deverá ser a principal cidade alimentadora dos voos. No entanto, até a região de Curitibanos, Rio do Sul, Santa Cecília
  18. Também acho. E abre espaço para Latam colocar o 763 p/ MIA umas 2vps por ex, com diferencial de assento premium na business e boa configuração na econômica. Latam pode carregar muita conexão para MIA em BSB. Sem falar do grande porão do 767. Vocês acham que seria viável, caso a economia do país estivesse bem, a GOL trocar os voos de FOR p/ MCO e MIA para MAO? De MAO, o MAX alcançaria JFK c/ facilidade. MAO historicamente tem uma operação boa da AA. Lembro que uma época (talvez 2013?), a rota MAO-MIA-MAO movimentou mais de 200k no ano. Tinha American e Tam - inclusive com A332
  19. O retorno financeiro e a rentabilidade é muita complicada no atual momento. E será assim nos próximos anos. Concordo inteiramente com que colegas disseram, desde da opção de ATR 42, aos empecilhos. Apesar da existência deles, acredito que algumas cidades poderiam sustentar voos. Meus palpites: Bagé. Rio Grande (afetaria muito Pelotas?); Umuarama, Paranaguá. São Carlos/Araraquara p/ CGH seria ideal. Franca. Barretos. Santos. Poços de Caldas p/SP. (Pouso Alegre apenas 200 km de SP complica). Ituiutaba p/ VCP. Volta de Araxá, Patos de Minas e Varginha (demanda maior p/ SP - 300km). Todas últimas
  20. Acredito que pode funcionar para cidades próximas de bom porte - além das cidades turísticas do quadrilátero do ferro, além de Diamantina, São João del Rei/Tiradentes e, eventualmente até Araxá. Num raio de 200 km, pouco mais até, pode-se explorar Barbacena via Lafaiete; a região de Divinopolis, Pará de Minas, Nova Serrana, Itaúna; Formiga. Eventualmente Lavras via Oliveira. Bom Despacho. Sete Lagoas. Monlevade. Curvelo. Creio que essas teriam demanda e parecem mais reais. Ou seja, basicamente o anel metropolitano de BH + cidades médias até 200 km (ou poucos mais)- além das turísticas.
  21. Colômbia e Peru fizeram boa parte do dever de casa nos últimos 15/20 anos. Cresceram bastante. Aprovaram reformas importantes que ainda tentamos aprovar. A economia destes dois países andinos vai recuperar com uma facilidade bem maior que a nossa. Carga tributária mais simples, economia bem mais aberta etc. Inclusive, ambos países encostaram no BR em pib per capita. A diferença era muito maior há décadas (já nos passaram em IDH). Votos que a nova cia tenha sucesso em Bogotá e Lima!
  22. O CNF-Varginha pelo visto vai parar em Oliveira, Lavras e Três Corações. Uma eternidade. Mesma coisa de alguns horários da Gardenia que faz a rota. Se for horário à noite, de madrugada, ainda vai. Mas Varginha até Confins são uns 350 km via Lavras, pelo menos. Azul operava esta rota aérea, basicamente era conexões. De carro são 3 horas e meia, não valia a pena muitas vezes descer lá em Confins. Agora, quando o voo era da Pampulha, era um espetáculo.
  23. Vitória da Conquista está isolada. É distante de Salvador. Outras capitais também são muito longes. É cidade polo de uma região grande com malha viária bem desgastada. Ainda que mais pobre que as gaúchas, faz sentido rodar o 738 por lá. Ilhéus é grandinha e a região ajuda abastecer o voo (sem falar no turismo). Acredito que não existe demanda de Santo Angelo e Uruguaiana até SP. De Pelotas e SM acredito que sim, mas com ressalvas. Em PF o 738 tem potencial. A região que PF engloba é quase do mesmo tamanho em população e riqueza que Chapecó (embora essa mais isolada, longe das 3 capitais s
  24. Ainda bem que existem uns malucos doidos por aviação com bom senso, bom gosto e que não se rendem ao politicamente correto e políticas identitárias, muitas vezes, exacerbadas. No livro "The Coddling of American Mind" entendemos bem este fenômeno. Vale a leitura.
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