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Luckert

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Everything posted by Luckert

  1. Confirmaram o pedido de 75 ou é o que imaginamos ,apenas a ampliação do atual pedido de 51 aeronaves?
  2. Parabéns a iniciativa,rota inédita, acho que é a primeira a operar essa rota,pena que o dólar não ajuda ,senão poderia ter 3/4 semanal ....mas dado incentivo do Estado do Amazonas,exige só um semanal,vão manter só um semanal,vide LA
  3. Estou falando de WB, nunca vi dois WB estacionados no mesmo finger, vejo 2 fingers no mesmo avião, porta da primeira classe/executiva e outra para Y
  4. No T3 são pontes duplas que atendem uma aeronave apenas, vão mudar agora com essas pontes que atendem 2 wide simultaneamente?
  5. 75???? E já com pronta entrega de 27 esse ano? Acho que está mal escrita essa reportagem, tem cara de ser apenas o exercício de compra do pedido já feito
  6. Mas que investimentos? O programa já não foi concluído e está com a aeronave pronta,homologada e em operação a fábrica nos EUA?
  7. Mas como sócio minoritário eles podem expulsar a Airbus?
  8. Esse nicho do B767 não é mais explorado por ninguém uma vez que o A330neo e o B787-8 são bem maiores e muito mais caros
  9. Eu imagino que eles possam também seguir a Gol e reativar algumas salas VIP Doméstica em aeroportos chaves como Cgh,Gru,Sdu,Bsb,Cnf,CWB e Poa
  10. Acho que o que chama a atenção é o grande número de vendas em apenas seis meses, embora é um narrow ( que vende mais unidades) já arrasou com o último lançamento da Boeing, o B777X, que segue com pífias vendas , em especial se excluídos os pedidos da Emirates e Qatar,que sozinho são 75% dos pedidos
  11. Se a economia realmente aquecesse, seria ótimo esse movimento, ou,no mínimo, uma C nos A321neos
  12. O CADE não pode mais autorizar uma Boeing em ruínas a absorver a EMBRAER, por Ion de Andrade O CADE não pode mais autorizar uma Boeing em ruínas a absorver a EMBRAER por Ion de Andrade Breve histórico Na sequência da fusão entre a Airbus e a Bombardier, a Boeing propôs à EMBRAER a criação de uma nova empresa, a Boeing Brasil da qual 80% pertenceria à Boeing e 20% à EMBRAER tendo em vista um melhor posicionamento no mercado. A porção militar da EMBRAER ficou de fora da fusão por interferência da Aeronáutica, mas toda a parte da aviação civil, produtora de tecnologia de ponta, florão da indústria nacional, deveria ser englobada pelo então gigante americano Boeing. Essa EMBRAER, orgulho nacional, seria comprada pela bagatela de 4,2 bilhões de dólares. Esse montante corresponde atualmente a 1/5 do mínimo estimado em perdas pela Boeing decorrentes de encomendas que poderão ser canceladas de aviões 737 Max que talvez não venham mais a ter autorização para voar e se acumulam às centenas nos pátios da empresa nos Estados Unidos (400 aviões)… Como as perdas para a empresa não se limitam ao cancelamento dessas encomendas, isso significa risco real de que a EMBRAER talvez esteja sendo fundida à potencial massa falida da Boeing, ou sendo tragada num sumidouro de dimensões bilionárias. A Boeing começou a ser desmascarada por suas práticas inseguras após dois acidentes recentes que mataram centenas de pessoas. O primeiro ocorreu em 29 de agosto de 2018 na Indonésia e derrubou um avião da Lion Air deixando 189 mortos e o segundo ocorreu em 10 de março de 2019 e derrubou um jato da Ethiopian Air Lines deixando 157 mortos. Os problemas A Boeing tem hoje em torno de 400 aviões 737 Max estocados em seus hangares e pátios, sem autorização para entregá-los. O valor de cada um deles gira entre 55 e 100 milhões de dólares, o que aponta para um prejuízo caso o modelo não seja mais autorizado a voar superior a 20 bilhões de dólares (clique aqui) Mas os problemas não param por aí. O ano de 2019 foi o pior dos últimos 30 anos para a empresa e os cancelamentos de pedidos foram maiores do que as encomendas que bateram recorde negativo. Diversas empresas de aviação pelo mundo estão cancelando seus voos em virtude de preverem que não poderão voar com os seus 737 Max e serão milhares de voos cancelados. Isso significa, para além do prejuízo com os aparelhos cujas encomendas estão sendo canceladas, prováveis indenizações milionárias em virtude desses prejuízos de terceiros em dominó. E essa crise com as companhias de aviação não se resolverá apenas com uma autorização legal de voo para o 737 Max, (que talvez não venha) pois as empresas aéreas poderão desistir dele e seus passageiros poderão não mais querer voar nessas aeronaves. O quadro mergulha suas raízes em algo que pode ser considerado ao menos como falta de transparência (para dizer o mínimo), pois o MCAS, um sistema de estabilização auxiliar do 737 Max, cuja existência se devia a necessidades suplementares de estabilização, era comumente desconhecido dos pilotos (clique aqui) e a Boeing, no caso da Lion Air, zombou da empresa informando que eram desnecessário treinamentos específicos para os pilotos. A homologação pelos órgãos de controle americanos foi estranhamente facilitada o que gerou a abertura de um processo contra a empresa no Departamento de Justiça daquele país, (clique aqui). Esse projeto inseguro e pouco transparente matou centenas de pessoas em acidentes, portanto, razoavelmente previsíveis, pois sabe-se agora que os funcionários da Boeing, para além de tudo, consideravam que o projeto havia sido feito por palhaços, tão baixa era a sua credibilidade (clique aqui). Mas as desventuras em série não param por aí. A tão esperada cápsula da Boeing, a Starliner, encomendada pela NASA para o transporte regular de passageiros ao espaço, falhou no seu teste de dezembro adiando a conclusão do projeto e obrigando a empresa a mais despesas e testes. No dia 14 de janeiro, por problemas de motor um outro Boeing despejou toneladas de combustível em cima de uma escola nos Estados Unidos afetando, segundo a imprensa americana 31 pessoas em terra. Como não poderia deixar de ser, segundo a Bloomberg, a Boeing estaria atualmente negociando um empréstimo milionário em meio à crise com o 737 Max, o que obviamente sinaliza para riscos financeiros reais, caso os bancos não considerem seguro emprestar a uma empresa que talvez deva provar melhor a sua capacidade de se sustentar. Diversos analistas acreditam que a Boeing será salva pelo governo americano, pois só ela fabrica certos componentes cruciais para a defesa. Mas o governo americano poderia salvar apenas a divisão militar, menos afetada pela crise do que a da aviação civil. E esse é um problema para nós porque a nossa EMBRAER foi comprada justamente para integrar o segmento da aviação civil da Boeing. A crise da empresa é tão profunda que a JP Morgan estima que o impacto da decomposição da Boeing venha a gerar impacto da ordem de 0,6% do PIB nos Estado Unidos… Todas essas questões interferem diretamente no negócio, ocorreram posteriormente às tratativas com a EMBRAER, são supervenientes, e não podem, obviamente, deixar de ser consideradas na autorização da fusão das duas empresas pelo CADE sob pena de risco de grave lesão aos interesses brasileiros. O CADE simplesmente não pode mais, não tem mais direito de autorizar a fusão da EMBRAER com a Boeing porque as circunstâncias mudaram radicalmente! Essa não é uma questão direita/esquerda. Trata-se da defesa do patrimônio nacional e de assegurar um lugar decente para o Brasil no contexto da produção de ciência e tecnologia aeroespacial. Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.
  13. Acho que o próximo passo será ter uma Sub-frota com poltronas C nos A320/21 operando exclusivamente voos internacionais
  14. Ele fez um ótimo trabalho na Gol e conseguiu atrair a liderança do corporativo para Gol , uma low cost até então , junto com a Delta transformou a cia em premium, retrofit de toda frota e ainda Wi-Fi, exatamente tudo que ele está fazendo na Latam! Pagar uma executiva e pegar uma conexão sem qualquer privilégio era um downgrade muito grande , acho que tanto em Cgh como em Gru a Premium Economy vai agregar muito valor e atrair Pax do corporativo.....ainda tem muito a melhorar,mas estão investindo e tentando corrigir Parabens
  15. Mas o E2 já é o alongamento do E-Jet original, vão esticar mais uma vez? Vão conseguir colocar 200 Pax num avião que foi projetado para 120?
  16. O Max está custando tempo,dinheiro e imagem a qual está custando muito mais perdas do que todo imbróglio para recertificar o MAX
  17. Mas foi o que eu quis questionar, se comprou por conta dos slots ou porque irá iniciar uma operação regional usando a Flybe. Não entendi porque me perguntaste que slots?
  18. Os slots da Flybe nesses dois aeroportos que coincidentemente a Virgin tb opera
  19. Mas não terão salas VIP para voos domésticos,apenas nos voos internacionais, acredito que a única no Brasil que oferece salas VIP em voos domésticos é a GOL, mas em alguns aeroportos somente
  20. Curioso para ver como serão as tarifas , o serviço que terão nestas rotas e se os A319 serão retrofitados e se oferecerão na ponte Sdu esses serviços
  21. A321XLR da Airbus termina o ano com mais de 450 encomendas em 6 meses Foto - Divulgação Desde que a Airbus lançou o A321XLR há seis meses esta versão de longo alcance da aeronave de fuselagem mais longa da família A320neo registrou mais de 450 pedidos e compromissos de 22 companhias e duas empresas de arrendamento de aeronaves em todo o mundo. Na verdade o A321XLR é uma aposta da Airbus para a substituição do Boeing 757 em várias frotas, mesmo naquelas que não há o avião da Boeing, ao passo que essas aeronaves se aproximam da sua aposentadoria definitiva na próxima década. A aeronave também foi lançada como uma concorrente do projeto NMA, da Boeing, atrapalhando os planos da fabricante norte-americana. O A321XLR promete um alcance de até 8700 km com 206 passageiros a bordo, o suficiente para maioria das companhias aéreas dos EUA e Europa, mas a parte incrível essa aeronave fez sucesso na ásia. Segundo Isabelle Bloy, chefe de engenharia do A321XLR, a Airbus utilizou o A321LR como base para o projeto, adicionando um tanque de combustível único central, no lugar dos dois tanques extras, além disso, a aeronave deve ter um tanque de combustível extra na parte frontal. Outras mudanças incluem o fortalecimento da fuselagem e do trem de pouso principal, a incorporação de um novo sistema de flap na asa para melhorar o desempenho em baixa velocidade, além de maiores capacidades para os tanques de água e resíduos da aeronave. A montagem final do primeiro A321XLR está planejada para ser concluída em 2021, com a entrada da aeronave nos voos comerciais em 2023. Veja quais companhias encomendaram o A321XLR American Airlines A American Airlines procura até o momento um substituto para os Boeing 757 e 767, em partes, a companhia norte-americana encontrou a solução do A321XLR. A companhia converteu 30 das suas encomendas para o A321neo, optando pelo avião de longo alcance, e optou por pedir mais 20 aviões, totalizando 50 encomendas. AirAsia A AirAsia optou por encomendar 30 aviões A321XLR, ressaltando a aeronave como uma alternativa para destinos de longa distância não compatíveis com a demanda de uso do A330-900neo, que a companhia vai configurar com mais de 440 assentos. O Airbus A321XLR, com 240 assentos de capacidade máxima, é um meio termo para a companhia asiática que tem como base o Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, na Malásia. Grupo IAG – Iberia e Air Lingus No Paris Air Show as companhias Iberia e Air Lingus anunciaram uma encomenda para 14 aeronaves deste modelo, sendo que oito delas serão incorporadas na frota da Iberia. O Grupo IAG disse em nota que essas aeronaves serão equipadas com um moderno sistema de entretenimento, interior Airspace e layout de duas classes, com assento-cama na Business. O foco é utilizar esses aviões para realizar voos entre a Europa e a costa leste dos Estados Unidos. IndiGo – Wizz Air, Frontier Airlines e JetSmart O Grupo IndiGo fez um acordo logo em junho para encomendar 50 aeronaves A321XLR, distribuindo as aeronaves entre três companhias: A JetSmart terá 12, a Frontier 18 e a Wizz Air 20 aviões. As companhias do grupo já confirmaram as encomendas, e vão receber os primeiros aviões em 2023. Aqui o foco são voos de longa distância e baixo custo, a Frontier declarou até mesmo que o A321XLR possibilita voos para a América do Sul e Brasil de baixo custo, a partir de Miami. JetBlue Foto – JetBlue/Reprodução A norte-americana JetBlue fundada por David Neeleman no conceito Low Cost, já tinha optado pelo A321LR, converteu pedidos, e vai futuramente operar com o Airbus A321XLR, por enquanto com a expectativa de receber 13 aeronaves . “A incrível variedade estendida do A321XLR nos permite avaliar ainda mais destinos no exterior, enquanto pensamos na expansão da JetBlue para os mercados europeus, com baixas tarifas e serviços de alta qualidade”, disse o CEO da JetBlue, Robin Hayes. A companhia fala em usar o A321XLR em voos para diversos destinos na Europa, a partir de Nova York e Boston, além de voos para a América do Sul, já sinalizando um interesse no mercado brasileiro. Middle East Airlines A cliente de estreia Middle East Airlines, é uma companhia aérea de bandeira do Líbano, que encomendou quatro unidades do A321XLR. A MEA utilizará o A321XLR para realizar voos do Líbano para a Ásia e África. O A321XLR fornece cerca de 15% a mais de alcance de voo nas mesmas configurações do A321LR, e retira uma incômoda limitação da versão anterior que não permitia voo de boa parte dos países do oeste europeu para o leste dos Estados Unidos. Qantas Airways A Qantas é outra companhia da Ásia-Pacífico que optou pelo A321XLR, com 36 encomendas para essa aeronave, complementando o seu pedido de 28 aviões para outra versão com alcance de até 7400 km, a A321LR. Esse será um dos principais aviões da Qantas, no futuro, para voos na Ásia e no Pacífico. O Airbus A321XLR ainda tem uma encomenda de 27 unidades para a empresa de leasing Air Lease Corporation, que vai arrendar para companhias aéreas ainda não divulgadas. United Airlines A United Airlines confirmou recentemente a sua encomenda para 50 aviões Airbus A321XLR, a versão de maior alcance do A321neo, capaz de cumprir voos de até 8700 km sem escalas para reabastecimento. Na frota da United as aeronaves vão substituir diretamente o Boeing 757, sendo que muitos operados pela companhia já somam mais de 20 anos de uso. Essas aeronaves começarão a chegar na frota da United em 2024, e serão inicialmente direcionadas para cumprir voos internacionais para a Europa, com base em seus Hubs de Washington e Newark (que a United trata como Nova York). A United não divulgou o valor total do acordo com a Airbus, nem mesmo a configuração de assentos das suas novas aeronaves, que serão fabricadas na linha de Mobile, no Alabama (EUA).
  22. https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/aquisicao-da-twoflex-em-nada-afeta-o-plano-de-expansao-regional-diz-gol/
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