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PT-ING

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  1. É verdade, confirmei com tripulantes da Azul que receberam o comunicado. Além do cancelamento de OPO, do congelamento de contratação de tripulantes e da LNR, a empresa também estará cancelando voos do internacional pontualmente no curto e médio prazo, por conta da economia e do corona vírus.
  2. A Azul desfruta da first-mover advantage", como prêmio por ter apostado e arriscado em um mercado até então inexistente/inexplorado. Mas isso não impede que classifiquemos esses mesmos mercados como monopólio que, por definição, significa mercado servido por apenas uma empresa. Uma nova oferta (ou aumento de oferta), em geral, acaba também criando novas demandas. É natural que a Azul passe a conviver com novos entrantes interessados em um mercado que, agora, todos sabem que dá resultados. Mas a companhia ainda tem a vantagem de já estar nele.
  3. Eu me referia ao mercado Brasil-Equador. Com o GRU-UIO, seria possível que diversas cidades acessassem a capital equatoriana com apenas 1 parada (além do maior mercado da América Latina ser conectado diretamente). Ao passo que a LA conecta LIM a somente GRU e IGU de forma consistente, além de GIG, POA e BSB com cerca de 3 freqs semanais. Ou seja, para todos os outro spokes, são necessárias 2 conexões.
  4. Era a única ligação Brasil-Equador, que poderia levar conexões de toda a malha doméstica G3 mais EZE, MVD e ASU, também desassistidas de ligações diretas. O mercado não seria nenhum absurdo, mas teria que esperar seu tempo para amadurecer. Em meio a incertezas com relação a frota, natural que a cia. adie seus planos de explorar esse mercado.
  5. Não recebi o pdf por e-mail e também não há nada no site do RI. Tem certeza? Como esse pdf chegou a vc?
  6. Exatamente. 76W é um excelente avião para se ter na frota. A LATAM utiliza muito bem o equipamento para entrada em novas rotas. Uma vez o mercado consolidado, pode-se fazer o upgauge. Por outro lado, um mercado operado no 777 ou 359 que esteja sofrendo, pode ganhar um fôlego durante um período de operações no 76W. E sim, esse equipamento irá logo necessitar de um substituto, como algumas cias. americanas já têm pedido. Alguém sabe alguma coisa sobre o 797?
  7. Caros, em geral, o pax high yield, que representa maior parte da receita de uma cia, está mais preocupado com: facilidade de compra/check-in/antecipação de voo, qualidade dos horários e tempos de conexão, malha robusta, pontualidade, programa de fidelidade que valha a pena. Esses itens periféricos, como lanche, só interessa aos apaixonados ou aos pax que viajam a lazer (cuja tarifa que pagam serve para preencher com alguma receita os espaços que estariam vazios no avião). Esse perfil de pax, por sua vez, não toma sua decisão de compra pelo serviço (ou pelo lanchinho), mas pelo preço da passagem. Logo, essa discussão, ao meu ver, não leva a lugar algum.
  8. Sim, PL positivo, eficiência em receita (operando 70% das rotas em monopólio), boa gestão financeira e consequente dinheiro em caixa; Ok. Mas sua operação conta com, no mínimo, 5 frotas diferentes e a mais baixa utilização de metal do Brasil (só passou a LA recentemente porque esta investiu em pontualidade). Claramente não é uma estratégia focada em eficiência de custos.
  9. Mais ligeira e eficiente na parte da receita e na gestão de ativos, concordo plenamente. Mas por que vc acha que ela é mais eficiente em custos que a G3, por exemplo? Não me parece ser.
  10. São frotas diferentes e complementares...
  11. "Boeing em ruínas" no título é para espantar o leitor. Credibilidade zero ler algo desse tipo.
  12. Este projeto é esperado há anos. Quando finalmente dão o primeiro passo, nego já pede pista maior, para comportar cargueiro e etc. (Aliás, não sei de onde as pessoas pedem mais oferta de cargueiros, como se o impeditivo para isso fosse infra aeroportuária (é claro que é precária, mas a viabilidade econômica de um voo full cargo é bastante limitada no Brasil). Um aumento na oferta de transporte de pax provavelmente já supriria a demanda por transporte de cargas da região, utilizando os porões dos aviões, sem precisar de uma pista que receba um wide-body). Como outros falaram, CXJ fecha muito porque a cidade engoliu o aeroporto, impedindo instalação de ILS e ampliação de sua pista. Construir um novo aeroporto. Ainda mais entre Caxias do Sul (forte polo industrial) e Gramado (forte polo turístico) me parece uma ideia óbvia. O problema do acesso, se é que existe, deve ser resolvido simultaneamente à construção do aeródromo. Verdade que a região da serra gaúcha tem forte potencial para movimentação. Mas sua desvantagem com relação a outras cidades importantes do interior (LDB, RAO, UDI, etc.) é justamente a proximidade de Porto Alegre, fazendo com que a demanda por transporte aéreo no fluxo interior-capital, nesse caso, seja zero.
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