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PT-ING

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Posts posted by PT-ING

  1. Muito legais as ideias de malha regional com ATR na Pampulha, pessoal.

    Mas a aviação regional não se sustenta, em lugar algum, por si só. A malha regional é ótima aumentar a capilaridade de uma malha robusta ligando grandes centros e trazer o passageiro do interior para esse sistema. Mas ela sozinha é inviável, só dá prejuízo.

    Custo do leasing de um avião pequeno é muito grande com poucos assentos a serem diluídos, o volume de demanda high yield nos mercados regionais é muito baixo...

    Ou seja, se liberarem PLU apenas para voos dentro do Estado em aviões pequenos, não haverá interesse de ninguém que faça contas (se bem que ultimamente temos visto um pessoal se aventurando sem fazer muitas contas...)

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  2. PLU privatizada e sem restrições operacionais impactaria diretamente a Azul, que teria que desmontar CNF e, consequentemente, a RMBH perderia um hub que liga a região a diversas cidades do país.

    Curioso que neste fórum todos concordam com restrições em PLU.

    Mas nunca vi a mesma preocupação com a ampliação de capacidade de CGH (que vai drenar GRU) ou com SDU sem restrições, que já vem sufocando o GIG há vários anos.

    Privatizar tudo e liberar para atrair os investidores, sem um planejamento integrado, é um tiro no pé das regiões metropolitanas e dos grandes aeroportos internacionais.

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  3. 4 minutes ago, PT-ING said:

    O cliente só "aceita" pagar onde o produto é melhor. E produto melhor significa malha (frequências e horários). Nos mercados com produto (malha) semelhante a das congêneres a TM tende a ser muito próxima. O que varia é a estratégia de RM: Uma empresa pode operar com tarifas mais altas na longa antecedência, enquanto a outra geralmente trabalha com inventários mais altos no curto. A fotografia que vc tira em uma consulta aleatória não diz muito sobre a tarifa média.

    Ah, e outra coisa. As simulações que o site fez foram comparando "São Paulo" (não sabemos se GRU ou CGH) com VCP.

    Evidente que o preço para o cliente local de Campinas é mais caro, pois o tráfego conectivo da AD em VCP era cerca de 70% pré-pandemia e hoje está próximo dos 80%. O pax local tem que pagar mais porque "concorre" por um espaço no avião, que está sempre lotado de conexões.

    No final das contas, a TM rateada que fica para o trecho VCP-FLN, por exemplo, é muito menor do que a TM que fica para um CGH-FLN, com pouquíssimas conexões.

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  4. On 12/07/2021 at 11:40, Luckert said:

    E o melhor , o cliente dela aceita pagar mais , afinal a ocupação da Azul não é inferior a concorrência e parte da frota tem número de assentos similar a concorrência ( no caso dos A320/21neo)

    O cliente só "aceita" pagar onde o produto é melhor. E produto melhor significa malha (frequências e horários). Nos mercados com produto (malha) semelhante a das congêneres a TM tende a ser muito próxima. O que varia é a estratégia de RM: Uma empresa pode operar com tarifas mais altas na longa antecedência, enquanto a outra geralmente trabalha com inventários mais altos no curto. A fotografia que vc tira em uma consulta aleatória não diz muito sobre a tarifa média.

     

    On 12/07/2021 at 11:43, TheJoker said:

    O custo maior é em função dos ATR/ERJs, operação regional.

    Além disso, o custo da viagem de um pax que faz NVT-VCP-REC-MCZ é maior do que o pax que faz NVT-GRU-MCZ.

    A malha da Azul é ótima para ligar pequenas cidades aos grandes centros, mas é pior que a da GOL e LATAM para a ligação entre cidades médias.

    Azul tem geralmente 1x diário entre VCP e capitais secundárias do nordeste, enquanto GOL e LATAM tem 3 ou 4.

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  5. SDU pode ter capacidade dos seus 15 milhões de pax/ano, mas não tem estrutura para muitas operações simultâneas e obviamente não tem conectividade internacional.

    Ter um hub no Rio é muito importante para o turismo e a economia da cidade e região. Isto significa mais rotas diretas e mais atratividade para companhias estrangeiras voarem de seus hubs para o Rio.

    Porém, é inviável para qualquer companhia (Gol, ITA ou LATAM) montar um hub no GIG com uma concorrente enchendo o SDU de capacidade, sem conectividade, capturando a demanda local - que paga um ticket médio maior que o do tráfego de conexão que usa o Galeão.

    Assim fica impossível aumentar a capacidade no GIG para mercados menores/secundários e o hub no Rio não cresce.

    Para resolver este problema, realmente, não vejo outra solução que não sejam regras como as que o @A345_Leadership comentou, ou incentivos para quem colocar capacidade no aeroporto menos atrativo.

    Um dia, no futuro, com demanda suficiente para encher os 2 aeroportos, as regras não serão mais necessárias.

     

    O que aconteceria com CNF se PLU voltasse a receber voos comerciais de jatos? O hub da Azul em CNF, tão importante para Belo Horizonte e região, certamente não se viabilizaria. O problema no Rio é muito semelhante e não precisa inventar a roda, basta adaptar a solução encontrada em BHZ.

    Como por exemplo, restringir o SDU a rotas corporativas e regionais (por algum tempo pré-determinado) e deixar o GIG se desenvolver como um grande hub que liga todas as regiões do país entre si e a destinos internacionais.

    O interesse do governo federal na privatização do SDU tem atrapalhado esse tipo de planejamento e, consequentemente, o transporte aéreo no Rio de Janeiro.

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  6. On 16/06/2021 at 21:19, Raphael_Magalhaes said:

    Espero que seja pontual.

    Não é pontual.

    Eles já limparam mais de 40% da oferta que estava no SIROS programada para julho.

    Redução de capacidade em todas as rotas e cancelamento do BPS-GRU.

    Se não chegarem mais alguns pares de aviões a tempo, terão que fazer o mesmo para agosto.

    E chovendo reclamações nas redes sociais da companhia...

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