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Luciano Cunha

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About Luciano Cunha

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  • Cidade/UF/País
    Brasília/DF
  • Data de Nascimento
    26/05/1972

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  • Gender
    Male
  • Location
    Brasília - DF
  1. Positivo: São João do Maranhão abre programação junina em Imperatriz atraindo multidão http://www.ma.gov.br/agenciadenoticias/politicas-sociais/cultura/sao-joao-do-maranhao-abre-programacao-junina-em-imperatriz-atraindo-multidao
  2. Passaredo pede autorização para novo voo entre Araguaína e Guarulhos Obs: No link da fonte tem um vídeo da reportagem. Rota teria paradas em Palmas, Goiânia e Ribeirão Preto (SP) antes de chegar ao aeroporto mais movimentado do país. Pedido foi feito após anúncio da redução do ICMS para o combustível de aviação. Por TV Anhanguera 11/04/2019 13h05 Atualizado há 3 horas Empresa aérea solicita aumento no número de voos em Araguaína A Passaredo Linhas Aéreas, única empresa que opera voos comerciais em Araguaína, pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil para criar uma nova linha até a cidade. O voo ligaria o segundo maior município do estado ao terminal aéreo mais movimentado do país: o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP). Se for autorizada, a nova rota vai sair de Araguaína às 4h20 e fazer paradas em Palmas, Goiânia e Ribeirão Preto (SP) antes de chegar ao destino final. Desde 2015 o aeroporto de Araguaína conta com apenas um voo diário e a novidade animou os passageiros. "Da uma liberdade maior de escolha, tempo. A gente consegue conciliar com outros compromissos", diz o médico Daniel Grossi. O pedido é um reflexo da isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o combustível de aviação. O benefício foi oferecido pelo governo do estado para empresas que investirem em novas linhas até o Tocantins. Em Palmas, a medida resultou em um novo voo para Brasília e uma nova linha até Recife. Uma reforma no terminal de Araguaína chegou a ser anunciada, mas após três anos de espera alguns moradores afirmam estar descrentes que o projeto vá sair do papel. "Até agora não estou vendo obra nenhuma aqui no aeroporto e com isso o povo vai perdendo a confiança e os empresários vão distanciando da cidade", diz o gestor educacional Francisco Alfenas. Nesta quinta-feira (11) está prevista a assinatura de um Termo de Acordo de Regime Especial entre o governador Mauro Carlesse (PHS) e a diretoria da Azul, que garantirá a operação do voo para Recife a partir da capital. As negociações para o novo voo de Araguaína ainda dependem da avaliação da Anac. Fonte: https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2019/04/11/passaredo-pede-autorizacao-para-novo-voo-entre-araguaina-e-guarulhos.ghtml
  3. Caramba! Que FR sensacional! Viajei junto!
  4. Daí as maiores no TO e que podem até rodar vôo com ATR são Gurupi e Araguaína. E concordo com a questão das cidades fronteiriças.
  5. Nãi sou especialista no assunto, mas os caças são melhores do que os A1 e F5 modernizados?
  6. PPP administrará segundo aeroporto de Brasília, em São Sebastião Construído em área irregular e tomado judicialmente pelo Executivo local, o Aeródromo Botelho será usado como terminal executivo, com hangares para táxi-aéreo e jatos menores. Oito empresas e consórcios disputam o espaço Helena Mader IS Isa Stacciarini JE Jéssica Eufrásio postado em 18/01/2019 06:01 / atualizado em 18/01/2019 07:08 Uma pista de pouso construída irregularmente na área rural de São Sebastião dará espaço ao segundo aeroporto de Brasília. O empreendimento será construído em parceria com a iniciativa privada, e os projetos estão prontos e em análise. Na primeira reunião do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas da gestão Ibaneis Rocha, na semana passada, definiu-se a PPP do terminal, a do Estádio Nacional Mané Garrincha e a do autódromo como as prioridades do GDF. No caso do novo aeroporto executivo, oito empresas e consórcios apresentaram interesse no negócio, e a equipe de Ibaneis estabeleceu a meta de assinar a concessão até julho. O empreendimento será uma alternativa ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, que tem espaço limitado para hangares de aviação executiva, e deve oferecer espaço para táxi-aéreo e jatos menores. A área que vai abrigar o terminal foi alvo de uma batalha judicial e acabou retomada pelo governo em 2016. A chácara, às margens da DF-251, foi arrendada em 1982 para atividades rurais ao produtor José Ramos Botelho, que mantinha uma fazenda de gado no local. No início dos anos 2000, a família Botelho construiu e registrou uma pista de pouso para uso próprio. Diante da demanda de aeronaves, os ocupantes da área ampliaram a estrutura e expandiram o uso da pista de pousos e decolagens. Em 2013, quando o Correio revelou o empreendimento, o Aeródromo Botelho tinha 65 hangares. Hoje, são mais de 100 espaços para a guarda de aviões de pequeno porte. A pista do terminal tem 1,7 mil metros de comprimento — o equivalente à área de pouso de Congonhas. O futuro Aeroporto Executivo de Brasília abriga mais de 250 aeronaves, avaliadas em até R$ 20 milhões. Em 2014, a Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap) entrou com uma ação de reintegração de posse da área. Começava ali uma queda de braço pelo terreno, que se estendeu até maio de 2016, quando a Justiça autorizou o GDF a retomar o imóvel. A família Botelho pediu indenização pelas benfeitorias, que incluem a pista de pouso e os hangares, no total de R$ 45,1 milhões, além de R$ 8,3 milhões por danos morais. O pedido foi rejeitado pela Justiça. “Em relação às acessões vinculadas à exploração aeroviária, declaro a perda das construções existentes e a inexistência de obrigação da autora quanto ao seu ressarcimento”, determinou o juiz Manuel Eduardo Pedroso Barros, da 4ª Vara de Fazenda Pública. O magistrado apontou a irregularidade do empreendimento, construído sem licenças ambientais. “Sequer houve estudo de impacto ambiental para a implantação e autorização de operação da atividade no local”, argumentou Manuel. “Ainda que se pudesse considerar não haver parcelamento irregular do solo, não há como fechar os olhos para a exploração de serviços aéreos no local diante do vulto do empreendimento erguido na área”. Com a decisão, o governo acelerou as tratativas para retomar a área e concedê-la à iniciativa privada. O aeródromo ocupa apenas 80 hectares dentro da área total de 977 hectares do empreendimento, o que transforma a concessão em um negócio valorizado pelo potencial de exploração do terreno. Pelo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) em vigor, as chácaras são classificadas como áreas rurais; portanto, há restrições rígidas à ocupação. Diante da possível alteração das normas de ocupação, com a revisão do Pdot, o projeto da Terracap inclui a possibilidade de construção de hotéis, outlet, centro de convenções, espaço para feiras e eventos, escritórios e lojas, além de novos hangares, helicentro e uma oficina de manutenção de aeronaves — empreendimento que tem alta demanda no Distrito Federal. O Aeródromo Botelho ainda tem registro como pista privada, sem autorização para exploração comercial. Metas Mesmo durante a disputa judicial pela terra ocupada pela família Botelho, o aeródromo nunca deixou de funcionar. Entre os frequentadores estão empresários, amantes da aviação e artistas que fazem apresentações em Brasília. Pela praticidade, o local também recebe aeronaves e helicópteros de órgãos do governo local e federal. Durante a Copa do Mundo do Brasil, em 2014, a área teve fluxo extra de 30 aeronaves de seleções e torcedores. Hoje, devido ao trâmite da PPP, não é necessário pagar para pousar ou decolar. Só é preciso apresentar um plano de voo com antecedência mínima de 45 minutos da decolagem. A Associação do Aeródromo Botelho (Prossiga) é a responsável pela administração temporária da pista. “Sabemos que a área é da Terracap e somos favoráveis ao Aeroporto Executivo, pois nós, usuários do aeródromo, somos a aviação executiva de Brasília. O projeto casou a meia com o sapato, era o que estávamos esperando”, conta o cirurgião dentista José Rios, piloto e presidente da Prossiga. A ideia da Terracap é transformar a área em uma alternativa ao Aeroporto JK. A empresa espera firmar uma parceria de longo prazo, com uma solução alternativa para a aviação geral não comercial, com operação de táxi-aéreo e de jatos executivos, além de espaço para operação e treinamento das forças de segurança do DF e do governo federal. A proposta do projeto é transformar a área em um aeródromo público, com gestão profissional. Outra meta da Terracap com a iniciativa é conter as invasões irregulares de terras públicas, que crescem em direção à região. Oito empresas apresentaram interesse em fazer parceria com o governo, das quais cinco receberam autorização para a realização dos estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira e jurídico-institucional. Uma delas renunciou e outras se uniram em consórcio. Com isso, hoje, há dois grupos autorizados a prosseguir com as análises. Um consórcio reúne as empresas Módulo BR, Conbral-Par, Construtora Villela e Carvalho, Brasal Incorporações e Construções de Imóveis, Aria Soluções Imobiliárias, HV Engenharia e MMJ Empreendimentos Imobiliários. Na outra ponta, a empresa RNGD Consultoria de Negócios também foi habilitada para fazer os estudos. Em setembro do ano passado, elas apresentaram os levantamentos à Terracap. Os documentos estão sob avaliação. Seis aeródromos Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Distrito Federal tem seis aeródromos, principalmente pistas de pouso em áreas rurais. O Aeródromo Botelho tem a maior pista entre eles, seguido pela área de pousos e decolagens instalado na Fazenda Lamarão, com 1,5 mil metros de comprimento. Fonte: Correio Braziliense https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/01/18/interna_cidadesdf,731390/ppp-administrara-segundo-aeroporto-de-brasilia-em-sao-sebastiao.shtml
  7. Que FR Sensacional! Viajei junto! Que aeronave fantástica!
  8. Bom vou falar por Carolina (CLN, SBCI). Como o colega Hirondelle falou a Sete não só anunciou como chegou a operar lá até o encerramento das operações da companhia. Os vôos eram operados 3x semana e na alta eram de segunda a sexta. O vôos eram no C208 CLN-AUX-CDJ-RCD, em AUX davam conexão com o EMB120 para PMW, BSB, GYN, IMP, MAB, ALTM E BEL. O aeroporto possui uma pista de 1800x45, possui VOR, NDB, Rádio Farol, balizamento e Grupamento de Navegação Aérea (GNA) , da Infraero que administra os recursos em parceria com a Prefeitura que cuida do restante. Ano passado foi inaugurado no aeroporto o quartel do Corpo de Bombeiros que inclusive conta com uma viatura específica (CCI do tipo Lavrita). O terminal foi reformado recentemente e conta com raio-x já implantado da época das operações da Sete (2015). Quanto a Balsas, como os colegas falaram acima falta muita coisa para que a operação se conclua, na pista de 1000x35, inserida dentro da cidade, sem condição de ampliação. Reza a lenda que seria construído um novo aeroporto, mas até onde sei não há previsão de início. Aposto no retorno breve de AUX, tendo em vista que a Azul já operava lá e a Passaredo opera diariamente.
  9. Tem o SDU que é atendido pelo VLT. E se considerar tem o GIG que é atendido pelo BRT.
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