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F-BVFA

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  1. A dificuldade de acesso também é um problema para o GIG, especialmente no tocante a concorrencia com o SDU. Porém o problema não se resume a isso. Questões como: segurança (em especial no trecho da Maré da Linha Vermelha e Av. Brasil), a falência econômica do estado e da cidade, a concorrência de outros aeroportos não só SDU mas GRU, CNF, VCP, dentre tantos outros e a aparente letargia da concessionária em atrair mais operações sejam elas de novos operadores ou a ampliação das já existentes. O GIG precisa de voos domésticos, e muitos. Para, em um segundo momento, se partir com mais inten
  2. Tenho a impressão que esse vazamento de informação é mais objeto de pressão do que qualquer outra coisa.
  3. No Rio tem (ou tinha) a Cruzeiro Taxi Aéreo que também utiliza (ou utilizava) a marca da SC.
  4. Primeiro: vc sabe muito bem que o mercado Brasil-MCO não é high yield. O caso de MCO é problemático pro GIG pois nenhuma americana voa longhaul a partir de la (a DL tentou GRU e AMS mas desistiu). Isso deixa o GIG a mercê das brasileiras que possuem seus hubs em outros aeroportos próximos: GRU, VCP e CNF. A JJ chegou a fazer mas como sabemos abandonou a rota para reforçar as conexoes em seu hub principal. Ficaria bastante surpreso com algum GIGMCO especialmente operado por empresa brasileira. Segundo: no periodo da materia a Delta voou diferentes configurações de 763 e o 764. Tercei
  5. Se fincar base no doméstico até tem futuro. O que não entendi é ter A319 e 737 na frota.
  6. Interessante esses codeshares no GIG. Se a DL fechar a base GIG mesmo eles n fazem sentido, pode ser um sinal de um eventual retorno da companhia.
  7. Vejo a saída da EK do GIG/EZE como uma oportunidade pra QR mesmo e o 787-9 caberia bem. Mas no mínimo no W21/22.
  8. Sem E-Jet, sem A220 e sem CRJ afinal todos possuem componentes americanos e quem quer correr o risco de "sobrar" sanção pra si né?
  9. 17 julio, 2020 Juan Delguy 0 comentarios Información suministrada a TorreElDorado.co, confirma que Emirates decidió poner fin a sus vuelos hacia Santiago de Chile, los cuales operaban con aviones tipo Boeing B777 desde Dubái con escala en Río de Janeiro. TorreElDorado.co pudo confirmar que el personal de Emirates en Chile fue desvinculado, decisión derivada de la crisis por la pandemia. De igual manera, se constató que los vuelos siguen cargados en la página web de la aerolínea pero serán desactivados en cuestión de horas. Cabe anotar, que Emirates comenzó a operar en
  10. Aparentemente nem GIG nem GRU voltam nesse primeiro momento. O que faz sentido visto que são rotas que ainda não tinham se consolidado e não é o momento de investir nisso. Quem sabe a AT volte em alguns anos.
  11. Pois é. Acho curioso se falar em rotas alternativas partindo pro mesmo osso em que as outras ja tem hub.
  12. Interessante a coincidência de o último 747 a operar na QF seja justamente o que ostentou a bela pintura Wunala Dreaming.
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