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Dani CV

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About Dani CV

  • Birthday 05/23/1979

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    Brasília/DF
  • Data de Nascimento
    23/05/1979

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  1. Meio off do tema mas ainda não entendi o motivo da GOL, enquanto não retoma os voos diretos para o EUA, não oferecer a opção de voos para PUJ. Já que a aeronave para para abastecer, não seria viável dar essa opção? Chegar em PUJ, para quem mora no NE, exige uma dose extra de paciência.
  2. Não foi o primeiro e, infelizmente, não será o último. A falta de fiscalização por parte dos órgãos competentes é assustador. Absurdo.
  3. Profissionalismo independe de graduação. Há muitos que não são graduados e que escrevem melhor que aqueles que colocam um "canudo" debaixo do braço e sentam na frente de um computador para redigir uma pauta. Talvez, o que falte hoje em dia nas redações, são bons editores.
  4. Aeronaves da Boeing que caíram precisavam de dois recursos de segurança considerados 'extras' Os pilotos dos aviões Boeing que caíram na Etiópia e na Indonésia lutaram para controlar as aeronaves, mas elas não tinham dois equipamentos de segurança importantes em suas cabines. Um dos motivos: a Boeing cobrava mais por eles. Para a Boeing e outros fabricantes de aeronaves, a prática de cobrar para atualizar um avião padrão pode ser lucrativa. As principais companhias aéreas de todo o mundo devem pagar muito para que os jatos que eles encomendam sejam equipados com acessórios customizados. Às vezes, esses recursos opcionais envolvem estética ou conforto, como assentos premium, iluminação sofisticada ou banheiros extras. Mas outros recursos envolvem sistemas de comunicação, navegação ou de segurança e são mais fundamentais para as operações do avião. Muitas companhias aéreas, especialmente as de baixo custo, como a Lion Air, da Indonésia, optaram por não comprá-las, e os órgãos reguladores não o requisitaram. Agora, na esteira dos dois acidentes fatais envolvendo o mesmo modelo de avião, a Boeing tornará um desses recursos de segurança padrão, como parte de uma correção para colocar os aviões no ar novamente. Ainda não se sabe o que causou as quedas do voo 302 da Ethiopian Airlines, em 10 de março, e do voo 610 da Lion Air, cinco meses antes, ambos após decolagens erráticas. Mas os investigadores estão analisando se um novo sistema de software adicionado para evitar defeitos mecânicos na série 737 Max da Boeing pode ter sido parcialmente culpado. Dados defeituosos de sensores no avião da Lion Air podem ter causado o mau funcionamento do sistema, suspeitam as autoridades que investigam o acidente. Esse sistema de software pega leituras de dois dispositivos semelhantes a um feixe, chamados de sensores de ângulo de ataque, que determinam o quanto o nariz do avião está apontando para cima ou para baixo. Quando o sistema detecta que o avião está apontando para cima em um ângulo perigoso, ele pode empurrar automaticamente o nariz do avião para evitar que a aeronave entre em stall , quando o avião se inclina demais podendo perder a sustentação. Os recursos de segurança opcionais da Boeing, em parte, poderiam ter ajudado os pilotos a detectarem quaisquer leituras errôneas. Uma das atualizações opcionais, o indicador de ângulo de ataque, exibe as leituras dos dois sensores. O outro, chamado de luz discordante, é ativado se esses sensores estiverem em conflito uns com os outros. A Boeing atualizará em breve o software, e também instalará a "luz de desacordo" (alerta) em todos os novos aviões 737 Max, segundo uma pessoa familiarizada com as mudanças, que falou sob condição de anonimato porque as informações não foram divulgadas ao público. O indicador do ângulo de ataque continuará sendo uma opção que as companhias aéreas podem comprar. Nenhum dos recursos foi considerado obrigatório pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos. Todos os jatos 737 Max foram proibidos de voar. — São essenciais e não custa quase nada para as companhias instalarem — disse Bjorn Fehrm, analista da consultoria de aviação Leeham. — A Boeing cobra por eles porque pode, mas eles são cruciais para a segurança. https://oglobo.globo.com/mundo/aeronaves-da-boeing-que-cairam-precisavam-de-dois-recursos-de-seguranca-considerados-extras-23540857
  5. Deputado Federal cobra explicações sobre uso do 737 Max 8 no Brasil O líder do PTB na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas Fernandes (MA), cobrou do governo informações sobre a operação, no Brasil, de aviões Boeing 737 Max 8, mesmo modelo do que caiu neste domingo (11) na Etiópia, matando 157 pessoas. No requerimento de informações enviado nesta segunda-feira (11) ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o parlamentar lembra que a companhia aérea brasileira Gol opera sete jatos Boeing 737 Max 8. O líder também destaca que esse foi o segundo acidente, em cinco meses, com o mesmo modelo de aeronave. No fim de outubro de 2018, 189 pessoas morreram em um voo da indonésia Lion Air. “Precisamos saber se haverá suspensão de voos no Brasil e quais medidas estão sendo tomadas. Além disso, queremos ser informados se Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está acompanhando as investigações do acidente na Etiópia e, caso haja algum grau de semelhança entre os dois acidentes, quais serão as medidas a serem adotadas pela Anac no País”, declara Pedro Lucas. Suspensão As autoridades de aviação da China e da Indonésia já ordenaram que as companhias aéreas suspendam a utilização dos aviões Boeing 737 Max 8. A companhia Ethiopian Airlines (empresa etíope proprietária da aeronave que se acidentou no domingo) e a Cayman Airways (das Ilhas Cayman) também anunciaram que interromperam a utilização desse modelo após a queda. “Ainda que a operação da Gol seja diferente da Ethiopian Airlenes, é de suma importância que a Anac faça um estudo minucioso sobre esse modelo, uma vez que a segurança deve estar em primeiro lugar”, diz o líder. Pedro Lucas ainda ressalta que, assim como os aviões da Gol, o jato que caiu neste domingo na Etiópia era muito novo, e as manutenção de rotina nunca revelaram qualquer problema. “Assim não resta dúvida da urgência em adotar medidas preventivas no Brasil”, afirma Pedro Lucas. https://jornalpequeno.com.br/2019/03/11/pedro-lucas-cobra-informacoes-sobre-operacoes-do-boeing-737-max-8-no-brasil/
  6. Meu Deus! Eu, como jornalista, tenho P A V O R a essas matérias. Prefiro não ter acesso nas minhas pautas a escrever certas coisas.
  7. Voltei de SCL no último dia 17 e o voo veio "beirando" a divisa do RS com a Argentina por um bom tempo. Quando passamos no meio entre Chapecó e Pato Branco não se via outra coisa senão o clarão para todos os lados. Arrisco a dizer que 70% do voo foi feito com o aviso de atar os cintos ligados. E o que mais impressiona é que, atualmente, pouco importa se é dia ou noite, a atmosfera está turbulenta a hora que for naquela área.
  8. Desde o dia do acidente me pergunto pq a Globo News tá insistindo em chamar esse camarada p falar sobre o acidente. Nitidamente não entende NADA!
  9. Caramba, que AULA que o Willian Waack acabou de dar. Que isso!!! Como sempre dando um show!
  10. 319 da Avianca acaba de fazer um pouso de emergência em BSB com fumaça a bordo. Eu hein!
  11. http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/03/1745417-achado-possivel-destroco-de-aviao-malasiano-desaparecido.shtml
  12. Esse avião não será encontrado NUNCA, infelizmente.
  13. O prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho (PT), afirmou nesta quarta-feira, em evento em Brasília, que a operação da fábrica da Saab na cidade para construir os caças Gripen, que serão vendidos ao governo brasileiro, deve começar em 2015. “A Saab está discutindo com os técnicos da Aeronáutica o contrato e calendário. Esperamos lançar ainda este ano a pedra fundamental da construção da fábrica e que a operação comece em 2015”, afirmou. A Saab estima investir U$ 150 milhões na construção da fábrica para produzir os caças, que custarão U$ 4,5 bilhões ao país. A entrega dos primeiros caças, contudo, ainda vai demorar alguns anos, disse Marinho. http://www.valor.com.br/empresas/3444688/saab-cacas-gripen-serao-produzidos-em-sao-bernardo-partir-de-2015#ixzz2uRv4RWhy
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