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IdleGate

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  1. A principio somente pessoal de despacho e afins. Para manter a operação internacional em GRU, POA E acho que GIG. Porque não existem mais funcionários para atender os voos. Devem estar terceirizando por enquanto.
  2. estão retomando avião em voo agora rsrsrs, brincadeiras a parte, no momento voando ainda, porém em breve será retomado. acho que tem mais 4 ou 3 dias, para ser retomado.
  3. Erro do FR.. Destino da aeronave é REC. 9404, remete ao 6304 antigo, que sempre foi GRU-REC Abs
  4. Alias, o juiz liberou todas aeronaves de novo para voar, até a reuniao de credores hoje.
  5. Então segundo o que o colega postou de CNF, todas as empresas estavam efetuando pousos ilegais.
  6. Chegar a beirar o ridículo alguns comentários aqui, infelizmente....
  7. Enfim, me expressei mal ao dizer que o METAR não quer dizer nada, eu deveria ter tido que ele pode não ter representado a condição real do tempo na hora da aproximação , para assim, atingindo os minimos e se ficando visual para prosseguir ao pouso. abraços.
  8. E como o Lucas tentou explicar, porque até agora só vi uma tendencia sua em analtecer, condicoes absurdas, olha ali o METAR, MEU DEUS.... e etc o speci foi emitido aos 43. A aeronave pousou aos 30, e aos 41 ja estava no gate. Concordo com o Lucas que explicou exatamente como funciona tudo, metar nao quer dizer nada. A chuva pode simplesmente sair de uma chuva forte para nenhuma chuva e voltar a chover de novo. Ninguem sem enxergar a pista, nos minimos, vai prosseguir. E se prosseguir é porque estava visual. Existe a possibilidade de cair chuva no meio do rollout? Existe... existe uma possibilidade de ter sido aquaplanagem devido a chuva o dia todo no galeao (com as nossas pistas de alta qualidade de escoamento)? Existe... mas sabem quem vai falar isso? A investigação. Depois da investigação todos teremos o relatório final. Um abraço senhores.
  9. Entao, não é na canetada do Juiz, tudo antes da RJ, as dividas, fica pra depois do plano de RJ aprovado, e a copel cortou o fornecimento de LUZ baseado nisso, nas dividas anteriores e nao pode. entao o juiz ordenou o religamento.
  10. Decisão de hoje.... Vistos. 1. Pedido de reconsideração do deferimento do processo do pedido de recuperação judicial da AVB HOLDING S/A (fls. 5.348/5.358, 11.984/11.906 e 14.070/14.73): registro a interposição de recurso de agravo de instrumento contra a decisão que se pretende ver reconsiderada. Anoto, ainda, pedido de esclarecimentos formulados pela Administradora Judicial, de modo que apreciarei a matéria de forma exauriente quando devidamente prestados pelas recuperandas, concedendo-lhes, para tanto, o prazo de 5 dias. De todo modo, deixo registrado não ver sustentação jurídica na tese de que a mera condição de holding não operacional da AVB afastaria a possibilidade de figurar como recuperanda em processo de recuperação judicial de companhia da qual detém incontroversamente a totalidade das ações. A razão é, com efeito, singela: também é atividade empresarial, ao contrário do que se sugere, deter participação societária de outras companhias e gerenciar grupo de empresas. A propósito, assim já decidiu o E. Tribunal de Justiça: "Agravo de instrumento - Recuperação judicial - Assembleia-Geral de Credores. A sociedade holding pura, caracteriza como empresária, tem legitimidade para requerer a sua recuperação judicial -Não cabe à credora arguir nulidade do plano de recuperação judicial por prejuízo de outros credores, ou por falta de participação regular do Ministério Público - Tratativas entre a credora e a devedora visando à reestruturação desta última não caracterizam, por si só, conluio para fraudar os demais credores - Não é gratuita a responsabilidade assumida pela devedora de dívida de empresa do mesmo grupo econômico, e ainda tendo adquirido ações dadas em caução pela devedora original Não demonstrada a existência de valor a ser somado a título de prêmio de controle, válida a avaliação que não o tenha considerado. Agravo de instrumento improvido (Agravo de Instrumento 460.339-4/7-00, Rel. José Roberto Lino Machado, Câmara Especial de Falências e Recuperações Judiciais de Direito Privado, j. 28/02/2007). Assim, à luz do precedente acima, sem prejuízo revisão do entendimento após a análise dos documentos relativos às garantias cruzadas outorgadas entre as recuperandas, mantenho o processamento da recuperação na forma em que deliberado inicialmente. 2. Honorários da Administradora Judicial (fls. 9.618/9624, 13.898/13.903 e 14317/14.318): a Lei nº 11.101/05 determinou que a fixação da remuneração do administrador judicial deve observar os valores praticados no mercado para o desempenho de atividades semelhantes. Fixou, contudo, um limite máximo dessa remuneração que será de 5% do valor devido aos credores submetidos à recuperação judicial e, ademais, impôs ao juiz considerar também a complexidade do trabalho, bem como a capacidade de pagamento da devedora. No caso em análise, propõe a Administradora Judicial estipulação honorários que combine valores fixos mensais, para remuneração de atividades mensais inerentes ao processo de recuperação, e verbas variáveis, estas incidentes por habilitação, divergência, impugnação de crédito e Assembleia Geral de Credores. As recuperandas não impugnam a metodologia de remuneração proposta pela Administradora Judicial, postulando, todavia, aa redução do valor unitário por evento de remuneração da variável, pela limitação da incidência da remuneração a 1000 eventos, bem como para que a parcela mensal de remuneração não suplante a cifra de R$ 250.000,00. Pois bem. Entendo que há justificativa idônea para o método de remuneração proposto pela Administradora Judicial, reconhecendo a possibilidade de defasagem dos honorários em processos em que abundem incidentes de habilitação, impugnação e divergência de crédito. A fixação desta verba honorária variável, contudo, sem olvidar a qualificação do administrador judicial, a certeza de que bem desempenhará suas funções neste processo, deve, como se sabe, levar em consideração a capacidade de pagamento da devedora, razão pela qual reputo razoável a redução parcial, bem como o estabelecimento de limite remuneração variável e mensal propostos pelas recuperandas. Isto posto, e, considerando que é mínima a divergência no que tange ao montante dos honorários da Administradora Judicial, fixo-os nos seguintes termos: (i) honorários fixos: valor total de R$ 3.000.000,00, pagos em 30 parcelas fixas, mensais e consecutivas, no montante de R$ 100.000,00; (ii) honorários variáveis: R$ 20.000,00, por Assembleia Geral de Credores realizada, R$ 3.000,00, por incidente de habilitação, divergência e impugnação de crédito, limitada a cobrança a 1000 eventos na fase administrativa, e 1000 na fase judicial, não sendo contabilizados os incidentes ajuizados pelas recuperandas; (iii) as parcela mensal de honorários, somadas a remuneração fixa e variável, não poderá suplantar R$ 250.000,00. (iv) os honorários totais pagos à Administradora Judicial pela atuação no processo de recuperação, resultante da soma das verbas honorárias fixas e variáveis, está limitada a 0,8% do passivo sujeito aos efeitos da recuperação. 3. Contagem dos prazos processuais (Embargos de Declaração de fls. 11.654/11.655): recebo os embargos, eis que tempestivos, dando-lhes provimento para fins de aclarar a matéria em epígrafe. Da leitura atenta do precedente do Superior Tribunal de Justiça no julgamento do REsp 1699528 extrai-se que todos os prazos estabelecidos pela Lei nº. 11.101/05 devem ser contados em dias corridos, não se aplicando ao microssistema da insolvência empresarial as disposições relativas a esse tema no Código de Processo Civil de 2015. Diante de tal premissa, respeitado o entendimento das recuperandas, consigno que todos os prazos relativos a este processo serão contados em dias corridos, incluindo-se aqueles previstos no Código de Processo Civil. 4. Embargos de Declaração opostos pelo Banco Fibra S/A (fls. 13.727/13.738): recebo os embargos, eis que tempestivos. Consigno, de início, que o juízo não foi induzido em erro tal como asseverado pela embargante. Aliás, em momento algum a decisão embargada parte da premissa de que sua garantia não atinge 100% dos recebíveis provenientes dos pagamentos realizados com cartões de crédito da bandeira "Hipercard". O que se decidiu foi viabilizar às recuperandas o acesso ao que suplantar o percentual mínimo garantido do saldo devedor previsto em cada um dos contratos de cessão fiduciária. No que tange o enquadramento negocial, legal e jurisprudencial da relação havida entre as partes, a irresignação da embargante certamente não recai sobre vícios decisórios que autorizariam a interposição de embargos declaratórios. Estes, como se sabe, são aqueles verificados no seio da decisão embargada, não se prestando os embargos a propiciar o reparo de eventual descompasso do decidido com o entendimento da parte embargante. Os embargos declaratórios ora analisados exprimem, destarte, como se afere de sua simples leitura, o sadio inconformismo da parte embargante com o conteúdo da decisão embargada e o legítimo anseio de sua reforma. A pretensão, todavia, deve ser deduzida à instância superior pelo recurso cabível para tanto. Rejeito, pois, os embargos. 5. Pedido de levantamento (fls. 14.411/14.413): tratando-se de medida que apenas dá efetividade à decisão de fls. 13.708/13.714, expeça-se em favor das recuperandas mandado de levantamento do montante de R$ 16.514.543,61, com eventuais acréscimos legais, depositado em conta vinculada a este processo por ordem pelo Juízo da 25ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo/SP, nos autos do processo 0041573-53.2016.8.8.26.0100. 6. Pedido de providências administrativas em relação a aeronaves já devolvidas às companhias arrendadoras (fls. 17.117/17131): tratando-se de aeronaves já devolvidas pelas recuperandas e, portanto, não abrangidas pela de prorrogação deliberada pela decisão anterior do Juízo, defiro o pedido, fazendo-o para autorizar as peticionárias a promoverem o cancelamento das matrículas das aeronaves devolvidas, números de registro 7854, 7856 e 7995, com a devida comunicação à Agência Nacional de Aviação Civil Registro Aeronáutico Brasileiro. 7. No mais, determino sejam anotados pela z. serventia as habilitações nos autos de credores e seus respectivos patronos.
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