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  1. A dimensão da suspensão das operações do MAX 8 (a nível mundial), me faz pensar que já existe, nos bastidores, informações do que aconteceu com o MAX 8 da Ethiopian.

    Acredito que ainda é muito cedo para isso.

    Deve ser apenas ninguém querendo deixar na reta caso um outro acidente venha a acontecer.

     

    Como você acha que uma investigação é feita? Os caras levantam hipóteses (igual estamos fazendo aqui), e depois vão atrás de confirmar essas hipóteses levantando provas (o que obviamente nós não temos como fazer).

    Levantam as hipóteses baseado nas informações que eles possuem (e nós não) e respondem elas através de um corpo técnico altamente qualificado, com diversos acessos (que também não temos aqui).

    Portanto pare de brincar de Cenipa e deixe o trabalho para os profissionais.

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  2. Desculpa, mas são coisas bem diferentes. Além disso, aqui não é órgão de imprensa, é um fórum da comunidade aeronautica. Concordo que meios de imprensa não devem mesmo especular, mas aqui deveríamos poder levantar hipóteses sem maiores problemas.

    Os atores são diferentes, os efeitos similares.

    Mas para justificar sua curiosidade, a ansiedade por respostas e a vontade de ver todos especulando, vc vai ignorar todos os efeitos para se sentir confortável.


  3. Alguém sabe me explicar qual o motivo de não ser bem visto especular as causas de um acidente aéreo? Toda vez que acontece algum acidente os comentários são sempre na linha de "vamos aguardar o relatório, é precipitado dizer isso, dizer aquilo, etc". Po, praticamente a única função desse tópico é levantar possíveis causas, o que uns acham, outros pensam, enfim. Se não bastaria um tópico trancado com a notícia e depois um post de update com o relatório final. É óbvio que ninguém sabe as causas ainda, aconteceu o acidente há 24h atrás, mas qual o problema em levantar hipóteses?

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Base

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  4. De que adianta ter um avião melhor 10 anos antes de o mercado precisar de um novo avião, já que agora o MAX e o neo estão entrando em serviço e o novo avião visa substituir essa família? Se a Boeing quer uma vantagem, ele pode existir, mas 10 anos é um gap muito grande, ainda mais com o mercado muito bem atendido no momento por ambas as fabricantes.

    O avião tem a capacidade e o alcance igual ou maior e fara isso de forma mais econômica. Pq só vai haver mercado para isso daqui 10 anos?


  5. O mais inteligente é a Boeing postergar o lançamento da nova família para a metade da próxima década, coincidindo com o lançamento do Airbus NSR, que já está inclusive sendo desenvolvido há alguns anos para substituir o A320neo, entrando em serviço por volta de 2030/2035 e englobando desde o 737-800/MAX 8 até o 757-300.

    E perder a chance de ter um avião melhor antes do concorrente?


  6. Eu não consigo entender onde se encaixaria um wide do porte de um 767 sem concorrer com o 787-8 (e canibalizar o mesmo, como foi dito acima).

     

    O que não entendo onde um mini wide da Boeing com preço de wide vai ser rentável em rotas que o narrow da Airbus,com custo de narrow e autonomia maior, pode fazer e concorrer ?

    E a Boeing vai investir 2-3 bilhões em um projeto de 500 aeronaves?

     

    Eu sou da teoria que esse "mini wide" nunca existiu!

    É necessário entender a conjuntura que a boeing falou sobre essa suposta aeronave. Foi no mesmo dia do lançamento do 737-10 Max.

    Como a Boeing vai lançar uma aeronave completamente nova e ao mesmo tempo o seu substituto?

    Portanto a Boeing se focou nas capacidade extras (alcance e capacidade) dessa aeronave e as pessoas interpretaram como um novo wide.

    • Like 1

  7. Pessoal, vcs estão complicando demais.

    A Boeing precisa de um substituto do 737. Esse certamente será de material compositos, com novos motores.

    Voarão ainda mais longe que os atuais A321LR.

    Se a Boeing for ousada ainda coloca asas dobráveis como no 777x e terão um alcance sem precedentes para um narrow.

    Narrows mataram Wides, voam cada vez mais longe e a Boeing precisa de um novo 737.

    Pq diabos ela investiria em 2 aviões se pode ter tudo isso com um?


  8. Mas os problemas relacionados no trânsito ao entorno de CGH não são justamente aos pax que chegam ou partem de SP? Quem faz conexão nem sai da sala de embarque, a menos que seja chegando em CGH e indo pra GRU ou vice versa, mesmo assim, incabível proibir conexão em um aeroporto, não existe aeroporto "exclusivo" da cidade, nem London City por exemplo que é um aeroporto super restritivo, impõe a proibição de conexões.

    brasil e a eterna mania em querer que o estado nos salve!


  9. Não falou besteira. Mas a ANAC está criando dificuldades de certificação pois baseado no regulamento onde a taxiway não cumpre o afastamento mínimo de segurança da pista.

    Ou a cabeça da ANAC muda ou vai ficar com uma pista só.

    O grande problema foi a ampliação do terminal muito próxima da pista.

    Mas esperar o que de quem conseguiu projetar a distancia entre as pontes de embarque baseado na envergadura de um avião em vez do Code das Aeronaves.


  10. Governo quer vender participação da Infraero em 4 aeroportos

    O governo vai retomar o processo de venda das participações acionárias da Infraero em aeroportos concedidos, informou nesta quarta-feira (13), o secretário nacional de Aviação, Ronei Glanzmann, durante a entrega do prêmio Aeroportos + Brasil. A Infraero detém 49% das concessões dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Brasília, Galeão e Confins.

    Finalmente!


  11. Muito bem observado,vale lembrar que a FEDEX chegou a encomendar 20 A380F mas com a desistência,a Airbus deixou para trás o projeto

    Na verdade foi o contrário.

    Após um lobby Fedex e UPS cancelaram 10 encomendas cada uma, e o A380F nunca foi produzido.

    Para um avião que vendeu tão pouco 20 avioes era uma quantidade razoavel.


  12. No final da década de 90 a grande discussão na aviação mundial era quem daria certo, o projeto do A380 ou do Boeing 787.

    Um conceito era levar uma grande quantidade de passageiros para grandes Hubs e distribuídos em aeronaves menores, o outro era levar quantidades menores de passageiros em mais lugares, ligando ponto a ponto.

    Hoje vemos qual projeto deu mais "certo" e terá uma longa vida.

    Mas lamento muito o encerramento da produção do A380.

    O 7E7 (projeto do 787) só foi anunciado em 2003.

    Na decada de 90 a boeing estava perdida ofertando 747-500, 747-600, 747X, 747X Stretch por conta da "ameaça" do A380.

    Isso sem contar o 767-400 (esse saiu do papel) por conta do A330.

    No final o 787 foi muito mais uma resposta ao A330 e a queda das vendas do 767.

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