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rabb

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  1. Curiosidade de leigo absoluto no assunto: caso a Gol realmente entre em concordata, o que acontece com o Smiles? Vai junto ou são entidades separadas?
  2. Bom senso, sempre. Culpar a empresa por algo que ela não controla seria absurdo, embora eu saiba que muitos passageiros o façam assim mesmo. Com pouco mais de 2000 voos nas costas nos últimos 20 anos dá pra ter uma boa ideia do que está acontecendo, embora a empresa sempre ganhe pontos por uma comunicação bem feita.
  3. opa, presente! Já faz algum tempo é só isso que eu espero de uma aérea. O resto pra mim não faz diferença.
  4. haha, me lembrou uma marchinha de carnaval antiga do Ari Barroso... Esta mulher Há muito tempo me provoca Dá nela! Dá nela! É perigosa Fala mais que pata choca Dá nela! Dá nela! ...
  5. Inacreditável alguém ter sobrevivido a esse acidente, ainda mais em condições de já dar entrevistas. https://propakistani.pk/2020/05/22/b...es-in-karachi/ Plane did touch down on the runway for belly landing the first time, but heavy jolts and sparks made the pilots lift again and retry the landing: Survivor One of the only two lucky survivors of the plane crash, Muhammad Zubair, has revealed that it was during the second attempt at belly landing that the plane lost control and came crashing down. After the landing gear failed and pilots resorted to belly landing, they were able to touch down the aircraft onto the runway in the first attempt at the risky maneuver. However, informed Zubair, the jolts and sparks due to the friction were so severe that the pilots lifted the plane again to give the landing a second try. "All that we were told by the pilots was that we were going to land again," said Zubair, adding that there was no word from the pilots about the emergency situation or crash landing
  6. Mais relacionado à Delta do que à Latam, mas alguém tem ideia de até quando vai o acordo deles com a Gol? Emiti um voo para os EUA em março ainda com a Delta, mas tenho que emitir outro em maio e estou em dúvida se espero um pouco mais para ver se algo é anunciado.
  7. Independente se é Malvinas ou Falklands, carteira de identidade ou passaporte.....quem puder ir, vá! O lugar é uma beleza!
  8. Comecei a voar mais "seriamente" em 2000. Já não existiam os Electras, mas a Ponte Aérea ainda funcionava nesse conceito de chegar, comprar e embarcar. Ainda tenho meus cartões de embarque da época, cada horário era uma cor. Lembro que tinha um cara tocando piano na sala de embarque e um buffet com sanduíches e bebidas. Bons tempos.
  9. E o passageiro que chega com conexão? Vindo de um aeroporto que não faça esse controle tão rígido? Esse vai poder levar seu baú a bordo?
  10. Antes que alguns venham com 500 pedras na mão, queria deixar claro que tenho plena consciência que arremetidas são parte da aviação, são situações treinadas constantemente, com raríssimas exceções não existe nenhum perigo real aos passageiros e os jornais prestam um desserviço ao noticiar esse tipo de coisa com o alarmismo que conhecemos. Isto posto, o passageiro mais ressabiado fica sim com medo quando acontece uma arremetida. Não é o resultado esperado para quem espera estar pousando em poucos minutos, a súbita mudança de potência pode sim dar a impressão a quem não conhece que o avião chegou a tocar o solo (nem todo mundo está na janela para ver a altitude), e faz parte da natureza humana imaginar o pior quando está em situação de percepção de risco. Notem o uso da palavra "percepção". No final, é interesse das empresas que os passageiros não tenham receio de voar, e penso que as empresas perdem uma excelente chance de esclarecer a situação ainda a bordo com um speech rápido a respeito do assunto. Discordo do colega acima que diz que explicar as coisas só piora. Na última arremetida que estive a bordo, depois do avião estabilizado e retomando a aproximação, o comandante muito calmamente explicou que aquela era uma situação normal, treinada à exaustão, que a despeito do barulho alto dos motores na hora da arremetida jamais a aeronave esteve em risco e que a única consequência seria um pequeno atraso no pouso. A senhora do meu lado, que segurava um livro tão apertado que os dedos estavam brancos, chegou a dar um sorriso de alívio. O que era uma percepção enorme de risco (errônea) passou a ser somente mais uma história a contar aos netos. Obviamente sempre teremos aqueles atrás de seus segundos de "fama", mas não concordo em perder uma chance de educar os passageiros por conta de poucos imbecis.
  11. Plenamente de acordo. Que isso seja deixado claro já na compra da passagem.
  12. só discordo de mandar o passageiro de volta pro check-in. O cara vai ficar p da vida e vai focar muito mais nisso do que na mensagem do que é permitido ou não levar. É muito fácil ter uma maquininha ali e cobrar o sujeito ali na hora, pelo menos assim ele não perde o voo. Se ele não quiser pagar e resolver discutir é outra coisa. Mas o procedimento tem que ser educativo, não punitivo. Independente da solução, o importante é ser consistente, sempre. Se o cara despacha a mala, e é cobrado por isso, quando ele vê o vizinho com uma mala igual à dele dentro do avião pq o funcionário não tinha treinamento/paciência/autoridade para forçar o despacho, na viagem seguinte ele vai tentar levar também.
  13. Esse padrão de dez quilos é complicado, qualquer pessoa que ande com dois computadores como eu ou com equipamento fotográfico como o colega acima passa fácil disso.
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