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  1. Se fosse assim, só jato poderia operar em Congonhas, Sêneca, King Air não teriam chance de operar, espero que haja respeito com as entrantes Map e Passaredo em Congonhas, quanto mais empresas, mais chance de empregos para pilotos, concentrar operação entre 3 empresa , toda a categoria de pilotos perde , só o empresário ganancioso ganha !
  2. Vc acha que a Map e a Passaredo vão perder uma oportunidade ímpar de conseguir Congonhas ? Quanto tempo a azul demorou pra operar em Congonhas, vc lembra ? Esse tipo de oportunidade não se perde. É dinheiro certo entrando. SP é o maior mercado do Brasil, e o interior de SP é muito rico.
  3. A Tam fazia com F27 decolando às 07:00 local CGH /PLU / SDU chegando por volta das 10:30h depois SDU/PLU/CGH pousando em SP às 15:30h era um sucesso, não sei se hoje daria certo. A Passaredo podia estudar algo assim. CGH / SDU foi se o tempo de tubo Hélice nessa rota. Do interior de SP para CGH de manhã cedo , com retorno à noite possibilita não dormir em SP . De SP para o interior como Rio Preto com escala em Ribeirão, tinha um voo de F27 de manhã CGH / Maringá / Prudente / CGH , hoje tem muito mais indústrias no estado de SP do que há 30 anos, então teria maior fluxo de passageiros. A Passaredo deve ter um planejamento da necessidade das indústrias do interior paulista para montar uma malha saindo e chegando à CGH, lifé da aviação nas mãos da Passaredo, só não dá certo , se não quiserem.
  4. Está na hora de esclarecer que Congonhas precisa de empresa "entrante" com aeronave do porte do ATR para o interior de SP e talvez Uberaba e Uberlândia, seria importante dar oportunidade à Passaredo para participar dos voos em Congonhas trazendo algumas aeronaves e renascer das cinzas. Saindo de Congonhas e voando para Congonhas a Passaredo decola de vez de forma consistente !
  5. voamos no mundo todo o Boeing 737-200 onde se dizia que "o piloto, pilota o piloto-automático" , pois bem era um tempo, décadas, onde a tecnologia, a aviônica, era espartana e o controle do avião era totalmente feita pelo piloto mesmo com o PA conectado , sendo sua responsabilidade voar inclusive com PA em off em certas ocasiões, hoje acontece o oposto, onde o fabricante quer, ou melhor exige, que o piloto voe manualmente o mínimo tempo possível, pois acreditava-se que o automatismo resolveria tudo, ou quase tudo, porém o oposto aconteceu, porque o excesso de automatismo atropelou inclusive a maior fabricante com o 737Max que está há meses proibido de voar e ficará groundeado por mais um tempo. Esqueceram do ponto de equilíbrio entre homem e máquina, enquanto o pouco automatismo facilitava a ocorrência de acidentes jogando a culpa nos pilotos, hoje com excesso de automatismo não está sendo diferente com relação à segurança, pois o avião de maior sucesso no mundo traiu a confiança de todo o mundo matando quase 400 pessoas em dois acidentes distante poucos meses entre o 1º e o 2º acidente, onde os pilotos não tinham o controle da aeronave. Então acho precoce discutimos voar avião com um só piloto onde um "pilot incapacitation" seria substituido pelo controle remoto da aeronave, será que seria seguro o bastante? pois o 737Max também foi testado antes do seu lançamento e deu no que deu. Voltando ao assunto do tema, penso que vale parabernizarmos o Cmte falecido pois tenho certeza que ele explicou aos proprietários do agronegócio da aeronave C90 o quão importante era ter um copiloto na aeronave onde pelo tipo de operação não era uma exigência da legislação, e parabéns também aos patrões que aceitaram que era mais seguro voar com dois pilotos bem treinados, caso contrário teríamos tido dois óbitos e uma aeronave destruida.
  6. Eu não sei o número de slots que seria atribuido à Passaredo, mas o passageiro seria beneficiado saindo de Congonhas para destinos Regionais, mesmo que seja para o estado de Sp , uma brevidade de tempo importante valendo a pena o transporte aéreo ao cliente.
  7. Sim Anac precisa olhar pela Passaredo, com 3 pares de slots saindo de Congonhas para Ribeirão, e mais dois destinos, já ajuda muito.
  8. Só não entendi se a Passaredo têm real interesse em entrar em Congonhas, não ouvi a empresa querer, ou será que está aguardando as decisões para as "entrantes" ?
  9. Fico aqui impressionado como tem gente, e sempre teve, torcendo contra a Passaredo. Precisam entender que quanto mais empresas melhor para todos, mercado concentrado não fica bom pra ninguém, temos que pensar como Pilotos que somos. Lembro que num pretérito recente a Avianca era a "menina dos olhos" de muito aviador aqui, nem sonhavam que a empresa iria desaparecer em poucos meses, mas sempre se falou mal da Passaredo, não se esqueçam srs, que a Passaredo já saiu da recuperação judicial, portanto é uma empresa vencedora e pronta para voltar a crescer numa nova e melhor fase da economia.
  10. Falou tudo amigo, voos curtos , não compensa ir até Gru pra voos de curta duração, eu vi 737 saindo pra Fortaleza decolando de Congonhas em dia quente, o bichinho sai de arrastando literalmente, operação parece condição bem marginal
  11. Então é mais fácil a Passaredo falir do que trazer umas 3 aeronaves ?
  12. capacidade para 180 ou 144, quantos embarques e desembarques pode haver em Araçatuba ? Um ATR está ótimo pra região de pouco movimento para o transporte aéreo de passageiros. Sou a favor de um transporte adequado ao mercado local, em todo caso, me parece "querer marcar território" tipo cachorro com xixi no poste !
  13. "vão molhar o pé com prudência" , eu nem esperava algo diferente, se vierem com uns 10 a 15 aeronaves já estaremos no lucro. País está quebrado, os outros players já calejados com nosso mercado nada sério, eles ainda iniciantes por terras brasilis ! A Gol anunciou que fará voo para Araçatuba, imaginem um avião de 180 pax prestando serviço em Araçatuba, tomara que dê certo e não tenha prejuízo. Cautela e canja de galinha não faz mal a ninguém !
  14. Tem gente que não entende ou quer ser simplista demais, tanto o governo Temer que abriu o início para que empresas de fora viessem com 100% de capital pra cá, como o atual governo ou mesmo a Anac têm foco numa empresa regular, séria , onde os próprios políticos fossem beneficiados para sua movimentação pelo país, o mais importante disso tudo é que vai aumentar um pouco o emprego para tripulante brasileiro, pilotos e comissários terão um refresco em meio a notícias ruins . Temos que proteger nosso mercado pois aqui há excesso de pilotos sendo formados , mesmo em época de grave crise em que passamos, ainda se formam perto de 700 PC's por anos, não há emprego pra tanta gente assim. Que venham mais umas duas empresas nos próximos anos !
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