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  • Birthday 08/07/1988

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  • Cidade/UF/País
    Vitória, SP, Brasil
  • Data de Nascimento
    07/08/1988

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    Male
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    Vitória, ES, Brasil
  1. Desculpem se já foi discutido isso...2 perguntas: 1-Existe alguma diretriz de após conclusão do pier 2 do T3, passar todas as operações internacionais para esse terminal e concentrar operações domésticas no T2 (Azul, G3 e Latam BR)? Seria viável/ interessante dentro dos slots atuais do aeroporto? Implicaria caminhadas maiores nas conexões domestico-internacional, mas ao mesmo tempo penso que seria uma porta de entrada mais moderna para todos os estrangeiros que chegam ao país por GRU 2-Existe a possibilidade( mesmo que na próxima concessão) de o T2 ganhar um terceiro pier? Acho que cheguei a ver isso em algum projeto de expansão, fazer um terceiro pier ao lado do oeste, mas não parece estar nos planos atuais. Ou não se justifica sem uma terceira pista?
  2. Uma duvida, existe mercado significativo para voos a partir de Jundiaí(400.000hab) ou Sorocaba/Votorantim(700.000) para outros estados a pesar da proximidade da Grande SP e VCP? Se sim, deveriam ampliar a infraestrutura, pois contam com pista de 30m de largura e 1500/1600 de comprimento. Pequena para a altitude em que se encontram. Creio que seria uma boa opção extra contar com uma melhor infraestrutura nesses aeroportos, além da novela do aeroporto do Guarujá, que conta com uma pista também pequena, a pesar de ser ao nível do mar...
  3. Não ocorreu default com credores ainda. O que ocorreu é que o governo Macri aumentou muito a divida do país em 2017, logo depois de terem pago os "fundos buitres" e terem retornado ao mercado de capitais, fato que despertava otimismo nos investidores que podiam voltar a comprar ações no país. Mas com a Fed elevando os juros ao longo de todo 2018, houve retirada de dolares de todos os mercados emergentes ao longo de 2018. No caso argentino o impacto foi maior pois o próprio governo necessitava de dolares para financiar o deficit constante de gastos do país, dolares que ficaram escassos por conta da Fed, por conta da seca nas plantações de soja no ano passado, por aversão ao risco argentino, enfim 2018 foi uma tempestade perfeita para o Macri, que se arrependeu de não ter feito um ajuste violento nas contas públicas no primeiro ano de mandato e optou pelo "gradualismo". Por isso tiveram que recorrer ao FMI. O lado "bom" de ter sido obrigado a recorrer ao FMI é que tiveram que fazer uma série de ajustes e se comprometer a atingir deficit zero em 2019. Essa é uma das das causas da economia ter pisado no freio e andado para trás em 2018 após crescer 2,8% em 2017. A grande questão por enquanto é quando a economia começará a tracionar positivamente, se será um crescimento sustentado e como isso impactará nas eleições presidenciais em 2019. O que tem deixado o risco país em alta é a possibilidade de volta de governo populista.
  4. Muito Bom F.R.!! E tbm a aeronave venerada nem contribui né??...737-200!! Interessantíssimo os detalhes da navegação cobre a região amazônica nos anos 70 e 80! Obrigado por compartilhar td isso!
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