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PaxPoa

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About PaxPoa

  • Birthday 08/06/1963

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  • Cidade/UF/País
    Porto Alegre Brasil
  • Data de Nascimento
    01/08/1963

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    Porto Alegre

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  1. Não quis dizer isto. E se estiverem ruins os governos provavelmente vão ajudar, como fizeram em em 2008. "A mesma situação quanto aos bancos" = da mesma forma que os lessors, os bancos devem agir com cautela antes de executar as dívidas das cias aéreas.
  2. Insistindo um pouco mais na minha visão... Não estava me referindo só a Latam, TODAS as cias vão ficar sem caixa em algum momento no futuro. Neste cenário o que adianta os lessors retomarem 2000+ aviões? O que elas vão fazer com tantos aviões? A mesma situação quanto aos bancos. Qual vai ser o primeiro a pedir falência? O efeito dominó vai ser global, começa com cias aéreas, agencias, aeroportos, handling... vai tudo pro saco. Nem a poderosa Emirates vai se salvar.
  3. Qual a possibilidade das empresas aéreas entrarem em default, ou seja, não pagarem e simplesmente seguirem tocando o barco, tipo "devo, não nego, pago quando puder"? Vejo este cenário muito possível em breve. Uma cia ruim das pernas ok, mas 500 empresas?!!!! O que adianta bancos e lessors executarem todas as dívidas,? Será um efeito dominó em todo sistema, que entrará em colapso.
  4. Neste vídeo o(s) trem(ns) de pouso está(ão) baixado(s)!
  5. Max e 777 eu entendo. Mas qual o problema com o 787?
  6. É claro que não vai se sustentar a U$ 35 por muito tempo, mas não vai voltar a U$ 70 em curto prazo também. Digamos que leve 2 anos. Até lá, o preço do combustível vai ser o menor dos problemas para as aéreas no mundo todo. Vai sobrar muito avião nos próximos 2 a 5 anos. Seria a janela de oportunidade para parar o MAX.
  7. Por que a Boeing não aproveita a crise da pandemia e encerra o programa 737? Vai sobrar muito avião nos próximos anos. O petróleo está baixo e vai continuar assim por um tempo. Então comprar aviões aviões novos por que consomem menos não justifica o custo financeiro. A oferta de aviões velhos (e nem tanto assim) vai levar novos entrantes no mercado (isto sempre aconteceu na história da aviação). Então é melhor as cias cancelarem os novos e ficarem com os atuais por pelo menos mais cinco anos.
  8. Por que na verdade nunca foi um Boeing. Era um MD-90 disfarçado. A Boeing comprou a Douglas e rebatizou. Tipo Airbus 220 que na verdade é um Bombardier Cseries. Vendo desta forma, podemos dizer que vingou, pois no total da família foram fabricados mais de mil.
  9. O que eu gosto nos "councurses" do T2: É mais baixo em relação a pista, com isto os fingers são mais curtos e os aviões mais próximos A posição da maioria das lojas na entrada comum dois dois councurses; Não tem mais o "brete" de passageiros para desembarque ficando ideal para conexões domésticas; Mix de lojas, alimentação e conveniências adequados para uma espera de conexão; Pontos negativos: Banheiros: pequenos, fedorentos, quebrados etc. Numero de cadeiras para espera; Preços dos produtos nas lojas caros (como em todos aeroportos); "Rodoviária" para embarque remoto: sem comentários! PS: não sei detalhes do produto, mas o piso do T2 é o melhor piso vinílico (vulgo paviflex) que já vi colocado até hoje!!! Deve ter mais de 20 anos que foi colocado. Especificação para alto trafego com certeza e provavelmente importado. Finalmente, não canso de dizer, levou 50 anos para a Infrazero se dar conta que o modelo de colocar a praça de alimentação no 3º piso, fora das áreas de embarque era um erro grosseiro de projeto e mesmo os aeroportos de POA, REC e FOR etc, projetados nos anos 90 persistiram no mesmo erro de GIG e GRU. Santa burrice! Era só olhar como o mundo interior fazia e copiar. Apesar de tudo isto, GRU é o projeto mais durável de aeroporto do país. Já GIG, POA e BSB após privatização ficaram cheios de gambiarras arquitetônicas por que nestes o projeto original era muito ruim.
  10. Este negócio de aviação regional sempre foi um problema... é um vai e vem. Riosul voava de EMB-120 - um voo Rio Grande, Pelotas, Santa Maria, Joinville, etc...acho que muitos nem diários eram. Depois veio a TAM com os Caravan.... varias rotas, até Blumenau tinha, tudo cancelado. Teve a NHT com os aviões LET 410 e..... FIM. Depois vem a Azul com os ATRs. Ainda tem rotas aqui, mas outro dia quis fazer um bate e volta para Chapecó e não tinha mais. No norte, nordeste a mesma novela. Eu nem conto mais com este tipo de serviço.
  11. O ano de fabricação segundo o registro na ANAC é 1981? É isso? Um avião de 38 anos tem os recursos de aviônicos de uma aeronava de manos de 10 anos?
  12. No longo prazo sim, mas no curto prazo pode fazer do limão uma limonada. Como a TAM fez no fim da Varig, pegou rapidamente MD-11 e A340 "bem usadinhos" e colocou para voar para aproveitar a oportunidade que se abriu. Não precisa abrir mão dos MAX. Mas poderia usar esta crise para trazer uma meia dúzia de wide para fazer as rotas para MCO e MIA, que são as rotas impactadas pela falta do MAX, no curto prazo.
  13. Também acho que o retorno vai ficar mais longe. Não seria prudente a G3 pensar em um plano B,C,D,....?
  14. Não gostei desta jogada da Delta. Gol é minha primeira opção no Brasil e Delta minha primeira opção para os USA. Sei que a parceria não era perfeita, em alguns casos deixou a desejar (Benefícios para Smiles Diamante não funcionaram, credito de milhas, upgrades, etc.), mas ainda assim gostaria que tivessem mantido como estava. Mas estamos na era das decisões pragmáticas e entendo a posição da Delta em buscar uma parceira para toda America Latina e não só para o Brasil.
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