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rlreis

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  1. Alguém tem detalhes dos números do Programa Amigo? Não devia monetizar bem para não ser atrativo por uma Multiplus, Smiles, etc. mesmo tendo um lance bem baixo.
  2. Com este resultado, o Programa Amigo será descontinuado/encerrado e os 23 slots da UPI F voltarão para ANAC redistribuí-los. Informações da Globo News no programa Est[udio i.
  3. Procon-SP, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania, considera que há indícios de abusividade na promoção feita pela companhia Gol Linhas Aéreas – “Gol A Preço de Brahma”. No dia 19/6, a empresa foi notificada a prestar esclarecimentos sobre a promoção, feita durante o jogo Brasil x Venezuela (18/6), de passagens aéreas internacionais por R$ 3,90 sem taxas. Entre as informações prestadas pela empresa, verificou-se que, das 167 (cento e sessenta e sete) passagens vendidas na promoção, 78 (setenta e oito), cerca de 47%, estavam atreladas a agências de viagem ou turismo, sendo, por exemplo, 32 (trinta e duas) para a ViajaNet e 24 (vinte e quatro) para a CVC. Isto é, as passagens promocionais não foram todas comercializadas para o consumidor final. O Procon-SP entende que a companhia aérea deveria ter implementado medidas que assegurassem que a promoção ficasse restrita ao consumidor final, que tem sua vulnerabilidade reconhecida pela lei. Diferente das empresas – agências de viagem ou turismo – que podem efetuar o repasse das passagens, inclusive, incluídas em pacotes de viagens e sem possibilidade de contratação individualizada. Além disso, os fornecedores possuem recursos tecnológicos e estrutura que podem facilitar o acesso ao procedimento de compra durante a promoção. A empresa informou também que as vendas aconteceram das 21h33 às 22h25. Chama a atenção o fato de muitos consumidores terem ligado 21h30 e não terem conseguido efetuar a compra, sendo que outros fizeram a compra às 22h25 – o Procon considera suspeito e vai investigar se houve fraude. E ainda causa estranheza a empresa ter informado que foram disponibilizadas 140 (cento e quarenta) passagens promocionais para venda durante o jogo e ter vendido 167 (cento e sessenta e sete) em menos de uma hora. No dia seguinte ao término da promoção, o Procon-SP registrou em suas redes sociais mensagens de consumidores relatando problemas para efetuar a compra durante a promoção. Os questionamentos feitos à empresa no dia 19/6 foram: onde foram disponibilizados e quais os termos e condições da promoção; quantas passagens aéreas foram comercializadas e para quais destinos; quais canais de venda foram disponibilizados para acesso dos consumidores; em quanto tempo foram comercializadas as passagens; envio da relação de consumidores que conseguiram adquirir passagens durante a vigência da promoção. A equipe de fiscalização conduzirá uma apuração mais aprofundada e adotará medidas e sanções com base no Código de Defesa do Consumidor. Fundação Procon-SP Assessoria de Comunicação http://www.procon.sp.gov.br/noticia.asp?id=5972
  4. O juiz Renato Coelho Borelli, da 20ª Vara Federal no Distrito Federal, determinou a suspensão imediata de resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que restringia o porte de armas de fogo por agentes de segurança durante voos em território nacional. A decisão é liminar em tutela de urgência. Segundo o magistrado, ao restringir o porte de armas, a Anac infringiu prerrogativa dos policiais prevista em lei federal. “Assim, é flagrantemente ilegal a Resolução nº 461/2018, pois não se pode sustentar um poder especial destinado às agências reguladoras, que ultrapasse os limites impostos pela norma”, diz na decisão. Acionada pelo G1, a Anac informou que está ciente da decisão judicial e seus efeitos imediatos.
  5. Justiça Federal no DF suspende resolução da Anac que restringia porte de arma em voos | Distrito Federal | G1 https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/06/27/justica-federal-no-df-suspende-resolucao-da-anac-que-restringia-porte-de-arma-em-voos.ghtml
  6. Eu entendo que na dúvida, melhor previnir do que remediar, principalmente no caso que envolva vidas, onde remediar não se aplica apropriadamente. Mas analisando o lado das empresas que ainda não pararam versus as que pararam observo duas características: 1- China mandou parar por motivos políticos e econômicos, vide guerra comercial contra EUA e querem forçar obviamente um dano de imagem na Boeing visto que irão lançar em breve sua versão do 737, vejam que empresas chinesas todas tem nas suas complexas teias acionarias o governo, seja através dos bancos chineses ou do ELP. 2- As demais companhias que aderiram, tirando uma ou outra tem poucos aviões do modelo na sua frota e em tese é mais fácil gerir o cancelamento e relocação de aeronaves para cumprir as rotas do que as companhias americanas e a Copa. O impacto não é só operacional, é financeiro e de risco de segurança ao remanejar fortemente uma frota inteira que não estava planejada pra aquilo. Podemos não concordar com eles, mas temos que tentar entendê-los.
  7. Valeu Abel_BSB, boa notícia! Será que tem relação com o problema do Max 8 ou a AA percebeu o tiro no pé que estava dando?
  8. Sei que ainda é cedo, mas será que a AA vai postergar a troca de equipamento de 752 para o 737 MAX 8 no BSB-MIA que ocorrerá em maio? Tirando o meio aeronáutico e os entusiastas, pouca gente sabe disto ainda, mas será que se decidir manter a troca, sofrerá algum impacto por parte dos passageiros? Sobre a troca de equipamento, acho que é um tiro no pé, voei em janeiro na rota BSB-MIA-LGA de executiva e o downgrade nessa classe será bizarro, até minha filha que é criança reclamou que não queria voar na classe executiva no trecho MIA-LGA pois aquilo não era classe executiva e a aeronave no trecho era um MAX 8. Agora, esse voo da Delta para ajudar a Gol é um baita upgrade de produto.
  9. Eu também concordo parcialmente com ele e com o diasfly, mas sou a favor sempre da tecnologia que traga facilidade, otimização e que mantenha o ser humano sempre com o foco no core, trocando o braçal pelo mental, por exemplo. Nesse sentido, vejo o post como uma mensagem indireta à Boeing do tipo: "Resolvam esta birosca logo, America First! E no momento vocês estão f... os EUA com esta situação!".
  10. Sinceramente, não vejo problema em usar o nome Avianca pois é um direito de uso que a O6 tem firmado em contrato e que ela está repassando para a Life Air na RJ. No máximo, talvez possa existir em contrato uma cláusula de anuência por parte do cedente. Similar à compra do Citbank varejo pelo Itaú, que continuou tendo o direito de uso por mais de 1 ano até a incorporação total da parte comprada. Só não vai usar o nome Avianca se a Avianca Holdings decidir romper o contrato de cessão de direito de uso, mas creio que a O6 e a Azul (ou quem compre a Life Air) estão protegidos neste caso pelo processo de RJ.
  11. Sei que ainda é cedo, mas será que a AA vai postergar a troca de equipamento de 752 para o 737 MAX 8 no BSB-MIA que ocorrerá em maio? Tirando o meio aeronáutico e os entusiastas, pouca gente sabe disto ainda, mas será que se decidir manter a troca, sofrerá algum impacto por parte dos passageiros? Off-topic: sobre a troca de equipamento, acho que é um tiro no pé, voei em janeiro na rota BSB-MIA-LGA de executiva e o downgrade nessa classe será bizarro, até minha filha que é criança reclamou que não queria voar na classe executiva no trecho MIA-LGA pois aquilo não era classe executiva e a aeronave no trecho era um MAX 8.
  12. Gol suspende voos com Boeing 737 Max 8 Sete aeronaves 737 Max 8, que já realizaram mais de cinco mil voos, ficarão em solo por tempo indeterminado. https://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticias/100000951707/gol-suspende-voos-com-boeing-737-max-8.html
  13. Para saber mais detalhes da OPA do Multiplus Foi anunciado no dia 05 de Setembro a intenção da Latam de realizar a OPA da Multiplus. A intenção de realizar a OPA da Multiplus foi anunciado por meio de um fato relevante, que você pode acessar na íntegra clicando aqui. A OPA do Multiplus é um processo feito para fechar o capital da empresa. A Latam, acionista controlador, realizou uma oferta para comprar a totalidade de ações da empresa e assim retirar a sua listagem da bolsa de valores. A OPA da MPLU3 vem acompanhado, ainda, de um pedido de retirada da empresa do novo mercado. A Oferta é pelo preço de R$ 27,22 por ação. A companhia chegou neste valor utilizando a média ponderada do valor da ação nos últimos 90 dias e acrescendo um prêmio de 11,6%. O que é uma OPA? OPA da Multiplus OPA é a sigla para oferta pública de aquisição. Uma OPA pode, de certa forma, ser encarada como o contrário de um IPO. Enquanto uma empresa que deseja abrir capital realiza o seu IPO, uma empresa que decide deixar a condição de companhia listada realiza uma OPA. A OPA deve ser acompanhada de um laudo para definir o valor justo da ação. No caso específico da OPA da MPLU3 esta instituição será o Credit Suisse. As premissas para definir o preço justo de uma oferta pública de aquisições são: - Expectativa de fluxo de caixa futuro da empresa - Patrimônio líquido da companhia - Preço médio da ação nos últimos 12 meses Na prática, essa avaliação do preço justo nada mais é do que um processo de valuation. A necessidade de ser definido o preço justo por uma terceira parte existe para garantir mais segurança aos acionistas minoritários. Ao incluir esta necessidade a CVM garante que o mercado terá conhecimento do valor considerado justo pelo laudo da avaliadora, e assim os investidores podem tomar a decisão sobre aderir ou não a OPA com um maior esclarecimento. Passos para a realização de uma OPA O primeiro passo para realizar uma OPA é a divulgação de um fato relevante com a intenção de fechar o capital, como no caso da Multiplus. Uma vez realizado este passo, o seguinte entrar com uma solicitação da oferta de encerramento da listagem perante a CVM. A CVM, então, analisa esta solicitação e pode aprovar ou não a oferta. Uma vez que a oferta seja aceita pela CVM ela deve conter o mínimo de aprovação de dois terços dos acionistas minoritários para ser aprovada. No caso da OPA da MPLU3, como esta é uma empresa listada no novo mercado, o mais alto grau de governança corporativa no país, a divulgação do fato relevante é seguida da convocação de uma assembleia de acionistas para que esses possam deliberar sobre a oferta. Os acionistas tem o direto ainda de solicitar um novo segundo do preço justo da ação, caso se mostram insatisfeitos com o primeiro. Caso o preço do segundo laudo seja maior que o primeiro, vale o segundo e a empresa tem 5 dias úteis para aceitar a oferta. Caso este segundo laudo seja inferior, vale o valor definido pelo primeiro laudo. Uma vez definido o preço os acionistas devem informar às suas corretoras se aceitam ou não a oferta do controlador. Motivos alegados para realização da OPA da Multiplus A Latam levantou algumas razões para justificar a solicitação de fechamento de capital. Segundo a empresa, o fato de a Latam e a Multiplus terem estruturas separadas prejudica a execução operacional do negócio. Fato que, novamente segundo a Latam, fez a Multiplus perder market share. Segundo a controladora, o mercado de fidelidade está em uma processo de mudança veloz, e que isto necessita uma maior celeridade na tomada de decisões, que seria possível com a consolidação das duas empresas. A Latam argumenta ainda que a oferta fornece uma oportunidade de liquidez aos acionistas minoritários, visto que a mesma já declarou a sua intenção de não renovação do contrato com a Multiplus. Precedentes no caso da OPA da MPLU3 A OPA não é um caso muito frequente no mercado de capitais brasileiro, principalmente no que diz respeito a empresas com uma relevante capitalização de mercado. No ano de 2017 a Unipar Carbocloro tentou realizar o seu fechamento de capital mas teve a sua solicitação impedida pelos acionistas minoritários. Desde então, a ação acumula uma expressiva alta. No caso da Unipar o valor estipulado para fechar o capital era abaixo, inclusive, do valor atual do mercado. Fato que levou os acionistas a recusarem a proposta. No caso da OPA da Multiplus a situação pode vir a ser diferente, pois a Latam afirma que não irá renovar o contrato entre as duas empresas, comprometendo a expectativa de fluxo de caixa futuro da Multiplus. No entanto, ainda é possível que os acionistas minoritários consigam elevar o preço ofertado pela Latam, ou que até consigam invalidar a OPA. É importante ressaltar que, assim como a Multiplus depende da Latam, a última também depende do seu braço de fidelidade. Isto ocorre pois a Multiplus é uma empresa com cerca de 20 milhões de clientes e com capital de giro bastante expressivo. Conclusão sobre a OPA da Multiplus A solicitação para o fechamento de capital da Multiplus é algo a se lamentar para os investidores do mercado de capitais. Isto ocorre pois ela é uma companhia rentável, com alto fluxo de caixa e bons pagamentos de dividendos. Sendo assim, caso a OPA seja de fato concluída, os investidores perdem a chance de associar a este negócio lucrativo. A Suno Research reafirma o compromisso com os seus clientes de mante-los informados acerca de todo o processo de realização da OPA da Multiplus. Bem como garante que agirá para que o interesse dos acionistas minoritários seja respeitado. Fonte: Suno Research em https://www.sunoresearch.com.br/artigos/opa-da-multiplus/ Na minha modesta opinião e tendo contrato até 2024 com a Multiplus, a oferta da OPA por meros R$27,22 pode dar com os burros nágua e ser rejeitada pelos acionistas. O preço da ação está atualmente perto disto e com muita volatilidade desde o anúncio, além disto é uma ação com bons rendimentos e vem pagando dividendos regularmente aos acionaistas. Logo, como estão amarradas ainda pelos próximos 5 anos, a correria pra fechar o capital até 2019 teria que ser muito boa aos acionistas, ou seja, pagar no presente aos acionistas uma compensação para convence-los a se desfazer de uma posição que naturalmente iria gerar lucros no futuro.
  14. A companhia área pode até solicitar voo junto à ANAC mas se o operador aeroportuário não concordar/aprovar como parte do processo de liberação, não rola. A Agência Nacional de Aviação Civil ANAC é quem disciplina o processo de aprovação de voos por meio de normas instituídas pela a agência. Para a aprovação de voos, a ANAC leva em consideração os operadores de aeroportos que disponibilizam a infraestrutura aeroportuária e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo DECEA que verifica a disponibilidade de infraestrutura aeronáutica.
  15. Sejam realistas, sinceros e pragmáticos. Muitas das comparações feitas com as LCLF tem fatores a favor e contrários como muitos já falaram, ambos tem argumentos bons, mas isto só serve para desviar o foco dos problemas reais. Temos um mercado muito peculiar com problemas estruturais, todos aqui dizem vários deles como preço e impostos do QAV, infrastrutura aeroportuária e navegação por exemplo. Mas extrapolando um pouco, para outros mercados no próprio Brasil que também tem problemas e/ou questões a serem tratadas, sejam de impostos, regulatórias ou de administração dos negócios, o fato é o seguinte e isto é até motivos de estudos: no Brasil é mais fácil gerar mais caixa a partir de custos unitários baixos mas que geram volume alto pela necessidade do usuário que já o usa de fato (muitas vezes sem saber do seu custo). "That's the game, let´s play, don't cry!" Alguns pontos para reflexão em mercados diversos: - Aviação: nas dificuldades de endereçar os fatores estruturantes como impostos, infraestrutura e regulação criam a cobrança das bagagens com um objetivo válido (redução de tarifas) mas com uma aplicabilidade baixa (não é de longe o principal ofensor na maioria das rotas brasileiras) - resultado: gera apenas mais caixa fácil com motivo nobre cobrando de quem já usaria mesmo. - Cartão de Crédito: cobrança da taxa de crédito emergencial quando o cliente ultrapassa seu limite mensal, o custo de fazer a avaliação emergencial neste momento ou anteriormente e já colocar um limite maior é o mesmo, a questão é que uma consultoria avaliou que se os limites fossem normalmente menores do que poderiam ser, durante o período entre o fechamento da fatura e o seu pagamento (melhor momento para compras pois se tem até 40 dias para pagar) grande parte dos clientes extrapolam seu limite e a cobrança de baixo valor é gerada - resultado: gera risco menor ao banco, para o cliente este limite menor não afetaria no curto prazo a princípio e gera uma receita da ordem de R$1 Bi extra e é usado sobre um motivo nobre de uso consciente do crédito forçando o consumidor a se controlar mais por exemplo. - Hotelaria: nos resorts está se tornando cada vez mais comum a cobrança de taxas extras opcionais que você só sabe no balcão como a taxa de toalha de piscina/praia, que normalmente é baixa (entre R$5 e R$20 por pessoa ou quarto) para que durante a estadia você possa trocar as toalhas durante o dia ou ter o direito de usá-las - resultado: este custo não cobre os custos de lavagem de fato que estão diluídos na cobrança da diária, mas gera um uso menor (motivo nobre de uso consciente de toalhas cuja lavagem polui o meio ambiente) e por tabela menor custo de lavagem, e em contrapartida gera uma receita nova que mensalmente pode ir de R$100 mil a R$500 mil mensais nos maiores resorts brasileiros. Conclusão: quem tiver uma ideia boa para ganhar o "easy money" é só seguir a maré. Eu não reclamo que as empresas façam isso, não são filantropia, mas do ponto de visto do consumidor, as agências regulatórias e os mecanismos de proteção não deveriam cair nisto ou propor coisas do tipo.
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