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A345_Leadership

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  1. 600 mil paxs/ano restrige muito o potencial de malha regional de PLU, somente cidades como IZA, IOS, VDC, UBA e outras menores.
  2. Uma start-up na aviação tem que ter grana para queimar por um ano ou até a operação pagar por si só, ou seja lucro operacional. Isto não é nem tanto por ser uma empresa novata, mas porque monta uma estrutura para 5x e o começo é com x voos, com custo fixo que só diluído quando a empresa cumpre seu business plan. A Azul e a Gol começaram bem porque elas voavam poucas bases, mas com múltiplas frequências, ou seja, ela conseguia fazer que o custo fixo fosse dividido entre os diários, com a mesma equipe atendendo vários voos. Mesmo considerando a possibilidade de terceirizados, a empresa não
  3. O que penso sobre automação é que ela deverá acrescentar e não substituir algo (não só na aviação). Vejo o FBW de forma muito positiva na pilotagem, mas quando você quer substituir a peça humana por computador por questões financeiras, não somente de segurança, aí já fico com um pé atrás. Da mesma forma que o computador pode prevenir que um piloto de fazer manobra fora dos padrões, os pilotos podem assumir as rédeas quando o sistema falhar. Coloco no plural justamente pela redundância das operações. Claro que vejo single-pilot ou pilotless em algumas situações peculiares: voos cargue
  4. Desencana, eu achei que a saída dos Canhedo, Cipriani, Follegatti e Efromovichs da vida ia tornar mais profissional a gestão da aviação brasileira. Aí vem os novos pupilos para provar o contrário.
  5. Ideia é boa, mas o planejamento passa longe da ITA. Querem ser grande, mas sem fazer o percurso.
  6. Nem isso, tira o pax que utiliza a LATAM. E cadê uma mídia para fazer uma análise crítica com eles? Tenho certeza que em 5 minutos pedem água... Só a Flap que fez algo neste sentido. Mas não, todos querem networking e ficar de bacana.
  7. O dia que a AI saber o que é sindicato, tempo de descanso, regulamentação trabalhista, o pessoal vai querer voltar para o serviço humano Falando sério, concordo com os colegas. O sistema pode ser confiável, com infinitas redundâncias, mas se houver um erro é pior que o humano. E se esta pane ocorrer a 36.000 pés? Uma coisa é automação de veículos, trens e equipamentos de solo, em que há um "chão" como garantia, e o avião?
  8. Sim, o leisure é um mercado com baixos retornos e se a empresa não ter uma capacidade de expandir/diminuir frota e estrutura, fica muito a mercê. No médio prazo irá retornar as viagens corporativas e, mesmo que demorem um pouco para atingir níveis de 2019, a rentabilidade é bem superior.
  9. Eu acho temerário ela manter o foco no leisure, poderia explorar o mercado regular. Digo isso porque veja que aconteceu com as charteiras britânicas. Mercado alemão é rico, mas novas formas de viagens (LCC, agências online, etc.) fazem que o produto charter (ou leisure) fica restrito.
  10. Salvo engano a legislação venezuelana permite até 49% das ações em mãos estrangeiras. Teoria da conspiração ON: será que a Nella não é um mecanismo contábil de alguns empresários venezuelanos junto com alguns brasileiros? Tipo, eu compro a empresa brasileira, "dando" as ações na Albatros, e nisto faço investimentos offshore na Nella via Panamá (um dos sócios parece que tem sede lá).
  11. Se trabalharem bem e não forem igual a Air Berlin, a DE tem tudo para ser de fato a segunda empresa de bandeira da Alemanha.
  12. Ligação do aeroporto de Guarulhos a estação da CPTM tem novo passo na Anac Agência aprovou aditivo no contrato da concessionária nesta semana 28.jul.2021 às 18h12 A novela da falta de ligação entre a linha 13-jade da CPTM e os terminais do aeroporto de Guarulhos deu mais um passo nesta terça-feira (27). A diretoria da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou um termo aditivo no contrato de concessão da GRU Airport que inclui no rol de obrigações da concessionária o investimento de implantação do people mover, uma espécie de monotrilho que fará a conexão. A ideia é que
  13. Eu não se isto é viável no médio-longo prazo. Hoje há uma pressão por causa da COVID e pouco mercado cargueiro disponível. Aviões cargueiros são bons para casos em que a capilaridade da malha de pax não atende, tipo a Azul operar VCP-SCL cargueiro. E o e-commerce tem a vantagem de ser encomendas menores. Sei não, como gestor investiria mais nos preighters ou até montar investir em algo como a Airborne Express fazia, com containers adaptados para as portas das aeronaves de pax. https://patents.google.com/patent/US4747504A/en
  14. O que eu quis dizer é MAO não ser apenas emissor, mas um ponto de distribuição entre as duas Américas. Ao sul, ligações com VVI, ASU, EZE, SCL e Brasil, ao norte com MEX, CUN, MIA, MCO, JFK, YYZ, AUA e PUJ. Precisaria de n fatores para isto ocorrer. Estes voos eram mais para ter o incentivo do ICMS para voos saindo de MAO. Desejo que tenham operações consistentes, não para fins fiscais.
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