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A345_Leadership

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  1. Joker, neste caso não contaria com o público brasileiro, mas aquele entre LIM e CUN. Escala por escala, poderiam trocar a escala de BSB por LIM, o ruim que perderia o feed.
  2. Fico imaginando se vão entregar uma aeronave com esta performance e financeiramente atrativa. Se conseguirem, vai mudar muitas dinâmicas e até mesmo aeroportos com restrições* poderão ter ligações de raio maior, algo como LIN-JFK, CGH-MIA, WLG-HKG e novos pares como EZE-JNB e os transatlânticos. *Claro que considerando fatores operacionais como temperatura, altitude, comprimento da pista, etc.
  3. A Gol poderia investir mais em quinta liberdade e explorar o vácuo da Avianca em LIM, algo como GRU-LIM-CUN.
  4. Que recupere! Ps: lembrando que há uma semana atrás ela completou 100 anos de sua fundação, ainda como SCADTA.
  5. É só falar em novas bases que a turma já começa especular :lol: Doméstico eu não, mas internacional arrisco Orly, visto que a empresa tentou pegar slots da ZI. SCL penso que ficou em stand-by devido à entrada da ULCC.
  6. Seria bem interessante MAD-CNF-SCL, rota bem ao estilo Air Europa. CNF sofre pela proximidade entre GIG e GRU, mas também é um caso de alimentador de hubs. É até melhor ela operar diários e regulares para MIA, MCO, PTY e LIS do que 3x semanais e sazonais para JFK, MAD, FCO, CDG... EZE e SCL são casos à parte, com forte OD.
  7. Teoricamente o XLR consegue fazer até GRU-MIA. Se o CASK for competitivo é bem interessante para a Sky entrar em muitos mercados que a LATAM domina.
  8. Alarmismo desnecessário, se a coisa degringolar, será ainda mais barato viajar para Argentina para os estrangeiros. E com o dólar aqui alto, Argentina se torna atrativa diante dos EUA e Europa.
  9. O que eu disse é suposição, não sei se farão de fato. Mas o fato de fechar uma empresa e abrir outra é comum no mundo todo. Na aviação temos a Alitalia e a MAS, fora que o governo indiano pretende fazer isto com a Air India.
  10. Não duvido a Azul lançar POA-EZE, REC-EZE e GRU-EZE. Este último seria estratégico para atender o público da capital e suas parceiras (TAP). Mas não sei se vale bater cabeça. Talvez Gol e Azul sim, mas para a LATAM é indiferente, pois pode usar suas subsidiárias para burlar.
  11. Do jeito que estão indo as coisas lá em HK, não duvido a HNA vender sua parte ou reduzir drasticamente suas operações.
  12. Não duvido que esta concordata seja fajuta, e não uma oportunidade de fato de reestruturar a empresa. O que vão fazer: lançar a SAA Mk. 2 com os ativos bons da SAA original e depois esta ser incorporada ao governo. A nova SAA continua como a anterior, só que sem dívidas. Interessante que a Thai sempre foi lucrativa, quando o mercado era mais fechado e as LCC eram incipientes lá. Hoje o tombo foi tão grande que também cogitam medidas drásticas. Aliás a Ásia vai mudar muito o cenário na próxima década. Além da Thai, empresas como a Korean, Asiana e Singapore Airlines, uma vez aclamadas por suas performances financeiras, hoje tentam não perder mais mercado para as LCC. As outras também. Malaysia por exemplo, os A380 delas são do governo malaio que assumiu a dívida junto à Airbus.
  13. É bem-vindo, mas em péssimo momento. Jetsmart e Flybondi entrando aqui farão as tarifas cair, Azul já conseguiu o que queria, Gol patina nos 75% de ocupação nas rotas, então não vejo tantas oportunidades assim.
  14. Se a Azul pagar a operação deles, por que não? Mas acho que é cortina de fumaça da Air Caraïbes, eles são muito focados na ligação da França Ultramar com a Metrópole, pode ser que saia ORY-RUN.
  15. Momento oportuno para a venda: A empresa precisava de caixa e aviões na Europa, e mercado argentino derreteu.
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