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A345_Leadership

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Everything posted by A345_Leadership

  1. Não é caminho para quebra, desde que seja bem administrada. E por estar em uma jaboticaba chamada Brasil é que tem que ter um pé em cada canoa.
  2. Não misture as coisas. Então podemos falar que a Lufthansa, a Cathay (que tem um hotel só para seus tripulantes), ou até mesmo a Delta Airlines, ANA Holdings são ineficientes? A própria Lufthansa é o exemplo da potencialidade de suas subsidiárias.
  3. KTR, o ideal é mesmo concentrar no core business - como em uma rede de restaurantes ou montadoras, mas a aviação é cíclica, não dá para transportar passageiros e cobrar por receitas adicionais apenas. Tem que diversificar, seja em atuação complementar, como geograficamente. Exato. Gosto de ver como as empresas do JR Group e DB tiram muito de suas receitas em atividades paralelas. A JR Central quando tem uma estação, ela pensa em um centro comercial, escritório e se possível um hotel.
  4. O problema da pulverização é ter empresas sem escala. Aviação é escala. Talvez fosse interessante um pool entre elas para custos em comum, como handling, catering, treinamento e manutenção. A Azul tornou-se lucrativa sem entrar em GRU, CGH e tem uma malha internacional bem enxuta. E justamente este Custo Brasil que deveria ser incentivo de diversificar as receitas. Acho que o Brasil está ficando com a Síndrome de Galápagos, não consegue pensar fora do seu país. Hoje há surgimento de aéreas LCC na região e não aproveitamos para oferecer serviços de manutenção e quando há possibili
  5. Quer gerar discórdia? dá um celular para alguém e fala para bancar o bacana, ou seria babaca?
  6. Algumas coisas somos parecidos com o mercado americano, em outras não. Temos semelhança na possibilidade de ter vários hubs, porém não temos uma riqueza geográfica como os EUA, ficamos no triângulo RJ-SP-MG, respondendo por metade das riquezas nacionais. E SP detém 1/3 desta riqueza, natural uma empresa escolher voar para cá. Mas aí vem as diferenças: pode operar aqui para atender uma clientela local, com voos adequados, tipo BSB, para seu hub (CNF, SSA, PMW...) e só. Querer dual hub (GRU e VCP) + um forte OD significa brigar muito com as concorrentes. A Gol não vai assistir parada
  7. O que pode significar nada: VASP Canhedo, Alitalia CAI (quando tinha a Etihad como sócia), Mexicana com Grupo Posadas... Às vezes sai da frigideira para entrar no fogo, aí alguns anos depois pede água ao governo, principalmente em países mais pobres.
  8. South African government to sell majority of SAA to investor consortium By David Kaminski-Morrow11 June 2021 South Africa’s government is to sell a majority share in South African Airways to a consortium of investors, as part of the effort to relaunch the troubled flag-carrier. Preferred investment consortium Takatso would take a 51% stake in the airline while the government would retain the balance, as well as a ‘golden share’ of 33% of voting rights to ensure certain protections. But the government says it aims to conduct an initial public offering in the longer term and lis
  9. - As conversas são preliminares e podem chegar até 150 aeronaves; - Complementa a compra de março de 25 MAX; - Previsão de substituir os 72 B757; - A321XLR também está considerado para as rotas mais longas do B757. https://airwaysmag.com/airlines/united-100-boeing-max-jets/
  10. E tem uma coisa que pode gerar discordância: CGH. Congonhas tem dois significados: um econômico, com as receitas maiores dos vôos VDC, e outro simbólico, que é a exposição do produto ou da empresa na principal rota corporativa do país, e que podem se tornar passageiros da internacional. Manter parte das operações domésticas da LATAM em GRU eu não vejo a Azul se opor com tanta veemência, mas em CGH sim. E outra questão, como a ANAC vai aceitar esta venda descarada de slots em CGH? Gol, Passaredo e até ITA podem reclamar.
  11. É uma taxa baixa para padrões brasileiros. Talvez antes da AD pegasse por 5-6%. Salvo engano nos EUA é algo próximo de 3%.
  12. Debate sobre concentração no setor aéreo entre Azul e Latam chega ao Congresso Comissão do Turismo da Câmara vai fazer audiência sobre o assunto SÃO PAULO A Comissão do Turismo da Câmara dos Deputados vai fazer uma audiência pública para discutir quais seriam os efeitos sobre o mercado de aviação se a tentativa da Azul de comprar a Latam fosse adiante. A sessão, proposta pelo deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), foi aprovada nesta quinta (10). O parlamentar diz que a aquisição poderia prejudicar a concorrência e fechar o Brasil para o mercado de transporte aéreo. Efeito
  13. Se foi planejado, retiro que eu disse. Mas não acho, tenho certeza, que as coisas são feitas de um dia para outro sim, mesmo em aviação e empresas bem estruturadas - não falo necessariamente da Azul.
  14. Heavier Passengers on Planes Mean New Safety Limits for Airlines A change in an FAA weight rule could result in more fliers getting bumped from flights and more baggage delays Passengers keep getting bigger. Now airlines must account more accurately for that. The Federal Aviation Administration is requiring updates to passenger and baggage weight estimates that airlines use to keep each flight within airplane safety limits. Each U.S. airline must submit a plan
  15. Já venderia tudo, mantinha apenas o COA da ABSA e a transformava na LATAM Brasil. Aí podem fazer o que quiserem: pagar menos, fazer interchange e já sabem onde a JJ ganha dinheiro. E que venham as pedradas
  16. Famosa frase; "dívida não se paga, se rola".
  17. O povo não desiste Construção de novo aeroporto na região metropolitana de São Paulo volta à pauta CCR defende que vai haver demanda de passageiro e carga no futuro 9.jun.2021 às 14h30 SÃO PAULO A CCR voltou a estudar seu projeto do Nasp (Novo Aeroporto de São Paulo), uma velha ideia de um empreendimento localizado entre Caieiras e Cajamar, no entorno da capital paulista, segundo especialistas que acompanham a história há cerca de dez anos e estimam mais uma década para implementá-lo. O projeto é ambicioso, envolveria investimentos de quase R$ 10 bilhões, se
  18. Isso é vero ou um jogo de palavras?
  19. O mais importante, livrou de R$ 100 milhões em dívidas. Ainda vai ter um troco e acordo operacional com a Gol.
  20. A primeira seria a sinergia de quadros duplicados, principalmente no administrativo, bases e na manutenção. Rolaria facão. Azul preferiria manter sua equipe por já estar treinada e ter um custo inferior ao da LATAM. Depois viria a ampliação de receitas. LATAM tem rotas domésticas interessantes, como as saindo de CGH e Ponte-Aérea. A Azul já provou que é possível ganhar dinheiro fora de SP, mas quer ganhar mais. Pois é, seria a compra de aeronaves e tripulantes? Ou a LATAM teria que criar ou usar um outro COA para transferir as operações e vender para a LATAM? Acredito que a L
  21. Para afirmarem isso é porque devem saber de infos internas. Ou vai que cola... Seria a primeira aquisição hostil da aviação brasileira. Se não consigo com os donos, então volto atenção aos seus credores. É um movimento ousado e interessante por parte da Azul. Mas a concentração é justamente no mercado doméstico. O mercado internacional as únicas sobreposições são Flórida (MIA/FLL e MCO), Argentina e Lisboa. Apesar da LATAM Brasil ter 80% (chute meu) do mercado internacional por empresas locais, no global sua participação é inferior a 30%. E não vejo esta preocupação com a
  22. PUBLICADO EM: 7.6.21 | 11H23 ATUALIZAÇÃO: 7.6.21 | 11H45 O banco elevou a recomendação dos papéis da Azul para compra e quase dobrou o preço-alvo, que passou para R$ 75,00, apontando que vê fusão entre as companhias como "muito provável" As ações da Azul (AZUL4) disparam 7% nesta segunda-feira, 7, indo para 47,81 reais, a maior alta do Ibovespa, após o Bradesco BBI elevar a recomendação dos papéis de neutra para compra e praticamente dobrar o preço-alvo. No relatório divulgado domingo aos clientes do banco, os analistas Victor Mizusaki e Pedro Fontana apontam que acreditam que a
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