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A345_Leadership

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  1. Não saberia dizer os custos, a priori o CASK de um E175E2 é superior ao E195E2 por ter menos assentos. Mas aí entra a questão o quanto o operador consegue cobrar de tarifa.
  2. O E175E2 sairia muito bem aqui no Brasil, em ligações alternativas e pode fomentar outros pontos de conexões, tipo. SSA-CGR, CWB-CGB, GRU-TUC, MAO-BOG, SCL-POA...
  3. Não sabemos o que aconteceu lá na cabine. Como leigo não sei dizer se é algo dentro dos padrões ou houve algum procedimento incorreto. Se houver investigação, que aguardemos o relatório. Sobre o jornalista, ele explicou bem para o público que é destinado, mas achei desnecessário falar que o piloto à direita era comissário, pode dar um entendimento errado que um público não acostumado com aviação pode fazer. Era mais simples falar "o piloto em comando adotou este tal procedimento".
  4. Poderiam mudar os critérios de operação em PLU, tipo: operações com até 70 assentos, sem ligações diretas ou indiretas com capitais, raio x de operacao e limitado a capacidade de 4 operações por hora. Apenas um esboço.
  5. A BlueFit eu não conheço bem, mas o Madero tinha questões de endividamento que poderiam fazer que o IPO não seja tão bem sucedido como imaginam. Se aceitarem a ITA e, principalmente a Nella, significa que eles não tem filtros. IPO eu acho que não rola, pois precisa abrir a caixa-preta dos números para o público. Para a ITA pode dar conflito com a parte que está em Recuperação Judicial e na Nella mostrar de onde vem o "dinheiro".
  6. Ou então ele quer engordar para vender lá na frente.
  7. KTR, a questão não é a capitalização das empresas, mas como elas entraram no mercado. Mas seguindo uma lógica de caixa curto, a Webjet Mk.2 foi aos poucos.
  8. 600 mil paxs/ano restrige muito o potencial de malha regional de PLU, somente cidades como IZA, IOS, VDC, UBA e outras menores.
  9. Uma start-up na aviação tem que ter grana para queimar por um ano ou até a operação pagar por si só, ou seja lucro operacional. Isto não é nem tanto por ser uma empresa novata, mas porque monta uma estrutura para 5x e o começo é com x voos, com custo fixo que só diluído quando a empresa cumpre seu business plan. A Azul e a Gol começaram bem porque elas voavam poucas bases, mas com múltiplas frequências, ou seja, ela conseguia fazer que o custo fixo fosse dividido entre os diários, com a mesma equipe atendendo vários voos. Mesmo considerando a possibilidade de terceirizados, a empresa não
  10. O que penso sobre automação é que ela deverá acrescentar e não substituir algo (não só na aviação). Vejo o FBW de forma muito positiva na pilotagem, mas quando você quer substituir a peça humana por computador por questões financeiras, não somente de segurança, aí já fico com um pé atrás. Da mesma forma que o computador pode prevenir que um piloto de fazer manobra fora dos padrões, os pilotos podem assumir as rédeas quando o sistema falhar. Coloco no plural justamente pela redundância das operações. Claro que vejo single-pilot ou pilotless em algumas situações peculiares: voos cargue
  11. Desencana, eu achei que a saída dos Canhedo, Cipriani, Follegatti e Efromovichs da vida ia tornar mais profissional a gestão da aviação brasileira. Aí vem os novos pupilos para provar o contrário.
  12. Ideia é boa, mas o planejamento passa longe da ITA. Querem ser grande, mas sem fazer o percurso.
  13. Nem isso, tira o pax que utiliza a LATAM. E cadê uma mídia para fazer uma análise crítica com eles? Tenho certeza que em 5 minutos pedem água... Só a Flap que fez algo neste sentido. Mas não, todos querem networking e ficar de bacana.
  14. O dia que a AI saber o que é sindicato, tempo de descanso, regulamentação trabalhista, o pessoal vai querer voltar para o serviço humano Falando sério, concordo com os colegas. O sistema pode ser confiável, com infinitas redundâncias, mas se houver um erro é pior que o humano. E se esta pane ocorrer a 36.000 pés? Uma coisa é automação de veículos, trens e equipamentos de solo, em que há um "chão" como garantia, e o avião?
  15. Sim, o leisure é um mercado com baixos retornos e se a empresa não ter uma capacidade de expandir/diminuir frota e estrutura, fica muito a mercê. No médio prazo irá retornar as viagens corporativas e, mesmo que demorem um pouco para atingir níveis de 2019, a rentabilidade é bem superior.
  16. Eu acho temerário ela manter o foco no leisure, poderia explorar o mercado regular. Digo isso porque veja que aconteceu com as charteiras britânicas. Mercado alemão é rico, mas novas formas de viagens (LCC, agências online, etc.) fazem que o produto charter (ou leisure) fica restrito.
  17. Salvo engano a legislação venezuelana permite até 49% das ações em mãos estrangeiras. Teoria da conspiração ON: será que a Nella não é um mecanismo contábil de alguns empresários venezuelanos junto com alguns brasileiros? Tipo, eu compro a empresa brasileira, "dando" as ações na Albatros, e nisto faço investimentos offshore na Nella via Panamá (um dos sócios parece que tem sede lá).
  18. Se trabalharem bem e não forem igual a Air Berlin, a DE tem tudo para ser de fato a segunda empresa de bandeira da Alemanha.
  19. Ligação do aeroporto de Guarulhos a estação da CPTM tem novo passo na Anac Agência aprovou aditivo no contrato da concessionária nesta semana 28.jul.2021 às 18h12 A novela da falta de ligação entre a linha 13-jade da CPTM e os terminais do aeroporto de Guarulhos deu mais um passo nesta terça-feira (27). A diretoria da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou um termo aditivo no contrato de concessão da GRU Airport que inclui no rol de obrigações da concessionária o investimento de implantação do people mover, uma espécie de monotrilho que fará a conexão. A ideia é que
  20. Eu não se isto é viável no médio-longo prazo. Hoje há uma pressão por causa da COVID e pouco mercado cargueiro disponível. Aviões cargueiros são bons para casos em que a capilaridade da malha de pax não atende, tipo a Azul operar VCP-SCL cargueiro. E o e-commerce tem a vantagem de ser encomendas menores. Sei não, como gestor investiria mais nos preighters ou até montar investir em algo como a Airborne Express fazia, com containers adaptados para as portas das aeronaves de pax. https://patents.google.com/patent/US4747504A/en
  21. O que eu quis dizer é MAO não ser apenas emissor, mas um ponto de distribuição entre as duas Américas. Ao sul, ligações com VVI, ASU, EZE, SCL e Brasil, ao norte com MEX, CUN, MIA, MCO, JFK, YYZ, AUA e PUJ. Precisaria de n fatores para isto ocorrer. Estes voos eram mais para ter o incentivo do ICMS para voos saindo de MAO. Desejo que tenham operações consistentes, não para fins fiscais.
  22. Abre possibilidade da Gol, LATAM, Itapemirim ou Azul fazer a rota. MAO tem tudo para ser um ponto estratégico nas ligações entre o Deep South America e EUA.
  23. Quem não quer uma sócia como a Lufthansa? Resta saber se a Lufthansa quer nos termos que os portugueses desejam.
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