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x-varigvinny

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About x-varigvinny

  • Birthday 06/23/1981

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  • Cidade/UF/País
    Santa Maria-RS
  • Data de Nascimento
    23/06/1981

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Santa Maria-RS
  • Interests
    Aprofundar conhecimentos sobre a aviação
  1. Os cinco 737-800 que vieram para a VRG foram os primeiros a serem vendidos e já tinham oito anos, só não sei como estava o estado de conservação dessas aeronaves, mas possivelmente já não devia valer tanta grana assim a ponto de valer mais do que a Ryanair pagou por eles zero km.
  2. Imagina a burocracia de trocar toda a configuração premium para full Y tendo que mexer em poltrona e sistema de entretenimento
  3. O acervo do Museu da Ulbra é incrível, tinha uma belíssima coleção de carros, mas não sei que fim deu depois da falência. Vi uma vez em vídeo muita coisa armazenada ainda lá dentro, mas eu sei que alguns carros foram leiloados e a Chevrolet retomou alguns que tinha emprestado ao museu.
  4. Eu tenho uma curiosidade enorme em saber como ficou o acervo do Museu da Varig e que fim deu aquele De Havilland Dragon Rapide que a Varig reformou em homenagem ao Chuí
  5. Me parece muito esquerdista a Magazine Luiza... empresa não tem ideologia amigo, empresa quer ganhar dinheiro
  6. Eu também acho que entretenimento individual não é tão relevante para a ponte, mas a minha experiência atualmente tem sido encontrar voos mais caros na LATAM do que na Gol e com um serviço inferior (poltronas duras e apertadas)
  7. Panda tá na Moxy, ele não vai entrar nessa da Globalia, no máximo fazer o branding.
  8. Eu creio inclusive que na verdade o ex-AGU aí é que não quer se queimar e negou
  9. Alguns amigos que trabalham na Ala 4 disseram que os bombeiros tiveram problemas ao ser acionados, e isso que eles são testados todos os dias. A aeronave já tinha apresentado problemas no teste de motores horas antes do incêndio.
  10. Me parece muito o que acontece com a aliança Renault-Nissan atualmente Os franceses estão encrencados
  11. Domingo, 17 de março de 2002 . Uma Transbrasil criando um buraco na conta da outra A empresa brasileira é responsável pelos rombos nas contas da Transbrasil Inc. Em 28 de janeiro de 1997, Celso Cipriani recebeu a versão preliminar de um documento que seria enviado à empresa de consultoria britânica Speed Wing. Está assinado por Marise Barbosa, então diretora de Administração e Finanças da Transbrasil Inc., e por Rodrigo Dinamarco, gerente de compras e parente dos Fontana. Em inglês, dizia que durante o ano de 1996, a Transbrasil S/A remetera, para a Transbrasil Inc., US$ 39.452.788,55, utilizando faturas de compras de peças, dos quais US$ 14.501.712,00 foram indicadas para pagamentos outros, que não peças. “Embora a Transbrasil S/A” – consta do documento – “seja a responsável pela administração e pagamento de todo o material importado, e os documentos produzidos na época da importação do material, é evidente que quando eles são usados para pagamentos outros que não peças ou serviços, que não foram originados neste documento, a Transbrasil S/A está criando um buraco financeiro na Transbrasil Inc.” À época, segundo o documento, a dívida com os fornecedores internacionais chegava a US$ 7.439.965, parte deles atrasada em 120 dias. Só com a Boeing, a dívida chegava a US$ 2.140.000,00. Celso entendeu, segundo Marise, que a versão preliminar a ele apresentada era uma confissão pura e simples de desvio de dinheiro – e vetou a remessa do documento à Speed Wing. No resumo feito para o exame do Coaf, o esquema funcionava assim: a Transbrasil Inc. comprava as peças e as enviava ao Brasil através de uma fatura emitida pela Inc., para pagamento da Transbrasil S/A Linhas Aéreas. Quando essas faturas chegavam ao departamento de câmbio/importação da S/A, eram refeitas e enviadas ao Banco Central do Brasil para os procedimentos de remessa aos Estados Unidos. Quando ainda mandava na Transbrasil, Omar Fontana recebeu, de alguns diretores, entre eles Alfredo Martins de Oliveira, o coronel Luiz Maciel Junior, já falecido, e o ex-ministro do TCU, Glauco Lessa, também diretor, reiteradas suspeitas contra Celso. Maciel fez chegar uma carta anônima a Omar. Quando a viu, Celso mandou fazer exame grafológico, confirmando que a autoria era dele, Maciel. Houve, entre os coronéis, quem rastreasse vôos da companhia entre os Estados Unidos e o Brasil, para descobrir o esquema de contrabando. O vôo saía de Miami e fazia escala em Brasília – onde então era retirado o container que interessava, para o hangar da Transbrasil, e substituído por outro. O mesmo vôo seguia para São Paulo, Rio de Janeiro e novamente Brasília, onde embarcava novamente o container retirado. Ao chegar em São Paulo, já como vôo doméstico, desembarcava livremente, sem os eventuais rigores dos vôos internacionais. Carlos Alberto Bispo, articuladíssimo na alfândega, é que cuidava desses e de outros trâmites, para Celso, incluindo o embarque, em São Paulo, da alexandrita de Minas Gerais. Procurado, Bispo não retornou a ligação. Omar nunca deu ouvidos e esses e outros “pulos do gato” – mesmo quando o genro foi depor na CPI do garimpo, da Assembléia Legislativa de Minas, em 6 de maio de 98. A CPI investigou denúncias de remessa ilegal das gemas para o exterior. Celso negou tudo, mas o relatório final mandou abrir inquérito para apurar “as contradições” de seu depoimento. Os acionistas majoritários da Alexandrita são o chinês Chang Ya Ching e o grego Stravos Panagiote Papadopoulos. Cipriani tem 18%. A maior prova da confiança de Omar, no genro, veio em 88, quando a Transbrasil entrou na Justiça, com uma ação de indenização contra a União, “fundada na alegação de quebra do equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão de transporte aéreo, conseqüente de defasagem no valor das tarifas e do seu congelamento durante o Plano Cruzado”. A União perdeu, na primeira instância, e entrou com apelação cível número 91.01.11006-3 no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1.ª Região. Omar centralizou em Celso toda a delicada tratativa do processo. Chegou até a aprovar, no Conselho Diretor da empresa, um gordo crédito especial para compensar eventuais prejuízos nos negócios particulares do genro nos Estados Unidos. Celso cuidou da parte logística, digamos assim, deixando a jurídica para o super-escritório Arnold Wald. No primeiro julgamento, em 29/6/92, a Transbrasil ganhou a causa, na terceira turma do TRF 1, com os votos dos juízes Tourinho Neto, atual presidente do Tribunal, Ademar Maciel, e Vicente Leal, este o relator, hoje ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O presidente da turma, juiz Fernando Gonçalves, também hoje no STJ, alegou suspeição por “motivo de foro íntimo”. O STJ anulou a primeira decisão, por uma questão processual, e outro julgamento foi realizado pela terceira turma do TRF 1, em 27 de abril de 1994. Vicente Leal, Tourinho Neto e Daniel Paes Ribeiro deram nova vitória à Transbrasil. Fernando Gonçalves mais uma vez declarou suspeição, “por motivo íntimo”. “Eu já era amigo do Celso Cipriani antes do processo, como continuo a ser, e por isso declarei suspeição, sem participar de nada, e até saí da sala na hora da decisão”, diz o ministro Fernando Gonçalves. Conta que conheceu Celso através de outro juiz do TRF 1, Hermenito Dourado, depois contratado como consultor jurídico da Transbrasil. A amizade entre Gonçalves e Cipriani é íntima: frequentam as respectivas casas e saem para pescar e caçar juntos no avião de Celso, “ou no Pantanal ou em Goiás”, segundo o ministro. Ele conta que também já foi hóspede de Cipriani na casa de Boulder, Colorado. “Somos amigos há 13 anos e nos falamos com freqüência”, diz. Tourinho Neto, que votou duas vezes a favor da Transbrasil, também confirma a amizade com Cipriani, que inclui, vez em quando, almoços e jantares na Casa de Concórdia, a mansão da Transbrasil em Brasília. “Eu tenho um bom relacionamento com o Celso e realmente estive algumas vezes nos churrascos da Concórdia”, confirmou, não vendo problema no fato de ter participado dos dois julgamentos. A Transbrasil tem, hoje, quinze processos em andamento do TRF 1. Vicente Leal, o relator dos dois casos, diz que conheceu Cipriani “após o julgamento”, e confirma ter sido um dos convidados da festa de quinze anos de sua filha, no restaurante Massimo, em São Paulo, em 1995. “Nunca tive relação de amizade ou de inimizade com o Celso Cipriani. Se ele me convidou para a festa, foi por mera cortesia, em função de eu ter participado do processo”, diz Leal. A decisão do TRF 1, como se sabe, foi depois confirmada no STJ e no Supremo Tribunal Federal. A Transbrasil ganhou R$ 1,4 bilhão, depois reduzidos para R$ 725 milhões, em negociação técnica com o Ministério da Fazenda e a Procuradoria da Fazenda Nacional. Foi um ganho contábil, pago em títulos da dívida pública, que serviu para abater parte das dívidas com o União. A amizade com Celso levou o advogado Roberto Teixeira ao conselho da Transbrasil e, depois, por decisão de Omar Fontana, à presidência da Fundação Transbrasil, pertencente aos funcionários da companhia e hoje detentora de 18% das ações da empresa. Em 9 de outubro de 2000, quando Teixeira ainda era presidente da Fundação, os advogados Rubens Carlos Criscuolo e Lais Eun Jong Kim, representando 150 funcionários da Transbrasil, deram entrada, na Curadoria de Fundações do Ministério Público de São Paulo, de ação contra Marise Cipriani, então presidente do conselho diretor da Fundação, e Roberto Teixeira, presidente executivo, à época acumulando os cargos de vice-presidente, diretor administrativo e diretor financeiro da Fundação. Os advogados, estranharam, na petição inicial, que a participação da Fundação no capital da Transbrasil – de 43,97% em 1989 – tivesse caído para 18% em 1990, e 11,02% em 2000, “sem qualquer explicação plausível até a presente data”. Também, acusaram “irregularidades na administração”, assim colocadas: “Em 26 de março do corrente ano (2000), conforme comunicado interno expedido pela Fundação, e assinado pelo presidente executivo dr. Roberto Teixeira, noticiou o CANCELAMENTO DO PLANO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA A APOSENTADOS (maiúsculas no original), alegando que o Conselho Superior de Administração da Transbrasil S/A Linhas Aéreas decidiu que aquela empresa deixará de custear a carteira de aposentados, como vinha sendo feito até aquela data.” Criscuolo e Kim argumentaram, na seqüência, que tal afirmação – a de que a Transbrasil vinha custeando a carteira – “não corresponde à realidade dos fatos, pois, conforme demonstra o balanço patrimonial levantado em 31 de dezembro de 98, a Fundação era credora da Transbrasil da importância de R$ 6.891.554,00”. O promotor da Curadoria de Fundações, Paulo José de Palma, considerou, à época, que a ação deveria ter sido protocolada na Justiça e não no Ministério Público. “Não vi provas de irregularidades, sob a ótica do direito fundacional, e mandei arquivar”, diz Palma. “Mas nada me impede, diante do quadro atual, em voltar a examinar o caso”. Ele aguarda novas informações solicitadas à Fundação, para então rever a denúncia. Em 9 de maio do ano passado, alegando terem sabido, por telefone, que a ação havia sido arquivada, os advogados enviaram ofício ao procurador, insistindo em uma manifestação formal, “pois, caso contrário, seremos obrigados a solicitar providências junto ao órgão corregedor, bem como enviar cópia da inicial ao procurador geral de Justiça de São Paulo”. Enquanto a pendência não se resolve, Teixeira continua oficialmente responsável pelas complexas tratativas que pretendem pôr um fim à crise da Transbrasil. O último lance, em 16 de fevereiro, foram os documentos assinados por dona Denilda e por Antônio Celso Cipriani, aceitando a proposta de transferir a totalidade das respectivas ações para a Fundação Transbrasil – com a dívida, evidentemente, e um patrimônio que se estima em R$ 600 milhões, aí incluídos os ainda contenciosos R$ 350 milhões, da ação do ICMS. No documento, o genro e a sogra autorizam a firma Roberto Teixeira e Advogados Associados “a tomar as medidas que se fizerem necessárias para o aperfeiçoamento desta decisão, discutindo seus termos e redação final”. Não vai ser fácil, entre outras coisas porque não existe autorização do espólio de Omar Fontana e, segundo, porque a curadoria de Fundações, segundo Palma, não vai permitir que a Fundação receba o passivo. O interessante, nos documentos de 16 de fevereiro, é que a sempre discreta dona Denilda Fontana, avessa à imprensa, permitiu-se, no dela, um tardio desabafo contra a intervenção de 87/89. Está no segundo parágrafo: “Lembro que este foi sempre o desejo do comandante Omar Fontana (nr: passar a Transbrasil para a Fundação) e que, não tivesse havido um breve hiato na direção dessa Fundação, tempos atrás, quando sua direção foi tomada de assalto por um grupelho que buscou desvirtuar seus objetivos, com certeza, de longa data, a Fundação já seria proprietária da empresa”. Na sua árdua tarefa, Teixeira tem pelo menos uma vantagem, não existente a quando dos casos GE e Dilson Fonseca. Agora, como consta no último parágrafo das respectivas declarações, Denilda e Cipriani afirmam que não se oporão “ao rigoroso exame da conduta dos anteriores diretores executivos, tudo com o objeto de aclarar qualquer dúvida que possa restar quanto à boa administração da empresa”. Está certo que nem ela e nem Celso foram exatamente diretores executivos, mas já é algum avanço, sem contar que o patrimônio pessoal do genro e acionista minoritário continua intacto e em ascensão.
  12. A AVB ainda continua com a operação da AVA na rota para BOG ou já devolveu a operação?
  13. O A359 não é muito avião para uma rota como FOR-CDG?
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