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chico

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About chico

  • Birthday 05/22/1980

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  • Cidade/UF/País
    Rio do Sul/SC/Brasil
  • Data de Nascimento
    22/05/1980

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    Male
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    Rio do Sul/SC/Brasil
  • Interests
    Aviação, Automobilismo e Automóveis, Economia e Negócios

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  1. Acabei de ler no Airliners, que conforme documentos apresentados pela LATAM no "Chapter 11", a Delta cancelou a compra dos 4 A350, pagando uma multa de US$ 62 milhões pelo cancelamento da compra... Agora mesmo é que a LATAM vai sofrer pra arrumar rotas onde "enfiar" os A350!
  2. Conforme notícia abaixo, a Southwest deve receber entre 2020 e o final de 2021 "apenas" 48 737Max ao invés dos 107 previstos até recentemente... Aparentemente serão 27 ainda em 2020 (se possível), todos já construídos, sendo estes já de pedidos diretos com a Boeing. O restante em 2021, sendo 16 de lessors... A produção deve retornar lentamente, atingindo 31 aeronaves/mês em meados ou fim de 2021 - lembrando que a produção era de 52 aviões/mês, e se não me engano este ano era pra chegar a 57 aviões/mês ou algo do tipo... E lembrando também que a Boeing possui cerca de 400 aeronaves construídas e estocadas. https://simpleflying.com/southwest-737-max-delivery-schedule/
  3. Me desculpe mas não concordo, ao menos em termos financeiros - o 787 e o 777X são fontes de preocupação sim (especialmente o último), mas eles ainda estão conseguindo entregar algumas unidades, e a demanda pelo 777F ainda deve se manter - a LH, por exemplo, pode trocar encomendas do 77X por 77F... Já o 737 Max talvez esteja liberado em Agosto, Setembro deste ano, pra enfim poderem recomeçar as entregas - e a linha 737 representava quase 50% da divisão comercial... Pense que a Boeing fabricou quase 400 Max que não pode entregar até o momento - ou seja, ela teve de pagar os fornecedores de componentes pra estes aviões mas não recebeu dos clientes - ou seja, gastou todo caixa (e se endividou) pra fazer um estoque que está parado até o momento, e quando puderem entregar vai ter muitos clientes que não vão querer mais, ou talvez só queiram os aviões em 2021, 2022... Fora a questão das compensações às companhias aéreas e lessors por não conseguir entregar os aviões por 18 meses... E a produção que foi reduzida (e suspensa desde Janeiro), que fez com que os slots de entregas fossem jogados mais pra frente - porém a questão do Coronavirus vai ajudar nesse problema.
  4. A LATAM Cargo tem os 767F, estes podem trazer cerca de 50 toneladas, só não sei com quantas escalas hehe... Mas a questão também é volume x peso, penso que o avião poderia ficar "lotado" em volume mas ficaria longe da capacidade máxima em peso, pois não me parecem ser materiais "pesados"... Se não me engano o An-124 veio "lotado" mas carregava "apenas" 40 toneladas...ou seja, é um problema de volume, não de peso... Teriam de estudar se não seria mais viável colocar os 77W da LATAM - mundo afora já temos visto vários voos só com carga em aeronaves de passageiros...e os 77W possui enormes porões, lembro que os 77W da Swiss chegavam a trazer cerca de 20 toneladas de carga em cada voo apenas nos porões (e ainda tinha as malas de 300 passageiros, ou talvez até espaço disponível) - se ainda colocar mais carga na área de passageiros, acho que dá pra trazer umas 30-35 toneladas com certa facilidade... Lembrando que os 500 mil testes rápidos vieram da China em um 77W da Emirates...
  5. Vi agora notícia / reportagem o qual o governo italiano estuda a forma como a Alitalia retornará - possivelmente apenas com 25-30 aviões (ao menos inicialmente), o que pode significar o corte de cerca de 8.000 funcionários, de 11.000 para 3.000... A Alitalia possui atualmente 113 aviões, sendo que entre 2001 e 2004 tinha entre 160 e 185 aviões e mais de 20.000 funcionários... Agora, se a Alitalia não voltar com o voos longhaul (ou mesmo que voltar, vai priorizar pra onde? GRU? EUA? Ásia que aparentemente será menos afetada pelo coronavírus?), pode ser a grande oportunidade pra LATAM voltar pra Roma e se consolidar lá... https://www.aviation24.be/airlines/alitalia/the-new-alitalia-public-company-will-be-much-smaller-with-only-25-30-aircraft/ The new Alitalia public company will be much smaller, with only 25-30 aircraft By André Orban 24 March 2020 “Alitalia is strategic and will become the flag carrier again“. But the newco will start from a small size, just a quarter of the current one: 30 aircraft, 3,000 employees. The government and the extraordinary commissioner Giuseppe Leogrande are working on it. A mini-Alitalia is the project on which the government and extraordinary commissioner Giuseppe Leogrande are working. In the vision of the government, Alitalia must be national and public-owned, but with a very small size, at least in the initial phase. “Alitalia is strategic and will once again become the flag carrier“, is the government’s mantra. But the new company that will revive it will be only a quarter of the current one. After 3 years of deadlock with the lack of new investors, the aim is to create the newco in just over a month because the cash is running out. A scenario which, in the absence of a real recovery plan, worries the unions. The new route for the company was illustrated to the unions during a video conference convened by the Minister of Economic Development Stefano Patuanelli, which was also attended by the Ministers of Transport Paola De Micheli and Labour Nunzia Catalfo, as well as by Commissioner Leogrande. The government reiterated the company’s strategic position, made even more evident by the crisis linked to the coronavirus emergency, and confirmed the path of the public newco. The new element concerns the perimeter of the new company which will be “limited“. A really minimal capacity. Translated, the newco will start with a fleet of 25-30 aircraft, that is those that are flying in this moment of Covid-19 emergency. This is barely a quarter of the total current fleet, which is 113 aircraft. Lufthansa, for example, has over 200 aircraft. If there is a similar reduction also for staff, it would slim down to about 3,000 employees from the current 11,000. It would return, in fact, to the levels of 1957, when newborn Alitalia had about 3,000 employees and 37 aircraft. A far cry from the years 2001-2004 when the Alitalia (of which the state was the major shareholder) had over 20,000 employees and a fleet of 160-185 aircraft. The newco will be set up as soon as possible, possibly in one month, and a workers’ representative will also join the board. An element that finds the appreciation of the unions, however, worried by the lack of a growth plan for the company once the emergency is over. Source: sky TG24
  6. Só se for a Air Asia X que só tem A330... A Air Asia que tem A320/321 vai muito bem
  7. No Airliners comentaram que a versão -10 não precisava / não tem o MCAS , mas não sei se é verdade...
  8. Parece que a Flybe tinha 19 voos diarios pra AMS, aeroporto o qual está praticamente impossível de conseguir slots... Sei que o momento é péssimo, mas será que a Latam não teria interesse em slots lá? Obviamente que pra começar a operar apenas daqui a alguns meses...
  9. Qual alcance você está considerando? Pois esse alcance de 6.570 Km que a Boeing divulga é com avião de duas classes (acho que apenas 162 assentos), payload de menos de 100 Kgs por passageiro, decolando do nível do mar com 15°C...ou seja, tem de tirar um pouco devido a configuração da Gol, temperatura tropical, altitude, pista, etc Decolando full payload (acho que , o 737-8 tem alcance de pouco mais de 2.500 Milhas Náuticas (cerca de 4.700 Km)... Se baixar o payload em cerca de 5 toneladas o alcance vai pra perto de 6.500 Km, mas sei lá, é uma perda razoável num avião configurado com 189 (?) assentos...e mesmo assim é decolando nível do mar com 15°C, e ainda depende de comprimento de pista, obstáculos e tal...sei não
  10. Pois é, me parece que trazer os A350 já foi um grande erro - basicamente só pra atender JFK... Fico pensando se não era melhor ele terem investido em modernizar os interiores dos A340, que basicamente estão pagos...lembrando que JNB é relativamente "hot and high" (fica a 1.680m de altitude), por isso os quadrimotores operam com menos restrições que os bimotores... Mas provavelmente as multas pra devolução dos A350 (e dos A330) são salgadas, aí ficam meio sem opção...
  11. Exato - por serem BEM mais longos, a receita por quilômetro é mais baixa, mas o custo também... Enfim, só dá pra ter idéia de onde é rentável (ou não) quando a companhia faz upgrade ou downgrade de frequencias e equipamentos - se está perdendo dinheiro, sempre vai tentar reduzir o custo (seja em voos, seja em equipamento menor / custo menor) antes de cortar de vez a rota...e onde estiver dando um bom dinheiro, acaba fazendo upgrade pra ganhar mais dinheiro, ou pra evitar a entrada de concorrentes...
  12. Pretendiam torná-lo diário desde Abril de 2019, mas acho que depois disso trocaram pra A350 e aí reduziram (mantiveram?) em 5x semanais... Então vamos ver, imagino que já estejam estudando quando é possível fazê-lo diário (creio que também depende de disponibilidade dos A350), se realmente for confirmado o corte do JNB-GRU pela SAA...
  13. Estava verificando os números de Dezembro publicados pela ANAC - tudo bem que Dezembro é alta temporada, mas vamos lá: South African: JNB-GRU: 7262 assentos para 5123 passageiros (70,54% LF) em 30 voos, além de 34.491 Kgs de carga paga; GRU-JNB: 7760 assentos para 6174 passageiros (79,56% LF) em 32 voos, além de 173.312 Kgs de carga paga; LF médio de 75,2% LATAM-BR (já de A359): JNB-GRU: 7797 assentos para 6573 passageiros + 17 grátis (84,3% LF) em 23 voos, além de 63.982 Kgs de carga paga; GRU-JNB: 7458 assentos para 6708 passageiros + 20 grátis (89,94% LF) em 22 voos, além de 158.339 Kgs de carga paga; LF médio de 87,0% Ou seja, mesmo não voando diário (e com horário pior?), a LATAM já estava levando a melhor sobre a SAA... Acho que já tinham anunciado que passariam o voo pra diário não? Porém não sei se sustenta mais que isso (7x de A359) fora da alta temporada...
  14. Pois é, parece que são "socios pero no mucho" hehe... Mas do jeito que a economia brasileira está "patinando", Real desvalorizado e tal, acho que abrir uma nova base na Europa no momento não é uma boa mesmo... Por outro lado poderiam arriscar algo diferente, como HEL, BRU, GVA, talvez até DUB ou MAN - se bem que agora que estão saindo da OneWorld fica mais complicado...seria o caso de tentar AMS talvez? (Em parceria com a KLM, porém acho que conseguir slots em AMS é bem difícil) Mas pra isso precisam resolver a questão de operação de 767 em rotas com 12-13hs x nova regulamentação de tripulantes em aviões sem "sarcófago"... Lembrando que a LATAM mantém a parceria com a LH desde a época da Star...
  15. Conforme tópico no Airliners e o artigo https://leehamnews.com/2020/01/30/boeing-looks-to-produce-about-220-maxes-in-2020/#more-32421 A Boeing negociou com a Spirit a entrega de apenas 220 (!) 737 Max em 2020 - antes do grouding, a previsão era de produzir cerca de 680 aeronaves em 2020!! Conforme o artigo, a produção deve seguir o seguinte ritmo: 5 unidades em Abril; 10 unidades em Maio; 15 unidades em Junho; 20 unidades em Julho; 25 unidades em Agosto; 30 unidades em Setembro; 35 unidades em Outubro; 40 unidades em Novembro; 45 unidades em Dezembro; 47 unidades/mês no final de 2021; 52 unidades/mês no final de 2022; 57 unidades/mês no final de 2023; A Boeing estava produzindo o 737 ao ritmo de 52 unidades/mês antes do grounding, e pretendia aumentar a produção para 57 unidades no fim de 2019... Então temos de "produção perdida" (quer dizer, basicamente adiada em alguns anos): 100 unidades em 2019 (vários meses a 42 unidades/mês x 52 unidades) 460 unidades em 2020; 130 unidades em 2021; 100 unidades em 2022; 60 unidades em 2023; Ou seja, cerca de 850 slots de produção que foram "adiados" pra 2021, 2022, 2023 e por aí vai...
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