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chico

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About chico

  • Birthday 05/22/1980

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    Rio do Sul/SC/Brasil
  • Data de Nascimento
    22/05/1980

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    Male
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    Rio do Sul/SC/Brasil
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    Aviação, Automobilismo e Automóveis, Economia e Negócios

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  1. Claro que boa parte da riqueza não vai chegar na população, mas uma boa parte vai sim por dois meios principais: - aumento da arrecadação pelo governo, que poderá investir mais em infra-estrutura, ou mesmo gastar mais em educação, saúde, etc; - aumento da "movimentação" na iniciativa privada, pois a vinda da Exxon-Mobil e das plataformas obviamente traz consigo pessoas e equipamentos que precisam ser supridos nas mais diversas formas - hotel / habitação, alimentação, transporte, manutenção das plataformas e por aí vai...e o aumento do movimento faz com que outros empresários invistam pra aumentar / melhorar os negócios, sejam eles hotéis, restaurantes, escolas, transporte executivo, táxi-aéreo, barcos para transporte de suprimentos, etc...
  2. Amigos, Conforme notícia abaixo, o PIB de nosso vizinho Guiana, segundo o FMI, deve crescer nada menos que 86% em 2020, puxado pelo início da produção de petróleo offshore. Ainda segundo o FMI, a previsão é o PIB do país deve sair de US$ 4 Bilhões para US$ 15 Bilhões em 2024. Será que poderemos ver alguma companhia brasileira lançando voos para lá? Talvez a Azul com ATR?? Ou alguém mais ousado com voos a partir de GRU talvez?? Se não me engano a alguns anos atrás a Meta tinha voos de Brasilia pra lá, atendendo ao mercado de mineração...(ou "garimpeiros")...mas agora a coisa muda um pouco de figura, porém vai ser difícil competir com Copa, Avianca ou mesmo americanas, que também podem lançar voos de narrowbody... ____________________________ O país cuja economia deve crescer 14 vezes mais do que a China em 2020 – por causa do petróleo Descoberta da commodity fará disparar a renda per capita dos cidadãos desse país Por Ricardo Bomfim SÃO PAULO – A taxa de crescimento econômico chinesa, projetada em 6%, não será a maior do mundo em 2020. Vizinha do Brasil, a Guiana deve vivenciar um avanço 14 vezes maior, de 86% no seu Produto Interno Bruto (PIB) este ano, de acordo com estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI). E o crescimento deve se estender ainda mais ao longo dos anos: para o FMI, o PIB guianense, deve sair de US$ 4 bilhões para US$ 15 bilhões até 2024. O país tem 780 mil habitantes, de modo que a renda per capita da população deve disparar com o aumento na riqueza produzida. O embaixador americano na Guiana, Perry Holloway, disse recentemente que o país pode se tornar o mais rico do mundo, superando Luxemburgo como a maior “renda por cabeça”. A razão para essa prosperidade repentina é o petróleo. A ExxonMobil, maior operadora da commodity da Guiana, descobriu uma reserva de mais de 5,5 bilhões de barris no Oceano Atlântico na costa do país. Em entrevista à CNBC, a analista Natalia Davies Hidalgo, afirma que as projeções otimistas são sustentadas pelo fato de que a Guiana possui a maior quantidade de petróleo por pessoa do mundo. São 3.900 barris, contra 1.900 da Arábia Saudita. Apesar disso, analistas já começam a se preocupar com a chamada “doença holandesa”, expressão utilizada pelos economistas quando um país se descobre rico em algum recurso natural, o exporta em abundância e acaba matando a indústria internamente. Isso ocorre porque o crescimento na economia valoriza a moeda do país, o que prejudica a atratividade de todos os outros produtos. Em muitos casos, a corrupção e uma proteção excessiva ao petróleo também ajudam a transformar as descobertas de reservas em uma maldição. Hoje, a Guiana não produz petróleo, apesar de fazer fronteira com a Venezuela, que é dona das maiores reservas do mundo do combustível. Também vale lembrar que o governo do país é interino e que as eleições presidenciais ocorrerão em março. https://www.infomoney.com.br/economia/o-pais-cuja-economia-deve-crescer-14-vezes-mais-do-que-a-china-em-2020-por-causa-do-petroleo/
  3. Sim, a produção do 737 (exceto por algumas unidades NG para fins militares) está paralisada no momento. Vale lembrar que a produção foi cortada em Abril de 2019 para 42 unidades/mês, quando deveria ser de 52 - e tinham planos de aumentar pra 57 agora em 2020... Então, só em 2019 tivemos 10 unidades/mês x 8 meses (Maio-Dez) = 80 unidades produzidas a menos que o previsto. E, se a produção ficar suspensa até Junho, são pelos menos outras 300 unidades (6 meses x 50 unidades por mês), e o problema é que dificilmente vão conseguir retomar a produção rapidamente para o nível anterior de pelo menos 42 unidades/mês, quanto mais 52 ou 57 unidades... Então já "chuto" que pelo menos 500 slots de produção foram perdidos, com as entregas sendo postergadas por um ano pelo menos (por exemplo: um S/N que a Gol previa receber em Junho/2020, só vai receber em Junho/2021 e olhe lá)...porém também depende muito de cancelamentos de pedidos que ainda devem acontecer...
  4. No Airliners.net alguém pegou uns trechos de um artigo publicado no Financial Times, aparentemente com o Diretor Executivo (Patrick Ky) da agência regulatória européia (EASA), o qual traz algumas coisas interessantes (não consegui abrir - conteúdo para assinantes): https://www.ft.com/content/8723dc6e-22e ... 4213ee7b2b '....The current global effort to establish the safety of the 737 Max could offer a way forward. “I think we are working extremely well, with true complementarity between the technical teams, with real teamwork and complete transparency,” he said....' '...Remaining milestones included validation of new software on the flight control computer, simulator testing, and test flights, which were scheduled for January. Training requirements also had to be established, he said....' '....he expected to approve the 737 Max’s return to service in Europe by the end of February.....' he hoped to give the green light at roughly the same time as the FAA,.......although there could be a short gap of a few days or weeks....' '.... Boeing needs more oversight from international regulators, according to the EU’s aviation safety chief, after weaknesses in US oversight were exposed following two fatal crashes of the 737 Max jet....' _________________________________________ Ou seja, se tudo correr bem, ele acredita que no final de Fevereiro já poderá ser dada a autorização para o 737 Max voltar ao serviço..
  5. Ok, mas o problema é que a produção é planejada com meses ou até anos de antecedência...a CFM não tem um monte de motores em estoque, e assim é com vários componentes Pra conseguir produzir novos NG provavelmente a Boeing levaria pelo menos uns 12 meses... Até lá o problema do Max deve estar resolvido
  6. O max 8 e 9 tem o mesmo comprimento dos NG 800 e 900, que foram projetados com motores menores e mais leves, por isso possuem um centro de gravidade diferente... Como os motores mais novos são maiores precisaram colocar eles mais pra frente e pro alto, afetando o CG do avião... Só que alongar os aviões custaria mais, aí deu nisso...
  7. O Max 10 nem sequer voou, tem toda uma campanha de testes pra cumprir... Mas tem comentários de que o Max 10 não tem o maldito MCAS, então não estaria impedido de voar...talvez porque, sendo um modelo novo, a Boeing aproveitou e alongou mais a seção traseira pra dar maior neutralidade ao modelo (já que os modelos 8 e 9 tiveram o centro de gravidade alterado devido aos motores maiores e mais pesados, que precisaram ser instalados mais a frente)... Fico pensando se não teria sido melhor a Boeing alongar levemente o -8 pra mudar o centro de gravidade, e torná-lo capaz de transportar 200 passageiros sem ser uma configuração "lata de sardinha" da Ryanair - ou seja, alongar o suficiente pra uma fileira de assentos, aproximadamente... Apesar de ficar mais pesado, acho que a maioria das companhias (especialmente as low cost) ficariam satisfeitas com o modelo...
  8. Nossa, resolveram suspender a produção sem ter previsão de quando irão retomá-la...ouch, o prejuízo é gigantesco! Mas cfe diz o próprio release da Boeing, já são aproximadamente 400 aeronaves estocadas - são muitos bilhões de US$ parados, e que ainda por cima podem necessitar de modificações...(e seria complicado pra Boeing continuar bancando essa "estocagem" - considerando 40 Max por mês, são facilmente US$ 1,5 Bilhão por mês pra pagar fornecedores e não receber nada - haja endividamento! Pois 400 aeronaves já devem representar uns US$ 15 bilhões em estoque!!) Na verdade acho que a Boeing errou ao não reduzir mais a produção um pouco depois do grounding, mas isso é fácil falar agora hehe... O pior é que como a Boeing já não tem mais pedidos pros NG (exceto versões militares), duas das três linhas de produção do 737 acabam tendo de parar... Vejam que a Airbus, que começou a entregar os A320neo antes, ainda possui uma quantidade razoável de pedidos pros CEO - preferiram ser mais conservadores na transição pro NEO (perdendo dinheiro com isso, já que os CEO devem ter descontos maiores), enquanto a Boeing preferiu converter ou não receber mais pedidos pros 737NG e transformar as linhas de produção pra serem exclusivas do Max o quanto antes, já que isso era mais eficiente... Só que as coisas deram MUITO errado...
  9. Pois é, anunciaram a encomenda de 30 787-9, sendo que a dois anos atrás tinham anunciado a intenção de comprar o 787-10... Mas pra Boeing também "custou caro", pois a encomenda veio junto com o cancelamento de nada menos que 41 777 - seis 777-300ER que a EK ainda possuia pedidos, e nada menos que 35 777X...
  10. Na verdade disseram que não pretendem suspender a produção por falta de espaço pra estocar as aeronaves - se for necessário suspender a produção será por outros motivos, como exigências de alterações no avião além do software...ou então se o grounding durar mais tempo do que eles estão estimando... A questão também é o esforço financeiro que a Boeing está fazendo ao manter a produção, pois continua pagando os fornecedores mas não recebe dos clientes - ou seja, ele está se endividando para "formar estoque"...pois suspender a produção poderia causar sérios problemas na cadeia de fornecimento, com possibilidade até de quebra de alguns... Enfim, outras "notícia" de hoje, do site da Flight Global: FAA will not certify 737 Max in 2019: FAA chief The US Federal Aviation Administration will not clear the Boeing 737 Max to fly until sometime in 2020, the agency’s chief said on 11 December. FAA Administrator Steve Dickson confirmed the 2020 timeline on the same day he laid out remaining steps the FAA will take before lifting the Max grounding. “We are not on any timeline,” Dickson told CNBC’s Squawk Box. “There are about 10 or 11 milestones left to complete.” “Each one of those processes is going to take some time,” Dickson adds. “If you just do the math, it is going to extend into 2020.” Until recently, Boeing has said it expects the FAA will approve the Max to fly before year-end. Asked on 11 December about its timeline, Boeing says, ”We continue to work closely with the FAA and global regulators towards certification and the safe return to service of the Max”. US airlines have removed the aircraft from their flight schedules until early March 2020. Dickson further addressed the Max’s certification during an 11 December hearing of the House Committee on Transportation and Infrastructure. “We are currently looking at how the software has been developed, along with our international partners,” he told lawmakers. Dickson adds that the FAA is auditing information related to the 737 Max’s flight control software ahead of the certification flight. He laid out the FAA’s remaining steps in prepared testimony to the committee. Those steps include: Completion of a pilot training evaluation being performed by a “Joint Operations Evaluation Board” (JOEB). Completion of a certification flight The FAA’s “Flight Standardisation Board” will address the JOEB’s findings in its own report, which will be made public for review and comment The FAA and a Technical Advisory Board – an independent panel commissioned by the FAA – will review Boeing’s final design documentation Dickson, a former Delta Air Lines pilot, will himself fly the Max Once satisfied, the FAA will issue a continued airworthiness notification, which will review pending safety actions. It will then issue an airworthiness directive, in which the agency will specify required actions. Dickson declines to address what specific pilot training the agency may require as part of its Max certification. BEYOND THE MAX Dickson says his agency will address issues beyond those related to the 737 Max. The agency aims to move “toward a more holistic versus transactional, item-by-item approach to aircraft certification”, according to Dickson’s written testimony. That change is intended to account for the complex interactions between crew and aircraft systems. The agency will also seek to ensure that “human factors considerations” are integrated more effectively into aircraft design, and to improve the flow of information through the FAA. Dickson also says the FAA must become more “data driven” and “risk-based”. That means, partly, that the agency will seek to oversee the industry with more consideration for the interaction between all players – aircraft, pilots, flight attendants, engineers, mechanics, dispatchers and air traffic controllers, his testimony says. “We have to look at the overall aviation system and how all the pieces interact,” Dickson’s testimony says. “Focus on a single factor will lead us to miss opportunities to improve safety.”
  11. É amigo, terias perdido feio a aposta, infelizmente... Já estamos em meados de Dezembro, e a própria Boeing já fala que a liberação "se tudo correr bem" será no 1T 2020 - a questão (para a Gol) é se a ANAC brasileira também vai liberar logo em seguida ou não... Pelo que li, me parece que finalmente estão com as soluções em vista e já testadas - acho que agora realmente estão perto de conseguir liberar o 737 Max pra voltar aos ares... E a Boeing precisa, pois o problema é que, como continuam produzindo, a Boeing precisa continuar pagando os fornecedores...pelas minhas contas já serão mais de 400 Max estocadas para serem entregues entre 2020 e 2021 (a última estimativa é que demorariam até o final de 2021 pra entregar todas as unidades estocadas, pois muitas companhias não teriam interesse em receber vários aviões de uma vez, por questões financeiras, logísticas, demanda, treinamento, etc)
  12. Conforme notícia abaixo, Brasil e Argentina chegam a acordo pra aumentar as frequências de voos entre os dois países de 133 para 170 frequências semanais - ou seja, aumento de 5 voos diários + 2 voos semanais... Quantas frequências será que a Azul vai pedir?? Acredito que terão muito interesse, até pra fortalecer as parcerias com membros da Star Alliance, que hoje ainda dependem muito da LATAM ou da Gol pra ir à Argentina... Acordo celebrado pela ANAC com a Argentina é ratificado na Cúpula do Mercosul Brasil avança em conectividade internacional com negociações de acordos aéreos em 2019 publicado: 05/12/2019 12h07, última modificação: 05/12/2019 12h07 Brasília, 05 de dezembro de 2019 – Nesta quarta-feira (04/12) foi ratificado o Acordo Bilateral de Serviços Aéreos com a Argentina, aumentando de 133 para 170 o número de frequências semanais. Com a assinatura, também não há mais limite para voos cargueiros entre os países. O Brasil vem ampliando significativamente suas opções de conectividade aérea internacional graças a negociações de acordos de serviços aéreos. No último ano, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) contabilizou 16 entendimentos negociados, 6 acordos assinados e outros 6 promulgados. Ao todo, já são 115 os entendimentos relacionados a serviços aéreos internacionais concluídos. Em 2019, os destaques foram as inclusões de entendimentos com Malta, El Salvador e Geórgia (aguardando formalização), e, principalmente, o fim das restrições do número de voos entre Brasil e Portugal. Foram contabilizadas conquistas importantes como as negociações com Espanha, França, Grécia, Dinamarca, Noruega, Suécia, Arábia Saudita e Colômbia em dezembro de 2018. Em alguns desses entendimentos, houve a conclusão de acordos de serviços aéreos (ASA), contudo em todos ocorreu assinatura de memorandos de entendimento (MoU) ou de atas de reunião de negociação com efeitos imediatos, possibilitando a ampliação da conectividade entre os países. Uma das negociações de destaque concluídas recentemente, e anunciada em 28 junho de 2019, foi o Memorando de Entendimentos (MoU) entre Brasil e Portugal. De acordo com as tratativas, que preveem a assinatura futura de um Acordo de Serviços Aéreos, as empresas aéreas dos dois países poderão explorar serviços regulares entre os respectivos territórios, combinando pontos intermediários ou além em outros países, utilizando o chamado tráfego acessório de 5ª liberdade do ar. Céus abertos O MoU com Portugal prevê ainda capacidade livre de voos (sem limitação de quantidade), abertura total do quadro de rotas (sem restrição de localidades atendidas), regime de liberdade tarifária e amplo compartilhamento de códigos entre empresas aéreas. O entendimento com Portugal seguiu o modelo “céus abertos” adotado para as negociações concluídas recentemente com Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Suécia, Luxemburgo e Finlândia. Na mesma ocasião das tratativas com Portugal, houve também negociação com Malta. As autoridades de aviação civil brasileira e maltesa concluíram a negociação de Acordo de Serviços Aéreos entre os dois países garantindo até 14 frequências semanais para serviços aéreos mistos (passageiros e cargas) e livre determinação de capacidade para serviços exclusivamente de cargas entre os dois destinos, com possibilidade de ligação com terceiros países. El Salvador e Angola Em 24 de setembro, durante a 40ª Assembleia da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) em Montreal, o Brasil assinou com El Salvador um memorando de entendimento que prevê livre determinação de capacidade, quadro de rotas aberto e direitos de tráfego até a 5ª liberdade do ar, além de amplo compartilhamento de códigos. Na ocasião, foi assinado ainda pelo governo brasileiro o Acordo de Serviços Aéreos com Angola, negociado em abril de 2017 pela ANAC. Acordos técnicos para a certificação de aeronaves e intercâmbio entre autoridades de aviação civil também foram negociados pela ANAC em Montreal. Um memorando de entendimentos foi assinado entre a Agência brasileira e a autoridade de aviação civil russa, a Federal Air Transport Agency (FATA), para a promoção da segurança da aviação civil. Com o entendimento, foram estabelecidas as diretrizes para a construção de procedimentos técnicos de implementação entre as autoridades que facilitarão as atividades futuras na área de certificação inicial de produtos e suporte em ações de aeronavegabilidade continuada. Assessoria de Comunicação Social E-mail: jornalismo@anac.gov.br
  13. Bem interessante também que falam que assinaram um MoU (Memorando de Entendimento) para "subleasing" de até 32 jatos Embraer E1, visando permitir o recebimento mais acelerado dos jatos E2... Também fala que o 195-E2 tem um custo por "viagem" cerca de 14% menor, mas levando 18 assentos a mais - ou seja, gasta bem menos e leva bem mais gente! Baita negócio!
  14. Notícia do Yahoo Finanças / Valor Econômico: RJ deve formalizar na próxima semana corte no ICMS do querosene de aviação Rodrigo Carro Valor Econômico•7 de novembro de 2019 Medida segue benefício concedido por São Paulo para aumentar voos ao Estado Está prevista para o próximo dia 12 a assinatura pelo governador Wilson Witzel (PSC) do decreto que reduz a alíquota de ICMS incidente sobre o querosene de aviação (QAV) de 13% para até 7% no Estado do Rio de Janeiro. A diminuição na alíquota foi confirmada hoje em almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) pelo secretário de Fazenda fluminense Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) já havia autorizado em julho a redução do ICMS cobrado sobre o querosene de aviação. “Com essa autorização, fomos conversar com as empresas aéreas, com os agentes do setor, para conseguir contrapartidas. A ideia é que a gente não conceda uma redução de forma unilateral. Contrapartidas serão exigidas das companhias aéreas, como foi em São Paulo e em praticamente todos os Estados”, explicou Carvalho. De acordo com o secretário, o tempo decorrido entre a autorização do Confaz e a assinatura do decreto foi gasto na formatação de um modelo de contrapartidas “exequíveis e cobráveis.” As companhias aéreas negociam com ao menos outros 10 Estados a redução no imposto. Trata-se de uma demanda antiga do setor aéreo. As alíquotas de ICMS são definidas por cada Estado. Pela legislação, o Confaz estabelece um piso e um teto para essas alíquotas, que atualmente fica entre 12% e 25%. Quando um Estado decide adotar percentuais fora dessa faixa, é preciso obter aprovação dos demais governos no Confaz. Em um Estado onde a alíquota de ICMS sobre o querosene de aviação é 25%, o imposto representa 7,5% do custo total do transporte aéreo. Em São Paulo, onde a alíquota foi reduzida de 25% para 12%, o custo das aéreas com o tributo caiu pela metade. https://br.financas.yahoo.com/noticias/rj-deve-reduzir-icms-querosene-212833985.html
  15. Bem que podiam anunciar o lançamento de uma Econômica Premium nos 777 E A350 - em ambos os casos diminuir um assento por fileira, ficando 3-3-3 no T7 e 2-4-2 nos A350... Considerando que a LATAM não tem mais First, a alta densidade dos aviões deles, e como esse produto tem crescido mundo afora, acho um desperdício eles não ofertarem esse produto
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