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chico

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  1. Olha, tem toda a cara de ser leasing de E-195 usado, pois fala em "solução temporário, sem compromisso de longo prazo" para a retirada dos 737-700 de serviço rapidamente... Mas obviamente "abre uma porta" para os E2 (E-195 ou quem sabe até E-190) no futuro, essa sim uma "solução de longo prazo"...
  2. E parece que a Airbus ainda vai continuar investindo no A330neo, visto que pretendem estender a "versão" com MTOW de 251 toneladas recém certificada do A330-900 pro modelo menor A330-800, que com isso vai ter um alcance "gigantesco"...(ou pode-se aproveitar pra carregar mais carga em rotas curtas) https://simpleflying.com/easa-airbus-a330-900-mtow/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
  3. Conforme notícia abaixo, a Southwest deve receber entre 2020 e o final de 2021 "apenas" 48 737Max ao invés dos 107 previstos até recentemente... Aparentemente serão 27 ainda em 2020 (se possível), todos já construídos, sendo estes já de pedidos diretos com a Boeing. O restante em 2021, sendo 16 de lessors... A produção deve retornar lentamente, atingindo 31 aeronaves/mês em meados ou fim de 2021 - lembrando que a produção era de 52 aviões/mês, e se não me engano este ano era pra chegar a 57 aviões/mês ou algo do tipo... E lembrando também que a Boeing possui cerca de 400 aeronaves construídas e estocadas. https://simpleflying.com/southwest-737-max-delivery-schedule/
  4. Me desculpe mas não concordo, ao menos em termos financeiros - o 787 e o 777X são fontes de preocupação sim (especialmente o último), mas eles ainda estão conseguindo entregar algumas unidades, e a demanda pelo 777F ainda deve se manter - a LH, por exemplo, pode trocar encomendas do 77X por 77F... Já o 737 Max talvez esteja liberado em Agosto, Setembro deste ano, pra enfim poderem recomeçar as entregas - e a linha 737 representava quase 50% da divisão comercial... Pense que a Boeing fabricou quase 400 Max que não pode entregar até o momento - ou seja, ela teve de pagar os fornecedores de componentes pra estes aviões mas não recebeu dos clientes - ou seja, gastou todo caixa (e se endividou) pra fazer um estoque que está parado até o momento, e quando puderem entregar vai ter muitos clientes que não vão querer mais, ou talvez só queiram os aviões em 2021, 2022... Fora a questão das compensações às companhias aéreas e lessors por não conseguir entregar os aviões por 18 meses... E a produção que foi reduzida (e suspensa desde Janeiro), que fez com que os slots de entregas fossem jogados mais pra frente - porém a questão do Coronavirus vai ajudar nesse problema.
  5. Exato - por serem BEM mais longos, a receita por quilômetro é mais baixa, mas o custo também... Enfim, só dá pra ter idéia de onde é rentável (ou não) quando a companhia faz upgrade ou downgrade de frequencias e equipamentos - se está perdendo dinheiro, sempre vai tentar reduzir o custo (seja em voos, seja em equipamento menor / custo menor) antes de cortar de vez a rota...e onde estiver dando um bom dinheiro, acaba fazendo upgrade pra ganhar mais dinheiro, ou pra evitar a entrada de concorrentes...
  6. Conforme tópico no Airliners e o artigo https://leehamnews.com/2020/01/30/boeing-looks-to-produce-about-220-maxes-in-2020/#more-32421 A Boeing negociou com a Spirit a entrega de apenas 220 (!) 737 Max em 2020 - antes do grouding, a previsão era de produzir cerca de 680 aeronaves em 2020!! Conforme o artigo, a produção deve seguir o seguinte ritmo: 5 unidades em Abril; 10 unidades em Maio; 15 unidades em Junho; 20 unidades em Julho; 25 unidades em Agosto; 30 unidades em Setembro; 35 unidades em Outubro; 40 unidades em Novembro; 45 unidades em Dezembro; 47 unidades/mês no final de 2021; 52 unidades/mês no final de 2022; 57 unidades/mês no final de 2023; A Boeing estava produzindo o 737 ao ritmo de 52 unidades/mês antes do grounding, e pretendia aumentar a produção para 57 unidades no fim de 2019... Então temos de "produção perdida" (quer dizer, basicamente adiada em alguns anos): 100 unidades em 2019 (vários meses a 42 unidades/mês x 52 unidades) 460 unidades em 2020; 130 unidades em 2021; 100 unidades em 2022; 60 unidades em 2023; Ou seja, cerca de 850 slots de produção que foram "adiados" pra 2021, 2022, 2023 e por aí vai...
  7. Sim, a produção do 737 (exceto por algumas unidades NG para fins militares) está paralisada no momento. Vale lembrar que a produção foi cortada em Abril de 2019 para 42 unidades/mês, quando deveria ser de 52 - e tinham planos de aumentar pra 57 agora em 2020... Então, só em 2019 tivemos 10 unidades/mês x 8 meses (Maio-Dez) = 80 unidades produzidas a menos que o previsto. E, se a produção ficar suspensa até Junho, são pelos menos outras 300 unidades (6 meses x 50 unidades por mês), e o problema é que dificilmente vão conseguir retomar a produção rapidamente para o nível anterior de pelo menos 42 unidades/mês, quanto mais 52 ou 57 unidades... Então já "chuto" que pelo menos 500 slots de produção foram perdidos, com as entregas sendo postergadas por um ano pelo menos (por exemplo: um S/N que a Gol previa receber em Junho/2020, só vai receber em Junho/2021 e olhe lá)...porém também depende muito de cancelamentos de pedidos que ainda devem acontecer...
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