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adelfy

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  1. Lembrando que esse 788 da FAM é um dos exemplares de certificação do modelo, é mais pesado, tem menor alcance e autonomia e foi vendido ao México a um "precinho camarada" comparado com o valor de tabela do modelo, no entanto, teve o interior VIP instalado custando mais que a própria aeronave. Mesmo assim é uma bela ave VIP!
  2. Nos conte mais sobre por favor, eu estou curioso.
  3. Pelo que se noticiou ate agora com as devidas e necessárias ressalvas, o que derrubou o Boeing foram mísseis terra-ar da defesa aérea Iraniana estacionadas nos arredores do aeroporto de Teerã que estavam em alerta máximo devido ao temor da iminente retaliação americana (que acabou não ocorrendo) após os ataques realizados pelo país as bases aéreas americanas no Iraque. Inclusive especialistas já dizem que os misseis não atingiram em cheio a aeronave, mas apenas fragmentos do artefato que foram detonados por espoleta de proximidade causando danos catastróficos a aeronave.
  4. Espero que exista uma forte reação da comunidade internacional (inclusive com a aplicação de mais sanções econômicas não descartando inclusive as bélicas!) , principalmente se for constatado que o abate foi intencional ou mesmo acidental (não se admite que forças de defesa de um país abatam uma aeronave civil para retaliar a outra parte e os seus aliados, guardadas as devidas proporções como já ocorreu na Criméia tempos atrás). INADMISSÍVEL!!!
  5. Prezados Longreach e A345, permitam-me participar da saborosa reflexão sobre aqueles áureos tempos, meu pai foi máster de DC-10 e 742/3 na saudosa Varig e inspirado por vocês fui "mamar" na fonte! As aeronaves em questão, cinco 747-300 foram compradas da fabricante Boeing, com financiamento japonês. O fato se explicou à época pela falta de credibilidade dos bancos internacionais em relação ao Brasil devido a declaração de moratória solicitada pelo México em setembro de 1982. As reservas externas brasileiras que eram de US$3 bilhões foram zeradas dois meses depois. Das duas alternativas possíveis diante do caos instalado, o governo brasileiro adotou no final de 1982, a “moratória branca” e continuava a pagar apenas os juros e dividendos enquanto negociava com o FMI e os principais credores. O elevado endividamento da companhia resultou das perdas acumuladas em sucessivos exercícios causadas em sua maior parte por uma série de fatores adversos, inclusive de caráter conjuntural e institucional e obviamente os erros estratégicos. Na assinatura da carta de intenções com o FMI, o Brasil se comprometeu à época a realizar diversos ajustes na sua política econômica, entre estes, a maxidesvalorização do cruzeiro em 30%. O resultado foi a elevação do patamar de inflação em 100% no inicio de 1983, para aproximar-se dos 180%, ainda no primeiro quadrimestre daquele ano. A dívida da Varig com o Japão, na valorização do iene, foi duplicada em dólar, sendo que em 1999, quando as aeronaves foram desativadas e devolvidas a empresa devia US$ 250 milhões aos bancos japoneses! Contextualizando a bagunça que era a Varig consubstanciando a compra dos B 743, basta escrever que no balanço da Varig relativo ao exercício de 1983-84 constava um conglomerado de empresas, de variados seguimentos que iam desde redes hoteleiras e empreendimentos agropecuários até a manutenção e serviços de transporte aéreo. A constatação poderia ser encarada naquele momento como uma salutar diversificação dos negócios, não fossem as aquisições com altos investimentos, feitas anteriormente, de companhias que apresentavam situação falimentar, como foi o caso da Cruzeiro do Sul em 1975 , que era administrada de forma independente (eu particularmente não sabia ou não me lembrava que a Cruzeiro vivia situação financeira complicada, meu pai também não tinha conhecimento disso, alguém poderia desvendar essa questão?). Entre 1984 e 1985, com a chegada dos B 743, a Varig, era a única empresa aérea brasileira, com a concessão de rotas para o exterior, fomentando nas demais companhias, Vasp e Transbrasil, a inconformidade com este monopólio. Todavia, seguindo as diretrizes diplomáticas do governo brasileiro, além da África, expandiu as suas rotas para o Canadá, apesar da guerra tarifária com a Aerolineas Argentina naquele momento. A crise nas grandes empresas como a Vasp, a Transbrasil e a própria Varig se agravou em fevereiro de 1986, quando a inflação atingia o patamar de 350% a.a. A equipe econômica do governo Sarney, na tentativa de estancar o processo inflacionário, pratica o chamado “choque heterodoxo” que consistiu no congelamento geral dos preços, salários e da taxa de câmbio. Estas medidas surtiriam efeitos positivos, não fosse o fato de a Varig estar operando com baixas tarifas. O aumento do tráfego de passageiros não se refletiu em lucro, mas falseava uma situação lucrativa, na medida em que as aeronaves voavam lotadas. Os responsáveis pela gestão empresarial pareciam não perceber as drásticas mudanças na economia do país. Os prejuízos pela defasagem tarifária estavam na ordem de US$1,6 bilhão, aquela época assim como hoje a cifra era um dinheirão! A Varig que durante os anos 1990 a 2000 obteve resultados positivos somente em 1994 e 1997 atinge o passivo de US$ 1,5 bilhão em 2001. Com toda a turbulência do setor aéreo, a empresa ainda enfrentava questões de gestão interna, seguida de uma sucessiva troca de presidentes, contabilizando oito mudanças no cargo naquele período. A compra dos jumbos -300 com o financiamento japonês assim como de outros modelos de aeronaves (744 e MD11?) que se fizeram presentes nos anos vindouros da Varig foi apenas mais um capítulo da gestão empresarial nefasta que contaminou e destruiu a empresa, meu pai fala com enorme saudosismo e alegria daqueles tempos, mesmo doente! Saudações fraternas a todos! Fly Safe!
  6. Pela reprodução do vôo no FR24, a aeronave decolou subiu a 2.275ft com 146kt e logo depois estolou. Tá com cara de gelo!
  7. 3.300 km em LRC (260kt) no FL 310 ou 2.550 km a 330kt no FL 310
  8. A perícia dos pilotos no episódio veio provavelmente de uma habilidade natural que ambos tinham para o vôo mas, sobretudo, pelo treinamento periódico que com certeza ambos tinham. Impressionante os vídeos postados no avherald.
  9. Quais serão os motivos por trás disso? As aeronaves são novas!
  10. O Japão venderá os seus dois 744 Vip substituindo-os pela mesma quantidade de 77W
  11. Provavelmente alguma certificação de operação, já que, além do trajeto incomum, a aeronave no oceano desceu em duas oportunidades, na primeira para FL100 e depois para o FL170 voltando a subir posteriormente para o FL 400 novamente até iniciar a descida para VCP em um total de 2h e 56m de vôo.
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