Jump to content

navegador

Usuários
  • Content Count

    1,128
  • Joined

  • Last visited

About navegador

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    São Paulo SP - Brasil
  • Data de Nascimento
    12/04/1961
  1. Nobres, em minha opinião a China continua a primar nesse modelo, no mínimo, ridículo, de insistir em demonstrar que sua especialidade é ‘chupar’ tecnologia, modelos técnicos, designs, enfim, como se dizia antigamente, fica passando um recibo de nação estúpida, que não sabe se colocar no cenário mundial na forma de respeitar o produto alheio. Muito recentemente o seu presidente, Xi Jinping, veio ‘chorar pitangas’ em Davos, ao dizer que o mundo precisa ser globalizado (logo a China), que a ‘globalização é irreversível’, claro, porque assim eles poderão continuar a explorar o seu povo fabricando o produto de outros a preços impossíveis de serem batidos no mercado global. Eu trabalho com inovação, e toda e qualquer tentativa de cópia, para mim, é uma afronta. Por essa razão que já disse aqui, nunca ser consumidor de qualquer produto chinês, ao menos conscientemente, e há muito havia dito, também, que a globalização tinha prazo de validade, acredito ter escrito isso por volta de 2010, e agora a coisa está se confirmando. O mundo está voltando ao que era nos anos 1970, e o protecionismo, que sempre existiu, porque globalização sempre foi apenas para ‘o outro’, volta a dar as caras, só que em um mundo da era digital, o que será um conflito social e econômico global. Navegador
  2. Nobre Jambock, muito obrigado pelas informações complementares. Abraços, Navegador
  3. Nobre BLUE SPEED, muito obrigado pela informação via site, que engloba todas as respostas para as minhas dúvidas. Valeu mesmo! Abraços, Navegador
  4. Nobre Jambock, como você está ‘afiado’ no tema, poderia, por favor, me esclarecer qual é a relação entre o ZL Mielec M-28 ‘Skytruck’ e a Lockheed Martin? Fico muito grato antecipadamente. Navegador
  5. Nobre Aloha, os produtos da Sharp passaram a ser mais confiáveis e de qualidade no terceiro terço da vida da empresa, no Brasil, tratando-se de um grupo empresarial de mais de 100 anos. Lembro-me que o marketing dela eram as cores muito vivas, e isso era algo muito desconfortável quando se ficava muito diante do televisor. Se vc fizer uma busca sobre os comerciais da Sharp, verá um ‘psicodelismo’ em cores e imagens que, como publicidade, eram muito legais mesmo, mas na prática, quando o caboclo adquiria o produto, como em minha casa, pôôô? Doía a vista!!! (risos), e não tinha regulagem que amenizasse o efeito, claro, sem comprometer outros recursos como brilho, contraste, etc. Sobre a Sony, foi sim um diferencial, pois desde que ‘plantou’ os pés no Brasil, já vinha de um histórico de bons produtos. Mas o acesso era para poucos, pois a qualidade estava diretamente associada ao preço, como até hoje. Se vc entrar no histórico dessas empresas, quando fora do Japão, fizeram muitas experiências em terras de outros, principalmente no terceiro mundo, pois se vc adquirisse um produto nos EUA, porém fabricado no Japão, a coisa era bem outra em relação ao que se tinha por aqui. No final das contas, tudo virou uma ‘salada’ de fábricas produzindo marcas de todas as espécies, meio como jeans, que existe alguns fabricantes e marca prá todo o gosto. Navegador
  6. Permita-me discordar, Nobre Bonotto. Me recordo das chacotas que aconteciam em torno de produtos japoneses, que nos anos 1970 eram poucos, se comparados com a imensa diversidade de eletroeletrônicos existentes hoje em dia. Quem tinha em casa marcas como ‘National’, ‘Aiko’ e ‘NEC’, ‘CCE’, ‘Gradiente’ e ‘Sharp’, essas quatro últimas ‘fabricadas’ no Brasil, mas com ‘tecnologia’ japonesa, procuravam não divulgar muito, pois o deboche era liquido e certo. Como disse, hoje são produtos altamente confiáveis, mas no passado... Navegador
  7. Nobre Aloha, vc tem razão em relação ao produto chinês e a diversificação de mercado, bem isso mesmo. Mas, o meu receio sobre produtos da China tem relação com confiabilidade. Me recordo do início dos anos 1970, quando o Japão fez exatamente o que a China faz agora, e o medo das pessoas, à época, era o mesmo, inclusive com as mesmas piadas em relação à qualidade dos produtos. Como vemos, hoje, produto Japonês é sinônimo de confiabilidade e qualidade. Demorou, mas os caras se aprimoraram e superaram concorrentes. A China está lendo e executando a mesma cartilha, porém existe o fator tempo a ser demandado para que o produto Chinês ‘arrebente’ os concorrentes. Mas é isso mesmo, quanto mais diversificação e opção no mercado, muito melhor. Sobre a segunda parte da sua msg, está um ‘barata-voa’ na geopolítica, ou seja, isso que vc comentou. Aquele que era de um bloco, partiu para o outro, e existem aqueles que querem sair de ‘blocos’ e tocar iniciativa própria, autonomia – mais difícil, mas o mundo está mudando de uma forma que surpreende. Que tempos... Abraços, Navegador
  8. Verdade, Nobre Aloha, é um ciclo mais que oportunista, ou seja, assim que a economia se estabiliza, ou dá cara de melhora concreta, ‘volllta’ a tal da globalização. Sobre a expansão de produtos chineses, eu tenho minhas dúvidas, pois é exatamente isso que os países querem evitar, ou seja, a expansão dos negócios da china pelo mundo, compreendendo ser esse o fator que desencadeou a estagnação da economia global. Sobre o TPP, pelo que eu ouvi, já era. Nobre LipeGIG, dá um apoio aí (risos), obrigado. Quanto a mim, Nobre Aloha, como já comentei anteriormente, fazer uso de produto chinês, conscientemente, jamais. Eu evito ao máximo. Abrçs, Navegador
  9. Nobre Capelini, permita-me discordar diametralmente da seguinte afirmação do Sr. Paulo Gastão: "...Sempre me perguntam: vai ter uma versão civil do KC-390? A possibilidade existe e foi contemplada nos nossos estudos desde o início. Hoje, no estágio que o programa está, estamos naturalmente explorando melhor essas oportunidades.Atualmente acredito com muito mais força que nós vamos ter uma versão civil do KC-390..." Informei, acredito, nesse mesmo post, ou em outro, não me recordo muito bem, que eu havia tido um contato direto por telefone com um vice-presidente da Embraer, onde ele afirmou à época, categoricamente, que o KC não teria versão civil em hipótese alguma. Mais recentemente (no início desse ano), tive diálogos com outros executivos do grupo, agora mais maleáveis, e dizendo que, sim, haverá versão civil, masss, só agora. Navegador P.S. - Em tempo Nobres: Achei esse post nesse tópico, fazendo referência ao que disse anteriormente. Aí vai. POST 376 (DESSE MESMO TÓPICO): Posted 22 de October de 2014 - 17:29 Abel_BSB, on 22 Oct 2014 - 01:47, said: Navegador, De fato eu estava muito seguro pois acabara de ser apresentado ao EMB-145 na Base Aérea de Brasília. Conversei bastante com o piloto de testes da época (infelizmente não me lembro do nome, mas sei que era ex FAB - caçador - foi em 1997) e ficou claro que o avião era muito competitivo. Na segunda seguinte, voltei para o Banco e completei os estudos que vinha fazendo sobre demanda para esse tipo de avião ... acredito que acertei na veia pois o bicho vendeu muito. Alguns clientes acreditaram no relatório e se encheram de Embraer, inclusive alguns gringos. No banco o relatório foi visto com certa cautela mas acabou publicado. Quem comprou gostou bastante pois após o anuncio da aquisição da Continental, o papel não parava de subir ... pena que a liquidez era pequena e não havia como montar posições grandes sem rasgar o papel, mas alguns investidores fizeram algumas posições interessantes. Hoje vendo esse avião e outros que foram lançados, eu não tenho dúvidas que a Embraer já tem o seu lugar. Esse mercado é complexo pois o investimento em P&D é altíssimo e o risco de "micar" um projeto é muito real ... micar bilhões em P&D pode significar perder a posição competitiva e o resultado é muito ruim. Basta ver quantas empresas existem hoje no mercado vis a vis as que existiram. A consolidação foi sinistra. Mais uma vez, estou certo do sucesso desse avião, mesmo sem fazer contas sobre demanda, etc. A Embraer sabe fazer, e isso faz muita diferença !!! Como diria a molecada, Nobre Abel_BSB “Muito ‘lôca’” a Sua manobra”. Mais uma vez, parabéns! Mudando de ‘pato prá ganso’, o que me deixou realmente frustrado, foi o fato do KC390 não estar disponível para operações civis, isso informado a mim há coisa de dois anos, acho. Como sabemos, a Lockheed Martin lançou por esses tempos uma versão civil do C130, mas eu acredito muito mais em uma ação de tentar fazer o modelo ‘respirar’ por mais um período do que outra coisa. Enfim, vamos aguardar. Abraços, Navegador. P.S. de novo!!! Nobres, finalmente achei: POST 398 (DESSE MESMO TÓPICO): Posted 27 de October de 2014 - 19:12 jambock, on 27 Oct 2014 - 11:07, said: Prezado Navegador Eis uma parte do post 412 deste mesmo tópico que, smj, creio se contraporá à tua observação: "¿En qué etapa se encuentra la construcción de un segundo prototipo, y ##ántos aviones serán utilizados en la campaña de ensayos y pruebas de vuelo? Schneider: El segundo prototipo se encuentra en una etapa avanzada de ajuste, y ambos serán empleados en la campaña de ensayos en vuelo que se prevé que durará unos dos años, tanto en su desarrollo como en la certificación, que será doble: una para la versión básica, civil, y otra militar, considerando el avión completo. Se espera que la capacidad operativa inicial (IOC) será alcanzada en las primeras entregas, previstas para finales de 2016 a la Fuerza Aérea Brasileña...," Jackson Schneider, presidente da EMBRAER DEFESA & SEGURANÇA. Nobre Jambock, Antes, tentando localizar o meu post sobre esse tema (Embraer KC390), pude perceber que, durante todo o processo de desenvolvimento do equipamento, você vez um verdadeiro e interessante diário a respeito do histórico da aeronave, e eu quero parabeniza-lo por isso. Bem, sobre o conteúdo do tópico acima, eu fico feliz com a real possibilidade em termos o KC390 na versão civil. Agora, se surgir aquele modelo estendido, como podemos ver a imagem dentre as que aparecem nesse tópico, “Pelamordejones”, muito bonito e viável mesmo! A minha “convicção" sobre o não interesse da Embraer em colocar o avião para voar ‘civilmente’, partiu de um diálogo que eu tive com um graduado funcionário da Empresa, cujo departamento a atuar tem relação direta com os interesses da Embraer em expandir seus negócios, fato que ocorreu no segundo trimestre de 2012. Na ocasião a coisa em torno do KC tava fervendo, um ‘vuco-vuco’ em se saber se sim ou se não para o mercado civil, e como minha atividade profissional passa exatamente por essa radial, aproveitei o momento para entender se poderia ou não ver no equipamento uma possibilidade de entendimento com Embraer. Assim, foi nessa época que esse funcionário graduado me informou, em “fonte 16 de Arial”, ao ser perguntado por mim se o “C390” poderia acontecer na versão civil, o seguinte: “– Sr. ‘Navegador’, o KC390 não estará disponível para versão civil”. Então eu comentei: “ahhh, bem, é que eu estive vendo, oportunamente, imagens do KC390 com pinturas da Fedex, DHL, Correios, UPS, e...”. Ouvi o seguinte: “– Sim, Sr. ‘Navegador’, papel aceita tudo”. Em tendo essa resposta por parte de um funcionário graduado, entendi que a posição da empresa nesse aspecto estava consolidada, mas parece que não, que a necessidade falou mais alto, e dessa forma a empresa preferiu ‘abrir a guarda’ para potenciais negócios na esfera civil, agora, coisa que entendo como normal. Abração, Navegador.
  10. Nobres, eu gostaria de agradecer a todos que apresentaram as informações relativas ao meu questionamento, ou seja, sobre a lei valer para qualquer empresa, e principalmente, nos EUA. O que ficou claro, ao menos para mim, é que a competição entre grupos empresariais, lastreados pelos seus países de origem, sentiram a necessidade de um maior controle das negociações, isso por parte de todos, pois acredito que a deslealdade estava tão grande que ficou inviável a continuidade desse tipo de procedimento. Parece-me que o combustível para esse controle tem nome, que é ‘concorrência ferrenha’. Se já é difícil fazer frente ao ‘produto do outro’, na legalidade, imagine na ilegalidade. Outra questão é o fim categórico da globalização. Comentei isso há alguns anos, ou seja, que após a crise de 2008, as coisas mudariam radicalmente do ponto de vista das relações entre países, fundamentalmente no setor comercial, e não deu outra. O movimento de nacionalismo está trazendo o mundo para, em minha forma de ver, os anos 1970, onde o protecionismo, o conservadorismo era algo ‘patente’, tanto na América do Norte como na Europa, Rússia e Japão. Hoje, a única diferença é que o número de países aumentou, e o que veremos será um movimento recessivo global. Navegador
  11. Nobres, apenas uma questão de ‘totalmente leigo’. Se uma empresa norte americana faz um acordo ilícito com outro país, com Embraer fez, e é pega, essa empresa também passará pelos mesmos processos, inclusive com o monitoramento? Navegador
  12. Nobres, aonde foi parar o post que fiz por volta das 17:00h? Navegador
  13. Bom, você não respondeu a minha questão, como solicitado, no mesmo molde em que você a formulou para mim, então não há como prosseguir. Navegador
  14. Claro. Para tanto, faz-se necessária uma contrapartida, ou seja, você antes me informar: Qual foi este acordo da Embraer com a Boeing envolvendo a construção da filosofia KC390? Poderia por favor falar um pouco dele? Navegador
  15. Nobre BLUE SPEED, Sobre a reportagem que vc postou como ‘link’, foi exatamente ela que motivou meu comentário. Gringo não dá ponto sem nó. Agora, temos de considerar uma indiscutível realidade: Embraer não é a grande vilã. Todos os grupos que atuam no setor aeroespacial e militar, todos, indistintamente, têm ‘teto de vidro’. Uma ‘singela’ busca na internet e será possível ler cada lambança, isso de Norte Americano, de Europeu, de Asiático, mas, de Russo, esse é brincadeira, como diria o craque Neto. Assim como já pegaram todos que fizeram durante décadas, chegou a vez da Embraer. Natural, faz parte do jogo. Abração. Navegador.
×
×
  • Create New...

Important Information