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José Castro

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  1. GLK a idéia disso era algo assim, um valor irrisório tipo 2 reais por vôo que iria para um Fundo para a aviação regional. Concordo com o que muitos irão dizer que é errado, tá certo. Mas nesse País, atrasado e extenso, deixar que a aviação regional se desenvolva por meios próprios é algo que não acontecerá. Infelizmente a realidade é assim. Agora quanto ao menosprezo lá sobre o Piauí, obrigado mas, não sou piauiense. Já morei, a informação tá desatualizada no perfil. E agradeço mais porque vc era um cara que contribui muito no fórum, gosto do seu ponto de vista, argumentos, mas comentários assim em nada acrescem ao CR.
  2. O slot sendo cedido o direito de uso com a cobrança de uma taxa sobre cada operação conforme o porte da aeronave poderia gerar uma boa fonte de receitas para viabilizar a regional.
  3. Num Caso desses a manutenção local não consegue desarmar a escorregadeira e liberar o avião para uso ?
  4. Pessoal tá comemorando fazer vôo internacional com tarifas domésticas. Não vi até agora ninguém olhar o outro lado. Certamente não seria mais vantajoso que fosse vôo internacional mesmo, pois mesmo que haja a cobrança de taxa inter terá a vantagem no ICMS. Qual seria mais vantagem? Só vejo perda no esquema inter se o ICMS no RS for bem baixo pra compensar. Outra vantagem que vi seria o tempo de embarque na inter ser maior.
  5. Vc falou em algo que eu já ia comentar. Há algo bem estranho aí, se agora existe dinheiro de um fundo familiar para adquirir participação em uma empresa, por que no momento em que um credor cobrou o seu não quitou esse débito?? Mas não, foi blefar na RJ e deu no que deu.
  6. Sobre o que pode ou não ser feito para controlar a situação, no caso do pax aí surtando, berrando em vôo, é permitido dentro dos procedimentos mandar uma silvertape na boca do cidadão para dar paz ao vôo??
  7. Exatamente isso.3 frequências diárias pra uma Passaredo faz uma boa diferença. As 3 grandes estão consolidadas no mercado, seria interessante essa vantagem para a pequena para manter a concorrência viva nesse hostil espaço aéreo brasileiro.
  8. Aí vc tira as pequenas do jogo. Eu penso numa fora que poderia ser a segui te divisão: 15% pra JJ + 15 G3 + 25 AD + restante para menores.
  9. Todas, mas que faziam parte do gripo.A brasileira, que não fazia parte do grupo, tinha sócios em comum e mais nada.
  10. Avianca marca antiga é fato, mas não foi usada em todas as do grupo. A O6 não fazia parte, tinha apenas sócios em comum. E do mesmo jeito que houve resistência em em unificar as operações com a brasileiras, aposte sem medo de errar que rãs e liberação do uso do nome também teve resistência pra liberar lá por BOG. Complicado ceder o nome para outro criar uma imagem negativa, que foi o que deu ao final de tudo.
  11. Jatinho para levar a dupla. Agora para uma equipe tão numerosa o calibre é outro. Nem Legacy vai caber.
  12. Esqueceu dos russos.Se tá lamentando, é bom torcer pro Comac. É o único que tem poder de dar algum trabalho aos 2 grandes. Tb vejo isso com ressalvas, o mundo nas mãos de 2 fabricantes.
  13. Surreal esse tipo de pensamento dessas otoridades. Como se ainda fôssemos um país rico a coisa séria dessa lógica, um aeroporto de carga em cada cidade de interior. Nem em País rico é assim, nem que tivesse produção de bens para carga aérea se transportaria ela pr um aeroporto maior pra viabilizar os fretes com várias outras cargas. Dentro de uma distância razoável.
  14. Pista de 1500m pra vôo pro exterior com carga, de vento não é? Povo sem noção
  15. E no dia que aparecer essas nova regra não existirá pilotos em numeroso suficiente , com habilitações e treinamentos em dia, de uma hora pra outra. Tá feito o caos
  16. Com ou sem o futuro é sombrio por aumentar exponencialmente o tamanho do concorrente para uma Airbus. Tem bons produtos sim, mas o poderio econômico é muito forte do concorrente. Nesse mercado tem que crescer, mas como?!
  17. Povo não tem pena do Erário, mesmo sendo um país rico como a Alemanha e seus 3 A35 ACJ. Acho demais.
  18. E não paga alimentação. Vc tem a opção de pagar, mas se não quiser alguma coisa pra beber ou petiscar terá.
  19. Isso já foi falado aqui. Resumindo, tem que fazer obra pra comer dinheiro público.
  20. Parei aqui! Ela foi mais uma que caiu por meios próprios, na gestão de inúmeras variáveis que já se falou aqui e impactou diretamente nos balanços por longos períodos, ainda se somada a uma expansão internacional destrambelhada.Caiu por si só assim como fora a Varig. E do vídeo de despedida de MCZ deu pra ver, como em outros casos de empresas que foram pra História, o emocional na cara dos colaboradores. Fazem a aviação por paixão, contaminados pelo bicho do aerococos. Ao final do 2o vídeo a primeira coisa que me veio a mente é o pensamento na equipe de MCZ "fizemos nossa missão. Etapa cumprida. Vamos ver o que nos aguarda amanhã ". É complicado isso, o time hora unido no trabalho, nos seus sonhos depositados numa empresa que sonham que cresça mais, e vai tudo por terra abaixo por uma gestão péssima.
  21. Resumo da ópera a RJ não recupera ninguém. Nenhuma aérea conseguiu renascer nesse mercado hostil tupiniquim. Falaram numa postagem aqui que no States antes de chegar no estágio a beira do colapso, que é a RJ nesse País, por lá entra antes do caos em processo de reorganização (não lembro o termo cunhado na postagem). Se aqui fosse assim, e há 1 ou 1,5 ano se tivesse entrado nesse processo, tendo malha, clientes, fluxo de caixa ainda, respeito, hoje não estaria mais uma indo pra cova. A Varig com 1 aeronave sucumbiu ligeiro. A PAZ agoniza. A AV não será diferente. Com 5 aeronaves não ganha escala, que esse setor precisa. E sem capital e atolada em dívidas, reza a Deus se conseguir ainda resistir na UTI em leito vizinho ao da PAZ.
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