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Nos-767

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  1. basicamente, é um artigo (quase uma tese de mestrado) um tanto "oportunista" fazendo paralelos entre o histórico do MAX e o Neoliberalismo. ...mas sinceramente, só fiquei com as imagens mesmo.
  2. Não queria levar pro lado político mas... "Bloco de Esquerda" já diz muito... No mais, não vai ocorrer até porque só o "lado americano" (DN) vai sair. Os Pedrosa (Grupo Barraqueiro), não. Inclusive: https://expresso.pt/economia/2020-07-11-TAP-acordo-com-Neeleman-ainda-por-assinar-David-Pedrosa-em-suspenso TAP: acordo com Neeleman ainda por assinar, David Pedrosa em suspenso A semana terminou sem se efetivar a saída de David Neeleman da TAP e sem a companhia aérea ter um novo presidente executivo. O Expresso sabe que a assinatura do acordo final que leva David Neeleman a vender os seus 22,5% da TAP e a prescindir dos seus direitos na empresa ainda não aconteceu. O mesmo acordo leva a companhia brasileira de aviação Azul, da qual Neeleman é acionista, a abdicar do direito de converter o seu empréstimo obrigacionista de 90 milhões de euros em ações. No início da semana o ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos tinha dito ao Jornal de Negócios que o que faltava para assinar o acordo eram “formalismos. Genericamente, societários”. Mas na realidade já passaram 10 dias desde que o governo anunciou que o acordo estava fechado e que só faltava assiná-lo. Foi na quinta-feira, 2 de julho, após a reunião do Conselho de Ministros em que estava em cima da mesa a nacionalização pura e dura da TAP, com a tomada pelo Estado do controlo dos 45% que a Atlantic Gateway tem na TAP (empresa detida a meias por Neeleman e pelo empresário Humberto Pedrosa, proprietário do grupo Barraqueiro). Em vez disso o governo chegou a acordo para Neeleman sair a bem através da venda dos 22,5% por 55 milhões de euros, que permitiu à mesma ao Estado tomar o controlo da TAP. Fonte próxima das negociações disse ao Expresso que o acordo ainda não foi assinado por causa de “detalhes”, a mesma justificação que foi usada há 10 dias quando o governo ameaçou avançar com a nacionalização da empresa. DAVID PEDROSA É O NOME MAIS CONSENSUAL Da concretização do acordo está dependente o anúncio do novo presidente executivo da TAP, que substituirá Antonoaldo Neves e que irá gerir a TAP até se encontrar um novo presidente no processo de recrutamento internacional em curso. O governo quer que esta solução transitória seja rápida e com alguém que conheça bem a TAP. O nome de David Pedrosa é o mais consensual para substituir Antonoaldo Neves, tal como o Jornal Económico noticiou. Esta sexta-feira Pedro Nuno Santos e o discreto filho de Humberto Pedrosa conversaram sobre essa hipótese mas não chegaram a uma decisão final. Do acordo com Neeleman dependerá também a chegada do dinheiro do Estado à empresa, após ter sido acordado um empréstimo de urgência de 1,2 mil milhões de euros para mitigar os fortes impactos que a pandemia de Covid-19 está a ter na TAP - e no sector da aviação em geral. David Pedrosa tem 43 anos e está na comissão executiva da TAP desde novembro de 2015, ano em que a transportadora foi privatizada e os donos da Barraqueiro fizeram a parceria com o norte-americano David Neeleman. Licenciou-se em economia na Universidade Católica, teve uma breve passagem pela Deloitte (2001/2003) e de lá passou para a transportadora rodoviária Barraqueiro, onde está há 17 anos. David Pedrosa poderá não ir sozinho. Até porque tem uma tarefa árdua pela frente: preparar o plano de reestruturação da TAP que será discutido com a Comissão Europeia e enfrentar a contestação que os cortes previstos, nomeadamente de trabalhadores, irá suscitar. Antonoaldo Neves, cujo mandato terminava no final deste ano, veio para a TAP com David Neeleman, que o foi buscar à brasileira Azul, onde tinha entrado em 2014 e era então presidente. Não veio diretamente para a presidência da TAP, fez uma transição suave, com Fernando Pinto ainda ao comando da empresa, onde ficou até 31 de janeiro de 2018. Antonoaldo era um gestor de Neeleman e foi por ele trazido para a companhia, por isso a sua manutenção na liderança da TAP era insustentável, com a saída do empresário norte-americano. Pedro Nuno Santos disse de forma clara que Antonoaldo iria sair no dia em que o Estado e David Neeleman anunciaram o acordo de saída deste da companhia aérea, e reforço da posição do Estado de 50% para 72,5%. As relações de Antonoaldo com Pedro Nuno Santos eram tensas já há bastante tempo. O ministro das Infraestruturas não gostou de ser ultrapassado pela questão dos prémios de desempenho relativos a 2018, atribuídos sem o seu conhecimento em ano de prejuízos. Antonoaldo Neves tem fama de ser pouco diplomático e terá comunicado pouco com o acionista Estado. Pedro Nuno Santos queixou-se de falta de transparência em relação ao plano estratégico, alegando que este não estava a ser cumprido, e considerou mais do que uma vez que a TAP não estava a ser bem gerida. A confiança estava quebrada. Ex- sócio da consultora McKinsey Brasil, tinha 42 anos quando entrou na TAP, a experiência na aviação ganhou-se na Azul, onde esteve três anos. Tem dupla nacionalidade, brasileira e portuguesa: nasceu no Brasil, sendo o seu avô de Oliveira de Azeméis. Qual a próxima paragem de Antonoaldo ninguém sabe. Mas Neeleman é acionista da Azul e está a tentar comprar a LATAM Brasil e lançar uma nova companhia nos EUA. Resta saber se Raffael Quintas Alves, atual administrador financeiro se irá manter na TAP. Rafael Quintas Alves também é um gestor ligado a David Neeleman. Era diretor financeiro da Azul, onde estava desde 2009, quando entrou na TAP. O novo presidente executivo da TAP será escolhido no mercado internacional por uma empresa de recrutamento que o Estado irá contratar. Um processo que Pedro Nuno Santos admite que pode demorar alguns meses. RELAÇÃO COM A AZUL SOB ESCRUTÍNIO A relação da TAP com a Azul, que o ministro das Infraestruturas diz que é para manter, tem gerado muitas dúvidas dentro da TAP e é mesmo uma das questões que o Bloco de Esquerda quer esclarecer no âmbito da auditoria que propõe à gestão privada da companhia aérea portuguesa, conforme o Expresso noticia este sábado. Essa auditoria pretende apurar se a gestão da empresa dos últimos cinco anos, que esteve a cargo de Neeleman e de Pedrosa, não prejudicou o interesse público e se não terá de haver uma indemnização ao Estado. A aprovação dessa auditoria está dependente do PSD e do PS, embora Pedro Nuno Santos tenha admitido que não vê problema em que ela se faça – com isso deixando em aberto uma posição favorável dos socialistas. Outro nome que poderá fazer parte da equação da gestão executiva da TAP é Paulo Neto Leite, presidente da Groundforce desde novembro de 2017. A sua boa relação com os sindicatos e com David Pedrosa, com quem trabalhou nos últimos anos (a TAP é acionista da Groundforce e este é um pelouro do filho de Humberto Pedrosa), joga a seu favor. Paulo Neto Leite iniciou a sua carreira na Andersen Consulting mas passou por empresas como a Sumolis e Portugal Telecom. Esteve sete anos no Brasil à frente de vários negócios, entre eles a DEDIC GPTI, uma das maiores empresas brasileiras de contact center e tecnologias de informação, e que geria 26 mil trabalhadores. O nome de Fernando Pinto também foi apontado como uma hipótese, dada a sua experiência no sector da avição e o seu conhecimento da TAP, empresa que liderou durante 18 anos, conforme o Expresso noticiou este sábado. Mas o gestor recusa essa ideia, considerando que a TAP é um capítulo encerrado na sua vida. Também em cima da mesa tem estado o nome de Luís Rodrigues, presidente da companhia SATA, sedeada na Região Autónoma dos Açores. O gestor, que já foi administrador da TAP, também conhece bem o sector.
  3. "Protocolo elogiável" foi até muito elegante da sua parte. Aparentemente não houve critério nenhum. E, posicionada em um país "democrático" como os Emirados, também não se preocuparam muito em dar satisfações.
  4. Com relação ao bairrismo Norte x Sul de Portugal eu concordo. O caso da Catalunha eu coloco o peso da economia dela mesmo. Fazendo uma comparação "grosseira" (e bem ruim) é como se as companhias brasileiras voltassem aos anos 60 e o "hub" da operação doméstica/internacional fosse no RIO, e não em SP.
  5. o problema da SATA é muito - mas muito - anterior à pandemia. SATA era pra ser no máximo, uma regional da TAP.
  6. er... vão usar o modelo "Crossair assumiu a Swissair pra virar Swiss" ? É isso mesmo ?
  7. também achei a analogia pesada, mas... faz sentido. 3 ou 4 ANOS é tempo suficiente pra dizer.. muitas (empresas) ainda vão morrer... é muito tempo de desidratação. Nenhuma crise anterior previu uma retomada tão arrastada... e antes de ser "só uma empresa aérea", a Globalia é uma grande holding turística (como vários grupos espanhóis que sucumbiram em crises passadas).... e turismo, bem...
  8. não conseguia acreditar na Mirim dos Cola (com o Camilinho fazendo a festa na ITA Cargo)... imagina na de um cara que "paga fatura" das outras empresas dele à vista e dá chapéu em mais de 1200 credores trabalhistas, comendo 80% das vendas dos imóveis leiloados... tem gente esperando receber há mais de 3 anos. Quase todas as empresas desse cara são empresas adquiridas em RJ. É o negócio dele... visionário ? Milagreiro ? Not. ----------- Ah... https://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/02/2019/gestores-do-grupo-itapemirim-sao-investigado-por-indicios-de-desvio-e-ma-gestao Ah²: quem quiser um Itapemirim pra chamar de seu, tem até Tribão de R$ 10 mil. https://revistadoonibus.com/2020/05/30/viacao-itapemirim-devera-vender-diversos-onibus-em-leilao-no-dia-9-de-junho/
  9. Gosto muito do canal, mas sempre frisaram que baseavam-se nos relatórios e que é uma representação fidedigna dos fatos ocorridos de acordo com a investigação. Aí fazem um vídeo 4 dias pós-acidente, já com juízos de valor, sendo que o preliminar nem saiu ?
  10. Hum... complicado... É uma indústria com margens baixas e com ciclos com grandes perdas. 20 anos é otimismo. Mas sendo direto: para quem está se afogando, jacaré é tronco.
  11. vejo pelo seguinte prisma: o problema da Boeing com o MAX foi justamente pressa... pressa para lançar (não perder mercado para a Airbus), pressa para resolver depois dos 2 acidentes (e a FAA, chamuscada por ter "deixado passar" não ia vacilar de novo...). Só que o mercado mudou totalmente pós-pandemia. Então, pra quê apressar ? As operadoras não vão ter quem transportar...
  12. A Globalia tem mais coisas a resolver: - A parada dos negócios; - A venda da Air Europa à IAG, que está suspensa; - Uma possível fusão com o Grupo Barceló. Acho que uma filial no BR é a última das preocupações.
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