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Dinämica da Operação

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About Dinämica da Operação

  • Birthday 05/30/1980

Previous Fields

  • Cidade/UF/País
    RIO/SAMPA
  • Data de Nascimento
    30/05/1980

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Location
    Sampa/Rio
  • Interests
    Navios.

Contact Methods

  • Website URL
    http://
  1. Falar em número de rotas, desprezando o tamanho do ASK, é um pouco de ingenuidade. As novas rotas em GRU são etapas longas como FOR e SSA, e essas comparadas às demais rotas lançadas ex GRU são representativas em termos de tamanho. Arriscaria dizer que se usarmos ASK a maioria (acima de 50%) da oferta que a Azul colocou, desde a parada da Avianca, converge com as demais diretamente. Isso é uma mudança de postura e tanto da estratégia da Azul. Péssimo sinal para os yields da região.
  2. Ainda acho que a Clean Air comprará todas essas empresas para voarmos em céus mais limpos.
  3. Esquecemos o principal: o estado está quebrado. Vão tirar de onde o dindin?
  4. Sea, O CASK varia do trecho e tamanho do avião, mas esse mesmo efeito ocorre no RASK. Ou seja, o rask de uma rota voada de embraer 195 x A320 varia em função do tamanho do avião. Ou seja, alguns pontos que trouxe como etapa e tamanho do avião afetam o custo e a receita unitária, não sendo balizadores para destacar diferenças. O ponto é que em Congonhas o RASK é mais pressionado do que em Viracopos (dados mostrados pela a ANAC), dado o nível de tarifário para rotas "equivalentes" serem bem diferentes. Se leu e releu os meus comentários, viu que acho justo a ANAC encontrar um equilíbrio no qual todas as entidades peguem slots. Em um cenário extremo, apresentado pela a ANAC na "tomada de subsídios", a Latam e GOL não pegam nada. A ANAC mostrou que em todos os cenários 100% dos slots vão para as entrantes e em todos os cenários a Azul foi classificada como entrante, diferente dos parâmetros atuais. Ou seja, se as entrantes pedirem todos os slots disponíveis não sobra nada para Latam e GOL. Isso é injusto com quem investiu anos para manter uma operação redonda em Congonhas. Em tempo, a regra atual diz que 50% dos slots novos serão divididos igualmente entre Azul, Latam e GOL. Os outros 50% ficariam entre as empresas entrantes interessadas (Sideral, Passaredo, etc). De onde tirou que 95% vai para Latam e GOL? Não entendi.
  5. 1 - Ninguém falou que há barreira de entrada em VCP. Só mencionei que ironicamente a empresa que cobra mais caro no país e tem o maior CASK das empresas brasileiras listadas na bolsa defende que mais um competidor em Congonhas vai melhorar a competição. Aliais, basta ver os comentários do povo na campanha #Azulnaponteaerea do Instagram, Feice, etc. Muita gente reclamando de preços. 2 - Quantas rotas exclusivas da Azul não podem ser operados pela família A320 ou B737? O quanto representa isso em assentos sobre o total de assentos que a Azul oferece? Assim entendemos a escala de impacto das rotas exclusivas embraer/ATR para a Azul. Que, por sinal, ventila aos quatro cantos o quão bom é ter 320 Neo (e com total razão). No começo dos voos da Azul o "right sizing" foi fundamental para estimular o mercado mas isso hoje ainda é válido para a maioria das rotas? Sei não. 3 - Não há negação de duopólio em Congonhas. O que está em discussão (pelo menos eu estou discutindo) é que mais uma empresa, notoriamente a Azul (que tem o maior CASK e maior tarifa média do país), não necessariamente garantirá melhores preços em Congonhas. Ah, e se a tarifa média de VCP-POA tem considera muita conexão, pelo próprio pró rateio, o valor da passagem deveria ser menor comparada às praças onde tem O&D alto (que deveriam ter a tarifa maior por menor divisão da receita em conexão). Ou seja, alegar isso sem dados mais granulares das tarifas voadas (e não vendidas como há disponíveis na ANAC) é complicado. Seahawk, Novamente ninguém disse que em VCP há barreiras de entrada. O que estou dizendo é que achar que uma empresa que tem um dos maires CASKs do país vai baratear passagens é contra intuitivo. Abraços e agradeço o bom debate!
  6. Corporativismo? Não entendi. As empresas que tem mais slots hoje operam há mais tempo que a Azul e foram, aos poucos, construindo esse portfólio. Trouxeram aviões, tripulações, contrataram, mantém um rigor operacional elevado (Congonhas tem a exigência de regularidade mais alta do país e a maior do mundo - 90%, versus 80% dos demais aeroportos) com aviões/tripulação reserva, etc. Situação ridícula é uma empresa que atua em mercados exclusivas de Campinas e cobra 3x a 4x mais caro que os preços de Congonhas/Guarulhos fazer campanhas que Congonhas precisa de mais competição (vejam a nota técnica da ANAC no processo de tomada de subsídios/ANAC - VCP-POA é 3x mais caro que GRU/CGH-POA)... mas enfim, segue o baile. Acho sinceramente que a Azul deve aumentar sua presença em Congonhas, que devemos dar mais espaço para entrantes e, por fim, que as empresas atuantes (Latam e GOL) ganhem alguns slots da Avianca. Espero que a ANAC encontre uma calibragem de parâmetro que atenda aos nossos interesses como clientes e de toda a indústria. Discordo que o melhor seja sortear slots. Há uma regra vigente desde 2014 e alinhada às melhores práticas mundiais, parece trazer mais segurança jurídica do que um simples sorteio.
  7. Avianca operava ponte, não deve ser tão lucrativa assim.
  8. Acho, apenas acho, que a tarifa era muito mais elevada antigamente. Muito mais clientes são transportados na "ponte" do que antigamente. Ainda bem que o privilégio acabou.
  9. Latam já tinha feito os ajustes na malha. Agora desfaz tudo! Que venham as ultra low cost operar no nosso circo.
  10. Esse é o problema, quantos anos de crescimento vivemos sem solavancos?
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