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LipeGIG

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About LipeGIG

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    Staff Contato Radar
  • Birthday 06/30/1972

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  • Cidade/UF/País
    Rio de Janeiro
  • Data de Nascimento
    30/06/1972

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  • Gender
    Male
  • Location
    Nova York

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  1. A merda no Brasil é que todo episódio tem seus coitados, que são tratados com incrivel reverência pela justiça. Daí no próximo a bonança pelo errado é sempre maior e vem de forma ainda mais tolerante. E achamos normal não parar na placa de "Pare", estacionar em local proibido por 5 minutos, jogar lixo na rua, abrir negócio e não pagar imposto, fazer puxadinho na casa e não regularizar, pagar pro funcionário da tv a cabo fazer ligação ilegal de segundo e terceiro ponto, andar no acostamento quando o engarrafamento se forma, avançar sinal vermelho, furar fila.... E alguém se pergunta por que tem tanto roubo, tanto homicídio, tanto desvio de verba pública.... Deixa a coisa pequena acontecer.....
  2. Caramba, muito prematuro ! E só 272 aeronaves construídas!!!!!
  3. Você tem que acreditar na proposta, que tem que ser factível, e que pode transformar uma empresa inviável em uma empresa extremamente viável. Se todos se unem: credores, acionistas e trabalhadores, o resultado tende a ser ótimo Se só dois dos tres se unem, existem chances de algum sucesso Se só um apoia...a chance é pequena Se ninguém se entende, nem sai do Ch11. Uma dívida de R$ 10 bi reduzida a R$ 2 bi com todos "on board" da participação acionária terá grandes chances da empresa lucrar, se valorizar ao longo do tempo, e quem segurar as ações vai sair bem e pode até recuperar muito ou mais do que abriu mão na conversão.
  4. Aqui tudo é possível para se salvar a empresa. A empresa tem 18 meses onde ela dita as propostas ao juiz (notem que esse prazo pode ser reduzido por decisão do próprio juiz). Depois disso, credores e funcionários podem apresentar planos ao juiz (isso é raro). Historicamente, 10 a 15% das recuperações em Chapter 11 são bem sucedidas.
  5. E ao que parece a American adiou de novo o reinicio do MIA-GIG !
  6. O que o juiz não tolera por aqui é acionista de empresa, que pediu RJ, aproveitar o processo para se auto-beneficiar. No que vejo, ele entendeu que as condições do empréstimo de terceiros foi boa, mas ele viu que 20% de desconto não é uma condição "de mercado "para quem entra em Chapter 11. Aqui meus caros, não tem esse benefício para o acionista.... e a mensagem foi clara: Seu deságio tem que ser maior ou você vai perder tudo !
  7. De outra fonte: O GLOBO https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/juiz-rejeita-proposta-de-financiamento-dos-controladores-da-latam.html A Corte de Falências de Nova York rejeitou a proposta de financiamento de US$ 2,45 bilhões para a Latam no âmbito do processo de recuperação judicial — uma decisão que deixa em suspense o futuro da companhia, que sofre com a drástica queda na demanda nas viagens por conta da pandemia. O juiz James Garrity considerou ilegal um ponto em particular da proposta de financiamento DIP (debtor in possession) apresentada pelos acionistas controladores da companhia, que pleiteavam o direito de converter parte da dívida em participação acionária com um desconto de 20%. Segundo Ana Carolina Monteiro, advogada de reestruturação e insolvência do Kincaid Mendes Vianna Advogados, que representa credores da Latam, a proposta de financiamento ainda poderá ser aceita pela Justiça caso os acionistas da Latam concordem em retirar esse ponto. A decisão da corte americana vinha sendo aguardada há mais de dois meses, mas o processo se arrastou após uma série de questionamentos por parte de detentores de bonds. A proposta de financiamento DIP, modalidade prevista no Capítulo 11, a lei de recuperação judicial americana, dá preferência aos novos credores na recuperação dos créditos em caso de falência. Logo após entrar com pedido de proteção no Capítulo 11 em Nova York, em maio, a Latam apresentou uma proposta de DIP dividida em duas tranches, A e C: Na A, o fundo Oaktree emprestaria US$ 1,3 bilhão para a companhia em condições de mercado que o juiz considerou justas. Na tranche C, os acionistas controladores (famílias Cueto e Amaro) e mais a Qatar, que representam 32% do capital da empresa, emprestariam US$ 900 milhões, podendo acrescentar mais US$ 250 milhões. Pela proposta, eles se reservariam o direito de converter parte da dívida a um desconto de 20%. O juiz considerou haver jurisprudência para rejeitar o pedido, afirmando que seria uma "super prioridade" permitir aos acionistas ampliar a participação na empresa, prejudicando demais credores e minioritarios. — O juiz atendeu ao pedido não apenas dos bondholders, mas do comitê de credores —, diz Ana Carolina, que considerou a decisão "justa e correta". — Se tivesse garantido a super prioridade, os acionistas ganhariam poder de mandar completamente no plano de reestruturação. Como a proposta das tranches A e C é única, a rejeição de um ponto da proposta levou à rejeição total. Agora caberá aos acionistas da Latam avaliar se mantêm ou não o financiamento e quão dispostos estão em correr o risco da diluição de suas participações na companhia. A expectativa dos bondholders agora é sentar na mesa para negociar uma proposta mais equilibrada com os acionistas da empresa. Procurada, a Latam afirmou que ainda está avaliando a decisão da Justiça.
  8. Argentinos vão estar sedentos por praia e alternativas a ficar longe de suas casas. Acerta a Aerolineas ao oferecer o que o mundo procura !
  9. Aposta em novas rotas leisure... mas inconsistente com sua proposta geral !
  10. Me parece um movimento para poder acessar os recursos do governo. Agora não vai existir qualquer critica quanto ao uso dos recursos com pagamento de dividas.... vamos ver...
  11. Por isso eu enfatizei bem a questão do Brasil ter virado um país importador de tudo. Mas a Latam e a Gol não precisam só brigar pelo Brasil - e essa é outra limitação do Brasil... miramos o Brasil. Até o dia em que o povo e o governo pararem com o foco atual da diplomacia/comercial frente ao mundo: queremos vender carne in natura, grãos de soja e milho, petróleo cru e minério de ferro. Nada disso em geral anda de avião. Cada vez que eu vejo uma notica que o Brasil vai conseguir vender mais US$ 1 bilhão em carne e até o negócio de churrascarias no exterior não é mais de propriedade de Brasileiros... agente não sabe fazer dinheiro ! Daí pagamos bilhões por chips, iphones, eletronicos, vacinas, insumos caros para a industria... muito disso vem de avião
  12. Quando eu disse que empresa aerea tem que se reinventar , não imaginei que o resultado de uma delas seria tão animador. O Brasil é importador de quase tudo, e nessa fase o que mais se ouvia era aeronave da cia estrangeira A, B, C, D e E fazendo voo para o Brasil enquanto as aéreas ficam chorando pelos corredores e brigando com funcionários. Falta visão, falta agilidade em aproveitar as oportunidades.
  13. Eu diria que se alguém se propor a levar por R$ 0,01 , leva ! Verdade seja dita, o Covid é severo ao extremo - requer das corporações que não tenham receita constante sustentável (bancos, provedores de banda larga e serviços de telecom, supermercados, atacadistas, fabricantes de alimentos, industrias ligadas a materiais médicos ..) que se reinventem para brigar por sua sobrevivência Fabricante de carro foi fazer respirador.... empresas texteis focaram em fazer máscaras... Os restaurantes que não faziam delivery tiveram que se adaptar Fabricante de alimentos com linha de produtos de baixa penetração focaram em produzir o que vende O que as cias aéreas fizeram ? Muito pouco.
  14. Desde o inicio do Covid acreditava que code-shares seriam a saida para as cias aéreas. Aqui eu vejo que a AA deixa claro que errou ao resolver reduzir sua presença no JFK buscando não "ofuscar" PHL e achou uma forma (inteligente) de voltar a ser mais relevante em um importante mercado, além de se aliar e formar uma combinação poderosa em BOS, um mercado que tem um bom desempenho doméstico mas que é fragmentado demais e impossível de ser dominado por uma só cia no curto prazo (e no longo prazo vai provocar reações... então o resultado final tende a não ser tão bom). Muito da reviravolta da Delta foi via conquistar Nova York. Vamos ver se isso não leva a AA/JetBlue a uma futura fusão... E sem dúvida isso pode ajudar a AA a voltar a investir no long haul do JFK.
  15. Perfeito CabinCrew, a empresa poderia muito bem ter adotado uma posição inicial forte, e ir cedendo como se faz em qualquer negociação entre as partes. No caso da Latam, pior ainda, que a empresa DEPENDE do time que opera na linha de frente e esteja adotando uma estratégia (certamente determinada por Santiago) com alto grau de intransigência. Na minha visão, era mais fácil negociar uma participação acionária, mas empresário latino americano tem uma visão deturpada de capital - jamais pondera que ceder 1 e ficar com 1 tende a elevar o valor da cia para 3, 4 ou 5. Ele prefere ficar com o 1 dele, mesmo que depois fique valendo 0,50 !
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