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LipeGIG

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    Staff Contato Radar
  • Birthday 06/30/1972

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  • Cidade/UF/País
    Rio de Janeiro
  • Data de Nascimento
    30/06/1972

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  • Gender
    Male
  • Location
    Nova York

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  1. Base nova só quando a American ver que o mercado leisure long haul se recuperar - infelizmente o Brasil não está em posição de tirar o proveito que estão tirando o México, Costa Rica e alguns mercados no Caribe que vem recebendo numeros crescentes de Americanos. Com a ocupação atual e os advance bookings não se recuperando nem nos voos atuais... dificil pensar em mais do mesmo prejuízo. Hoje toda a atenção tanto da AA, quanto das demais é o mercado doméstico e internacional short-haul. Mercados leisure doméstico já estão por volta de 90 a 95% do movimento que tinham em Fev/2020. Co
  2. Eu tenho minhas dúvidas, FCRO Penso que uma sub-fleet de 100 aeronaves jamais deixará de ser economicamente viável e por isso vejo toda compra desse porte , sempre, como estratégica. Lembre-se que sempre se falou isso sobre United... Delta... American.... hoje todas operam Airbus também!
  3. Sem duvida, mas nenhuma empresa é igual a outra e nenhum mercado é perfeito. Por isso eu disse, um pequeno prejuizo seria aceitável. Não houve busca por negócios, não existe esse foco, nem em uma cia que tem a vantagem incrivel de ter 5 mercados para atender. Preferiram se esconder no Ch11.
  4. Eu concordo em partes (concordo em 100% no tocante a Coréia mas lembre-se que em geral EUA-Coréia vai voar bem mais vazio). Não sei a dimensão do que poderia ser feito na América Latina, mas acho que a aviação tinha que ser mais unida nessas horas. Eu vejo coisas como a necessidade de code-shares mais amplos, e parcerias entre cias cargueiras e de passageiros - aspectos que eu não vi ainda no mundo da aviação comercial. Quando eu vejo Merck e Jansen se unindo pra fazer a vacina de uma delas, só me traz mais certeza que nesses momentos, parcerias talvez tivessem ajudado a indústria bem
  5. Concordo contigo. Só acho que Latam e Azul, principalmente, podiam estar usando os widebodies de forma bem mais proveitosa! E também seus narrows para atender necessidades de países sem empresa aérea de bandeira! Eu vivo dizendo que o Brasil paga por ser um país de visão local e ter focado demais no agronegócio/minério/petróleo. 1 ano de pandemia - podia muito bem o Brasil ter se convertido em exportador de alcool gel, máscaras.... até respiradores houvesse um esforço inteligente. Mas agente sempre aceita a posição passiva de comprador! Preferiram as cias aéreas encostar
  6. Legal fazer aeroporto, anunciar tudo isso, mas não altera o básico... a sustentabilidade da demanda por serviço aéreo! Cobrar R$ 600 por um voo que pode ser substituido por uma viagem de 6h por R$ 60 nunca vai conseguir se estabelecer em cidades menores. Abaixo de 6h então, vai ser uma epopéia convencer 20, 30, 40 pessoas a aceitarem um horário único. Não vejo isso como rentável e sustentável no longo prazo.
  7. Quem se adapta... Korean Air posts 2020 profit on cargo despite travel hit by COVID - Nikkei Asia "Cargo sales jumped 66% to 4.3 trillion won in 2020 from a year earlier, while passenger sales slumped 74%. Cargo sales were underpinned by the airline's strategy to increase the operation rate of cargo planes and utilize idle passenger planes for transport, the airline said in a statement." Tem gente competente que soube como se reposicionar e dos desafios, enxergou oportunidade. Não foi 1 cia aérea, mas teremos mais casos assim. A grande maioria preferiu no entanto encostar aerona
  8. Interessante... ao que parece a AV vai tentar fugir da concentração de BOG com mais voos leisure de mercados secundários para destinos praianos. E ao mesmo tempo, a Latam quer focar na Colômbia..... Já vi esse filme de super capacidade!
  9. Pra mim a grande questão é que o planejado é algo que combina com uma malha aérea mais robusta operando 6 ou mais voos ao mesmo tempo. Com uma rede ampla (quem sabe chegar a 10 voos simultâneos, 1600 assentos) você cria a economia de escala necessária para se ter quem sabe 20 partidas de onibus oferecendo metade dos 1600 assentos ao mercado de cidades menores. Dai você teria que contar com umas 400 conexões aéreas e o restante seria O&D BH (15 a 25%) Com 1 jato bancar todos esses destinos ? Esperar 40 passageiros para encher um voo de 160 lugares ? E ainda mais uma empres
  10. Tudo no seu tempo! Primeiro você coloca em CGH, valoriza esse aeroporto. Na licitação você diz que isso vai ser de retorno incrivel e que pode ser seguido de liberações para MVD e SCL. Quando você vender CGH, depois de alguns meses você começa a dizer que tem espaço também pra fazer isso no SDU... e pronto.
  11. VLT é algo bem restrito, Rodolfo. Um bom lugar pra usar VLT seria a Faria Lima em São Paulo. O problema é o investimento necessário pra implantar, muito alto, e a capacidade de cada composição é restrita e não gera o resultado necessário nem pra pagar o investimento.
  12. Esses são alguns dos bons exemplos que precisam ser copiados. No fim, nobre A345, o transporte coletivo tem que ser uma função de sua rentabilidade. Metrô só cabe em cidades densas, e cada tipo de meio de transporte atende a demandas específicas. Vamos do micro ônibus passando por ônibus maiores, os BRT's, depois temos transportes de maior densidade... veículos leves sobre trilhos, trens suburbanos e metros que variam de 6 carros (Chicago), 8 carros (São Paulo) e 11 carros (Nova York). ônibus interestadual, aviões ou trens regionais que transportam por vezes 1.400 passageiros. A re
  13. No Brasil infelizmente não se faz infra-estrutura de longo prazo. Obvio que o Metro deveria ser a regra ainda mais no caso do GIG que fica dentro da cidade do Rio de Janeiro e parte de um dos poucos elos da cidade sem transporte coletivo (Ilha do Governador). O problema é que a "tira" do metro atual não consegue em momento algum atingir economia de escala para se bancar, e não adianta investir R$ 1 a 2 bilhões para levar 40 mil passageiros por dia. Transporte coletivo é dever do estado, mas tem que ser rentável, do contrário vai te inviabilizar fazer mais uma estação. Qual a
  14. Sinceramente, quando eu lembro do que via na Alemanha, Canadá e vejo aqui nos Estados Unidos eu fico com mais raiva disso tudo! Em qualquer país sério, funcionário público é igual a qualquer cidadão, claro que tiramos da lista o chefe de estado e os ministros ou secretários de estado (com mais limites a depender da nação). Enquanto o Brasil continuar fazendo isso (dificil usar a palavra aceitar pois o establishment consegue manter os privilégios intocados) eu vou continuar a ver o mesmo futuro de curto prazo que tenho visto ao longo da minha vida toda : voo de galinha. Privil
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