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Fernandinho

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  1. Oi KTR! Olha só, salvo alguma previsão expressa na norma coletiva (ou algo ainda mais específico que me fuja à mente), esse pagamento adicional/variável pode ser pago por km, da mesma forma que ele pode até mesmo nem ser pago. É cláusula contratual, afinal de contas, e se o concorrente quiser fazer algo melhor é uma opção dele. Até acho que remunerar por km, considerando a distância em linha reta entre dois pontos, é mais prático para a empresa. Pouco importa se rolou um super engarrafamento na Dutra (rs), o pagamento variável devido a quem fez o trecho SSA/GRU vai ser sempre o mesmo. Posso estar redondamente enganado, claro!
  2. Penso do meio jeito. Se já pagou tudo, não faz muita diferença gastar 15k ou 18k porque a moeda ficou 20% mais cara. Isso para quem conta o dinheiro. Para quem não faz conta, 50k ou 60k é a mesma coisa.
  3. PT-WRT, sou analfabeto de pai e mãe em penal e processo penal. Detestava na faculdade e devo ter passado pescando de algum colega. Por isso não me atrevo a debater o assunto no aspecto legal/doutrinário/jurisprudencial. Sei o tamanho das minhas pernas e a hora de por o rabo entre elas. Apenas quis ressaltar que existem discussões muito interessantes sobre umas questões psicológicas/neurológicas envolvendo memória e, particularmente, a prova testemunhal (nos EUA, pelo que entendi, a vítima também é considerada eyewitness). Nos crimes sexuais percebi que a insistência sobre a suposta vítima é maior ainda, porque em regra ela nega. Acontece que a negativa pode decorrer do fato de não ter acontecido nada, mas insistem, insistem, insistem, criam cenários, empurram coisas na cabeça da pessoa e depois de algum tempo ela “lembra” do crime. Tenho particular interesse nisso porque de vez em quando eu leio/ouço cada absurdo no trabalho, que só respirando fundo e tomando meio litro de água virando o copo para não sair do sério. E nem preciso falar das pessoas que mentem descaradamente para atingir outros objetivos, como pode ter sido o caso do nosso “menino Ney”. No final do livro da Elyzabeth Loftus ela fala exatamente na linha do que o Bonotto escreveu: quando a pessoa é investigada, processada, senta no banco dos réus, inverte-se totalmente a presunção de inocência. Ela é culpada até que se prove o contrário. Se tiver tempo e interesse, leia os livros. São excelentes mesmo. Abraço!
  4. PT-WRT, sobre prova testemunhal, sugiro a leitura do livro abaixo: https://www.amazon.com.br/Witness-Defense-Accused-Eyewitness-English-ebook/dp/B00XHMGAJ8/ref=asc_df_B00XHMGAJ8/?tag=googleshopp00-20&linkCode=df0&hvadid=379708092693&hvpos=&hvnetw=g&hvrand=13009238919731496142&hvpone=&hvptwo=&hvqmt=&hvdev=c&hvdvcmdl=&hvlocint=&hvlocphy=1001541&hvtargid=pla-810887831699&psc=1 É muito bom, li em menos de uma semana. Tem um caso específico sobre abuso sexual. Familiares paranoicos questionam tanto as crianças, insistem tanto para que elas falem se foram abusadas de alguma forma, que elas acabam inventando historias mirabolantes e totalmente sem sentido. Por isso é sempre bom ter um pé atrás quando a única prova é a testemunhal. Outro livro sobre memória, um pouco mais abrangente, é esse: https://www.amazon.com.br/Memory-Illusion-Remembering-Forgetting-Science-ebook/dp/B019CGXQA8/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=ÅMÅŽÕÑ&keywords=the+memory+illusion&qid=1582321119&s=digital-text&sr=1-1 Abraços
  5. O empregador não tem opção entre aceitar ou não aceitar o pedido de demissão. Se a pessoa não quer mais trabalhar, ela pede demissão e pronto, não pode ser obrigada a continuar trabalhando. Talvez estejam nessa de não aceitar pedido porque sabem que a rescisão deve ser paga em dez dias, senão vem multa. Mas isso não existe. Se alguém me perguntasse o que fazer, eu responderia: não peça demissão, entre com uma ação pedindo rescisão indireta. Além do FGTS que acredito não ser recolhido corretamente, andei lendo por aqui que tem havido atraso no pagamento de salários. Qual a vantagem? Leva o aviso prévio indenizado, a multa do FGTS e saca o que tiver depositado lá, coisas que o empregado não tem direito no pedido de demissão. Já que vai demorar para receber, que seja um pouco mais.
  6. Finalmente. Esse negócio de bagagem de mão virou uma zona. Galera levando uma malinha, uma mochila, uma bolsa de mão, uma sacola do duty free e um travesseiro, achando super bacana. Ah, mas é uma mala só.... Uma vez no CDG pesaram minha mala e a mochila (pequena, cabia embaixo da poltrona), e passou do limite coisa de 1kg. Eu nem tinha prestado atenção que somavam os pesos. Isso foi antes da inspeção. Não teve choro, só apontaram onde estava o totem para fazer o pagamento e morri em 35 euros. Se mandarem alguém pagar um valor equivalente a esse aqui no Brasil vai ter gente ameacando suicídio, mas eu concordo que tem que ser salgado para não se repetir. Eu mesmo, em outra viagem também pela AF, já comprei antecipada a bagagem despachada. Acabei nem usando.
  7. Pergunta bem de leigo mesmo: na situação em que o helicóptero estava, que tipo de comando era possível dar? As circunstâncias eram bem desfavoráveis, evidente, mas me parece improvável que o piloto tenha optado conscientemente por tentar pousar em uma rodovia muito movimentada, logo após um viaduto. É bem parecida com a situação de alguém que vai atravessar a rua e é surpreendido pelo carro que vinha uma faixa depois e não tinha nenhuma visão do pedestre, já que havia um ônibus encobrindo. Antes do viaduto ou no próprio viaduto a aeronave seria bem mais visível, além da possibilidade (sendo mais navegável do que imagino) de tentar fora da estrada. Claro que estou pensando sentado no sofá e a situação lá era crítica, impossibilitando a análise de todos os fatores. Talvez a ideia fosse apenas descer em qualquer lugar e torcer pelo melhor.
  8. Olha, eu tava na fila 25 e não vi nada disso. Tinha gente até dormindo.
  9. Eu estava no voo. De repente todas as luzes e o sistema de entretenimento apagaram. Ficaram apenas as luzes de emergência. Ele começou a descer logo depois e uma das conversas com a torre/controle saiu no pa, dizendo que tinha um problema sério, tinha perdido todos os sistemas elétricos, inclusive o alijamento. Não houve escândalo no avião, mas evidentemente todo mundo ficou com medo. O pouso foi ben duro, deu uma sensação de que quicou um pouco. A espuma foi jogada no trem de pouso principal. Esperamos cerca de 1h para sair. Já no terminal, ouvi falar (aí já pode ser boato, não sei) que não tinha nenhum instrumento de navegação funcionando, que o comandante levou o bicho na mão com a ajuda do rádio. Foi bonito quando a tripulação apareceu na sala de embarque onde estávamos esperando. Aplausos, gente pedindo pra tirar foto, comandante bem simpático respondeu um monte de pergunta.
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