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Forgiven722

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  1. Olá @diasfly, só por curiosidade mesmo: quais são os veículos de imprensa que tratam baloeiros como heróis? Sds
  2. Então, eles já estavam nesse processo de resolver o abacaxi que é a malha doméstica há algum tempo, mas aparentemente o plano de socorro e as políticas ambientais do governo deram a desculpa perfeita para que isso fosse acelerado. Assim que o novo CEO Ben Smith tomou posse, a redução das linhas internas foi uma das primeiras decisões — em 2018, foram quase 190mi € de prejuízo apenas na atividade doméstica. É preciso saber que em rotas em que existe a concorrência direta com o TGV, a maioria esmagadora da preferência dos passageiros é do trem: pegando como exemplo o trecho PAR-BOD, em números de 2016 foram apenas 2 milhões de pax transportados pela AF... enquanto a SNCF levou 16 milhões. Estima-se que cada vez que uma nova cidade anteriormente ligada a Paris pela companhia recebe um serviço ferroviário TGV de 2h para a capital, ela perca até 90% de market share. Grosso modo, o short e o medium-haul da AF pagam pra funcionar e são mantidos apenas por serem estratégicos em termos de suporte ao long-haul, que é onde está o dinheiro. E esse é o caso para uma boa parte das ligações entre Paris e as cidades atendidas por via aérea! Isso tudo tirando o fato de que de TGV os preços são normalmente mais baixos mesmo a poucos dias da partida, não há controle de segurança (líquidos, scanner, etc) nem cobrança de franquia de bagagem (ilimitada), as estações são centrais e consistentemente atendidas pelas redes de transporte público, uma boa parte da frota possui rede Wi-Fi gratuita (e quando não possui, tem 3G/4G dependendo da zona viajada) e é largamente superior em termos de conforto em comparação com a Y de qualquer aeronave. Sds
  3. Já é o caso, a AF (e outras companhias) vende trechos de trem com conexão rápida na estação CDG 2 TGV, que fica dentro do terminal, de/para 14 cidades — incluindo algumas para as quais possui voos diretos, como LYS, NTE e RNS. Orly não tem estação de trem, nesse caso a AF vende o TGV Air a partir da estação Massy TGV, a 20 minutos de ORY e com o transfer de táxi pago pela companhia, para os clientes conectando com os voos de longo curso que partem do aeroporto (JFK, FDF, PDP, CAY, RUN). Fora do esquema TGV Air, a SNCF tem trens diretos para a estação CDG 2 TGV a partir de 20 cidades. Em alguns casos, pode ser mais interessante conectar no aeroporto com o TGV do que pegar um voo direto: o trajeto entre Lyon Part-Dieu e o CDG é de 2h, enquanto um voo direto LYS-CDG leva 1h10 — a diferença é que a estação Part-Dieu fica no centro da cidade e um pax com bagagem pode chegar 5min antes da partida do seu trem, enquanto o aeroporto fica a 30km do centro (35-45min de distância com trânsito bom) e exige uma chegada com no mínimo 30min de antecedência da partida do voo. Sds
  4. A maioria esmagadora dos operadores ferroviários da UE são 100% ou majoritariamente estatais, e uma boa parte das "privadas" são apenas subsidiárias das estatais de outros países. SNCF, Eurostar, Thalys, Thello, Lyria, SNCB, CFL, CFF, Deutsche Bahn, Renfe, Trenitalia, NS, ÖBB, CP, PKP... todas estatais. Na França, a partir de dezembro de 2020, estará aberta a livre concorrência para as linhas internas em modalidade "open access". E por sinal, a primeira interessada nessa reforma é a própria AF, que quebra a cabeça há anos com a manutenção de uma estrutura dedicada (Hop) para manter uma malha doméstica largamente deficitária. A medida não se aplica a ligações internacionais, apenas a ligações domésticas no país, e a venda de trechos internos conectando em ORY/CDG continuaria autorizada (até porque ninguém iria fazer LYS-CDG de trem conectando pra JFK enquanto se pode fazer LYS-FRA-JFK ou LYS-MAD-JFK, por exemplo). Uma lista provisória dos voos restritos incluiria Paris-Marseille (3h05), Paris-Rennes (1h25), Paris-Lyon (2h), Paris-Nantes (2h), Paris-Brest (3h25), Paris-Bordeaux (2h), Paris-Montpellier (3h09) Paris-Mulhouse (2h40), Paris-Agen (3h13), Paris-Clermont-Ferrand (3h17), Paris-Lorient (2h57)... há cidades em que o trajeto ferroviário para Paris é muito mais lento, e nesse caso a venda de trechos internos continuaria (caso de TLS, NCE e PGF, por exemplo). Por outro lado, a França não é só Paris: há uma grande demanda para voos internos entre cidades secundárias, já que uma boa parte das ligações ferroviárias entre as mesmas deve obrigatoriamente se fazer pela capital. Quem quer sair de NCE e ir a BOD de trem tem que fazer uma conexão em Paris atravessando a cidade para mudar de estação, em um trajeto que consome alucinantes 9h — contra 1h20 por via aérea. Sds
  5. Queria saber que acordo excelente é esse, que termina com que a parte tungadora metendo a parte tungada no pau pra se eximir de repassar o que é dela. A concessionária é parte ré. Quem foi pra frente do juiz foi a G3, querendo liminar para reter o equivalente de até 3% das taxas de embarque sobre os três últimos anos de concessão como compensação pelo "serviço de processamento" das tarifas de embarque embutidas nos bilhetes que vende, como era o caso com a viúva Infraero (com a benção da ANAC, só esqueceram que com operadores privados o buraco é mais embaixo). E pasme, ainda por cima pedindo GRATUIDADE DE JUSTIÇA POR INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS em cima de uma causa de R$ 1000... Sobre o mérito: a G3 recolhe um dinheiro que não é dela, ganha X dias com o montante em caixa entre a data de recebimento e a data do repasse e ainda quer cobrar por isso. Sobre a forma, não seria apropriação indébita se os valores fossem no mínimo depositados em juízo enquanto o processo corre. A JJ, por exemplo, pagou o que devia à concessionária e só depois foi reclamar na justiça (onde perdeu, recorreu e perdeu de novo). Como não foi esse o caso, é apropriação indébita sim. Sds
  6. Bom, não é hora de ter companhia recolhendo taxa de embarque dos passageiros em nome do operador aeroportuário e não repassando para quem de direito, né? Sobretudo quando isso equivale a tungar três quartos da sua receita no meio de uma crise sem precedentes. Não tá fácil pra ninguém, mas o nome disso é apropriação indébita... Sds
  7. Pessoal, Relatos de um acidente ocorrido agora já pouco com um A320 da PIA, a princípio fazendo o PK8303 Lahore-Karachi. Segundo o FR24, trata-se do AP-BLD. Sds
  8. Bom, no final de 2019 a ação LTM estava girando em torno de USD 11, já hoje mal chega a USD 3... tirando que a DL precificou a ação a USD 16 na sua oferta de compra pelos 20%. Sds
  9. Em tempos de grandes divórcios no cenário nacional, Embraer decide ela também não deixar barato e sair atirando: Embraer diz que Boeing usou falsas alegações pra romper fusão Contrato foi rescindido pela Boeing hoje de manhã Por Denyse Godoy Publicado em 25 abr 2020, 13h11 A fabricante brasileira de aeronaves Embraer disse hoje, em comunicado à imprensa, que “acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente” o acordo pelo qual a americana compraria a unidade de jatos regionais da brasileira por 4,2 bilhões de dólares. O encerramento da fusão foi anunciado hoje cedo pela Boeing, que alegou que a Embraer não cumpriu todas as condições previstas no contrato para a concretização da transação. “A empresa acredita que a Boeing adotou um padrão sistemático de atraso e violações repetidas ao acordo devido à falta de vontade em concluir a transação, sua condição financeira, ao 737 MAX e outros problemas comerciais e de reputação”, diz a Embraer no comunicado. https://exame.abril.com.br/exame-in/embraer-diz-que-boeing-rescindiu-indevidamente-contrato-de-fusao/
  10. Agora oficialmente confirmado pela Boeing: Boeing Terminates Agreement to Establish Joint Ventures with Embraer CHICAGO, April 25, 2020 /PRNewswire/ -- Boeing (NYSE: BA) announced today that it has terminated its Master Transaction Agreement (MTA) with Embraer, under which the two companies sought to establish a new level of strategic partnership. The parties had planned to create a joint venture comprising Embraer's commercial aviation business and a second joint venture to develop new markets for the C-390 Millennium medium airlift and air mobility aircraft. Under the MTA, April 24, 2020, was the initial termination date, subject to extension by either party if certain conditions were met. Boeing exercised its rights to terminate after Embraer did not satisfy the necessary conditions. "Boeing has worked diligently over more than two years to finalize its transaction with Embraer. Over the past several months, we had productive but ultimately unsuccessful negotiations about unsatisfied MTA conditions. We all aimed to resolve those by the initial termination date, but it didn't happen," said Marc Allen, president of Embraer Partnership & Group Operations. "It is deeply disappointing. But we have reached a point where continued negotiation within the framework of the MTA is not going to resolve the outstanding issues." The planned partnership between Boeing and Embraer had received unconditional approval from all necessary regulatory authorities, with the exception of the European Commission. Boeing and Embraer will maintain their existing Master Teaming Agreement, originally signed in 2012 and expanded in 2016, to jointly market and support the C-390 Millennium military aircraft. https://boeing.mediaroom.com/2020-04-25-Boeing-Terminates-Agreement-to-Establish-Joint-Ventures-with-Embraer
  11. Pressões políticas e Covid-19 fazem Boeing desistir da compra da Embraer Fontes ouvidas por VEJA afirmam que a diretoria da Embraer estava ciente de que a Boeing daria para trás e que o acordo foi por água abaixo Por Machado da Costa, Victor Irajá - 24 abr 2020, 18h33 A americana Boeing desistiu do acordo bilionário pela compra da brasileira Embraer. A crise causada pelo novo coronavírus (Covid-19) e a dificuldade de operação de voos foram a pá de cal para que a empresa dos Estados Unidos desistisse da negociação de 4,2 bilhões de dólares pela compra da companhia brasileira. A negociação envolvia a fusão entre as duas empresas, que teria 80% da nova companhia comandada pela Boeing. Aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, o acordo tinha até esta sexta-feira, 24, para ser ratificado. Segundo fontes ouvidas por VEJA, a diretoria da Embraer estava ciente de que a Boeing daria para trás e que o acordo foi por água abaixo. A pressão do presidente americano, Donald Trump, em meio ao auxílio destinado pelo governo dos Estados Unidos para manter a empresa viva com as dificuldades amargadas pelo setor aéreo graças à pandemia inviabilizaram o acordo. Em entrevista a VEJA, Richard Aboulafia, vice-presidente de análise do Teal Group, consultoria de aviação norte-americana, afirmou que a não consolidação do acordo não causa impactos relevantes à situação da Embraer. “A Embraer era uma fonte importante para os engenheiros para viabilizar a montagem de um novo Boeing de tamanho médio, mas não parece que esse projeto sairá do papel tão cedo. O único problema mais sério para eles é que eles não terão uma aeronave para concorrer com a Airbus, que tem o modelo A220, mas isso não é uma prioridade para a companhia”, afirma ele. Segundo ele, a Boeing terá de pagar entre 75 milhões de dólares e 100 milhões de dólares pela quebra do acordo. As negociações também dependiam do aval da União Europeia já que, em setembro, o bloco anunciou que abriria investigação sobre a compra da divisão comercial da Embraer. Com 25 bilhões de dólares em caixa e um gigantesco passivo para resolver — decorrente da queda de duas aeronaves do novíssimo 737 MAX e do cancelamento de pedidos de centenas de unidades do modelo —, a empresa americana teme não sobreviver até o fim do ano, conforme declaração recente de seu recém-empossado presidente, Dave Calhoun. A Boeing pediu um auxílio de 60 bilhões de dólares ao governo americano para transpassar o duro momento. De acordo com um comunicado emitido nesta semana, a Embraer informa que, caso o acordo não fosse consolidado, não havia garantias de que a data para a consolidação do negócio fosse postergada. Segundo a companhia, as conversas para a prorrogação do prazo com a Boeing estão mantidas. A operação previa duas transações. Uma delas consiste na aquisição pela Boeing de 80% do capital do negócio de aviação comercial da Embraer, que engloba a produção de aeronaves regionais e comerciais de grande porte, de operação comercial. A segunda tratava-se da criação de uma joint venture entre a Boeing e a Embraer voltada para a produção da aeronave de transporte militar KC-390, com participações de 49% e 51%, respectivamente, para a operação de defesa. Na ocasião, a Embraer informou que a transação avalia 100% das operações de aeronaves comerciais da empresa em US$ 5,26 bilhões e contempla um valor de US$ 4,2 bilhões pela participação de 80% da Boeing na joint venture. Os negócios de defesa e jatos executivos e as operações de serviços da empresa associados a esses produtos permanecerão como uma empresa independente e de capital aberto. Os investimentos mais pesados da divisão comercial, que tem forte concorrência com a Airbus, ficariam a cargo da Boeing. Procurada por VEJA, a Embraer não quis comentar. https://veja.abril.com.br/economia/pressoes-politicas-e-covid-19-fazem-boeing-desistir-da-compra-da-embraer/
  12. A TAP tem reduzido um bocado os preços com origem Europa, há algumas semanas estavam anunciando roundtrip para os destinos no NE a 300€ com muitas disponibilidades! Sds
  13. Por que não daria? Mensagens e documentos fornecidos pela própria empresa, inclusive confirmados pela mesma em nota oficial na qual pede desculpas... https://boeing.mediaroom.com/news-releases-statements?item=130600 Sds
  14. Concordo plenamente. Contudo, estabelecendo um paralelo, vejo poucos anticomunistas e defensores da liberdade se desfazendo de seus PCs americanos, iPhone, etc -- todos produzidos em regime de semi-escravidão na China... Sds
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