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Forgiven722

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  1. Claro que não há ainda a emissão de bilhetes assim como em nenhum dos exemplos citados, mas qualquer profissional da área sabe que todo ponto de contato entre uma empresa e seus clientes deve ser pensado com o mínimo de cuidado (e isso inclui potenciais candidatos)… e não há dúvidas que vai ser o principal canal de vendas assim que as passagens começarem a ser vendidas — por enquanto, o futuro passageiro que vê uma notícia sobre a ITA e joga o nome da empresa no Google cai naquilo ali, de um amadorismo flagrante.
  2. Nenhum dos dois pra mim bate o da norueguesa Flyr: https://www.flyr.no/en Fazer um site que preste custa dinheiro de pinga perto dos investimentos anunciados, esse amadorismo e falta de cuidado com o maior canal de vendas da companhia me aflige!
  3. · MODALITÀ DI INGRESSO IN ITALIA: Il rientro/l’ingresso in Italia, in caso di soggiorno/transito nei 14 giorni precedenti da questo gruppo di Paesi, è sempre consentito ai cittadini italiani/UE/Schengen e loro familiari, nonché ai titolari dello status di soggiornanti di lungo periodo e loro familiari (Direttiva 2004/38/CE). Il DPCM 3 dicembre 2020 conferma inoltre la possibilità di ingresso in Italia, dai Paesi dell’elenco E, per le persone che hanno una relazione affettiva comprovata e stabile (anche se non conviventi) con cittadini italiani/UE/Schengen o con persone fisiche che siano legalm
  4. Acho que a questão não são os árabes em si, mas sim o conceito de “o dinheiro dos árabes” que tem sido de maneira recorrente a tábua de salvação pra enganar incautos e justificar empreitadas diversas, dentro e fora da aviação (tem até uma DeskJet clássica pra contar história)... Sds
  5. Olá @diasfly, só por curiosidade mesmo: quais são os veículos de imprensa que tratam baloeiros como heróis? Sds
  6. Então, eles já estavam nesse processo de resolver o abacaxi que é a malha doméstica há algum tempo, mas aparentemente o plano de socorro e as políticas ambientais do governo deram a desculpa perfeita para que isso fosse acelerado. Assim que o novo CEO Ben Smith tomou posse, a redução das linhas internas foi uma das primeiras decisões — em 2018, foram quase 190mi € de prejuízo apenas na atividade doméstica. É preciso saber que em rotas em que existe a concorrência direta com o TGV, a maioria esmagadora da preferência dos passageiros é do trem: pegando como exemplo o trecho PAR-BOD, em números d
  7. Já é o caso, a AF (e outras companhias) vende trechos de trem com conexão rápida na estação CDG 2 TGV, que fica dentro do terminal, de/para 14 cidades — incluindo algumas para as quais possui voos diretos, como LYS, NTE e RNS. Orly não tem estação de trem, nesse caso a AF vende o TGV Air a partir da estação Massy TGV, a 20 minutos de ORY e com o transfer de táxi pago pela companhia, para os clientes conectando com os voos de longo curso que partem do aeroporto (JFK, FDF, PDP, CAY, RUN). Fora do esquema TGV Air, a SNCF tem trens diretos para a estação CDG 2 TGV a partir de 20 cidades.
  8. A maioria esmagadora dos operadores ferroviários da UE são 100% ou majoritariamente estatais, e uma boa parte das "privadas" são apenas subsidiárias das estatais de outros países. SNCF, Eurostar, Thalys, Thello, Lyria, SNCB, CFL, CFF, Deutsche Bahn, Renfe, Trenitalia, NS, ÖBB, CP, PKP... todas estatais. Na França, a partir de dezembro de 2020, estará aberta a livre concorrência para as linhas internas em modalidade "open access". E por sinal, a primeira interessada nessa reforma é a própria AF, que quebra a cabeça há anos com a manutenção de uma estrutura dedicada (Hop) para manter u
  9. Queria saber que acordo excelente é esse, que termina com que a parte tungadora metendo a parte tungada no pau pra se eximir de repassar o que é dela. A concessionária é parte ré. Quem foi pra frente do juiz foi a G3, querendo liminar para reter o equivalente de até 3% das taxas de embarque sobre os três últimos anos de concessão como compensação pelo "serviço de processamento" das tarifas de embarque embutidas nos bilhetes que vende, como era o caso com a viúva Infraero (com a benção da ANAC, só esqueceram que com operadores privados o buraco é mais embaixo). E pasme, ainda por cima pedi
  10. Bom, não é hora de ter companhia recolhendo taxa de embarque dos passageiros em nome do operador aeroportuário e não repassando para quem de direito, né? Sobretudo quando isso equivale a tungar três quartos da sua receita no meio de uma crise sem precedentes. Não tá fácil pra ninguém, mas o nome disso é apropriação indébita... Sds
  11. Pessoal, Relatos de um acidente ocorrido agora já pouco com um A320 da PIA, a princípio fazendo o PK8303 Lahore-Karachi. Segundo o FR24, trata-se do AP-BLD. Sds
  12. Bom, no final de 2019 a ação LTM estava girando em torno de USD 11, já hoje mal chega a USD 3... tirando que a DL precificou a ação a USD 16 na sua oferta de compra pelos 20%. Sds
  13. Em tempos de grandes divórcios no cenário nacional, Embraer decide ela também não deixar barato e sair atirando: Embraer diz que Boeing usou falsas alegações pra romper fusão Contrato foi rescindido pela Boeing hoje de manhã Por Denyse Godoy Publicado em 25 abr 2020, 13h11 A fabricante brasileira de aeronaves Embraer disse hoje, em comunicado à imprensa, que “acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente” o acordo pelo qual a americana compraria a unidade de jatos regionais da brasileira por 4,2 bilhões de dólares. O encerramento da
  14. Agora oficialmente confirmado pela Boeing: Boeing Terminates Agreement to Establish Joint Ventures with Embraer CHICAGO, April 25, 2020 /PRNewswire/ -- Boeing (NYSE: BA) announced today that it has terminated its Master Transaction Agreement (MTA) with Embraer, under which the two companies sought to establish a new level of strategic partnership. The parties had planned to create a joint venture comprising Embraer's commercial aviation business and a second joint venture to develop new markets for the C-390 Millennium medium airlift and air mobility aircraft. Under the MTA, Apri
  15. Pressões políticas e Covid-19 fazem Boeing desistir da compra da Embraer Fontes ouvidas por VEJA afirmam que a diretoria da Embraer estava ciente de que a Boeing daria para trás e que o acordo foi por água abaixo Por Machado da Costa, Victor Irajá - 24 abr 2020, 18h33 A americana Boeing desistiu do acordo bilionário pela compra da brasileira Embraer. A crise causada pelo novo coronavírus (Covid-19) e a dificuldade de operação de voos foram a pá de cal para que a empresa dos Estados Unidos desistisse da negociação de 4,2 bilhões de dólares pela compra da companhia brasilei
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