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Forgiven722

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Posts posted by Forgiven722

  1. 3 hours ago, Bonotto said:


    Árabe, Norte Americano, Chinês, Australiano, Francês, Inglês e até Paraguaio são investimentos ok até que sejam provados ilícitos.
    Não entendo a bronca com os Árabes, colocam as cias de lá como exemplo de sucesso mas se investirem aqui é quase criminoso, caso para a PF.

     

    Acho que a questão não são os árabes em si, mas sim o conceito de “o dinheiro dos árabes” que tem sido de maneira recorrente a tábua de salvação pra enganar incautos e justificar empreitadas diversas, dentro e fora da aviação (tem até uma DeskJet clássica pra contar história)...

    Sds

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  2. On 27/06/2020 at 10:02, raverbashing said:

    Pois é, me parece mais um jeito de fazer a AF cortar rotas (possivelmente deficitárias) ainda mais que o dinheiro do gov. tá sendo colocado

    "Ah mas a companhia deveria fazer isso por ela mesmo" é, mas já viu como são as coisas, principalmente quando tem política no meio.

    Então, eles já estavam nesse processo de resolver o abacaxi que é a malha doméstica há algum tempo, mas aparentemente o plano de socorro e as políticas ambientais do governo deram a desculpa perfeita para que isso fosse acelerado. Assim que o novo CEO Ben Smith tomou posse, a redução das linhas internas foi uma das primeiras decisões — em 2018, foram quase 190mi € de prejuízo apenas na atividade doméstica. É preciso saber que em rotas em que existe a concorrência direta com o TGV, a maioria esmagadora da preferência dos passageiros é do trem: pegando como exemplo o trecho PAR-BOD, em números de 2016 foram apenas 2 milhões de pax transportados pela AF... enquanto a SNCF levou 16 milhões. Estima-se que cada vez que uma nova cidade anteriormente ligada a Paris pela companhia recebe um serviço ferroviário TGV de 2h para a capital, ela perca até 90% de market share.

    Grosso modo, o short e o medium-haul da AF pagam pra funcionar e são mantidos apenas por serem estratégicos em termos de suporte ao long-haul, que é onde está o dinheiro.

    13 hours ago, Jlito said:

    Assim já fica vantajoso até.

    E esse é o caso para uma boa parte das ligações entre Paris e as cidades atendidas por via aérea! Isso tudo tirando o fato de que de TGV os preços são normalmente mais baixos mesmo a poucos dias da partida, não há controle de segurança (líquidos, scanner, etc) nem cobrança de franquia de bagagem (ilimitada), as estações são centrais e consistentemente atendidas pelas redes de transporte público, uma boa parte da frota possui rede Wi-Fi gratuita (e quando não possui, tem 3G/4G dependendo da zona viajada) e é largamente superior em termos de conforto em comparação com a Y de qualquer aeronave.

    Sds

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  3. 21 hours ago, Jlito said:

    Tipo: vão colocar trens partindo de CDG e ORY para Nantes e Bordeaux , por exemplo ?  Se não for assim, você terá que desembarcar, se deslocar do aeroporto até a estação de trem e de lá pegar o trem. Tudo isso por sua conta

    Como vocês estão dizendo: tem muito mais coisa por trás disso daí.

    Em Barcelona a prefeita queria fazer o mesmo...

    Já é o caso, a AF (e outras companhias) vende trechos de trem com conexão rápida na estação CDG 2 TGV, que fica dentro do terminal, de/para 14 cidades — incluindo algumas para as quais possui voos diretos, como LYS, NTE e RNS.

    Orly não tem estação de trem, nesse caso a AF vende o TGV Air a partir da estação Massy TGV, a 20 minutos de ORY e com o transfer de táxi pago pela companhia, para os clientes conectando com os voos de longo curso que partem do aeroporto (JFK, FDF, PDP, CAY, RUN). Fora do esquema TGV Air, a SNCF tem trens diretos para a estação CDG 2 TGV a partir de 20 cidades.

    Em alguns casos, pode ser mais interessante conectar no aeroporto com o TGV do que pegar um voo direto: o trajeto entre Lyon Part-Dieu e o CDG é de 2h, enquanto um voo direto LYS-CDG leva 1h10 — a diferença é que a estação Part-Dieu fica no centro da cidade e um pax com bagagem pode chegar 5min antes da partida do seu trem, enquanto o aeroporto fica a 30km do centro (35-45min de distância com trânsito bom) e exige uma chegada com no mínimo 30min de antecedência da partida do voo.

    Sds

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  4. 8 hours ago, A345_Leadership said:

    Até que ponto o environmental friendly é verdadeiro ou porque esconde outras intenções?

    Quem detém as operações de trens na França, pelo que eu sei, é a estatal SNCF e a Thalys, que é uma subsidiária da primeira.

    A maioria esmagadora dos operadores ferroviários da UE são 100% ou majoritariamente estatais, e uma boa parte das "privadas" são apenas subsidiárias das estatais de outros países.

    SNCF, Eurostar, Thalys, Thello, Lyria, SNCB, CFL, CFF, Deutsche Bahn, Renfe, Trenitalia, NS, ÖBB, CP, PKP... todas estatais.

    Na França, a partir de dezembro de 2020, estará aberta a livre concorrência para as linhas internas em modalidade "open access". E por sinal, a primeira interessada nessa reforma é a própria AF, que quebra a cabeça há anos com a manutenção de uma estrutura dedicada (Hop) para manter uma malha doméstica largamente deficitária.

    4 hours ago, raverbashing said:

    Viagem de Trem de 2h. Mesmo se estiverem contado o TGV, isso é uma viagem bem curta

    Paris-Bruxelas é 1h30 com o Thalys/TGV por exemplo (e não entraria já que não é doméstico)

    A medida provavelmente vai fazer muito pouca diferença

    A medida não se aplica a ligações internacionais, apenas a ligações domésticas no país, e a venda de trechos internos conectando em ORY/CDG continuaria autorizada (até porque ninguém iria fazer LYS-CDG de trem conectando pra JFK enquanto se pode fazer LYS-FRA-JFK ou LYS-MAD-JFK, por exemplo).

    Uma lista provisória dos voos restritos incluiria Paris-Marseille (3h05), Paris-Rennes (1h25), Paris-Lyon (2h), Paris-Nantes (2h), Paris-Brest (3h25), Paris-Bordeaux (2h), Paris-Montpellier (3h09) Paris-Mulhouse (2h40), Paris-Agen (3h13), Paris-Clermont-Ferrand (3h17), Paris-Lorient (2h57)... há cidades em que o trajeto ferroviário para Paris é muito mais lento, e nesse caso a venda de trechos internos continuaria (caso de TLS, NCE e PGF, por exemplo).

    Por outro lado, a França não é só Paris: há uma grande demanda para voos internos entre cidades secundárias, já que uma boa parte das ligações ferroviárias entre as mesmas deve obrigatoriamente se fazer pela capital. Quem quer sair de NCE e ir a BOD de trem tem que fazer uma conexão em Paris atravessando a cidade para mudar de estação, em um trajeto que consome alucinantes 9h — contra 1h20 por via aérea.

    Sds

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  5. 10 hours ago, Mister.Eslátes said:

    Apropriação indébita...are you sure, jovem?

    Não havia sido parte de um acordo?

    Queria saber que acordo excelente é esse, que termina com que a parte tungadora metendo a parte tungada no pau pra se eximir de repassar o que é dela.

    A concessionária é parte ré. Quem foi pra frente do juiz foi a G3, querendo liminar para reter o equivalente de até 3% das taxas de embarque sobre os três últimos anos de concessão como compensação pelo "serviço de processamento" das tarifas de embarque embutidas nos bilhetes que vende, como era o caso com a viúva Infraero (com a benção da ANAC, só esqueceram que com operadores privados o buraco é mais embaixo). E pasme, ainda por cima pedindo GRATUIDADE DE JUSTIÇA POR INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS em cima de uma causa de R$ 1000...

    Sobre o mérito: a G3 recolhe um dinheiro que não é dela, ganha X dias com o montante em caixa entre a data de recebimento e a data do repasse e ainda quer cobrar por isso. Sobre a forma, não seria apropriação indébita se os valores fossem no mínimo depositados em juízo enquanto o processo corre. A JJ, por exemplo, pagou o que devia à concessionária e só depois foi reclamar na justiça (onde perdeu, recorreu e perdeu de novo). Como não foi esse o caso, é apropriação indébita sim.

    Sds

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  6. 49 minutes ago, Mister.Eslátes said:

    Isso vai dar pano para a Manga..

    Não é hora de Juíz martelar.

    Bom, não é hora de ter companhia recolhendo taxa de embarque dos passageiros em nome do operador aeroportuário e não repassando para quem de direito, né? Sobretudo quando isso equivale a tungar três quartos da sua receita no meio de uma crise sem precedentes. Não tá fácil pra ninguém, mas o nome disso é apropriação indébita...

    Sds

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  7. Em tempos de grandes divórcios no cenário nacional, Embraer decide ela também não deixar barato e sair atirando:

    Embraer diz que Boeing usou falsas alegações pra romper fusão

    Contrato foi rescindido pela Boeing hoje de manhã

    Publicado em 25 abr 2020, 13h11

    A fabricante brasileira de aeronaves Embraer disse hoje, em comunicado à imprensa, que “acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente” o acordo pelo qual a americana compraria a unidade de jatos regionais da brasileira por 4,2 bilhões de dólares. O encerramento da fusão foi anunciado hoje cedo pela Boeing, que alegou que a Embraer não cumpriu todas as condições previstas no contrato para a concretização da transação.

    A empresa acredita que a Boeing adotou um padrão sistemático de atraso e violações repetidas ao acordo devido à falta de vontade em concluir a transação, sua condição financeira, ao 737 MAX e outros problemas comerciais e de reputação”, diz a Embraer no comunicado.

    https://exame.abril.com.br/exame-in/embraer-diz-que-boeing-rescindiu-indevidamente-contrato-de-fusao/

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  8. Agora oficialmente confirmado pela Boeing:

    Boeing Terminates Agreement to Establish Joint Ventures with Embraer

    CHICAGO, April 25, 2020 /PRNewswire/ -- Boeing (NYSE: BA) announced today that it has terminated its Master Transaction Agreement (MTA) with Embraer, under which the two companies sought to establish a new level of strategic partnership. The parties had planned to create a joint venture comprising Embraer's commercial aviation business and a second joint venture to develop new markets for the C-390 Millennium medium airlift and air mobility aircraft.

    Under the MTA, April 24, 2020, was the initial termination date, subject to extension by either party if certain conditions were met. Boeing exercised its rights to terminate after Embraer did not satisfy the necessary conditions.

    "Boeing has worked diligently over more than two years to finalize its transaction with Embraer. Over the past several months, we had productive but ultimately unsuccessful negotiations about unsatisfied MTA conditions. We all aimed to resolve those by the initial termination date, but it didn't happen," said Marc Allen, president of Embraer Partnership & Group Operations. "It is deeply disappointing. But we have reached a point where continued negotiation within the framework of the MTA is not going to resolve the outstanding issues." 

    The planned partnership between Boeing and Embraer had received unconditional approval from all necessary regulatory authorities, with the exception of the European Commission. 

    Boeing and Embraer will maintain their existing Master Teaming Agreement, originally signed in 2012 and expanded in 2016, to jointly market and support the C-390 Millennium military aircraft.

     

    https://boeing.mediaroom.com/2020-04-25-Boeing-Terminates-Agreement-to-Establish-Joint-Ventures-with-Embraer

  9. Pressões políticas e Covid-19 fazem Boeing desistir da compra da Embraer

    Fontes ouvidas por VEJA afirmam que a diretoria da Embraer estava ciente de que a Boeing daria para trás e que o acordo foi por água abaixo

    Por Machado da Costa, Victor Irajá - 24 abr 2020, 18h33 

    A americana Boeing desistiu do acordo bilionário pela compra da brasileira Embraer. A crise causada pelo novo coronavírus (Covid-19) e a dificuldade de operação de voos foram a pá de cal para que a empresa dos Estados Unidos desistisse da negociação de 4,2 bilhões de dólares pela compra da companhia brasileira. A negociação envolvia a fusão entre as duas empresas, que teria 80% da nova companhia comandada pela Boeing. Aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, o acordo tinha até esta sexta-feira, 24, para ser ratificado. Segundo fontes ouvidas por VEJA, a diretoria da Embraer estava ciente de que a Boeing daria para trás e que o acordo foi por água abaixo. A pressão do presidente americano, Donald Trump, em meio ao auxílio destinado pelo governo dos Estados Unidos para manter a empresa viva com as dificuldades amargadas pelo setor aéreo graças à pandemia inviabilizaram o acordo.

    Em entrevista a VEJA, Richard Aboulafia, vice-presidente de análise do Teal Group, consultoria de aviação norte-americana, afirmou que a não consolidação do acordo não causa impactos relevantes à situação da Embraer. “A Embraer era uma fonte importante para os engenheiros para viabilizar a montagem de um novo Boeing de tamanho médio, mas não parece que esse projeto sairá do papel tão cedo. O único problema mais sério para eles é que eles não terão uma aeronave para concorrer com a Airbus, que tem o modelo A220, mas isso não é uma prioridade para a companhia”, afirma ele. Segundo ele, a Boeing terá de pagar entre 75 milhões de dólares e 100 milhões de dólares pela quebra do acordo. As negociações também dependiam do aval da União Europeia já que, em setembro, o bloco anunciou que abriria investigação sobre a compra da divisão comercial da Embraer. 

    Com 25 bilhões de dólares em caixa e um gigantesco passivo para resolver — decorrente da queda de duas aeronaves do novíssimo 737 MAX e do cancelamento de pedidos de centenas de unidades do modelo —, a empresa americana teme não sobreviver até o fim do ano, conforme declaração recente de seu recém-empossado presidente, Dave Calhoun. A Boeing pediu um auxílio de 60 bilhões de dólares ao governo americano para transpassar o duro momento. De acordo com um comunicado emitido nesta semana, a Embraer informa que, caso o acordo não fosse consolidado, não havia garantias de que a data para a consolidação do negócio fosse postergada. Segundo a companhia, as conversas para a prorrogação do prazo com a Boeing estão mantidas.

    A operação previa duas transações. Uma delas consiste na aquisição pela Boeing de 80% do capital do negócio de aviação comercial da Embraer, que engloba a produção de aeronaves regionais e comerciais de grande porte, de operação comercial. A segunda tratava-se da criação de uma joint venture entre a Boeing e a Embraer voltada para a produção da aeronave de transporte militar KC-390, com participações de 49% e 51%, respectivamente, para a operação de defesa.

    Na ocasião, a Embraer informou que a transação avalia 100% das operações de aeronaves comerciais da empresa em US$ 5,26 bilhões e contempla um valor de US$ 4,2 bilhões pela participação de 80% da Boeing na joint venture. Os negócios de defesa e jatos executivos e as operações de serviços da empresa associados a esses produtos permanecerão como uma empresa independente e de capital aberto. Os investimentos mais pesados da divisão comercial, que tem forte concorrência com a Airbus, ficariam a cargo da Boeing. Procurada por VEJA, a Embraer não quis comentar.

    https://veja.abril.com.br/economia/pressoes-politicas-e-covid-19-fazem-boeing-desistir-da-compra-da-embraer/

  10. 4 hours ago, giuli said:

    Voo direto da TAP somente para Lisboa. Para os demais destinos Europeus vai ter que fazer uma escala igual. Se tiver regularidade e preço acho que pode concorrer com a TAP,  que estava com preços nas alturas.

    A TAP tem reduzido um bocado os preços com origem Europa, há algumas semanas estavam anunciando roundtrip para os destinos no NE a 300€ com muitas disponibilidades!

    Sds

  11. 16 hours ago, Bonotto said:

    Interessante.

    Neste tópico em que os iranianos abateram um avião de uma cia iraniana com  cidadãos  iranianos por uma besteira de algum militar iraniano vejo
    um monte de users malhando os americanos. E vários usando PC´S americanos, IPhone, etc

    Concordo plenamente. Contudo, estabelecendo um paralelo, vejo poucos anticomunistas e defensores da liberdade se desfazendo de seus PCs americanos, iPhone, etc -- todos produzidos em regime de semi-escravidão na China...

    Sds

  12. O OrlyVal é bem mais caro (9 euros só para o OrlyVal cuja viagem não dura 15 minutos). Ele te deixa numa estação do RER, onde se tem que comprar mais um ticket, onde para a linha B que depois te leva à Paris. Prova da impopularidade do serviço é que será inaugurada em 2023 uma estação da linha 14 do metro em frente ao aeroporto que irá matar o OrlyVal de vez.

     

    CDG vc ja sai direto no RER B que te leva ao centro da cidade. É bem eficiente. O serviço expresso só funciona entre 10h da manha e 15h, 16h mais ou menos, ou seja, fora do horário de pico. Estão fazendo também o CDG Express que oferecerá serviços nonstop ate a Gare de lEst mas será um serviço com tarifação exclusiva e com preço mais elevado.

     

    Se a pessoa comprar o passe Navigo (zona 1- 5) ela tem acesso a todos os transportes da região de Paris inclusive o RER B ate CDG por determinado periodo (uma semana ou mesmo um mês). A exceção é justamente o OrlyVal. A alternativa, que muita gente usa, é o OrlyBus que também está incluso no Navigo.

     

    De carro o acesso varia muito e depende em que parte da cidade se está e do horário.

     

     

    BVFA, discordo em partes já que acho ORY um pouco mais fácil de usar... E a diferença de preço é pequena.

     

    O bilhete único pra Paris, comprado na entrada do OrlyVal e que te deixa literalmente na porta do trem em Antony, custa 12.10€ com o RER incluído. Vir do CDG de RER B custa 11.40€, setenta centavos mais barato. Ao mesmo tempo CDG é mais caro de táxi/Uber e também de ônibus, já que ir até Paris via ex-Cars AF custa 18€ enquanto a tarifa a partir de ORY é de 12€; já o RoissyBus custa 12€, enquanto o OrlyBus sai a 8.30€.

     

    Do jeito que você colocou parece que é uma mão de obra danada, mas quem vem por exemplo do T1 no CDG faz a mesma quantidade de trocas (CDGVal até a estação do RER, baldeação e compra do ticket até Paris). Já quem vem do T2 tem que andar bons 10 minutos até chegar na estação do RER, enquanto o OrlyVal é mais facilmente acessível de dentro mesmo dos terminais. Do T2E então nem se fala.

     

    Em Orly também existem outras alternativas ao RER B, como o ônibus + RER C e até o tramway -- a linha 14 vai chegar ao aeroporto não necessariamente porque ele é isolado, mas sobretudo porque ele será um polo de conexão com a linha 18 do Grand Paris. Contudo concordo contigo com relação à diferença de acesso para os moradores, já que o passe Navigo não dá acesso ao OrlyVal à partir do RER B; mas por outro lado o trajeto via RER C é incluso e leva quase o mesmo tempo.

     

    E deus me dibre de pegar o RER B indo ou vindo de CDG com mala em horário de rush, com direito à um tour pelos buracos mais quentes do país... hahaha :ph34r:

     

    Sds

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  13. Queridos, acordem.

     

    Nós, enquanto sociedade, deixamos partir em cinzas um dos acervos mais importantes da história da humanidade. Acervos de línguas extintas, de culturas e povos extintos que viveram em nossas terras por milhares de anos antes da chegada dos europeus. Exemplares únicos de espécies que desbravaram nosso planeta há milhares, milhões de anos. Dados de valor incalculável sobre a nossa fauna e flora. Fósseis, múmias, nossa Luzia, o primeiro ser humano das Américas, que passou por nossa terra há onze mil anos. Um dos maiores acervos mundiais de etnologia e antropologia africanas. Por nossa incompetência enquanto povo - culpar os políticos afinal é muito fácil - deixamos partir em fumaça não só a nossa história, mas a história do mundo.

     

    Qualquer museu de técnica industrial é fichinha perto disso. Adoraria ver um DC-3 voando, mas acho que na escala das nossas prioridades, temos tantas outras coisas para almejarmos - e nos envergonharmos...

     

    Sds

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  14. Tudo bem que o Air Train é bem mais prático (apesar de parar lá na PQP), mas achei o sistema de metrô de NY muito confuso, até mesmo para quem domina o idioma. Esse lance de ter 4 linhas parando na mesma plataforma, de ter linhas express sem muita definição de quantas estações eles suprimem, eu mesmo peguei trem errado umas 2 ou 3 vezes... Não sei se NY seria o melhor exemplo de transporte ferroviário ao aeroporto, até agora a melhor experiencia que tive foi Helsinki, Arlanda também é bom, mas é pornográfico o valor que eles cobram pelo ticket, até mesmo para a realidade econômica escandinava.

     

     

    Concordo plenamente contigo! A cada vez que estive em NY acabei preferindo andar de Uber, já que entre linhas diferentes na mesma plataforma, estações separadas com o mesmo nome, trens que param onde querem... só fiz me perder e passar raiva, hahaha

     

    Nesse aspecto o sistema de transportes de Paris para mim é um dos mais inteligentes, já que apesar dos pesares a organização é clara até para quem não fala a língua e a cobertura é bastante extensa: são 250 estações intra-muros para uma área 30km2 menor do que a Zona Sul/Centro do Rio de Janeiro.

     

    Apesar de não rodar em horário de pico, o serviço expresso do RER B é correto (30min de viagem). Já o parador, que chega à Gare du Nord em 45min, está sempre lotado e é um suplício. Mas pelo menos os trens estão sendo renovados e o novo material com dois andares deve ser entregue a partir de 2025, assim como a via dedicada CDG Express que permitirá fazer CDG-Gare de l'Est em 20min.

     

    Sds

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  15. 1) Não aguento mais essa palhaçada de millennials...

     

    Air France veio com essa de millenials ao criar a joon e já vimos no que deu....

    2) A Joon nunca foi uma resposta aos millennials, mas sim um engodo de marketing para permitir que a AF economizasse dinheiro em rotas deficitárias substituindo os aeronautas da matriz por outros em contratos com menor salário e quase nenhuma vantagem.

     

    Como o SNPL começou a chiar e ameaçar greve, nem isso eles conseguiram direito sobrando apenas o chicote no lombo da tripulação comercial, agora em vias de reabsorção pela própria AF.

     

    Ainda bem que o canadense tem um pouco mais de bom senso do que os precedentes CEOs do grupo...

     

    Sds

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  16. Nota-se que há fabianos que saíram correndo para o zap no intuito de tentar salvar os móveis e não ficar mal na fita, já que o VOR foi roubado de dentro de uma área militar restrita que, supõe-se, deveria ao mínimo estar sendo vigiada à distância — mesmo que isso os obrigue a contradizer não só o BO feito pelo militar que constatou o roubo mas também as declarações oficiais da própria Força...

     

    Sds

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  17.  

    E um artista capenga diga-se de passagem

     

     

    Não concordo. Conheço bem o ramo e temos contatos em comum, é um p*ta profissional que foi um dos pioneiros da equipe de retail design da Apple.

     

    Inclusive vem daí a quase certeza de que não se trata do esquema final, ele não daria um bypass no lançamento do cliente sem autorização pra colocar o projeto no seu portfolio.

     

    Sds

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