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Julio

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  • Birthday 02/20/1981

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  1. O Monterrey já está no Catar. Inclusive jogou hoje. Talvez seja para buscar torcedores.
  2. Conforme reportagem no link, repetirão Nova Iorque.
  3. Muito feliz por ver o fórum na ativa novamente. Estava tão empolgado que não lembrava do meu usuário. rsrs Fez muita falta nesse intervalo de tempo em que esteve off. Parabéns ao staff!
  4. Avião da Airbus precisa ser reiniciado a cada 149 horas por questão de segurança Renato Santino 31/07/201922h00 Agência europeia faz recomendação por bug de software ligado ao timer, que pode causar falhas na aeronave Quem nunca teve que reiniciar seu computador para resolver um problema, ou religar um roteador porque o Wi-Fi não está funcionando? Pode não parecer, mas isso também pode ser a solução para equipamentos muito mais caros e complexos como, por exemplo, um avião Airbus A350 (mais especificamente o A350-941) que custa mais de US$ 300 milhões. Parece loucura, mas essa é uma orientação importantíssima da EASA (Agência de Segurança Aérea da União Europeia) para as empresas que lidam com este modelo de avião. O órgão definiu que as aeronaves precisam passar por um ciclo completo de reinicialização a cada 149 horas. E os riscos para quem não seguir o procedimento são grandes. "Solicitada após casos de perda de comunicação ocorrida entre alguns sistemas aviônicos e redes aviônicas, a análise mostrou que isso pode ocorrer após 149 horas de funcionamento contínuo da aeronave. Dependendo do sistema afetado ou do equipamento, diferentes consequências foram observadas e reportadas por operadores, indo desde perda de redundância ou perda completa de uma função específica hospedada em um concentrador de dados remoto e módulos de processamento de input/output", diz o documento. Caso o risco não tenha ficado claro, o parágrafo seguinte é um pouco menos técnico: "essa condição, quando não corrigida, pode levar a perda parcial ou total de alguns sistemas aviônicos, possivelmente resultando em uma condição insegura". Diante dessa situação, empresas aéreas precisarão rever alguns procedimentos, já que, como informa o site Gizmodo, a maioria das aeronaves comerciais ficam ligadas ao longo de várias semanas, a menos que sejam retiradas de serviço para manutenção. O processo de religá-las não é rápido e pode levar cerca de meia hora para desligá-las completamente e colocá-las em condição para voar novamente. A medida veio após a constatação de um bug relacionado ao timer interno do avião, que pode causar complicações graves. A Airbus já liberou uma atualização de software que corrige o problema, que já está instalada nos novos aviões do modelo A350-941 e que também pode ser aplicada nos modelos antigos. No entanto, a instalação também precisaria tirar a aeronave de funcionamento para manutenção e testes, o que pode ser um transtorno ainda maior do que desligar e religar o equipamento. Fonte: Olhar Digital https://amp.olhardigital.com.br/noticia/aviao-da-airbus-precisa-ser-reiniciado-a-cada-149-horas-por-questao-de-seguranca/88643
  5. Brasil e Portugal fecham acordo para ampliar voos entre os dois países Segundo a Anac, empresas poderão explorar serviços regulares e incluir pontos intermediários. Não há limitação de localidades atendidas nem de voos a serem ofertados. Por Laís Lis, G1 Brasília 28/06/2019 18h46 Atualizado há 3 horas Brasil e Portugal fecharam nesta sexta-feira (28) um acordo de serviços aéreos, que elimina restrições para o transporte de passageiros e cargas. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o acordo permite a imediata ampliação da oferta de voos internacionais para quaisquer destinos nos dois países. De acordo com a Anac, com o acordo, empresas aéreas dos dois países podem explorar serviços regulares entre os dois países e incluir pontos intermediários. Não há limitação de voos que poderão ser oferecidos, nem restrição de localidades atendidas. O Brasil já tem acordos parecidos com Reino Unido, Espanha, Holanda, Dinamarca, Grécia, Suécia, Luxemburgo e Finlândia. Fonte: G1 https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/06/28/brasil-e-portugal-fecham-acordo-para-ampliar-voos-entre-os-dois-paises.ghtml
  6. Os misteriosos enjoos e vómitos de tripulantes e passageiros no novo avião da TAP O problema poderá estar no sistema de renovação do ar dentro do A330Neo. Há uma investigação em curso. PÚBLICO e Lusa 25 de Junho de 2019, 8:58 actualizada às 11:47 Ao longo dos últimos meses, vários membros da tripulação e alguns passageiros da TAP têm apresentado queixas de enjoos e vómitos em ligações de longo curso com os novos aviões A330Neo os mais recentes aviões ao serviço da companhia portuguesa. O caso está a ser investigado pela TAP e pela Airbus. No último episódio, relatado pela TSF nesta terça-feira, a tripulação começou a sentir-se mal na recta final de um voo com destino ao Brasil e os pilotos foram vistos a usar uma máscara. De acordo com a estação de rádio, tal terá acontecido para garantir que respiravam o ar adequado. O problema poderá estar no sistema de renovação do ar dentro do avião e mais especificamente, na forma como está a ser feita a passagem do ar captado pelo motor para dentro da aeronave o que, sendo insuficiente, faz com que este se degrade, avança a TSF. Os sintomas são sentidos de forma mais aguda no final de viagens grandes, como as intercontinentais. Os casos já foram comunicados à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), que está a trabalhar com a empresa. As denúncias foram também reencaminhadas para a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), que avalia e certifica a segurança das aeronaves no espaço aéreo europeu. A presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), Luciana Passo, confirma à TSF ter recebido cerca de dez relatos de tripulantes e ter questionado a empresa sobre o assunto. É evidente que há tripulantes e passageiros que enjoam em determinadas fases de voo com turbulência mais moderada ou mais severa, mas os relatos que temos não têm que ver com isso e sim com o decurso normal de voos de longa duração e longo curso operados neste tipo de equipamento, detalha Luciana Passo. TAP confirma indisposições pontuais, mas afasta risco para saúde A TAP confirmou casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições em alguns voos dos seus A330neo, eventualmente associados a alguns odores do equipamento de ar condicionado, garantindo ser uma situação normal em aeronaves novas. Relativamente ao facto de, em algumas unidades novas do A330neo, poderem ter sido detectados alguns odores provenientes do equipamento de ar condicionado é um facto considerado normal em aeronaves novas e que desaparece logo após as primeiras utilizações, sustenta a companhia aérea, garantindo que nunca colocaria os seus clientes e trabalhadores numa situação de risco para a sua saúde. A companhia confirma ter registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições, contudo, garante que os testes já realizados tanto pela TAP, como pela Airbus não permitem estabelecer qualquer correlação entre estes episódios e uma hipotética, mas não demonstrada, deficiência na circulação e renovação de ar. O A330neo é um avião com todas as certificações por parte das autoridades nacionais e internacionais e totalmente apto para o serviço de transporte de passageiros em total segurança, refere a companhia de bandeira portuguesa, salientando que as cabinas da Airbus são projectadas e fabricadas de forma a prevenir qualquer tipo de contaminação do ar. A TAP diz ter comunicado à Airbus os relatos de tripulantes relativos a odores e indisposições pontuais e destaca que imediatamente realizou uma reunião com áreas técnicas da TAP, o sindicato de pilotos e o sindicato dos tripulantes de cabina de forma a partilhar com total transparência os dados disponíveis. No entanto, diz, todas as análises feitas pela Airbus com o apoio de laboratórios independentes indicam que os parâmetros de qualidade do ar estão dentro do normal na indústria, sendo que, nos vários testes realizados pela Airbus no chão e em voo, quanto a possíveis fontes de desconforto, como fluxo e distribuição de ar ou controlo de temperatura, os resultados obtidos foram de total conformidade. A experiência e conforto relativamente à circulação do ar no A330neo é igual à da anterior geração A330, garante a TAP. TAP foi a primeira a usar avião A TAP foi a primeira operadora comercial do mundo a voar o novo A330Neo, que, de acordo com a empresa é consideravelmente mais eficiente e consumindo em média menos 17% de combustível por cadeira que a geração anterior de aeronaves, resultando ainda numa redução muito significativa das emissões de CO2 e ruído. Para além disso, o interior deste modelo estreia o conceito Airspace by Airbus, desenvolvido pelo fabricante e que promete renovar a experiência da viagem a bordo. A TAP encomendou 14 exemplares deste modelo para renovação da frota. Notícia actualizada às 11h47 com informações prestadas pela TAP em comunicado Fonte: Público https://www.publico.pt/2019/06/25/sociedade/noticia/relatos-enjoo-vomitos-novo-a330-tap-1877533
  7. Ela receberá as aeronaves da Ryanair. O que vai ter de passageiro confundido a Malta Air com a Air Malta...
  8. Quem está cumprindo o voo pra MAD é o PT-MUH. Saiu cedo de GRU hoje.
  9. 'Skiplagging': o truque para comprar passagem de avião mais barata que as companhias aéreas odeiam Por que as empresas estão reprimindo o chamado 'skiplagging’ – tática usada por viajantes experientes para economizar. Por BBC 07/05/2019 11h09 Atualizado há uma hora Talvez você não conheça - mas existe um truque para comprar passagens de avião que permite aos passageiros economizar um bom dinheiro em tarifas. E as companhias aéreas estão fazendo de tudo para acabar com essa prática de uma vez por todas. Conhecida como "skiplagging", a estratégia funciona da seguinte maneira: digamos que alguém queira voar de Boston para Houston, mas a tarifa é muito cara. A pessoa compra então uma passagem de Boston para Las Vegas com escala em Houston, porque custa menos do que o voo direto. E desembarca em Houston, sem utilizar o trecho final da passagem. Desta forma, o passageiro não completa a jornada inteira que reservou, mas economiza dinheiro fazendo isso - e é bom lembrar que isso só funciona para quem não despachou bagagem, pois esta só pode ser retirada no destino final. A prática virou notícia no início deste ano, quando a companhia aérea alemã Lufthansa processou um passageiro que economizou dinheiro pulando um trecho de uma passagem de ida e volta. As companhias aéreas odeiam quando os passageiros tentam burlar o sistema. E, apesar do fato de processos como este tenham fracassado no passado, a Lufthansa pede uma indenização de mais de US$ 2 mil ao passageiro. Enquanto isso, as empresas tentam conter a onda de passageiros que conseguem tarifas mais baratas comprando passagens com as chamadas "cidades ocultas". "A emissão de bilhetes com 'cidades ocultas' é um problema que as próprias companhias aéreas estão criando", diz Henry Harteveldt, fundador da empresa de consultoria de viagens Atmosphere Research. "Entendo perfeitamente, como analista de companhias aéreas e empresário, por que as companhias aéreas tiram o máximo que podem onde têm vantagem. É disso que se trata o negócio", diz Harteveldt. "Mas quando uma companhia aérea coloca preços estúpidos e a tarifa em um hub [aeroporto] é absurdamente alta, é quase como se as empresas fizessem um convite às reservas com 'cidade oculta'." Não se trata da distância A questão, diz Harteveldt, é a lógica que sustenta os preços das companhias aéreas, o que pode parecer incompreensível para os clientes. "Se a companhia aérea A tiver um concorrente de baixo custo, ela vai equiparar (a tarifa); se não, cobra um ágio. Tudo depende da concorrência, e é por isso que as companhias aéreas reduzem estrategicamente as tarifas em alguns mercados, e em outros não. Nas minhas discussões com as empresas, elas dizem que não querem perder participação de mercado e vão correr um risco calculado. " Peter Belobaba, principal pesquisador do Centro Internacional de Transporte Aéreo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), diz que esse tipo de tarifação é encontrado em todo o mundo. "Por exemplo, Boston-Las Vegas é uma rota de lazer que é mais sensível ao preço. Já Boston-Houston é um mercado empresarial, o que significa tarifas mais altas. São mercados muito diferentes quando se trata de concorrência e sensibilidade aos preços", explica. "Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido cobrar tarifas mais baixas na rota Boston-Las Vegas, mesmo que seja mais longe do que Houston em termos de milhas, especialmente se a concorrência estiver cobrando US$ 199 por um voo sem escalas ", acrescenta. Tony Webber, diretor-executivo da empresa de pesquisa de aviação Air Intelligence e ex-economista-chefe da companhia aérea Qantas, diz que processos judiciais contra passageiros, como o apresentado pela Lufthansa, são uma tática assustadora. Ele explica que o 'skiplagging' tem impacto na receita das companhias aéreas à medida que elas não conseguem maximizar seus ganhos - se tivessem vendido o assento para o voo direto, teria sido provavelmente a uma tarifa mais alta. Assim, a emissão de passagens para 'cidades ocultas' reduz o lucro que a empresa teria por cada assento e dificulta o que já é um negócio com margem reduzida. Mas, argumenta Harteveldt, as companhias aéreas praticam overbooking (venda de mais passagens do que assentos disponíveis) porque sabem que alguns passageiros não vão aparecer, então é improvável que o assento fique vazio. Dilema ético Ainda assim, passageiros frequentes fustigados pelas altas taxas, serviços ruins, atrasos e cancelamentos de voos tendem a não se importar muito com os problemas das empresas aéreas. Os 'skiplaggers' são geralmente os viajantes mais experientes, que costumam ser os melhores clientes da companhia. E a única maneira de descobrir quantas pessoas estão recorrendo à prática é perguntando ao Skiplagged, site que facilita a busca por 'cidades escondidas' em conexões. O fundador do site, Aktarer Zaman, não respondeu aos questionamentos feitos pela BBC. Mas o fato é que ele parece ter muitos simpatizantes. Quando a companhia aérea americana United tentou processá-lo sem sucesso em 2015, uma campanha de financiamento coletivo arrecadou mais de US$ 80 mil para sua defesa. Mas até que ponto essa prática pode ser questionada? Afinal, a companhia aérea ofereceu um assento a um determinado preço e recebeu esse valor. A coluna The Ethicist, que debate questões éticas no jornal americano New York Times, não vê problema com o skiplagging. Nos comentários, os leitores concluem que fazer uma compra não obriga você a usar o produto. "Sim, as companhias aéreas foram remuneradas, mas geralmente essa remuneração proporcional é menor do que o valor de mercado das tarifas para o trecho que o passageiro perdeu de propósito", explica Webber. Ou seja, embora a companhia aérea tenha sido paga pelo passageiro, o valor é inferior ao que a empresa teria recebido se o passageiro não tivesse recorrido ao 'skiplagging'. Na verdade, os contratos de transporte aéreo, que definem unilateralmente o acordo entre a empresa e o passageiro na hora da compra da passagem, muitas vezes proíbem a emissão de bilhetes para 'cidades escondidas' e prometem tomar uma série de medidas em caso de suspeita de violação por parte dos passageiros. É compreensível, no entanto, que os passageiros tenham aversão a contratos de transporte, uma vez que as companhias aéreas recorram a eles como uma desculpa para não prestar serviços quando algo dá errado. Negócio arriscado Como o processo aberto pela Lufthansa mostra, a prática pode ser arriscada para o passageiro. Se você tentar abandonar o voo em uma conexão, pode ser descoberto e até mesmo impedido de sair do aeroporto. "Requer esforço e tempo para fazer isso", diz Harteveldt. "Reservar itinerários incomuns pode levantar bandeiras vermelhas, alguém pode sinalizar e monitorar você enquanto voa. Em alguns casos, você pode receber uma carta ou ser recepcionado por um segurança da empresa no portão de embarque. A intenção das companhias aéreas é intimidar e recuperar o que elas consideram ser perda de receita. " Webber acredita, no entanto, que é quase impossível rastrear passagens para 'cidades escondidas'. Mas com a adoção de novas tecnologias, isso não vai durar muito tempo. As companhias aéreas já têm muitas informações que podem extrair dos registros de passageiros frequentes. E, de fato, muitas empresas aguardam o desembarque dos passageiros e os acompanham até o portão de embarque do próximo trecho. Ser pego, acrescenta Harteveldt, pode significar comprar uma passagem de última hora que custa mais do que o valor que você estava tentando economizar. As agências de viagem, por sua vez, podem perder a possibilidade de emitir bilhetes para determinada companhia aérea se reservarem bilhetes para 'cidades escondidas'. Além disso, as empresas aéreas podem compartilhar os nomes dos passageiros que adotam esta prática com seus parceiros ou simplesmente bani-los. Na opinião da jornalista Benét Wilson, que escreve sobre viagens, é algo que os passageiros devem fazer por sua própria conta e risco. "Eu entendo como os viajantes se sentem em relação aos preços das passagens e o fato de que estão tentando roubá-los. Mas isso realmente depende de onde você mora. Se você mora em um hub, os preços são mais altos. Isso se chama capitalismo." "Também entendo a tentação de compensar isso, mas você precisa entender que pode ser processado, pode perder todas as suas milhas de passageiro frequente. Podem cancelar sua adesão." Em resumo, diz ela: "Não odeie o adversário. Odeio o jogo." Fonte: G1 https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2019/05/07/skiplagging-o-truque-para-comprar-passagem-de-aviao-mais-barata-que-as-companhias-aereas-odeiam.ghtml
  10. Aéreas estrangeiras têm interesse no leilão da Avianca Por Cibelle Bouças | Valor SÃO PAULO - Fontes a par dos movimentos da Avianca Brasil para encontrar compradores para seus ativos informaram que há pelo menos duas companhias aéreas estrangeiras interessadas em participar do leilão de unidades produtivas isoladas (UPIs): a Qatar Airways, do Catar, e a JetSmart, companhia aérea chilena de baixo custo controlada pela Indigo Partners. Procurada, a Avianca Brasil não quis comentar o assunto. A Qatar e a JetSmart não atenderam o pedido de entrevista do Valor. Imagem retirada do Facebook / Avianca Nas últimas semanas, a Avianca Brasil tem realizado uma série de encontros com possíveis investidores para adquirir as sete UPIs que a empresa vai criar e levar a leilão no dia 7 de maio. Por enquanto, apenas Gol e Latam demonstraram interesse em fazer um lance inicial de US$ 70 milhões para adquirirem duas UPIs da Avianca. A Gol informou que poderá fazer lance por até duas UPIs. Acima disso, a chance do Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] barrar é muito alta, disse Paulo Kakinoff, presidente da Gol. A Azul, que havia demonstrado interesse em adquirir ativos da Avianca em março, disse na semana passada que não pretende participar do leilão das UPIs.
  11. AENA levou o bloco do Nordeste (R$1,9 bilhão); Consórcio Aeroeste, o bloco do Centro-Oeste (R$41 milhões); e a Zurich o bloco do Sudeste (R$437 milhões).
  12. Pilotos do Boeing 737 Max 8 reclamaram do avião por meses antes do acidente da Ethiopian Ao menos cinco reclamações formais citaram dificuldades com o sistema de piloto automático 13 mar, 2019 10h17 Por: Paula Zogbi SÃO PAULO Ao menos cinco reclamações formais sobre o Boeing 737 Max 8 foram registradas nos meses que antecederam o acidente da Ethiopian nesta semana, revelaram diversos portais de notícias. O avião que caiu no último domingo, matando mais de 150 pessoas, foi o segundo da mesma linha a protagonizar acidentes fatais em 5 meses. As reclamações foram enviadas de forma anônima à base de dados da Federal Aviation Administration, o órgão de aviação dos Estados Unidos. Nos documentos, destacaram-se problemas com o sistema de piloto automático do Max 8. De acordo com o Dallas Morning News, um dos pilotos disse que o manual de voo da aeronave, o modelo mais recente da Boeing, era inadequado e quase criminalmente insuficiente. Outro disse ser inconcebível que pilotos continuassem utilizando esses aviões sem treinamento adequado ou explicações sobre a diferença entre o sistema deles e os de versões anteriores da Boeing. O mesmo problema Quando o primeiro Boeing 737 Max 8 caiu, em outubro, durante voo da Lion Air, o sistema de piloto automático foi posto em questão. A caixa preta daquela aeronave mostrou que o sistema automático do voo 610 repetidamente colocava a aeronave em posição de mergulho (com a ponta para baixo) por conta de um mau funcionamento nos sensores. Todas as 189 pessoas naquele avião morreram. Ao CNN, o CEO da Ethiopian Airlines, Tweolde GebreMarian, disse que as semelhanças entre aquele acidente e o mais recente são substanciais. Ele [o piloto] estava com dificuldades referentes ao controle de voo da aeronave, então pediu para retornar à base, apontou o executivo. Outra reclamação descreve que os problemas ocorriam logo após a decolagem: assim que o piloto automático era acionado, o nariz do avião imediatamente se voltava para o solo e o sistema de alarme começava a soar a mensagem não afunde, não afunde, de acordo com o jornal Politico. A situação era controlada apenas com o desligamento do piloto automático. Boeing é questionada Desde o acidente mais recente, a Boeing está tendo de dar explicações sobre o modelo. Imediatamente após o acidente, a China suspendeu todos os voos do Max 8. Posteriormente, outros países fizeram o mesmo incluindo o Brasil, onde a Gol é a única aérea afetada. A ação da empresa acumula queda de 10,73% entre o fechamento da sexta-feira (9) e esta quarta-feira (13). Na terça-feira, calculava-se uma perda de valor de mercado de US$ 40 bilhões. Em resposta, a Boeing disse que irá atualizar o software de controle de voo de todos os aviões da linha Max nas próximas semanas. Não houve indicação sobre modificações na estrutura física. Fonte: InfoMoney https://www-infomoney-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/amp/noticia/7979616?amp_js_v=a2&amp_gsa=1#referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp_tf=Fonte%3A%20%251%24s&ampshare=https%3A%2F%2Fwww.infomoney.com.br%2Fnegocios%2Fgrandes-empresas%2Fnoticia%2F7979616%2Fpilotos-boeing-737-max-reclamaram-aviao-por-meses-antes-acidente
  13. Bangladesh plane forced to land in 'hijack attempt' An airliner flying from the Bangladeshi capital Dhaka to Dubai was forced to make an emergency landing following a hijack attempt, local media report. The Biman Bangladesh Airlines flight, carrying 142 passengers, was surrounded by security forces at an airport in the Bangladeshi coastal city of Chittagong. Flight BG147's passengers disembarked safely, reports say, citing police. A man suspected of trying to storm the cockpit was arrested, AFP news agency reports, quoting security forces. The aircraft was immediately cordoned off when it landed at the Shah Amanat International airport in Chittagong as police talked to the suspected hijacker. Images posted on social media showed crowds of people on the tarmac at the airport with the Boeing 737 aircraft visible in the background. It is not yet clear why the suspect, who is believed to be aged 25, attempted to hijack the plane. Fonte: BBC https://www.bbc.com/news/world-asia-47350138 Resumo da ópera: BG147 (DAC*-CGP**-DXB) B738 S2-AHV Dados que peguei no FR24. A escala em CGP faz parte da rota. *DAC - Dhaka ** CGP - Chittagong
  14. NOTÍCIAS MUNDIAIS 28 DE NOVEMBRO DE 2018 / ÀS 08:21 Avião da Lion Air que caiu na Indonésia "não tinha condições de voo" na penúltima viagem, diz investigação Por Cindy Silviana e Fergus Jensen JACARTA (Reuters) - Um avião da Lion Air que caiu no mar no litoral da Indonésia no mês passado não tinha condições de voo em sua penúltima viagem, quando os pilotos tiveram problemas semelhantes àqueles da última e fatídica viagem da aeronave, disseram investigadores nesta quarta-feira. Em um relatório preliminar, o Comitê de Segurança nos Transportes da Indonésia (KNKT) se concentrou nas práticas de manutenção e no treinamento de pilotos da empresa aérea e em um sistema antipane da Boeing, mas não informou a causa do acidente de 29 de outubro, que matou todas as 189 pessoas a bordo. Nurcahyo Utomo, investigador do KNKT, disse que a agência não determinou se o sistema antipane, que não é explicado aos pilotos em manuais, foi um fator que contribuiu para a queda. “Ainda não sabemos se ele contribuiu ou não”, disse ele em resposta a uma pergunta. “É cedo demais para concluir”. O relatório revelou novos detalhes dos esforços dos pilotos para estabilizar o avião 737 MAX enquanto relatavam um “problema no controle de voo”, incluindo as últimas palavras do capitão a uma torre de controle de tráfego aéreo pedindo liberação para subir a cinco mil pés. O contato com o avião foi perdido 13 minutos depois de sua decolagem da capital Jacarta rumo à cidade mineradora de Pangkal Pinang, no norte do país. Informações recuperadas do gravador de dados de voo mostraram que o vibrador de manche estava causando vibrações nos controles do capitão para alertar para uma pane durante a maior parte do voo. O capitão estava usando os controles para elevar o nariz do avião, mas um sistema antipane automático o estava empurrando para baixo. “Ela distrai e irrita muito”, disse Peter Lemme, ex-engenheiro de controle de voo da Boeing, a respeito da ativação do vibrador de manche. “Não é algo que você, como piloto, quer que aconteça nunca”. Pilotos que usaram o mesmo avião um dia antes relataram um problema semelhante quando iam de Denpasar, em Bali, a Jacarta, mas usaram comandos para desligar o sistema e recorreram a controles manuais para voar e estabilizar a aeronave, disse o KNKT. “O voo de Denpasar a Jacarta teve uma ativação do vibrador de manche durante a rotação da decolagem e ele continuou ativo durante o voo”, disse o comitê. “Esta condição é considerada imprópria para o voo e a viagem deveria ter sido interrompida”. A Boeing, que disse que procedimentos para evitar que o sistema antipane seja ativado por acidente já estavam funcionando, disse que os pilotos da penúltima viagem usaram a manobra, mas ressaltaram que o relatório não disse se os pilotos do voo fatal o fizeram. Fonte: Reuters <https://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN1NX11E-OBRWD>
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