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Businessliner

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  • Cidade/UF/País
    Belo Horizonte, MG
  • Data de Nascimento
    12/10/1981

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  • Gender
    Male
  • Location
    SP
  1. Pois é, não da pra querer comparar uma competição de mercado com os EUA, com um PIB quase 11x superior ao nosso. Pior ainda sabendo que do nosso, 11x menor, 60% dele é gerado na região Sudeste. Como você disse, os custos fixos são altos e, levando isso em consideração, nossa política fiscal caminha no sentido de deixar a rentabilidade do setor ainda pior. Definitivamente não há espaço para tantas empresas no mercado doméstico. Capital estrangeiro investido aqui em novas empresas só me leva a crer em especulação. Um mercado mais regulado, com menos empresas, seria benéfico para vendedores e compradores.
  2. Não podemos fazer análises com variáveis diferentes, como 200h de Paulistinha no interior de SP, 500h de 210 no garimpo... comparar dessa maneira desconecta o resultado. Como em economia, nesse caso deveríamos utilizar o conceito ceteris paribus, analisamos a quantidade de horas e todas as outras inúmeras variáveis permanecerão constantes. O mesmo indivíduo, voando no mesmo local, o mesmo avião, alterando a quantidade de horas. No tempo 1 com 200h, no tempo 2 com 500h. A curva de aprendizagem/experiência pode até apresentar oscilações mas acho que é bastante óbvio que a tendência é crescente. Dessa ótica, é inquestionável a relação entre horas e experiencia. Trazendo para a função a bordo de uma aeronave complexa, como co-piloto, acho que a inexperiência pode ser fator contribuinte mas pouco relevante de uma maneira geral. O piloto em comando como pilot flying e tomador de decisões tem que estar apto a conduzir a operação cabendo ao co-piloto o assessoramento. Este assessoramento eu acredito que alguém com 200h e estudo é capaz de entregar numa maneira satisfatória. Um co-piloto mais voado poderá assessorar de maneira mais preditiva ao passo que o menos voado agirá reativamente.
  3. NE-EZE consegue atrair bastante argentino... acho que VIX está muito distante dessa viabilidade. Ainda tem que ser competitivo com GIG e CNF. A primeira vista, não acredito que se pague.
  4. O tail strike acontece durante a rotação da aeronave e essa velocidade já está além da V1. Não tem como abortar a decolagem e é possível que os pilotos sequer tenham notado o contato com o solo. Quem percebe geralmente são os comissários sentados na galley traseira. A aeronave decola, sobe até uma altitude livre de obstáculos, os pilotos leem um checklist apropriado e retornam. O dano estrutural pode afetar a pressurização, não sendo prudente continuar o voo.
  5. Rio já foi muito ruim mas hoje acho injusto considerar dos piores. Melhoraram bastante com as últimas circulações. Acho São Paulo pior e Belo Horizonte, pelo pouco volume de tráfego proporcionalmente à qualidade do serviço, um desastre.
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