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Fabrício163

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About Fabrício163

  • Birthday 02/17/1994

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  • Cidade/UF/País
    Dourados/Campo Grande-MS
  • Data de Nascimento
    17/02/1994

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    Male
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    SP

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    fabricioszl@hotmail.com

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  1. Espero também que a Globália reconsidere operar no Brasil logo.
  2. Sim, por isso estou confiante quanto ao sucesso do voo da Gol.
  3. Dias 18, 19 e 20 de Abril, feriado prolongado de Tiradentes. Preferiu colocar um voo de embraer do que dois de ATR nesses dias. E o horário de partida do voo nos dias 19 e 20 é exatamente o mesmo do voo da Gol, 17hrs.
  4. Pois é, fora esses pax da Gol ainda tem os pax da Azul e VoePass. Isso só mostra como a Azul comeu bola na cidade todos esses anos em que esteve sozinha e não colocou os embraer para voar na cidade. Agora periga perder mercado. Talvez se tivesse colocado os embraer antes, a Gol não teria visto oportunidade na cidade.
  5. Lipe, Dourados está muito mais próxima economicamente e culturalmente de SP e do sul do país do que de Brasília, e as conexões que tem em Brasília também tem em Guarulhos. Eu acho que se não der certo para Guarulhos, não vai dar certo para nenhum outro lugar. E isso vale para todo MS, até a capital só está com um voo diário para BSB.
  6. A grande maioria compra com um ou dois meses de antecedência. A Gol começou a vender o voo para Dourados em Maio de 2019 e a VoePass passou na frente e colocou à venda mais 140 assentos em Setembro com os voos começando já em Outubro de 2019.
  7. Vai melhorar a partir de Abril com a retirada do CGH-DOU-CGH vespertino da VoePass, que opera em horários quase idênticos ao GRU-DOU-GRU da Gol. Também acho que estão priorizando a rentabilidade ou talvez testando os limites do mercado agrobusiness da região da Grande Dourados. Gol e VoePass não entraram com tarifas baixas na cidade, principalmente a VoePass que é sempre a mais cara, deve estar jogando com o fato de ser a única a voar para Congonhas. As duas parceiras estão cobrando de 800 a 1000 reais ida e volta para SAO comprando com um mês de antecedência, e de 500 a 800 reais ida e volta comprando com dois meses de antecedência. Quem baixou os preços mesmo foi a Azul, que está cobrando 550-650 ida e volta mesmo com um mês de antecedência. Eu to confiante que o mercado vai conseguir absorver esses quatro voos a partir de Abril e consolidá-los em 6 meses. Os preços estão pouco maiores que em Campo Grande. Não compensa pegar ônibus ou ir de carro até lá, até pela comodidade de embarcar e desembarcar em Dourados.
  8. Cara, com todo respeito, é assim que começa os cityxcity. Em nenhum momento eu disse que SSA é "a capital do NE", simplesmente destaquei a economia dessa RM e do estado da qual é capital e porquê SSA comportaria um grande hub. Recife tem seus predicados, se não tivesse não teria sido escolhida pela Azul para ser o hub dela do NE. Sobre REC ser a "capital" do NE ou ser culturalmente superior a SSA, tanto no NE quanto a nível nacional, isso é BEM discutível, mas não é assunto para esse thread. Eu disse que SSA poderia funcionar como porta de entrada da região e também poderia oferecer algumas conexões NE-NE e N-NE, mesmo com um deslocamento negativo maior que essas rotas via REC, a diferença em tempo de voo é mínima. Claro que um hub nesses moldes para GOL, Latam e Azul não faria sentido, pois elas já tem BSB e REC fazendo essa função, além dos voos diretos entre NE e SE, por isso teria que ser uma empresa entrante, com foco em SSA. Enfim, qualquer outra coisa que eu disser aqui vai começar a ficar repetitivo.
  9. 1) Por isso é necessário dinheiro para queimar no início da operação. GIG pode ser longe de São Paulo, mas um aumento de malha nesse aeroporto por uma empresa X já estabelecida na TMA SP, com o intuito de sufocar um novo player no Rio, também ocasionaria efeitos negativos na malha paulistana dessa empresa X, pois o Rio acaba alimentando SP. A empresa X também iria sangrar, mais que a entrante, pois iria sangrar duas vezes, nos seus voos partindo de SP, que ficariam mais vazios ou com tarifa média menor, e nos novos voos do Rio, onde teria que dividir um mercado menor com a entrante. Atualmente, no Brasil, a única com gordura para queimar é a Azul. As outras já praticaram concorrência predatória e se deram mal. Não acho que a Azul teria esse tipo de movimento contra uma empresa com investidores de peso, que tenham dinheiro para queimar. É diferente do que concorrer com uma Passaredo da vida em RAO. 2) Ah, claro, a Azul nunca quis e nem quer saber de GRU e CGH, né? 3) BSB falha? Eu não teria tanta certeza disso. Só não tem todo o seu potencial aproveitado, principalmente, porque não é o principal hub de nenhuma empresa. Por isso enfatizei no meu primeiro post que um mega hub em uma metrópole alternativa a SP teria que ser o principal hub da empresa entrante. Quando o hub não é o principal ele sempre vai sofrer canibalização do hub que é, principalmente em anos de crise. Sobre REC, até onde é de conhecimento público, o hub é um sucesso sendo alternativo a VCP para o interior do NE. Não é desse tipo de hub que eu estou falando. 4) Você fala como se só existisse a demanda de SP de onde capturar tráfego. Existem mais dezenas de mercados de onde captar conexões e inclusive o próprio interior de SP. Além disso, a demanda se comporta de várias formas, não é porque tem voo direto da minha cidade para o meu destino que eu vou utilizá-lo, pode ser que o horário ou o preço não sejam bons para mim. Se for uma empresa com atendimento melhor que a que oferece o voo direito, eu posso preferir fazer conexão e acumular pontos nessa empresa. Você acabou colocando o GIG e a Azul no centro da discussão, mas isso vale para qualquer hub e empresa. 5) Para isso já existe a TMA SP, que está proximo desse local, considerando que 500km não é quase nada para aviões, e ainda está melhor localizada que essa região que você falou. Um pouco de deslocamento negativo para realizar uma conexão não mata ninguém. Quando eu falo mega hub, eu quero apenas dizer um hub com todo seu potencial aproveitado, não é necessariamente um hub milimetricamente bem localizado para servir a todo país. Estou dizendo que uma empresa entrante, com fortes investidores, como o Neeleman por exemplo, poderia encontrar um nicho alternativo a SP e ser uma empresa de sucesso. É claro que uma empresa dessa iria tentar entrar em CGH ou GRU também conforme vai crescendo, mas sem abandonar o hub original, onde a concorrência é bem menor que em SP. Gente eu não tenho certeza de nada, só estou expondo minhas ideias e vendo o que os outros tem a dizer, essa é a diversão de um fórum. É legal quando respondem com argumentos e sem deboches gratuitos. Não tem porquê essa discussão virar um cityxcity, até porque estou dizendo que basicamente qualquer grande metrópole brasileira poderia ter um mega hub se uma empresa entrante olhasse para algum desses mercados especificamente e desenvolvesse um bom planejamento de malha e frota e, obviamente, se tivesse investidores com grana.
  10. Um hub de verdade se sustenta em grande parte por conexões. O GIG poderia ser um hub do naipe de VCP se tivesse uma empresa interessada em transformá-lo no seu fortress hub. Mas, teria que ser uma empresa completamente nova, como a Azul em 2008. Não adianta esperar esse tipo de coisa das que já estão estabelecidas.
  11. Sem considerar o Rio, que é um caso óbvio de espaço ocioso e demanda reprimida, espaço e demanda em aeroportos de grandes metrópoles brasileiras até tem, vários terminais estão ociosos após as últimas ampliações. Mas a maioria desses aeroportos e suas regiões metropolitanas, embora pujantes, não chegam perto de São Paulo nesse quesito e também não possuem a localização estratégica da RMSP, que fica "no meio" da região mais rica do país e é ponto de passagem obrigatório para ligar a região brasileira mais desenvolvida (sul) a outros pontos da nação. Atualmente, eu penso que a única capital que comporta um mega hub, e ainda não é base de uma grande empresa, é Salvador. É a RM mais rica do nordeste, capital de um estado que possui economia bastante diversificada com turismo barato e de luxo, indústria e até agronegócio, e poderia ser a principal porta de entrada para o nordeste, com voos diretos à grande maioria das capitais brasileiras e principais cidades do interior do sudeste (se a companhia operar aviões menores como os E2 ou A220). Além de ter potencial para ligar as capitais da zona da mata ao norte do país, interior da bahia e à capitais nordestinas mais distantes, como SLZ e THE. Seria um hub semelhante ao que a Azul tem em REC, porém mais agressivo, teria que ser o fortress hub dessa empresa e não um hub secundário como REC é para a Azul. Acredito que se tiver dinheiro e bom planejamento de malha e frota, como a Azul mostrou a todos, dá para ter sucesso em qualquer aeroporto localizado em uma RM minimamente promissora. Existem RMs mais ricas que a de Salvador, como a de Curitiba, porém a localização não é tão boa para um hub de grandes proporções. E voltando a questão de espaço, é bom lembrar que a Azul montou um mega hub naquele terminalzinho de VCP, quando ninguém nem sonhava com o grande terminal que Campinas e região tem hoje. Por que não seria possível montar um hub semelhante nos novos terminais de SSA, FOR, POA, CWB, FLN, VIX e até mesmo no terminal mais modesto de GYN? Hoje em dia os terminais são todos privatizados, ou em via de serem, e as concessionárias adorariam ter seus terminais como sede de um grande hub, o que em tese facilitaria a realização de adequações que o terminal teria que sofrer conforme o movimento vai aumentando. A questão é que todo mundo que entra no mercado brasileiro quer garantir o "filé mignon" também, que é a RMSP. E é lá que não tem espaço hoje. Mas penso ser possível ter sucesso em outras regiões menos concorridas, principalmente se a empresa não tiver a pretensão, pelo menos inicialmente, de ser a maior do país.
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