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Ozires

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  1. Acabou o mistério... C-390 Millennium é o nome oficial da aeronave.
  2. Porque precisam do E190 e não do E2. Provavelmente já tem algum cliente interessado nos E190 E1, e por isso a empresa de leasing os encomendou.
  3. A Embraer e a CIAF Leasing, companhia sediada no Cairo, assinaram um pedido firme para três aeronaves E190. A encomenda está avaliada em US$ 161,4 milhões, com base nos atuais preços de lista, e será adicionada à carteira de pedidos (backlog) da Embraer do quarto trimestre de 2019. Os três aviões integrarão a atual frota da CIAF composta por três jatos E170, dois dos quais estão arrendados pela Jasmin Airways e o outro pela Air Cairo. A CIAF também deve receber dois jatos E195 em meados de novembro. “Os três novos E190 serão uma excelente adição à nossa crescente frota de E-Jets. Com uma frota de aviões E170, E190 e E195, a CIAF terá a flexibilidade de oferecer a ambos os nossos clientes de leasing, com ou sem tripulação, um serviço que atende exatamente às suas necessidades”, disse o chairman e CEO da CIAF Leasing, Hassan Mohamed. Embraer
  4. Dubai, UAE, November 17th, 2019 – Embraer announced today, at the Dubai Air Show, that Air Peace, Nigeria and West Africa’s largest airline, has signed a contract for three additional E195-E2s, confirming purchase rights from the original contract, signed in April this year. These new E195-E2s will be included in Embraer’s 2019 fourth-quarter backlog and have a value of USD 212.6 million, based on Embraer’s current list prices. Set to be the first E-Jets E2 operator in Africa, Air Peace’s firm order, announced in April this year, is now for 13 E195-E2s with 17 purchase rights for the same model. The first delivery is scheduled for the second quarter of 2020. “The E195-E2 is the perfect aircraft to expand our operations in Africa and this new order is a further confirmation of our ‘no-city-left-behind initiative which we shall continue to execute”, said Air Peace Chairman/CEO, Mr. Allen Onyema. He added, “We are receiving impressive data about the aircraft’s economics now that is in revenue service, and this was a driver to place this new firm order with Embraer. We look forward to receiving our first aircraft, which will enhance connectivity in Nigeria and the African region, while feeding long-haul flights from our Lagos hub.” “Air Peace will love the aircraft’s efficiency and the passenger will experience an unparalleled level of comfort, especially in first class – Air Peace is the launch customer for Embraer’s new premium staggered seating option”, said Raul Villaron, Vice President Sales, Africa and Middle East, Embraer Commercial Aviation. “We look forward to supporting Air Peace’s growing E2s fleet and to deepening our fruitful partnership.” Air Peace subsidiary, Air Peace Hopper, started operating six ERJ145 jets last year on short thin routes. That experience with Embraer’s products and services, including the pool programme, and the undeniable economic benefits of right-sizing aircraft for the mission, was a key factor in selecting the E2. Air Peace’s E195-E2s will be configured in a comfortable dual class arrangement with 124 seats. Air Peace operates more than 20 local, regional, and international routes and has strategic plans to expand those routes. Embraer is the world’s leading manufacturer of commercial jets up to 150 seats. The Company has 100 customers from all over the world operating the ERJ and E-Jet families of aircraft. For the E-Jets program alone, Embraer has logged more than 1,800 orders and 1,500 deliveries, redefining the traditional concept of regional aircraft. Fonte Embraer
  5. Faz todo o sentido... Com uma economia na casa de 15 a 20% no fuel burn... Já considerando o aumento de MTOW... Faz TODO sentido.
  6. Se os aviões das regionais americana já são limitados em número de assentos... Porque limitar em MTOW (pelo menos num valor tão baixo)... É bom lembrar que os motores de nova geração são muito mais econômicos e também muito mais pesados. E um motor mais pesado significa uma asa mais pesada, uma estrutura mais pesada... Além disso parte da economia bem de uma asa maior... E TB mais pesada. Não acredito ser viável um E175E2 no peso atual das Scope Clauses. Acredito que em algum momento o MTOW será revisto, mantendo-se a restrição do número de assentos e no número de aeronaves. Aviões mais econômicos permitem empresas mais rentáveis, e isso é bom para a empregabilidade de pilotos. E como o número de assentos pode ficar restrito em até 86 Pax, por exemplo, isso não cria uma corrida para a terceirização de vôos.
  7. Tomara que as Scope Clauses sejam revistas até meados de 2021... Seria um timming muito bom para o 175E2.
  8. https://www.aeroflap.com.br/republic-airways-cancela-encomendas-para-o-a220-e-acrescenta-30-pedidos-na-embraer/
  9. É para isso que deveria ser utilizada a tal da Lei Rouanet... pois isso sim é cultura. E não financiar show de sertanojo, ou de axé music de artistas (?) já com muita grana!!!
  10. Com certeza uma grande perda para a nossa aviação. Meus sentimentos a família.
  11. Mas como a Embraer apostaria num 150 Pax? Falar é fácil. De onde viria o dinheiro? Abandonaria o mercado de 80 a 140 assentos? A Bombardier fez isso... Mirou no 150pax... E quebrou! E aos que dizem que a compra da Embraer comercial foi apenas para tirar um player do mercado (o que não faz sentido porque não era concorrente direto)... Dizem isso porque não sabem o que está rolando. Podem ter certeza que vem muita coisa dos novos projetos para cá, isso se o negócio Embraer Boeing realmente sair. Eles querem usar a engenharia, e gestão de desenvolvimento e a fabricação da Embraer. Hoje a gestão de desenvolvimento de aeronaves da Embraer é reconhecida no mundo como a melhor que existe!!!
  12. "O relatório aponta que a área de desenvolvimento de produtos é atualmente compartilhada entre as unidades e deve ser transferida para a divisão comercial. Isso ameaçaria a competitividade das restantes." Isso não é verdade!!!
  13. https://samchui.com/2019/05/12/myanmar-national-airlines-embraer-e190-lands-without-nose-gear/#.XNf4RvZFymS
  14. E por projeto são protegidos de raios sim. Senão não são certificados. A questão é: será que ouve falha no processo produtivo? Lembro que o processo de metalização, que garante continuidade elétrica, provendo um caminho para o raio, desde o ponto de entrada até o de saída, é um processo cheio de detalhes e cuidados... Uma falha pode gerar descontinuidade, que gera resistência ou uma enorme diferença de potencial, que gera faíscas, que podem levar a mau funcionamento de répteis equipamentos ou até a coisa pior. Mas aviões do atingidos por raios todos os dias.
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