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Ozires

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  1. A restrição de peso é para evitar que empresas coloquem aeronaves grandes, apenas removendo assentos. Acredito que seja a explicação.
  2. Luckert, não vejo erro na estratégia... E as restrições não foram ignoradas. A questão foi a seguinte: o mercado regional já era amplamente dominado pela Embraer. E hoje mais ainda porque o E175E1 é a única aeronave que atende as Scope Clauses atuais. Com o E175E2 a Embraer se preparou para um eventual relaxamento das Scope Clauses, em reação ao movimento do MRJ. O risco era as Scope Clauses serem relaxadas, e o MRJ dominar o mercado americano por ser mais econômico. Com o E175E2 esta vantagem do MRJ estaria neutralizada, e além de tudo, teria a comunidade de Type rating com os E175 já em operação. O programa sendo suspenso permanece como opção futura para a empresa, a depender de movimentos do mercado e da concorrência. E o custo do programa não foi tão alto por ser membro da família E2.
  3. Já voltei de SJK para o Sul de E190 da Azul, e para BH também. Tem demanda sim. Mas é a questão de como interligar estes coisa na malha da empresa. Moro em SJK e é uma cidade rica, e a maioria das população de maior renda veio de outras regiões para de estabelecer aqui, por causa das indústrias. Então tem demanda para voos de negócios e voos para visitar parentes. Conheço muita gente com família em Minas que iria, pelo menos uma vez por mês de avião para lá, caso existissem voos. Isso além dos vôos de carga.
  4. Stelios, A um bom tempo atrás este fórum trazia assuntos que eram muito interessantes e aprendi muito, a acredito também ter conseguido ensinar um pouco. Os assuntos eram variados e o clima mais cordial. Só que foi ficando um fórum de tribos, tribo das viúvas da Varig, dos laranjinhas (Gol), dos vermelhinhos (TAM), dos adoradores da Azul,... E está só guerra!!! Qualquer tópico virava um troca de provocações e até insultos. Aí a coisa ficou sem graça porque virou briga. E me afastei.
  5. Obrigado. Mas foi exatamente por isso que parei de postar aqui... Sempre estarei disponível para responder questionamentos, se souber. Mas atualmente entro pouco neste fórum.
  6. Só para dar um exemplo, hoje o ATR não seria certificado. Os requisitos de crashworthness mudaram, e agora tem que se garantir que numa queda de xx G's pra passageiros não seriam esmagados pelo colapso das asas, e o piso não pode se deformar de modo a impedir a evacuação das cabine. Entre outras coisas. Não tenho detalhes e nem li os novos requisitos.
  7. As regras de certificação mudaram... Hoje desenvolver uma aeronave comercial de asa alta é um grande desafio e traz desvantagens... Por isso o motor na cauda passa a ser interessante...
  8. Em primeiro lugar muitas informações postadas aqui e que devem ser esclarecidas. 1- mesmo com uma revisão das Scope Clauses o Cseries não poderia ser usado nas regionais americanas. É uma aeronave muito maior com muito assentos. Ele não foi desenvolvido para isso. 2- O limite das Scope Clauses que impede o uso dos E175E2 está numa restrição de MTOW e não de tamanho. 3- O E175E2 foi desenvolvido para ser muito mais econômico que o E175E1, por isso adotou novos motores. Mas são motores muito mais pesados, e não teve como a aeronave ficar no limite das Scope Clauses. Mesmo que fizessem uma versão encurtada o limite não seria atingido. 4- Erro de estratégia? A empresa nada de braçada neste mercado com o E175E1 que já passou por uma atualização onde ganhou 6% de economia no fuel burn... E tem pronto um substituto caso mude as regras, garantindo a liderança neste enorme mercado. 5- O ERJ-140 foi desenvolvido pra atender as regras e vendeu pouco justamente porque as regras mudaram e ele deixou de fazer sentido. 6- A saída para se atender as regras seria desenvolver uma aeronave do zero... Mas isso era inviável naquele momento.
  9. Não sei como a Azul procede, mas o Type rating era para ser o mesmo.
  10. Diferenças entre o E190 E1 e o 190E2.... Quase tudo. Muito mais do foi dito neste texto muito mal escrito.
  11. A Alliance Airlines (Austrália) acaba de fechar a compra de mais 16 EMBRAER 190 (ex- American Airlines). Estas aeronaves vão se somar as 14 já adquiridas da Copa Airlines.
  12. Talvez o que falta é uma opção intermediária, que tava um custo operacional próximo do ATR, com um desempenho melhor... E corrigindo os principais problemas e pontos fracos do ATR.
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