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MarceloF

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  1. Quando a aeronave voava abaixo de 100ft de altura, o copiloto realizou diversos callouts informando que a aeronave estava fora do eixo da pista. O comandante cotejou os primeiros, entretanto, a partir de certo momento, não mais atendeu apropriadamente aos callouts do copiloto e prosseguiu para o pouso, a despeito dos seguidos alertas recebidos. O copiloto, mesmo percebendo que as correções do comandante não eram suficientes para controlar a aeronave e retorná-la ao eixo central da pista, não solicitou ao comandante, de forma mais assertiva a execução de uma arremetida em voo. Com um ór
  2. Também não entendi essa. Talvez alguém consiga ver o que não está tão transparente aos olhos. Se no fim das contas aceitariam a negociação permanente, não era mais fácil aceitar antes das 2700 demissões e recusar cada uma das propostas ruins?
  3. Verdade seja dita que quando existe uma anomalia muito grande nos salários, o próprio CADE deveria dar uma olhada de perto no que está acontecendo. Depende do que você chama/entende por "qualificado", e principalmente por "profissional". Se tu acha que um cara com 10 mil horas de F100 ao B777 vai aceitar trabalhar por 1/3 do que ele já ganhou...acertou, vai mesmo! Porque não é tão simples esse processo de "pegar a carteira e ir embora".
  4. Aparentemente quem não voa wide não é grande coisa... Reprovável o conteúdo dos prints que também recebi.
  5. Ele explicou que realmente é dono de uma empresa de TI e que estavam fazendo um site-teste através da empresa que é dele, à pedido do dono da Itapemirim. Esclareceu que após a resposta ao SNA, se ficar tudo alinhado, iniciarão o processo seletivo.
  6. Num outro post meu tu não entendeu o que escrevi nas entrelinhas. Vou ser mais específico dessa vez: Hoje estão cobrando por seleção, fazendo um show de horror com RH, oferecendo o menor salário do mercado, etc. Amanhã estarão se perguntando como pode o fator humano ainda ser responsável pelos acidentes na maioria das vezes.
  7. Obrigado por endossar o post com referência legal. É isso aí mesmo. No BR só há previsão de indenização do empregador nas forças armadas. Pagar pra fazer a seleção soa bastante absurdo. Mas muito em breve vai aparecer alguém dizendo que o concurso público também é pago, que todo processo seletivo custa dinheiro, etc, espera pra ver - até o dia que se derem conta que processo seletivo também é fonte de renda - imoral, mas é.
  8. Epa. Espera um pouco aí! Estão falando de coisas diferentes achando que é tudo igual. A Etihad (assim como outras várias empresas aéreas no mundo que pagam bons salários) faz o funcionário assinar um training bond que consiste em cobrir o custo do type rating caso o funcionário se qualifique e caia fora uma semana depois (normalmente o valor do bond vai caindo ao longo de 2 anos até o piloto poder sair sem pagar nada pelo custo de treinamento). A assinatura do training bond acontece APÓS a contratação e a celebração do contrato de trabalho. No Brasil, se você fizer um curso inicia
  9. Jura? Homologado pra voar RVSM? Voa em Classe A também? Bonito seu preciosismo pela família, mas não é assim que o mundo pensa. A seguradora sabe bem dessas coisas. Zero acidente existe sim. O Concorde ficou de 1976 até 2003 com zero acidentes causados por pilotos...
  10. Quantos acidentes foram causados na Space Shuttle por falha dos pilotos? Opa, é mesmo, zero. Quantos acidentes aconteceram com o Concorde por falha dos pilotos? Zero. Por que será?
  11. Seu avião não transporta cargas valiosas, pessoas muito importantes, não tem potencial destrutivo de derrubar um arranha-céu ou arrasar um bairro inteiro. Seu avião sequer voa em certos espaços aéreos. Alguns aviões comerciais já colecionaram 100 mil horas de vôo e 100 mil decolagens. Sob as mais diversas intempéries. Com dois pilotos. Coloque em perspectiva. O avião autônomo ainda vai existir como meio de transporte regular. Assim como a colonização de outros planetas e a exploração da Via Láctea. Talvez até exista transporte regular entre galáxias (se é que já não existe).
  12. Há uma grande diferença entre a tecnologia "pronta" e o avião autônomo passar do primeiro milhão de decolagens fora de espaço aéreo restrito. Tá cheio de projeto maduro por aí que de vez em quando ainda recebe boletim de manutenção, diretriz de aeronavegabilidade, e por aí vai. O A320, depois de anos no mercado começou a iniciar mergulhos inadvertidamente. O 737, depois de um projeto homologado e trocentos vôos de teste, já em operação comercial, mergulhou vitimando fatalmente várias vítimas por duas vezes. Imagina um avião autônomo...
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