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MarceloF

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  1. Vou antecipar o CVR pra vocês: - Eu sei o que estou fazendo OU - Depois a gente escreve um e-mail OU - Os cálculos são conservadores demais OU - Eu conheço os caras do FOQA, eles vão engavetar o registro
  2. Ser imbatível em economia tem seus preços... É a mesma falácia da economia do motor 1.0 que anda em giros altos na estrada. Wx avoidance ruim por voar em níveis mais baixos; Barulho imbatível (Passageiros embarcam ao lado de um motor em pleno funcionamento!) Conforto péssimo se não existir ACU para climatizar o avião antes e durante o embarque. Fica quente no mínimo até o nível de cruzeiro... IFSD ocorrem com maior freqüência no motor 2 - sim, o mesmo que funciona com a hélice travada.
  3. Eu lhe daria uma resposta bem próxima ao que o HX, majestosamente, lhe escreveu. Que bom. Desde Dryden os acidentes são vistos de outra forma. O importante não é o que o cmte decidiu, mas o que levou a tripulação a decidir desta forma, sobretudo o que é ensinado no treinamento da empresa e o que é praticado. A cultura organizacional de evadir alguns procedimentos por fatores como pontualidade e custos, por exemplo. Mas vamos ao Delta, onde a headline da notícia diz "Delta crew failed to warn controllers": https://www.reuters.com/article/us-california-airplane-school-idUSKBN1ZE2UQ? “OK, so you don’t need to hold to dump fuel or anything like that?” the control asked. The pilot responded, “Negative.” Alguém aí quer continuar acreditando que o cmte também teve um bom motivo para omitir o alijamento? Ou que 3 acidentes (puxa, queria mesmo que eu citasse mais exemplos? Vai dar uma lista enorme!) emblemáticos me fazem tentar regrar a história? Bem pelo contrário. Essa falsa sensação de que quem pilota avião grande é altamente qualificado é uma...hmm, bom...falsa sensação mesmo! Conheço figuras que sequer sabem como foram parar na esquerda de um de wide. A empresa cresceu de tal maneira que foram empurrados até ali. Right place at right time. E aí eu tenho que ler em um fórum que "Um cmte de um avião desses sabe o que está fazendo". Nem sempre. Sobre a estatística anônima: concordo com ela. A aviação comercial é tão segura que impede que um indivíduo, sozinho, consiga causar um acidente (veja bem: acidente). Sempre tem alguma última barreira, muitas vezes humana, impedindo que coisas piores aconteçam - independente de quantas faixas tenha no ombro e do tamanho do avião que voa.
  4. Hahahahaha. Sabe... Estamos em 2020, na era da informação, o AvHerald gratuito e acessível à todos. NTSB com relatórios abertos pra quem quiser ler. BEA, CENIPA. Pode escolher um! Partir desse princípio é acreditar que 4 faixas transformam um ser-humano em divindade. Partir desse princípio é ignorar toda a história da aviação de erros já cometidos. Partir desse princípio é não entender que muitas carreiras foram feitas à partir de lugar certo na hora certa. Eu também costumava partir desse princípio... E deixei de lado. Quando li os relatórios do Asiana em SFO, do Emirates em DXB e do Air France no Atlântico. "Ah, mas tinham mais de 2 na cabine de comando!" É, no Asiana também tinha.
  5. Tem uma foto circulando no whats do que teria sido a maior AGE da história na Azul. Alguém tem mais informações?
  6. Em mais de 10 anos freqüentando o CR já li bastante besteira. Vários posts non-sense, várias mensagens com dizeres inacreditáveis, mas esse merece um lugar no hall das piores coisas que já li até hoje por aqui.
  7. Impecável teu post, Longreach. Permita-me apenas fazer uma correção: - Co-piloto para vôo sim. Desconheço empresa que tenha só comandantes. E em malhas com hub&spoke pulsando em intervalos regulares, não é difícil fazer o strike. Vale lembrar: em 2016 quem fez a greve foi o CGNA. A paralisação só derruba o primeiro dominó, o resto vai sozinho. Uma tripulação inteira contra a paralisação vai ficar no chão tentando decolar rumo ao hub da empresa no momento em que o pátio não tiver mais espaço pra avião no chão. Na última greve foi exatamente assim. Abre o FR24 aí e me diz se tem lugar no chão para todos os aviões do mundo pousarem nesse exato momento.
  8. O agradecimento normalmente flutua na mediocridade do profissional. Enquanto existir manete pra empurrar, vai ter que ter alguém pra empurrar a manete. Alguns pra empurrar e prosseguir a decolagem quando não deveria, e outros para prezar pela segurança da aeronave, incluindo as vidas a bordo e a imagem da empresa - Isso é proporcional ao quanto se valoriza o profissional. Ainda assim, se a experiência fosse algo a ser valorizado, seria recompensada com um plano de carreira devidamente cumprido, que pelo que entendi é um dos pleitos deles. O salário deles é o menor do mundo em seu setor. O do presidente da empresa está no top 10 de presidentes de empresa no Brasil (Atrás somente de bancos e ex-estatais). Mas fica à vontade para divagar opiniões com pouco ou nenhum fundamento.
  9. Não entendo certas discussões aqui no fórum. Se olhar pro passado, é mais do mesmo! O ciclo funciona assim: - Uma grande empresa vai ficando obsoleta, não consegue se atualizar e acumula prejuízos há alguns anos, possui grandes passivos e decisões erradas que se perpetuam na capacidade de gerar receita e otimizar processos. - Uma pequena empresa , pagando pequenos salários e cheia de inovações e idéias revolucionárias entra comendo pelas beiradas e revirando o mercado que a empresa grande abandonou com o tempo. - A grande começa a falhar e a pequena se aproveita das lacunas que as grandes vão se forçando a abrir. - A grande quebra e a pequena torna-se a nova grande, que um dia ficará obsoleta e por aí vai... A história da aviação é assim! Não há absolutamente nada de surpreendente nesses relatórios.
  10. Essa barreira do automatismo completo vai ser quebrada depois que os dentistas se tornarem robôs. A aviação ainda tem muita lenha pra queimar, e o custo de suportar aviões autônomos em larga escala, no atual espaço aéreo é enorme!
  11. Encontraram os destroços do Malaysian em uma das praias de Madagascar.
  12. Que espetáculo!! A humanidade merece um prêmio por essa. Sobre achar o -VLU. O Malaysian já se sabe que caiu no mar... O -VLU, nem isso.
  13. O recente acidente com um Superjet 100, que vitimou 41 pessoas após um pouso de emergência em Moscou, levou as autoridades russas abrirem uma investigação contra a própria organização de aviação civil do país. O Procurador-Geral da Rússia, Yury Chaika, em audiência no Parlamento, declarou que 550 pilotos tiveram suas licenças suspensas por falta de aptidão e habilidade, e outros 160 certificados de voo foram anulados no país depois de inspeções do Ministério Público. Entre os problemas encontrados estavam a falta de conhecimentos técnicos por parte dos pilotos, incluindo profissionais de companhias aéreas, muitos sem proficiência para resolver situações de emergência. De acordo com o promotor, o sistema de aviação russo sofre com uma continua falta de objetivos e não possui um programa de segurança definido. “A questão do treinamento dedicado de pilotos ainda continua sendo urgente”, alertou Chaika. O Procurador-Geral ainda criticou de forma contundente o Ministério do Transporte Russo e a agencia de aviação civil, a Rosaviatsia, afirmando que o governo negligenciou historicamente padrões mínimo de treinamento e manutenção. O problema com proficiência pode estar ligado, entre outros, com a falta de escolas de instrução na Rússia, assim como a quase ausência de instalações apropriadas e de instrutores qualificados. Dois centros de treinamento foram fechados após ser constatado que não tinham condições mínimas de oferecer um curso adequado aos pilotos. Também houve casos de aviadores que receberam licenças de piloto comercial após cursarem programas de treinamento incompletos. O temor do Procurador-Geral é que centenas ou milhares de licenças tenham sido emitidas ao longo dos últimos anos sem que o piloto tenha recebido o treinamento adequado. Outra denúncia se refere a finalização deficiente das autoridades de aviação, tornando usual que aeronaves com manutenção irregular mantenham seus certificados de aeronavegabilidade em dia. Após o acidente com o Superjet 100, um grupo de investigadores ligados ao Gabinete do Procurador-Geral encontrou 400 aeronaves com manutenção irregular ou incorreta. De acordo com relatório parte dos problemas está relacionado ao modelo confuso e burocrático que a Rosaviatsia regula e fiscaliza o setor. A Chaika também criticou o Ministério dos Transportes por não ter elaborado e ratificados processos legais referente aos procedimentos de certificação de aeronaves, de processos de produção e treinamento do pessoal da aviação civil. No dia 5 de maio o voo Aeroflot 1492 se acidentou durante um pouso forçado no aeroporto internacional de Sheremetyevo, nos arredores de Moscou, vitimando 41 pessoas. Segundo as autoridades o Sukhoi Superjet 100 (o primeiro avião comercial completamente projetado na Rússia após o colapso da União Soviética) estivesse com todos seus sistemas operando normalmente, o pouso foi realizado de forma pouco usual, extrapolando limites estruturais da aeronave. Após o pouso a aeronave rompeu seus tanques de combustível iniciando um incêndio. O procedimento de pouso e o de evacuação de emergência está sob análise das autoridades, que encontraram uma série de erros primários. Segundo Sergey Furgal, governador de Khabarovsk, onde fica a planta industrial que produz os Superjet 100, a investigação preliminar aponta como falha humana o motivo do fracassado pouso forçado. “Foram os pilotos que cometeram vários erros durante o pouso, seja por falta de experiência ou por estresse”, afirmou Furgal. “[o avião] estava se aproximando da pista em um ângulo errado e com velocidade excessiva”. https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/acidente-na-russia-revela-que-pais-pode-ter-milhares-de-pilotos-sem-conhecimentos-basicos_4381.html?fbclid=IwAR3zjf5nULmbyGxyqDom0QEBrO01-oiNTkzvPWHM6EwwxgL4lB1TqOpD88o
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