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James007

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About James007

  • Birthday 09/12/1986

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  1. Não. No empréstimo de bem infungível (tecnicamente comodato) não há remuneração, portanto, se não há percepção de contraprestação financeira por quem empresta, não há um dos requisitos essenciais para que a operação se constitua em táxi-aéreo.
  2. Trata-se do outro piloto, Fernando Oliveira Vieira da Silva.
  3. Só para deixar claro, eu não estou afirmando que não era TACA, só estou achando prematuro afirmar que era TACA, pois não há, a meu ver, indícios de que seja, enquanto, por outro lado, há diversos indícios de que não parecia ser. TACA é algo muito sério, então acusar alguém de TACA (e correr o risco de errar) é igualmente sério também. Noto uma moda atual de se acusar de TACA todo acidente que ocorre na aviação geral envolvendo algum passageiro que não era o dono da aeronave, mas prefiro adotar posição conservadora de só falar diante de evidências, até porque neste país ainda vigora a presunção de inocência, e não o contrário.
  4. A aeronave acidentada era Um Citation II dual pilot, habilitação de tipo C550. Existe uma variante do Citation II que é SP (single pilot) que tem código de tipo C551, mas não era o do caso. O item 4.4.1 não tem relevância alguma. Trata-se apenas de uma das definições dos termos utilizados na norma.
  5. Número 6 na lista da Forbes deste ano, fortuna estimada em 3,4 bilhões de dólares
  6. Estou curioso para saber quais são os indícios de que era TACA, porque os indícios de que não eram são vários, a começar pela falta de mínimas razões para um bilionário (bi mesmo) como o dono do avião se rebaixar a tal. Da mesma forma como quem tem carro ou lancha leva parentes, amigos, amigos de amigos, agregados etc (as vezes entra quem o dono nem conhece), com um avião particular acontece o mesmo. Engana-se quem pensa que um avião particular voa sempre com o dono a bordo e só com ele. É uma suspeita muito forte de se levantar sem dados sólidos, portanto fico curioso por saber mais.
  7. No caso, seria uma das tabelas da página 40 em diante, que abordam as variantes E4 do RR usadas pela companhia, aí a performance já melhora mais um pouquinho
  8. Mas o 757 tem uma asa que proporciona ótimas velocidades de decolagem e pouso e, equipado com motores Rolls Royce, é conhecidamente uma aeronave bastante overpowered.
  9. É preciso lembrar, porém, que toda aeronave privada, antes de ser privada instrução, privada serviço especializado, privada transporte não regular ou privada qualquer outra coisa, ela é privada e, portanto, pode ser utilizada para locomoção do seu próprio proprietário, e isto não decorre da regulamentação específica aeronáutica, mas sim da simples prerrogativa de uso que decorre da propriedade privada e tem por fundamento exclusivo a constituição e o código civil. Continuando, neste caso a propriedade não é de uma sociedade, mas sim de uma associação (o aeroclube) que é uma pessoa jurídica que não tem sócio (dono), mas sim associados, em que são todos donos em conjunto do patrimônio da associação. Certamente o estatuto da associação prevê o uso pessoal das aeronaves pelos associados (licenciados) e a instrução (aos que ainda galgam a licença), afinal essa é em regra as finalidades comuns aos aeroclubes. Portanto, se ela não estiver em atividade de instrução, mas sim em uso pessoal pelo seu dono (no caso de aeroclube, por seus pilotos associados), pode sim ter passageiro. A questão do seguro não é requisito para a construção desse raciocínio jurídico. Isto é consequência. Ao aeroclube cujas aeronaves são usadas nestas duas modalidades cabe contratar o seguro total ou contratar seguro de forma que, no uso pelos associados, a cobertura inclua passageiro e, nos voos de instrução, não cubra, se preferir contratar com essa especialidade. O uso de aeronave de aeroclube para passeio particular dos associados, com ou sem carona, não é ilegal. Ilegal é a cobrança para levar a carona, seja em instrução ou em passeio. O mais importante neste caso concreto é saber se a instituição do aeroclube estava prestando o ilegal táxi aéreo ou se os pilotos associados requisitaram o avião a pretexto de fazer um voo particular e cobraram diretamente do artista, sem o conhecimento da instituição.
  10. Gente, O Decreto não mudou absolutamente nada em matéria de quem pode portar arma a bordo, só mudou a competência de quem poderá regulamentar a matéria (da ANAC para o Ministério), mas até agora nada foi alterado. Não esperem que o Ministério vá liberar para todo mundo, no máximo irão ampliar algumas hipóteses (militares e policiais, muito provavelmente) pois hoje são quase nulas. A preocupação em voos internacionais é zero porque nenhum porte de arma do Brasil tem validade no exterior, logo não tem quem tenha porte que pretenda embarcar para fora do país armado. Para fora do país no máximo há embarque armado de agente de polícia federal escoltando criminoso, mas nesses casos o embarque armado já acontece e vai continuar acontecendo. A matéria torna um problema algo que não representa problema algum. Tenham muito filtro com o que alguns veículos, especialmente a Folha, escreve, pois eles não têm compromisso nenhum com a informação, somente com o quanto pior, melhor. Marcelo Monteiro
  11. Jamais o país caminhará para a direita aumentando/mantendo os esquerdismos. Este discurso não tem fundamento, mas é repetido incansavelmente com o propósito de se tornar uma verdade absoluta à base da repetição. Não é mantendo o Estado administrando tudo e todos que tudo e todos adquirirão capacidade para se gerir sozinho. No momento atual, não há a menor razão para que o Estado desempenhe qualquer atividade típica de empresa. No passado até teve, quando, por exemplo, não havia particular interessado em explorar petróleo ou prover serviço de telefonia. O Estado o fez por falta de particular que o fizesse. Hoje isso não subsiste mais, portanto não há razão para que o Estado, que não administra bem coisa alguma, continue exercendo atividade empresarial, quanto mais sob monopólios. A corrupção, a falta de edução, a má índole, a pobreza, a má distribuição de renda e a falta de empregos não vão se resolver aumentando a participação estatal na vida do cidadão. A história moderna está repleta de evidências disso. O discurso de que o pai-Estado precisar participar disso ou daquilo até o povo brasileiro se emancipar e sair da suposta condição de incapacidade em que vive, é uma grande mentira voltada tão-somente para a manutenção de estruturas em que os maus políticos possam extrair seus milhões de todo dia. Ninguém chega à costa da Flórida nadando em direção a Cuba.
  12. Feita pra assustar mesmo. Banimento não existe, pelo menos no Brasil, em que o serviço aéreo é público, operado sob autorização estatal. Barrar alguém na saída do finger, querer que volte pra dentro do avião ou exigir que permaneça dentro do voo são medidas inconstitucionais, pois atentam contra a liberdade de locomoção. A prática é errada, mas, além de amedrontar, o máximo que conseguem fazer é entrar com ação judicial posterior, como fez a Lufthansa, mas raramente o farão e dificilmente ganharão. Não haverá economia de catering (algo em extinção, inclusive) pois os alimentos são encomendados e embarcados e se o passageiro não estiver lá para consumir não são reaproveitados no dia seguinte. Mas a questão por detrás dessa má-fé contratual do passageiro vai muito além do preço da comida.
  13. Como o dono tem a nacionalidade brasileira, considera-se uma empresa nacional. Não fosse essa coincidência, a Azul não existiria.
  14. Na verdade a empresa sabia de tudo desde sempre, muito antes de nós começarmos a saber alguma coisa.
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