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  1. Air Europa retoma voos em Fortaleza com o Boeing 787 Dreamliner Escrito por Hugo Renan do Nascimento, hugo.renan@svm.com.br 21:47 / 29 de Julho de 2020. Atualizado às 22:18 / 29 de Julho de 2020 A empresa é a segunda companhia que vai operar o equipamento na Capital Legenda: Boeing 787 é um dos mais modernos em operação no mundo Foto: Foto: Divulgação/Air Europa HUGO NASCIMENTO A Air Europa confirmou que vai voar a partir de novembro, no trecho entre Fortaleza e Madri (Espanha), com os modernos Boeings 787 Dreamliner. A informação foi dada pelo gerente geral da companhia no Brasil, Gonzalo Romero, em entrevista à coluna. A empresa retoma os voos na Capital no dia 1º de novembro com duas frequências semanais, aos domingos e quartas. Antes da pandemia, a aérea utilizava os Airbus 330 que estão sendo substituídos pelos modelos mais eficientes. "Nós temos tomado a decisão de que todas as nossas operações internacionais sejam feitas com o Dreamliner. Estamos falando de maior comodidade e também unificando a frota com este modelo de aeronave. Nosso retorno em Fortaleza a partir de novembro é com ele", diz. A Air Europa é a segunda companhia a anunciar este modelo de aeronave no Aeroporto Internacional de Fortaleza. A primeira que vai operar será a Air France a partir de outubro deste ano. O Dreamliner é um dos mais modernos aviões em utilização em todo o mundo. O equipamento é mais confortável, tem menos ruídos e possui uma cabine mais silenciosa e propícia para uma viagem de longo curso, além de ser mais eficiente ao gastar menos combustível por assento. "O Dreamliner é um produto muito bom. Além de ser moderno, é um equipamento com outros benefícios, como o ar da cabine onde o passageiro consegue dormir melhor por causa da humidade do ar. Tem ainda o benefício do entretenimento a bordo, além de conseguir fazer o trecho de viagem com menos tempo de voo", diz Romero. Retomada Segundo o executivo, a Air Europa tem boas expectativas para a retomada dos voos em Fortaleza. Ele diz ainda que espera uma redução das restrições de viagens entre os países para que a demanda se normalize. "Nós estamos enxergando que com certeza o melhor caminho seria a abertura da fronteira. Ainda temos uma restrição de ingresso de estrangeiros. A nossa expectativa é a demanda em novembro estar um pouco mais fraca, mas o suficiente para que a gente consiga manter as operações". Romero afirma que é difícil definir exatamente quando a demanda irá retornar ao patamar de antes da pandemia. No entanto, ele pontua que a demanda das companhias nacionais está se elevando gradualmente em todo o País e que isso é um bom sinal para as operações da Air Europa no Brasil. "A demanda está aumentando aos poucos. Nosso reinício na Espanha tem ocupações muito boas, e achamos que é uma indicação positiva que pode acontecer no Brasil no momento da abertura das fronteiras. Em novembro, nós vamos começar devagar, com o pé no chão e avaliando pouco a pouco a situação". O gerente geral também pontua que a demanda de cargas vai continuar crescendo. Ele diz que antes da pandemia os espaços de porões das aeronaves que faziam a rota Fortaleza-Madri já haviam sido vendidos antes da rota ser iniciada no fim do ano passado. "Nossos porões estavam lotados de carga. Achamos que essa demanda vai permanecer. O mercado exportador do Ceará continua trabalhando e temos pensado que vai ser proveitoso para este segmento o retorno das operações em Fortaleza". Protocolos O executivo reforça que a Air Europa segue cumprindo de forma rigorosa as recomendações e instruções dos protocolos sanitários. Romero diz ainda que a companhia aumentou a frequência de limpeza das aeronaves e tomou algumas medidas extras para evitar o contato de passageiros com tripulações e pessoal de terra. "Estamos fazendo com que os passageiros utilizem os canais digitais antes da viagem para evitar contato com funcionário da empresa. Também estamos aconselhando os passageiros a despacharem as malas de mão e que eles fiquem apenas com uma mochila ou bolsa. Dentro do avião, a gente disponibiliza máscaras e lenços. Estamos oferecendo uma sacola ao passageiro com os alimentos e também pratos superquentes para evitar contaminação", destaca. É importante lembrar que o ar da cabine nunca fica estagnado. É uma mistura de ar externo e ar filtrado usando recirculação HEPA ou filtros de alta eficiência. Esses filtros podem capturar partículas contendo vírus com uma eficiência de mais de 99,9%. Eles são os mesmos usados em ambientes hospitalares altamente exigentes, como salas de cirurgia. Nenhuma forma de transporte coletivo é tão eficiente na proteção do passageiro quanto o avião, especialmente se for pilotado com frotas tão modernas e eficientes como modelos Dreamliner. Parceria Diante do cenário, Fortaleza continua com um ponto forte que é exatamente o hub da Gol e Air France-KLM. Desde o dia 22 de julho, a Air Europa fortaleceu a parceria que já vinha mantendo com a Gol, e dessa vez incluiu o programa de milhas Smiles. Os clientes Smiles podem acumular milhas voando na Air Europa. "Nossa parceria com a Gol vai ser fortalecida com o retorno a Fortaleza. Para o nosso voo é fundamental ter essa conexão. Com certeza isso é muito importante para nós", comenta Romero. Fonte: www.diariodonordeste.com.br
  2. Helvetic pushes back seven E2 deliveries to 2021 By Cirium3 July 2020 Swiss regional carrier Helvetic Airways has deferred delivery of seven Embraer 190-E2s that were due to join its fleet this year. The airline, which recently took delivery of its fifth E2, says the remaining seven will now arrive “from 2021 onwards”. Helvetic will resume scheduled flights from Bern to Palma on the Spanish island of Majorca on 5 July, along with services from Zurich to Pristina in Kosovo and Ohrid in Macedonia. Source: Embraer Helvetic Airways Embraer 190-E2 Starting on 18 July, the airline will serve Majorca from Bern and Sion on behalf of FlyBair. Crete and Rhodes will also join the network from mid-August, followed by Jerez, Kos, Menorca and Preveza from September. “Europe may have reopened its internal borders, but the situation remains very uncertain,” states Helvetic Airways chief executive Tobias Pogorevc. “Things are slowly starting to happen again, but it’s still very unclear just how much demand there is for air travel.” Pogorevc adds that the carrier will gradually increase capacity over the next few months, depending on demand. Source: www.flightglobal.com
  3. Air France deve retomar voos entre Fortaleza e Paris em 14 de outubro Escrito por Redação, 11:01 / 07 de Julho de 2020. Atualizado às 11:12 Inicialmente, a frequência deve operar com o Boeing 787-9, mas a partir do dia 25 de outubro, a aeronave passa a ser o Boeing 777-200 A Air France anunciou que deve retomar os voos entre Paris e Fortaleza em 14 de outubro deste ano. Inicialmente, a frequência deve ser realizada com o Boeing 787-9, mas a partir do dia 25 de outubro, a aeronave passa a ser o Boeing 777-200. O retorno da operação faz parte da retomada gradual de voos da Air France e da KLM para 2020. Os serviços de longa-distância serão retomados em parte da malha aérea das companhias, tanto para transporte de passageiros quanto de carga, de acordo com as restrições e a demanda de viagens. > Agências comercializam pacotes de viagens até 60% mais baratos no Ceará > Pousadas cearenses miram reabertura gradual com promoções para atrair hóspedes Segundo informou a Air France em nota, a recuperação das operações "será lenta e feita com a cautela necessária, prezando pela segurança e saúde de nossos clientes e colaboradores, prioridades absolutas para as companhias". A KLM ainda estuda a retomada, de acordo com o comunicado. As companhias reforçam que seguem operando para o Rio de Janeiro (GIG) e São Paulo (GRU), e os clientes podem optar pela conexão de e para a capital cearense via tais aeroportos com a Gol. "A programação mundial de voos Air France e KLM segue sujeita a alterações e à obtenção da autorização governamental necessária", informaram as companhias. Fonte: www.diariodonordeste.com.br
  4. David Neeleman Aceita E Agradece Apoio Do Estado Português À TAP 29/06/2020 O acionista da TAP David Neeleman garantiu nesta segunda-feira, dia 29 de junho, o “empenho dos privados” no futuro da companhia, agradecendo “muito” o empréstimo de emergência do Estado português e afirmando aceitar a entrada imediata deste na Comissão Executiva da empresa. “Apesar de não ter sido essa a nossa proposta, agradecemos muito o apoio do Estado português através de um empréstimo de emergência à TAP e aceitamos obviamente as medidas de controlo da utilização desse empréstimo”, afirma Neeleman numa declaração escrita enviada à agência de notícias portuguesa ‘Lusa’. Após “meses de silêncio”, o empresário justifica esta tomada de posição com a necessidade de “rejeitar as declarações sobre o empenho dos privados no futuro da TAP”, garantindo que estes estão “disponíveis para aceitar a participação do Estado na Comissão Executiva imediatamente e mesmo antes de uma eventual capitalização do empréstimo”. “Estamos também disponíveis para capitalizar os nossos créditos na companhia no momento da aprovação do plano de reestruturação que será negociado com a Comissão Europeia”, acrescenta. Na nota enviada à ‘Lusa’, Neeleman diz ter “optado pelo silêncio nos últimos meses por estar concentrado em ajudar a Comissão Executiva da TAP a trabalhar para encontrar soluções nesta fase muito complexa relativamente ao futuro da TAP”. “No entanto, e porque há limites, não posso deixar de rejeitar as declarações sobre o empenho dos privados no futuro da TAP”, sustenta. “O nosso empenho – garante – é o mesmo de 2015, quando ganhámos a privatização e salvámos a TAP de uma situação de insolvência, e após cinco anos de trabalho muito duro transformámos a TAP numa companhia renovada, de maior dimensão e preparada para o futuro. Continuamos a acreditar na TAP apesar desta enorme crise que afetou toda a economia e em particular o setor da aviação”. Segundo David Neeleman – que com Humberto Pedrosa, através da Atlantic Gateway, detém 45% da TAP – “desde o início da crise a equipa executiva tem trabalhado noite e dia em conjunto com os fornecedores, tendo negociado e obtido apoios importantes na ordem de centenas de milhões de euros”. “O nosso foco não é apenas garantir que a TAP sobreviva, mas que recupere a rota de crescimento que vinha percorrendo e que prospere para que possamos cuidar dos nossos trabalhadores e clientes”, defende. Neeleman recorda que a TAP precisa “da ajuda do Estado Português” tal “como todas as outras companhias aéreas na Europa” e afirma que “todo o investimento feito pelo Estado” na empresa “tem um retorno garantido, multiplicado por muitas vezes”. Isto para além de “um significativo impacto na economia portuguesa, quer pela estabilidade económica” dos trabalhadores da companhia e da respetiva “cadeia de valor de fornecedores e parceiros portugueses”, como pelos “milhões de visitantes” que anualmente transporta para Portugal. “A TAP é muito importante para o País e estou certo que o Governo português saberá respeitar os compromissos assumidos com quem acreditou e transformou a companhia”, afirma. Fonte: newsavia.com
  5. Juazeiro retoma voos para São Paulo a partir desta quarta-feira (10) Escrito por Redação, 16:09 / 09 de Junho de 2020. Além de Juazeiro do Norte, companhia aérea também retoma os voos diretos de Porto Seguro e Ilhéus (ambos na Bahia) e Petrolina (PE) para o Aeroporto de Guarulhos Legenda: Voos entre o Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, e o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, serão retomados amanhã (10) Foto: Antonio Rodrigues Recuperando paulatinamente as operações em todo o Brasil, a Gol Linhas Aéreas retoma amanhã (10) a operação entre Juazeiro do Norte e o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A cidade cearense é uma das várias localidades da região Nordeste que são atendidas pela companhia, mas estavam com voos suspensos em meio aos impactos da pandemia do coronavírus no Brasil. Além de Juazeiro do Norte, a companhia aérea também retoma os voos diretos de Porto Seguro e Ilhéus (ambos na Bahia) e Petrolina (PE) para o Aeroporto de Guarulhos. A Gol também retoma duas rotas no Nordeste para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo: para Recife (PE), e para Salvador (BA). Em Pernambuco, a Companhia irá operar a rota Recife-Congonhas/SP com decolagens todos os dias da semana, exceto aos sábados. As saídas serão às 18h30, do Recife, e às 14h40 na capital paulista. Já no aeroporto internacional de Salvador são cinco voos semanais, nas segundas, quartas e sextas, saindo de Salvador às 11h05, e partindo de Congonhas às 8 horas. Em junho, o aeroporto internacional de Brasília também ganhou reforço no Nordeste com um aumento de voos para Fortaleza, sendo uma decolagem por dia, de domingo a segunda. Os bilhetes já estão disponíveis nos canais da companhia e em agências de viagens, de acordo com a Gol. A companhia reforça que, "este é um aumento sutil de opções na malha em vigor, mas importante para a comodidade de quem precisa se deslocar ou utilizar os serviços de transporte da Gol. Ajustes pontuais poderão ocorrer face a mudanças de cenários da pandemia ou exigências regulatórias". Medidas para os voos Para viajar, é solicitado a todos os clientes a utilização de máscaras nos voos em operação, conforme a Gol. Ainda de acordo com a companhia, aeronaves são equipadas com um sistema de filtro de ar que captura de 99,7% de partículas microscópicas, como bactérias e vírus ao promover a renovação do ar do avião a cada 3 minutos. "Medidas extraordinárias de atendimento também foram adotadas a favor dos clientes e dos colaboradores, como técnicas de distanciamento social; desligamento de totens e uso de adesivos para demarcar a distância mínima durante o processo de embarque e também a bordo; e o fechamento da sala vip dos aeroportos", diz ainda a companhia.
  6. TAP e Air Europa já têm datas para retomar voos em Fortaleza; confira programação Escrito por Hugo Renan do Nascimento, hugo.renan@svm.com.br 09:19 / 04 de Junho de 2020. Legenda: Airbus 330-900neo em Lisboa Foto: Foto: Diário do Nordeste As companhias TAP e Air Europa já definiram o retorno de seus voos para Fortaleza. Enquanto a TAP volta com um voo semanal no dia 5 de julho para Lisboa, a Air Europa retoma as duas operações semanais a partir de 1º de novembro para Madri. Air Europa, por exemplo, anunciou que retoma os voos para São Paulo a partir do dia 15 de julho, Salvador, em 1º de setembro, e Fortaleza e Recife, em 1º de novembro. A decisão vai ao encontro do que os especialistas do setor aéreo já diziam: que os voos internacionais serão os últimos a serem retomados, tanto no Brasil, como no Ceará. A Air Europa ainda ressaltou no comunicado que a nova programação está sujeita ao fluxo de demanda ativa, que marcará o aumento de novas frequências e a incorporação de novas rotas para atender às necessidades dos passageiros. Em Fortaleza, havia planos da inclusão de mais um voo semanal em agosto deste ano por causa do verão europeu. O que de fato não ocorrerá por causa da pandemia do novo coronavírus. Na tentativa de resgatar a demanda perdida por causa da covid-19, a empresa lançou a campanha "Abra seus horizontes. Planeje já sua viagem e aproveite o verão europeu", com preços a partir de R$ 2,3 mil (ida e volta). A promoção é válida até 21 de junho para viagens até 10 de dezembro para voos de longo curso. Já os planos da portuguesa TAP indicam retomada de um voo semanal entre a Capital e Lisboa, nos modernos Airbus 330-900neo. A partir de agosto, estão previstos dois voos semanais.
  7. Cabo Verde Airlines realizando voo Sal - Havana e Havana - Praia B757 Da CV Airlines Foi A Cuba Buscar Equipa De Médicos Cubanos 24/04/2020 O Governo da República de Cabo Verde fretou um avião da Cabo Verde Airlines que se deslocou à cidade de Havana, capital da República de Cuba, para transportar um grupo de médicos, epidemiologistas e enfermeiros cubanos que irão ajudar as autoridades cabo-verdianas na luta contra a pandemia de covid-19, que já está a afetar as ilhas. O Boeing 757-200ER da Cabo Verde Airlines, matrícula D4-CCH, descolou do Aeroporto Amílcar Cabral, na ilha do Sal, na quarta-feira, dia 22 de abril, pelas 09h53 locais tendo aterrado no Aeroporto Internacional José Marti, em Havana, pelas 15h16 locais. Depois de embarcar o contingente de profissionais de saúde cubanos e algum equipamento de apoio, o avião da Cabo Verde Airlines descolou pelas 16h48 locais com destino à Cidade da Praia, na ilha de Santiago, onde aterrou pelas 02h53 desta quinta-feira, dia 23 de abril. Sobre esta missão dos especialistas cubanos em Cabo Verde, o ministro da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário, disse que se insere no quadro do acordo de cooperação tripartida entre os governos de Cabo Verde, Cuba e Luxemburgo, para reforçar o combate à pandemia do covid-19. O governante afirmou que as autoridades de saúde cabo-verdianas já têm estruturada uma gestão própria para acolher esta equipa sanitária, em função das necessidades. Por outro lado, Arlindo do Rosário avançou que da cooperação com a União Europeia e com o Banco Mundial, Cabo Verde recebe até ao final deste mês, ou o mais tardar no início de maio, um grande lote de equipamentos adquiridos para reforçar a capacidade de resposta. Para além destas cooperações, o ministro explicou que Cabo Verde conta com a parceria de vários países e instituições que já manifestaram disponibilidade para ajudar o arquipélago, e afiançou tratar-se de um trabalho de alto nível realizado pela diplomacia cabo-verdiana junto de parceiros internacionais. Arlindo do Rosário lembrou ainda que Cabo Verde já reforçou o seu stock sanitário nesta luta contra a covid-19 com um vasto lote de equipamentos doados pela China composto por 12 mil máscaras, dois mil fatos integrais, 500 termómetros de infravermelho, dois mil óculos de proteção, dez mil luvas e dez mil sobre botas. Nesta quinta-feira, dia 23, numa cerimónia de apresentação do projeto de combate à covid-19, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares, realçou que o Governo prioriza “salvar as pessoas”, sem que ninguém fique para trás, afirmando que este projeto, orçado em pouco mais de meio milhão de euros, financiados pelo Luxemburgo, Cuba e Cabo Verde, foi montado em menos de dez dias. Luís Filipe Tavares manifestou o seu reconhecimento ao Governo do Grão-Ducado do Luxemburgo pela rapidez como este país europeu respondeu às preocupações e solicitações das autoridades cabo-verdianas, e ao ministro da Saúde, Arlindo do Rosário, para que este projeto se tornasse realidade. Cabo Verde regista actualmente 82 casos de covid-19, sendo 52 na ilha da Boa Vista, 28 no município da Praia (dois dos quais vindos da Boa Vista), um no concelho do Tarrafal e um na ilha de São Vicente. Dos casos confirmados, registou-se um óbito, um cidadão inglês de 62 anos, que se encontrava de férias na ilha da Boa Vista, e um doente recuperado. Desde o dia 18 de abril que está em vigor um segundo período de estado de emergência em Cabo Verde, decretado pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, sendo que para as ilhas da Boa Vista, Santiago e São Vicente, todas com casos de covid-19, vai até às 24h00 de 2 de maio, e para as restantes ilhas habitadas, sem casos diagnosticados, o estado de emergência vai até às 24h00 de 26 de abril. Fonte: www.newsavia.com
  8. Norwegian Despede Mais De 4.800 Pilotos E Tripulantes De Cabina 20/04/2020 O Grupo Norwegian decidiu entrar com um pedido de falência para quatro empresas subsidiárias em países do norte da Europa, que levará ao despedimento imediato de 1.571 pilotos e 3.134 tripulantes de cabina, num total de 4.885 colaboradores. Segundo dados fornecidos pelos sindicatos à imprensa escandinava serão encerradas as seguintes empresas que fornecem tripulações para os voos da Norwegian: Norwegian Pilot Services Sweden AB, Norwegian Pilot Services Denmark ApS, Norwegian Cabin Services Denmark ApS e Norwegian Air Resources Denmark LH ApS. O grupo de matriz norueguesa também cancelou contratos de fornecimento de tripulações com subsidiarias do Grupo OSM Aviation na Espanha, EUA, Finlândia, Reino Unido e Suécia, que forneciam também tripulações para os seus aviões. Entretanto, o grupo aéreo Norwegian confirmou nesta segunda-feira, dia 20 de abril, as notícias que logo pela manhã começaram a surgir na imprensa internacional sobre o pedido de falência das subsidiárias, e disse que irão ser mantidos 700 pilotos e 1.300 tripulantes de cabina que estão baseados na Noruega, França e Itália. Um porta-voz da Administração disse que não restou outra solução face à recusa dos governos da Dinamarca e da Suécia em apoiarem financeiramente a companhia aérea, que trabalha com diversas marcas em segmentos de mercado de baixo custo, nomeadamente intercontinental da Europa para os Estados Unidos da América. O sistema de apoio à suspensão de contratos é diferente na Noruega, onde o governo assume os custos salariais durante o período de suspensão dos contratos de trabalho, pelo que foi possível manter a empresa até que exista uma efetiva retoma. “O impacto que o coronavírus teve na indústria da aviação é sem precedentes. Fizemos todo o possível para evitar tomar essa decisão de último recurso e solicitamos acesso ao apoio do governo na Suécia e na Dinamarca ”, afirmou o CEO da Noruega, Jacob Schram. A Norwegian transportou em 2019 cerca de 40 milhões de passageiros. Até à eclosão da pandemia era o terceiro maior grupo de aviação comercial de baixo custo da Europa e o sexto do mundo, com uma rede de 500 rotas para mais de 150 destinos. Fonte: www.newsavia.com
  9. TAP Solicita Garantias Do Estado Para Duas Operações De Financiamento 22/04/2020 A TAP pediu garantias ao Estado para duas possíveis operações de financiamento, que estão a ser negociadas com os bancos chineses Haitong e ICBC Spain (sucursal em Espanha do ‘Industrial and Commercial Bank of China’), para um total de 350 milhões de euros, segundo uma carta enviada ao regulador aéreo nacional no dia 20 de março. Na missiva, a que a agência de notícias ‘Lusa’ teve acesso, endereçada à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e assinada pela Comissão Executiva da transportadora, a TAP faz vários pedidos, tendo em conta a situação resultante da pandemia de covid-19. “A TAP solicitou no passado dia 19 de março à Parpública [que detém participações empresariais do Estado] a prestação de garantia no âmbito de duas possíveis operações de financiamento, conforme propostas recebidas respetivamente do Haitong Bank e do ICBC Spain – Industrial and Commercial Bank of China”, de acordo com o texto da carta. Em causa está uma proposta do Haitong para a realização de “uma emissão de obrigações da TAP, com subscrição particular (‘private placement’) no montante de até 200 milhões de euros, com possível tomada firme do Haitong de até 50% do valor da emissão (com o máximo de 100 milhões de euros), com maturidade entre 7 e 10 anos, com juro correspondente a OT/PGB [Obrigações do Tesouro], acrescido de 40-70 bps [pontos base] e garantia a prestar pela República Portuguesa”, de acordo com o documento. Já no caso do ICBC, a TAP pediu ao Estado para analisar a realização de uma emissão de obrigações, a “subscrever e/ou sindicar pelo ICBC, no montante de até 150 milhões de euros, com maturidade de 3 anos, juro de 425 bps acrescido de Euribor a três meses e garantia a prestar pela República Portuguesa”. A TAP considera, nessa carta, que as propostas “apresentam condições financeiras extremamente competitivas, em particular no atual contexto, e requerem a prestação de uma garantia pelo Estado português”, o que a companhia aérea acredita ser “razoável e adequado”. A TAP sublinhou ainda a “importância dos referidos financiamentos” para ser possível “minimizar os danos provocados pelo surto de covid-19 e assegurar a sustentabilidade da sua posição financeira”. O grupo estimava, no dia 20 de março, que precisava de 350 milhões de euros até junho para fazer face às necessidades geradas pela crise, que reduziu a atividade a poucos voos essenciais. Em declarações à Lusa, no dia 18 de abril, David Neeleman, que com o empresário Humberto Pedrosa, detém o consórcio Atlantic Gateway, dono de 45% do capital da TAP, disse que, no contexto das restrições, entretanto impostas pela pandemia, “imediatamente” a companhia aérea contactou “investidores europeus e de outras geografias no sentido de obter suporte financeiro adicional” para encarar os efeitos negativos desta crise e que, “de modo geral, os investidores mantêm o interesse em financiar a TAP, tendo apresentado propostas de financiamento bastante interessantes e competitivas, com garantia do Estado”. “Entre os diversos mecanismos disponíveis de apoio de Estado, a emissão de uma dívida garantida é o que vem sendo adotado com mais frequência pelos nossos concorrentes por ter uma série de vantagens, entre elas o tempo de execução que nesse momento é crucial para a TAP”, assegurou o empresário, nessa altura. A companhia aérea deu ainda conta na mesma carta de vários pedidos feitos na altura, de isenção e diferimento do pagamento de impostos e da Segurança Social, bem como das taxas aeroportuárias e outras devidas pela sua atividade. O grupo apelou ainda ao uso das bases aéreas do Montijo, Sintra e Monte Real para o “parqueamento” de aeronaves, adiamento da entrega das licenças de CO2 (dióxido de carbono) e várias outras medidas operacionais, como o reembolso através de ‘vouchers’ e a flexibilização de várias obrigações no reencaminhamento e acompanhamento de passageiros. Fonte: www.newsavia.com
  10. Governo Português Não Deixará A TAP Cair, Garante O Ministro Da Economia 21/04/2020 O ministro português da Economia reiterou nesta terça-feira, dia 21 de abril, que o Estado “seguramente não permitirá que a TAP se extinga” e assegurará que tenha a capacidade de continuar a sua atividade e o seu serviço ao Estado, dada a sua importância estratégica. “O Governo já disse várias vezes que a TAP é uma empresa estratégica e que é importante que tenha a capacidade de continuar a sua atividade, o seu serviço ao Estado português”, sublinhou o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, garantindo que o Governo “seguramente não permitirá que a TAP se extinga”. O governante falava na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, na Assembleia da República, em Lisboa, sobre as consequências económicas da pandemia de covid-19 e das medidas de combate à sua propagação, e respondia a uma questão do deputado do CDS-PP João Gonçalves Pereira, que manifestou a oposição do partido a uma possível nacionalização da transportadora aérea. Apesar de não acompanhar o dossiê da TAP, que está sob a tutela do Ministério das Infraestruturas e Habitação, Siza Vieira esclareceu que as empresas podem solicitar apoio no quadro dos auxílios de Estado da União Europeia, no contexto da pandemia de covid-19. Caso seja decidido um apoio à transportadora aérea, é necessário um pedido de autorização do Governo à Comissão Europeia e a demonstração da sua necessidade. Assim, não é possível, no caso da TAP ou de outra empresa que recorra a este tipo de apoio, requerer apenas uma garantia estatal para se financiar. Quanto ao mecanismo de lay-off simplificado, o ministro da Economia admitiu recear que o nível de desemprego fosse “muito mais significativo”, se o Governo não tivesse desenvolvido aquela medida. “Se em maio conseguirmos retomar [a economia], conseguiremos ter preservado muito mais emprego do que de outra forma teria sido possível [sem lay-off simplificado], considerou. O governante com a pasta da Economia adiantou que, agora, o que se impõe é desenhar a transição e perceber como é que o mecanismo de lay-off pode funcionar no quadro da retoma económica. “Vamos ter que, seguramente, quando sairmos deste momento de túnel […] verificar qual é a circunstância da nossa economia, não só que apoios serão justificados nessa altura, mas até que reestruturações empresariais serão necessárias”, acrescentou. Fonte: www.newsavia.com
  11. https://www.aeroflap.com.br/boeing-e-processada-em-us-336-milhoes-por-pedido-cancelado-do-737-max/
  12. https://exame.abril.com.br/exame-in/com-a-azul-nas-cordas-seu-fundador-esta-de-olho-em-outra-aerea/?fbclid=IwAR28iGzx3bXyNuynjVKd_o-Xg7Sd_glBXzpvtA3VuSF_h8zL-QRfXVA1euA
  13. Boeing Perde Mais De 300 Encomendas De Aviões Comerciais 14/04/2020 A Boeing eliminou mais de 300 aviões da sua lista de encomendas em março, devido aos pedidos de cancelamento resultantes da quebra de procura no setor da aviação, provocada pela pandemia de covid-19, anunciou a construtora aeroespacial norte-americana. Dos 300 cancelamentos registados, 150 eram pedidos do modelo 737 MAX, que teve de ser retirado do espaço aéreo internacional, depois de estar envolvido em dois acidentes mortais resultantes de uma falha técnica. “Estamos a trabalhar com os nossos clientes, muitos dos quais enfrentam uma pressão financeira relevante para reverem os planos de frota e fazer ajustes apropriados. A Boeing continua a ajustar o livro de encomendas para adaptar-se a uma produção de curto prazo do 737 MAX inferior ao planeado”, disse a empresa através de uma declaração à imprensa nesta terça-feira, dia 14 de abril. Segundo a sua página na internet, a Boeing regista 5.049 pedidos de aviões no final do primeiro trimestre deste ano, depois de reduzir a lista em 307 unidades devido às baixas expectativas de que sejam entregues devido às dificuldades que o setor atravessa. A Boeing, que no ano passado teve o primeiro exercício com prejuízo em duas décadas, suspendeu este mês a produção de aviões comerciais devido às medidas impostas pelas autoridades norte-americanas para conter a propagação da covid-19. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) estimou nesta terça-feira, uma quebra de receitas das companhias aéreas mundiais superior a 50% devido ao “agravamento da crise” do novo coronavírus, que reduziu em 80% o número de voos a nível mundial em comparação com o mesmo período do ano passado. O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 120 mil mortos e infetou mais de 1,9 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Os Estados Unidos são o país que regista o maior número de mortes, contabilizando 23.649 até esta data, e o que tem mais infetados, com 582 mil casos confirmados. Fonte: www.newsavia.com
  14. Neeleman Diz Que A TAP Apenas Pretende O Aval Do Estado Português Para Se Financiar 18/04/2020 O empresário norte-americano David Neeleman diz estar “totalmente disponível” para colaborar com o Governo Português numa solução para a TAP, mas afirma que a companhia tem propostas competitivas para se financiar e que o que precisa é de “uma garantia estatal”. Em declarações à agência de notícias portuguesa ‘Lusa’, David Neeleman, que também tem nacionalidade brasileira, e que com o empresário Humberto Pedrosa, detém o consórcio ‘Atlantic Gateway’ – dono de 45% do capital da TAP SGPS –, começou por considerar que Portugal está “a reagir muito bem” à pandemia decovid-19, “graças às medidas sanitárias e económicas definidas e implementadas em tempo pelo Governo e seguidas por toda a população e empresas”. “Vi com satisfação que o Governo português não só se preocupou com o tema da saúde, como desde cedo lançou incentivos à economia portuguesa onde a garantia estatal foi uma das principais medidas de apoio às PME [pequenas e médias empresas], bem como o lay-off simplificado (suspensão do contrato ou redução do horário de trabalho) a que a TAP aderiu”, afirma o empresário na entrevista divulgada pela ‘Lusa’ neste sábado, dia 18 de abril, e publicada em vários meios da imprensa portuguesa. No setor da aviação o impacto da covid-19 “é brutal e a TAP não foge à regra”, pois tem 95% dos aviões em terra e 90% dos colaboradores em casa, lembra, reforçando que, “mesmo as maiores e mais robustas empresas de aviação, estão com enormes desafios”. TAP terminou o ano de 2019 com 435 milhões de euros em caixa Não fora esta conjuntura, a TAP – que “conseguiu construir uma posição de tesouraria forte em 2019, a melhor da sua história, tendo terminado o ano com 435 milhões de euros em caixa” – iria conseguir “encarar o ano de 2020 com tranquilidade”, refere. No entanto, no contexto das restrições, entretanto impostas pela pandemia, David Neeleman diz que “imediatamente” a TAP contactou “investidores europeus e de outras geografias no sentido de obter suporte financeiro adicional” para encarar os efeitos negativos desta crise e que, “de modo geral, os investidores mantêm o interesse em financiar a TAP, tendo apresentado propostas de financiamento bastante interessantes e competitivas, com garantia do Estado”. “Entre os diversos mecanismos disponíveis de apoio de Estado, a emissão de uma dívida garantida é o que vem sendo adotado com mais frequência pelos nossos concorrentes por ter uma série de vantagens, entre elas o tempo de execução que nesse momento é crucial para a TAP”, assegura o empresário. “Importa lembrar que, desde a privatização, o Estado não teve de colocar um euro na TAP e que agora, apesar das enormes dificuldades, o que precisamos é de uma garantia estatal para um financiamento e não um empréstimo direto do Estado”, sublinha. Esta semana, tanto o ministro das Finanças, Mário Centeno, como o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, admitiram a nacionalização da TAP como uma das possibilidades de viabilizar a companhia. “Como já disse o meu sócio Humberto Pedrosa, o pedido de ajuda solicitado ao Estado, que nos permitirá assegurar os postos de trabalho e a sustentabilidade da TAP, está em linha com o valor reembolsado pela TAP, nos últimos 15 meses, à banca de dívida garantida pelo Estado, que no momento da privatização era de 466 milhões de euros, pelo que o Estado não estaria a aumentar significativamente o seu risco em relação à TAP, mais do que há alguns meses”, acrescenta. Neeleman adianta que, na aprovação e reforço das medidas e quadros de apoio excecionais para ajudarem as companhias aéreas a garantirem a sua sustentabilidade, União Europeia e governos a nível mundial “sinalizaram também, desde cedo, aos mercados financeiros que uma das principais formas de apoio à recuperação da economia seria a prestação de garantias estatais a novos financiamentos obtidos pelas empresas”. É nesta conjuntura que David Neeleman diz estarem “totalmente disponíveis para continuar a colaborar e a conversar com o Governo português de espírito aberto e construtivo”. Na quinta-feira, dia 16 de abril, o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, afirmou Assembleia da República, em Lisboa, que a transportadora “já endereçou um pedido de auxílio ao Estado português”, tendo expectativa de que uma resposta possa ser conhecida “muito em breve”. “Mais do que nunca, todos temos de colaborar para que a TAP volte a voar assim que o espaço aéreo abrir”, refere David Neeleman. “2019 foi um ano em que se consolidou o ‘turnaround’ [recuperação de valor] e, apesar do primeiro semestre desafiante, houve uma clara inversão dos resultados operacionais e financeiros no segundo semestre. Tendência que se manteve até fevereiro deste ano, que apresentou uma ‘performance’ operacional melhor que o período homólogo de 2019: o número de passageiros aumentou em 14% e as receitas aumentaram 17%”, afirma o empresário, que também controla a companhia aérea AZUL – Linhas Aéreas Brasileiras (LINK notícia relacionada). David Neeleman diz a este propósito que o investimento nos últimos anos na renovação da frota, tornando-a uma das “mais jovens e eficientes do mundo”, permite à transportadora “estar preparada” para o futuro e concorrência quando o mercado reabrir. “Os desafios de curto prazo são profundos. Os resultados alcançados na transformação da TAP, fruto do trabalho que temos vindo a desenvolver em conjunto com o acionista Estado e com a dedicação dos nossos 10.000 trabalhadores, dão-nos confiança de que com união conseguiremos garantir que a nossa TAP continue o seu projeto de crescimento em rota segura”, conclui. O Grupo TAP registou prejuízos de 105,6 milhões de euros em 2019, uma melhoria de 12,4 milhões de euros face às perdas de 118 milhões registadas em 2018. Para além dos 45% dos privados da Atlantic Gateway, a TAP é detida em 50% pelo Estado, através da Parpública, e em 5% pelos trabalhadores. Fonte: www.newsavia.com
  15. Strategy Virgin Atlantic needs state support to survive: Branson By Cirium20 April 2020 Virgin Atlantic needs government support to survive the coronavirus crisis, the airline’s founder warned today. In a 20 April blog post, Virgin Group founder Richard Branson writes: “Together with the team at Virgin Atlantic, we will do everything we can to keep the airline going – but we will need government support to achieve that in the face of the severe uncertainty surrounding travel today and not knowing how long the planes will be grounded for.” Source: Airbus The British billionaire, who owns 51% of Virgin Atlantic, says the airline is seeking a commercial loan backed by the UK government, and points to similar financing awarded to budget carrier EasyJet. “It wouldn’t be free money and the airline would pay it back (as EasyJet will do for the £600 million [$748 million] loan the government recently gave them),” writes Branson. “The reality of this unprecedented crisis is that many airlines around the world need government support and many have already received it. Without it there won’t be any competition left and hundreds of thousands more jobs will be lost, along with critical connectivity and huge economic value,” he adds. The UK government said on 24 March that it would consider providing “bespoke support” to individual airlines, but only as a “last resort” after all other options have been exhausted. Branson points out in his blog that Virgin Group has “committed a quarter of a billion dollars to help our businesses and protect jobs”, and says it will “continue to invest” what it can. In an apparent rebuttal of criticism on social media levelled at wealthy individuals requesting taxpayer-funded bailouts, the Virgin founder adds: “I’ve seen lots of comments about my net worth – but that is calculated on the value of Virgin businesses around the world before this crisis, not sitting as cash in a bank account ready to withdraw.” Virgin Australia – which recently requested a A$1.4 billion ($892 million) bailout from the federal government in its home country – is also “fighting to survive and need support to get through this catastrophic global crisis”, says Branson. “We are hopeful that Virgin Australia can emerge stronger than ever, as a more sustainable, financially viable airline,” he adds. “If Virgin Australia disappears, Qantas would effectively have a monopoly of the Australian skies.” Source: www.flightglobal.com
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