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  1. Por Anderson Masetto em 10/12/2019 Novas aeronaves, mais destinos, investimentos e um centro próprio de manutenção. Estes são algumas das novidades da Azul Linhas Aéreas para 2020. O CEO da companhia, John Rodgerson, afirmou que a empresa deve transportar cerca de 30 milhões de passageiros no próximo ano. O crescimento também acontecerá no número de cidades atendidas, uma vez ele prevê a abertura de seis a oito novas bases, sendo uma delas internacional. “Teremos uma nova rota internacional no ano que vem. Teremos mais seis, talvez oito, novas bases, mas apenas uma no exterior. As oportunidades estão no Brasil, pois o brasileiro ainda voa menos do que colombianos, chilenos e mexicanos, por exemplo”, destacou. FROTA E PREÇO Sobre a frota, Rodgerson falou também do recebimento de novas aeronaves. Serão 31 equipamentos, mais do que dois por mês, o que resultará em aumento de oferta e diminuição de custos – fatores que podem impactar no preço das passagens. “São muitas aeronaves. Com mais assentos disponíveis, voaremos mais horas e com muito mais oferta. Isso porque o Brasil precisa. Investimos US$ 6 bilhões por ano no País porque acreditamos em um futuro melhor”, ressaltou o CEO da Azul. “Nossa intenção é baixar o preço das passagens. Estamos colocando mais oferta e esta é a maneira de diminuir. Isso deve acontecer nos próximos dois ou três anos. Só não aconteceu neste ano porque o câmbio oscilou muito e tivemos a questão da Avianca”, complementou. Um dos fatores que deve impactar no preço das passagens é justamente a chegada de novas aeronaves, especialmente o Embraer E2. Dos 31 equipamentos previstos para serem entregues e 2020, 20 são deste modelo. Alex Malfitani, vice-presidente de Finanças da companhia, explicou que o custo por assento voado é 26% menor no E2 em comparação com o E1, operado atualmente pela Azul “O E1 que nos trouxe até aqui não é mais o ideal, por isso vamos substituí-los aos poucos pelo E2. Há também o A320neo, que baixa o custo por assento em 29% e vai permitir que a gente reduza tarifa e passe a oferecer voos para lugares onde não chegamos hoje. Nosso foco é colocar a aeronave certa para o mercado certo”, contou. HANGAR Entre estes investimentos, estão os R$ 120 milhões que a empresa destinou para o seu novo hangar de manutenção no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Ele deve começar a operar ainda no primeiro trimestre de 2020 e gerar mais de 800 empregos diretor. “Hoje este trabalho é terceirizado no México e em El Salvador. Além de gerar empregos no Brasil, não precisamos voar com a aeronave vazia para estes países para fazermos uma manutenção”, explicou. A companhia também fez um investimento de R$ 15 milhões de dólares em um simulador próprio para o A320neo. A sua operação foi aprovado na última semana pela Anac. Ele ficará baseado na universidade Azul, em Campinas. Rodgerson também adiantou que o Wi-Fi a bordo estará em breve nas aeronaves da companhia. Embora não tenha revelado o preço, ele garantiu que é um produto diferente do que há hoje no mercado. https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/azul-projeta-pelo-menos-seis-novas-bases-e-30-milhoes-de-passageiros-para-2020/
  2. 14-Nov-2019 6:51 PM https://centreforaviation.com/members/direct-news/azul-e-alitalia-anunciam-acordo-de-codeshare-502028 Clientes da Alitalia poderão aproveitar a conveniência da malha da Azul quando voarem de e para o Brasil A Azul e a Alitalia anunciam hoje um amplo acordo de cooperação que irá oferecer muita conectividade para as malhas aéreas das duas empresas. Como parte da parceria, Clientes da empresa italiana poderão conectar diretamente com a rede da Azul – a maior do Brasil – quando chegarem ao país voando pela companhia europeia. A assinatura do codeshare proporciona aos Clientes das empresas que voem entre os destinos das companhias com a emissão de apenas um bilhete e despacho de bagagem até o destino final. Com o codeshare, serão 16 destinos domésticos da Azul que serão contemplados pela parceria. São eles: São Paulo (Guarulhos), Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Belo Horizonte (Confins), Brasília, Campinas (Viracopos), Ribeirão Preto, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Navegantes, Goiânia, Salvador, Ilhéus, Porto Alegre, Porto Seguro, Recife e também Vitória. Os voos do acordo já estão disponíveis nos sistemas de vendas das duas empresas para viagens a partir de 2 de dezembro. “Esse acordo entre Azul e Alitalia é uma combinação perfeita e proporciona benefícios incríveis para nossos Clientes. Os Clientes da Alitalia poderão se conectar com os mais de 100 destinos domésticos da Azul, mais da metade exclusivamente servidos pela empresa, aproveitando todas as vantagens e comodidades de voar na melhor companhia aérea da América Latina, segundo o TripAdvisor, com um serviço de bordo que conta com TV ao vivo e snacks a bebidas à vontade. A Azul está no Terminal 1 de Guarulhos, que oferece embarques e desembarques muito rápidos, otimizando as conexões com o Terminal 3 Internacional, mesmo sendo necessário usar o ônibus do aeroporto. Na chegada ao Brasil é possível já despachar novamente as malas nos balcões de conexão da Azul no T3, e seguir para o T1 sem malas.”, afirma Abhi Shah, vice-presidente de Receitas. “Alitalia está sempre em busca de novos parceiros que possam oferecer aos nossos passageiros a melhor experiência de viagem. Esse novo acordo de cooperação aumenta significativamente nossa presença no Brasil, um mercado importante com grande oportunidade de crescimento para a companhia aérea, principalmente por causa da forte presença da comunidade italiana”, diz Fabio Maria Lazzerini, vice-presidente comercial da Alitalia. Assim que o acordo for aprovado pelas autoridades regulatórias, os Clientes de ambas as empresas poderão aproveitar o benefício. This press release was sourced from Azul on 13-Nov-2019.
  3. 06-Aug-2019 7:25 PM Azul lança novo serviço para congelar tarifas por 48 horas Produto é ideal para Clientes que precisam de mais tempo para planejar suas viagens e é válido para voos domésticos e internacionais A Azul lança hoje em seu website uma novidade que ajudará muitos de seus Clientes no momento de comprar uma passagem e programar suas viagens com a companhia. A Tarifa Congelada Azul vai garantir o preço encontrado por até 48h, garantindo ao Cliente uma comodidade extra na hora de planejar as suas viagens. “Quem viaja de avião sabe que os valores das passagens aéreas são muito dinâmicos e costumam variar constantemente. Por isso, pensando em proporcionar mais flexibilidade e tranquilidade aos Clientes que precisam se programar antes de efetivamente pagar pelo bilhete, lançamos o Tarifa Congelada Azul. Esse serviço assegura o valor das tarifas encontradas por um preço bastante acessível e pode ser de grande ajuda para quem encontra bons preços”, diz Henrique Barone Mathias, gerente Serviços da Azul. Para conseguir garantir essa flexibilidade de data de compra da passagem, o Cliente paga R$ 30,00 por pessoa para viagens domésticas e R$ 75,00 por pessoa nos voos internacionais. O novo produto está disponível no site e pelo app da Azul. Entre as principais regras de utilização do serviço está o prazo. A Tarifa Congelada é válida para voos domésticos com até sete dias de antecedência da data da viagem e 30 dias de antecedência no caso de voos internacionais. O serviço é cobrado por Cliente e não será considerado como parte do pagamento da passagem aérea. Para saber mais e conhecer todas as regras, acesse aqui. https://centreforaviation.com/members/direct-news/azul-lana-novo-servio-para-congelar-tarifas-por-48-horas-486667
  4. Slot allocation at airports worldwide is often a complex process, but the divvying up of Avianca Brazil’s slots in the wake of the airline’s demise has been particularly labyrinthine. An auction of the carrier’s assets was initially called off and then held, with LATAM Airlines Group and GOL emerging as the winners. But now it seems Brazil’s government has deemed that auction invalid. That could possibly benefit Brazil’s third largest airline, Azul, which refused to participate in the auction process. Azul has also tapped social media to make its case for slots at São Paulo Congonhas, a strategic airport for all airlines in Brazil. But the outcome of the drawn-out process remains anyone’s guess as Brazil’s domestic market becomes more concentrated after Avianca Brazil’s exit. The race for Avianca Brazil's assets has had many twists and turns Avianca Brazil sought creditor protection near the end of 2018 and subsequently its fleet dwindled as some of the airline’s aircraft were repossessed and others were returned to lessors. In May-2019 Brazilian regulator suspended the airline’s operations. The carrier was the fourth largest domestic airline in Brazil behind its competitors GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul, and its market share before it sought creditor protection was between 13% and 15%. The wind-down of Avianca Brazil’s assets – mainly coveted airport slots – has been anything but predictable. Earlier in 2019 Azul forged a non-binding agreement to acquire significant assets of Avianca Brazil, paying USD105 million for 30 Airbus 320 jets and 70 airport slots that included slots at São Paulo Congonhas. Congonhas is a key market for business travellers taking the air shuttle to Rio de Janeiro Santos Dumont airport. Azul’s service from Congonhas includes Porto Alegre, Curitiba, and Belo Horizonte. Its share of departing frequencies is just a fraction of those of LATAM Airlines Brazil and GOL. As of late Jul-2019, Azul had a total of 87 frequencies from Congonhas. São Paulo Congonhas Airport percentage of weekly departing frequencies by airline: as of mid-Jul-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG. After Azul declared its intentions, Avianca Brazil’s largest creditor, the hedge fund Elliot Management, struck a deal with LATAM and GOL for each company to offer USD70 million for Avianca Brazil’s assets at an auction originally scheduled for early May-2019. Avianca Brazil was divided up into seven segments to be auctioned off. After a legal challenge from Swissport Brazil, a court temporarily suspended the auction. Swissport claimed that the transfer of slots was prohibited. Azul then submitted a new bid for of USD145 million for slots pairs, including the slot pairs for shuttle service from Congonhas to Rio Santos Dumont. Before submitting its latest bid for Avianca Brazil’s slots, Azul’s management declared that “Congonhas would have been an incredible cherry on top of the cake for us to show our product to the market”. Brazil's government appears to have taken over Avianca Brazil's slot allocation In Jul-2019 an auction of Avianca Brazil’s seven units occurred, but Azul refused to participate, “because it did not believe in the legitimacy of the procedure”, according to The Rio Times. Both GOL and LATAM Airlines Brazil secured slots at São Paulo Guarulhos, São Paulo Congonhas and Rio Santos Dumont. After the auction, Azul launched a campaign highlighting the duopoly on the air bridge between Santos Dumont and Congonhas, noting that 95% of slots at Congonhas are held by LATAM and GOL. Data from CAPA and OAG comparing seat shares on the air bridge from mid-Jul-2018 to mid-Jul-2019 show that in 2018 Avianca Brazil’s seat share between Santos Dumont and Congonhas was 18.1%, compared with GOL’s 38.6% seat share and LATAM’s share of 43.3%. In 2019 GOL’s share was 51.8% and LATAM’s share was 48.2%. Brazil’s aviation regulator ANAC has reportedly deemed the auction of Avianca Brazil’s asset as invalid and has resumed the process of distributing Avianca Brazil’s slots. How that process will work is somewhat up in the air. ANAC has held consultations with aviation stakeholders regarding the allocation, but the outcome is far from predictable. But ANAC’s assumption of responsibility for the slot allocation should provide Azul some hope that it can gain additional slots at Congonhas. Brazil's domestic market remains stable after Avianca Brazil's exit As ANAC works to allot Avianca Brazil’s slots at Congonhas and other airports, domestic capacity growth in the country’s domestic market for the 5 months ending May-2019 was just 0.3%, with traffic growth of 2.1%. Domestic passengers grew 2.6% year-on-year, to 37.7 million, and GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul all grew their respective passenger shares, with Azul’s share jumping 12.9% year-on-year to 25.7%. GOL remained the market leader, with a 34.4% share of domestic passengers – an increase of 3.9% year-on-year. LATAM Airlines Brazil’s market share increased 1.5%, to 31%. Avianca Brazil’s share fell from 12.9% to 8.3% and in ensuing reports released by ANAC, Brazil’s three largest airlines should report even greater gains in passenger share now that Brazil’s fourth largest airline has officially ceased operations. Brazil's domestic market is becoming more concentrated among three airlines The latest statistics from Brazil’s government show that from Jan-2019 to May-2019 GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul had a combined domestic passenger share of 91%. Avianca Brazil was still operating limited services during part of that period, and now that the airline has completely ceased operations, Brazil’s domestic passenger share will become even more concentrated among the country’s three largest airlines. Azul is attempting to inject competition into one of Brazil’s busiest and lucrative domestic routes, but for now its ambitions remain in the hands of the country’s regulators. Want More Analysis Like This?
  5. SÃO PAULO Joana Cunha O presidente da Latam, Jerome Cadier, disse que está preocupado com a reputação do setor aéreo no Brasil. A crise de imagem emergiu na esteira da recuperação judicial da Avianca, que virou alvo de disputa entre as três maiores empresas aéreas brasileiras, interessadas em adquirir o que sobrou da empresa, aeronaves e funcionários, mas principalmente os slots (autorizações para pousos e decolagens) em Congonhas, para voar o rentável trecho RioSP. Em entrevista à Folha na semana passada, o presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou que Latam e Gol se uniram para acabar com a Avianca e impedir a entrada da Azul na ponte aérea. São declarações que Rodgerson não pode provar, segundo Cadier, e maculam a imagem de um setor que deve sempre inspirar segurança. "Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras", diz Cadier. O que o sr. achou das mais recentes declarações do presidente da Azul, de que a Latam e a Gol se uniram para provocar o fim da Avianca? Uma inversão da realidade. O que de fato aconteceu: em dezembro se decreta a recuperação judicial da Avianca e em março a Azul faz uma proposta de um leilão em que só ela, e nenhuma outra companhia, poderia participar. Semanas depois, a Elliott, principal credor da Avianca, negocia com a Latam e com a Gol uma outra forma de leilão, do qual a Azul também poderia participar. Mas ela não seria a única, teria de concorrer com Gol e Latam. Essa proposta alternativa é apresentada pela Avianca, aprovada pela assembleia de credores. Mas a Azul fez tudo o possível para barrar essa solução. Ela faz outra proposta, de novo uma proposta em que só ela pode participar e os outros não podem concorrer, surpreendentemente elevando preço. Para mim, a Azul quer levar a Avianca sem pagar. Como levar sem pagar? Esse discurso de que a Azul não consegue participar da ponte aérea porque duas empresas [Latam e Gol] não deixam é uma cortina de fumaça. É óbvio que todo o mundo quer mais concorrência. Eu entendo que o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] e o consumidor queiram mais concorrência em tudo, não só na ponte aérea. O que o John [Rodgerson] esconde é: ele já tem 13 slots em Congonhas. A Avianca tem 21 slots em Congonhas. Desses, ela usava 13 para operar na ponte aérea. Mas ele afirma que precisa desses 13 slots lá para fazer voos para os hubs da Azul, não? Então a discussão não é de ponte aérea. A discussão é de conexão com os hubs. Por que ele está alegando que quer entrar na ponte aérea? Isso ele já pode fazer hoje. Mas ele não pode querer ter as duas coisas: conectar com os hubs e também competir na ponte aérea? O objetivo dele é levar os slots pagando o mínimo possível. Sem concorrência. [se a Avianca acabar], existe uma regra de distribuição de slots [igualmente para todas as empresas]. Mas ele quer que a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] ou o Cade mude as regras de distribuição. Porque ele não quer participar do leilão, que é caro. Mas a Anac tem dito que precisa respeitar as regras atuais de distribuição de slots. Não tem de cumprir a lei? Ele quer que mude a lei. Ele está tentando montar essa cortina de fumaça, dar argumento de que a concorrência não deixa ele operar na ponte aérea. Ele já pode. Mas, se ele coloca os 13 slots dele na ponte aérea, ele fica sem a conexão dos hubs? O maior hub dele é Viracopos, em Campinas. Ele quer a ponte aérea, mas ele prefere usar os slots de Congonhas para conectar voos de Confins ou de Porto Alegre etc. Mas, se o passageiro vem de Porto Alegre para Congonhas, você acha que depois ele viaja para a ponte aérea? Não precisa. Ele pode usar Viracopos. O passageiro pode fazer Porto Alegre a Viracopos e depois Viracopos para o Rio. Isso é a cortina de fumaça? Que ele defenda os interesses da Azul. Mas sem acusar e mentir. Sem acusar as outras companhias como se tivesse duopólio ou alguma combinação, como se a gente tivesse feito a proposta da Elliott. Ele inverte o argumento. Ele fala que foram a Latam e a Gol que fizeram uma proposta na assembleia de credores. A Elliott liga para a Latam e fala que quer que a gente participe do leilão nessa condição em que eu divido. "Vocês estariam interessados?" Imagina que eu vou falar: "Não, obrigado, vou deixar a Azul porque ela está preocupada com os empregos". É óbvio que eu, defendendo os interesses da Latam, vou querer os slots. Quero conectar mais cidades e ter mais voos. Vocês também vão contratar funcionários da Avianca? A gente já contratou. Mais do que ele está falando que contratou e vai contratar. Nós já contratamos 320 tripulantes da Avianca. Já estão voando. Já temos dois aviões liberados pelo juiz em abril. Ele [Azul] parou de transportar passageiro [da Avianca] no evento do leilão. Ele está preocupado com o setor, mas para de transportar passageiros da Avianca? E somos nós que estamos forçando para a Avianca quebrar? Até agora transportamos 30 mil passageiros. De graça. Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras. Para o setor aéreo, que precisa estar ligado à ideia de segurança, uma crise de credibilidade pesa mais? Ele pode defender os interesses da Azul. Mas que não minta nem faça acusações que não pode defender. Essas acusações que ele está fazendo não se sustentam. Vai ter de provar. Onde a gente tem uma ação que force a quebra da Avianca? É um momento em que o setor passa por uma crise brutal, com prejuízo acumulado das quatro companhias juntas no ano passado de R$ 1,9 bilhão, com uma das companhias falindo. Eu confio em que os órgãos reguladores Anac e Cade entendam o que tem por trás do posicionamento da Azul. Não tem evidência nenhuma. É um momento muito frustrante pelo comportamento. A Azul lidera em voos regionais, para aeroportos menores, sem a concorrência de vocês. E eles dizem que vocês são bem-vindos para ir competir nessas rotas. Por que não vão? A demanda lá é limitada? A Latam tem a restrição do tamanho dos aviões. Tem aeroportos em que eu não consigo pousar [com aeronaves muito grandes que compõem a frota da Latam]. A não ser que eu tenha aviões menores. Por que eles estão sozinhos nessas rotas hoje? Porque ele comprou a concorrente deles [em 2012]. A Trip foi comprada por eles, que se dizem próconcorrência, mas compraram o competidor. Hoje eu não entro [nas rotas regionais] ou porque eu não tenho um avião que cabe ou porque não tem demanda. Aí passa de uma situação em que alguém está ganhando e tendo operação sustentável para duas empresas terem uma operação não sustentável. Por isso ele tem o monopólio virtual hoje em muitas das rotas que ele opera. Em 70% das rotas que ele opera, ele está sozinho. Vocês também discordavam no tema da abertura do setor ao capital estrangeiro? Ele é contra. Por quê? Porque não quer concorrência. Se ele tem essa posição de que quer concorrência, por que é contra capital estrangeiro? E ele era tão contra que conseguiu influenciar para que a regra virasse: "Pode aprovar o capital estrangeiro, mas tem de voar 5% das rotas regionais". [Em abril, comissão mista do Congresso incluiu mudanças na medida provisória de abertura do mercado ao capital estrangeiro]. A quem interessa isso? Isso torna mais difícil a entrada de qualquer companhia de fora. Eles saíram da Abear, associação do setor. Como avaliaram isso? A Abear nunca tratou de temas comerciais. Isso, sim, seria cartel. Slot de Congonhas é um tema que nunca foi tratado. Ele está brigando por causa do leilão da Avianca, que é um tema comercial, e sai da Abear . Ela trata de questões relacionadas à segurança de voo, se pode ou não operar com brigada de incêndio, roteiro de navegação. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/acusacoes-da-azul-sao-mentiras-que-levam-setor-aereo-ao-descredito-diz-presidente-da-latam.shtml
  6. Cargueiros da Azul já transportaram mais de oito mil toneladas Quase 650 voos cumpridos e 8.000 milhões de kg de cargas transportadas. Em pouco mais de sete meses de operação, as aeronaves cargueiras da Azul registram números expressivos e mostram que o setor de carga aérea atravessa 2019 com otimismo (pelo menos no Brasil). Juntas, Campinas, Manaus, Recife e Fortaleza, cidades do país que concentram grande parte do fluxo cargueiro, acumulando 80% das demandas. Adquiridas para proporcionar maior flexibilidade à Azul Cargo Express, unidade de cargas da Azul, os dois aviões cargueiros da companhia começaram a voar em outubro e dezembro do ano passado. As aeronaves modelo Boeing 737-400 Cargo podem transportar até 20 toneladas de materiais a cada voo, ou 11 pallets, e ampliaram os negócios da empresa. Além das quatro maiores bases de operação, os cargueiros também têm cumprido voos para Belém, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Ao longo das horas de voo já contabilizadas, as aeronaves transportaram, em sua maioria, produtos eletrônicos. Clientes desse segmento costumam optar pelo transporte aéreo por conta da rapidez, eficiência e segurança do transporte de materiais pelos ares. Incrementando o serviço da unidade de cargas da Azul, a empresa iniciou, neste mês, a operação entre dois dos aeroportos com maior movimentação cargueira do país: Guarulhos e Viracopos, ambos em São Paulo.
  7. Avianca signs interline and negotiates codeshare agreements with Azul and Gol in Brazil June 21, 2019 Avianca Holdings interim CEO Renato Covelo stated Aviancabookings were impacted in Brazil due to the brand connection with Avianca Brazil (O Globo, 20-Jun-2019). Avianca signed interline agreements and is negotiating codeshares with Gol Linhas Aéreasand Azul Linhas Aereas to address domestic-international connectivity demand in the Brazilian market. https://blueswandaily.com/avianca-signs-interline-and-negotiates-codeshare-agreements-with-azul-and-gol-in-brazil/
  8. A Azul voará, a partir do dia 1º de novembro, entre Rio de Janeiro e Brasília. Serão três voos diários, com capacidade para 118 passageiros, e as passagens para o novo mercado da companhia já estão à venda em todos os canais oficiais da companhia. A capital federal será o 12º destino direto atendido pela aérea a partir do aeroporto Santos Dumont, que, em um dia de pico, terá 42 decolagens da Azul. A companhia, vale lembrar, iniciou uma campanha agressiva para concorrer com Latam e Gol na ponte aérea SDU-CHG. Brasília terá, em média, 18 voos diários da Azul para seis destinos. Divulgação “A Azul defende a abertura dos mercados, estimulando a demanda e criando mais concorrência. Estamos felizes em trazer mais opções para o eixo Rio-Brasília, uma importante rota que é atendida por apenas duas empresas”, afirma o vice-presidente de receitas da empresa, Abhi Shah. No Rio de Janeiro, os viajantes terão conexões para Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Vitória, Campos dos Goytacazes (RJ), Goiânia, Ribeirão Preto (SP), Navegantes (SC) e Porto Seguro (BA).
  9. Azul recebe primeiro Airbus A330neo com festa Carlos Martins A Azul Linhas Aéreas recebeu hoje o seu primeiro Airbus A330neo, marcando uma nova era na companhia com o seu primeiro avião de fuselagem larga novo de fábrica. A aeronave foi recebida no BH Airport com o tradicional batismo com jatos d’agua. O avião ficará em Belo Horizonte até todos os trâmites alfandegários serem realizados por completo. Nós estivemos no evento e você acompanhar mais detalhes da cobertura no nosso Instagram. O presidente-executivo da Azul, José Mário Caprioli, esteve presente no voo de entrega e destacou a relevância da entrega da aeronave falando sobre o crescimento sólido da empresa e do grande time que a compõe. Logo após Caprioli abriu o champagne e também batizou a aeronave acompanhado de diversos membros do time da Azul. José Mário Caprioli batiza a aeronave Entrar numa aeronave nova é sempre animador. O interior do A330-900neo segue a mesma configuração da TAP, sendo assentos na Executiva dispostos na configuração 1-2-1 em assentos-cama com displays individuais de 22 polegadas. Logo após na segunda seção da aeronave vem a Economy Xtra contando com assentos da econômica na disposição 2-4-2 com espaço maior para as pernas, são 12 fileiras deste assento mais espaçoso. Ainda na segunda seção da aeronave inicia a Economy regular que se extende pela última seção. São assentos Recaro modelo CL3710 com telas individuais de 13 polegadas. É esperado que inicie os voos comerciais para adestramento da tripulação na primeira semana de Junho, logo antes de iniciar a operação internacional.
  10. 20/02/2019 Por Janaina Brito A Azul irá operar dois novos mercados em sua malha doméstica a partir de 02 de maio deste ano. Recife, principal centro de conexões da empresa no Nordeste do país, terá duas operações inéditas e semanais para Paulo Afonso, na Bahia, enquanto Curitiba contará com frequências diretas e diárias para Lages, em Santa Catarina. Os bilhetes para os voos estão disponíveis a partir desta quarta-feira (20) em todos os canais oficiais de venda da companhia. Com as rotas, a Azul fortalece a conectividade de sua malha tanto em Pernambuco quanto no Paraná, onde a companhia lidera em oferta de voos e destinos. Nas duas novas rotas a companhia utilizará as aeronaves modelo ATR 72-600, com capacidade para até 70 clientes. Com a adição no Recife, a empresa passará a servir a capital pernambucana com 59 decolagens em dia de pico para 30 destinos. Já Curitiba terá 14 destinos diretos conectados pela Azul e uma média de 42 decolagens por dia. “A criação desses novos mercados em Curitiba e Recife incrementa nossa malha nessas cidades e garante uma melhor conectividade a nossos clientes. Tanto quem partir de Lages quanto quem decolar de Paulo Afonso com a Azul terá a seu dispor uma oferta ainda maior de destinos para onde voamos. Temos certeza de que as novas rotas atenderão a necessidade de quem viaja a lazer ou negócios”, ressalta Daniel Tkacz, diretor de planejamento de malha da Azul. Confira o schedule do novo mercado Recife-Paulo Afonso da companhia CONEXÕESEm Curitiba, clientes de Lages poderão se conectar para os 14 destinos ofertados pela Azul, mas, em especial, São Paulo (Congonhas, Guarulhos e Campinas), Londrina, Porto Alegre, Rio e Campo Grande. Para clientes de Paulo Afonso, as conexões imediatas serão para Maceió, BH, João Pessoa, Rio e São Paulo (Guarulhos e Campinas). https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/curitiba-e-recife-terao-novos-voos-da-azul-a-partir-de-maio/
  11. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/05/05/uma-empresa-aerea-quebra-a-cada-dois-anos-no-pais.htm 2/8 São Paulo 05/05/2019 09h52 Luciana Dyniewicz Um leilão marcado para ocorrer na terça-feira, em um edifício próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, colocará fim a mais uma companhia aérea brasileira. A Avianca Brasil será a 11.ª empresa do setor a encerrar as operações desde 2001 no País, que tem taxa de mortalidade de uma empresa a cada dois anos. Os casos de falência ou de recuperação judicial na aviação não são exclusividade do Brasil. Neste ano, outras nove empresas aéreas endividadas deixaram de voar no mundo, desde pequenas, como a sul-coreana AirPhilip, até companhias mais relevantes, como a Jet Airways, que chegou a ser uma das maiores da Índia. Nos EUA, American Airlines, Delta e United já tiveram de recorrer ao Chapter 11, o equivalente à recuperação judicial brasileira, mas acabaram sobrevivendo. Margens baixas, necessidade de injeções volumosas de capital, contratos de longo prazo com arrendadoras de aeronaves e vulnerabilidade ao preço do combustível --e ao dólar, no caso brasileiro-- estão entre os fatores que explicam a elevada taxa de mortalidade. "É uma indústria muito difícil no mundo todo", diz Jerome Cadier, presidente da Latam no Brasil. "Temos incerteza de curto prazo em relação à demanda e necessidade de tomar decisões de longo prazo, como o tamanho da frota. São decisões caras e difíceis de tomar." Foram basicamente duas dessas decisões que tornaram a situação da Avianca insustentável nos últimos anos, segundo analistas. Uma delas foi a de não enxugar a frota em 2015 e 2016, período mais delicado da aviação brasileira desde os anos 2000. Foram nesses anos que a crise econômica derrubou a demanda por transporte aéreo e os custos foram pressionados pela alta do dólar e do petróleo. Nessa época, muitos apostaram que a Gol seria a primeira a sucumbir - dado seu nível de endividamento -, mas uma renegociação com credores, aliada a um plano de devolução de aeronaves, garantiu a virada do jogo. Latam e Azul fizeram movimentos semelhantes em suas frotas e contaram ainda com novos recursos --a primeira vendeu uma participação para a Qatar e a segunda abriu capital. A Avianca, porém, não recuou no número de aeronaves, em uma tentativa de ganhar participação de mercado. Outra decisão equivocada foi a entrada no mercado internacional, em 2017. Um voo para o exterior tem um custo médio dez vezes superior ao de um doméstico. Se o avião não sai lotado, portanto, o prejuízo é grande. A operação internacional da Avianca queimou rapidamente o caixa da companhia, que já não tinha boa performance. Os resultados da empresa nunca foram dos melhores devido, em parte, ao fato de ela voar principalmente em rotas disputadas por Latam e Gol. A Gol foi a primeira companhia nacional a adotar um modelo de negócio de custo baixo, obrigando a Latam a ir por um caminho semelhante. Com aviões novos, mais eficientes e alta utilização da frota (em média voando 12 horas por dia, quando a média nacional era de 7 horas), a Gol estreou no mercado com um custo 40% inferior ao da Varig e da então TAM (hoje Latam). A Varig quebrou ao resistir ao corte de custos. A TAM se salvou justamente por fazê-lo - eliminou, mais recentemente, até a tradicional balinha de boas-vindas. Competição Gol e Latam se tornaram, assim, muito competitivas - o que tem dificultado a entrada de novas companhias no setor e feito novatas quebrarem no caminho, diz o especialista no setor aéreo André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company. Para tentar ganhar passageiros em rotas dominadas pelas concorrentes, a Avianca apostou em preços inferiores para passagens compradas de última hora, apesar de oferecer um serviço muitas vezes superior - e mais caro -, como comida quente e espaço maior entre poltronas. A estratégia poderia funcionar para ganhar participação de mercado, mas não era sustentável no longo prazo. A Azul foi a única que conseguiu, até agora, entrar com sucesso no setor dominado por Latam e Gol. A receita foi fugir das rotas nas quais as duas estão presentes. Ajudou também o fato de ela começar a crescer quando a crise dava os primeiros sinais, obrigando Latam e Gol a focarem nas próprias operações, e não na concorrente. A questão é que atuar no mercado secundário é mais caro. Entrar no segmento da Azul tem, portanto, um desafio extra para uma possível nova estreante. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo"
  12. Brazil’s two largest domestic airlines – GOL and LATAM Airlines Brazil – have reasonably solid outlooks for their performance in the country during 2019 as the country marches toward an economic recovery. Uncertainty remains over the fate of Brazil’s fourth largest airline, Avianca Brazil. The airline sought bankruptcy protection in late 2018, and recently Brazil’s third largest airline Azul stated that it had entered a non-binding agreement to acquire some of Avianca Brazil’s assets – aircraft and slots at some of Brazil’s key airports. If those plans materialise, capacity rationalisation should be maintained in Brazil’s domestic market; however GOL and LATAM could find a formidable competitor in some key airports in Brazil. Azul has a track record of making opportunistic acquisitions to accelerate its position in Brazil’s domestic market – the largest in Latin America. Brazil posts solid domestic passenger growth in 2018; 2019 is off to a good start In 2018 Brazil posted 3.3% growth year-on-year in domestic passenger numbers, compared with an increase of 2% in 2017 and negative growth of 7.8% in 2016. Nearly 94 million passengers travelled in Brazil’s domestic market in 2018, which was still below the 96 million recorded in 2015 before the country’s recession hit its low point. Brazil domestic passenger growth from 2013 through Jan-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and Brazil ANAC. The country’s tepid GDP growth of 1.1% in 2018 was largely driven by a truckers' strike and uncertainty over Presidential elections in Brazil. Its new President, Jair Bolsonaro, is largely viewed as business-friendly, and Azul has stated that the new administration appears to be taking all the right steps to promote the economic development of the country. Recently, GOL’s executives remarked that Brazil’s Central Bank was forecasting 2.5% GDP growth in 2019, and ABEAR, the association of Brazil’s airlines, estimates domestic air travel demand should grow 5% to 7%. GOL’s domestic traffic grew 3.1% in 2018 and load factors notched up 0.6ppts, to 80.8%. Its average fares increased 8% year-on-year and yields increased 7.7%. Brazil did face currency pressure in 2018, but the fluctuations largely affected international demand to North America and Europe. Both GOL and LATAM Airlines Brazil had reasonably positive views of Brazil’s domestic market at the end of 2018, and those views appear to be holding steady into early 2019. GOL and LATAM believe there are positive trends in the Brazil's domestic market GOL’s management has concluded that “business activities” were up year-on-year in late 2018 and early 2019, which was sustaining higher yields in the domestic markets. Additionally, the Carnival holiday was in Mar-2019 versus Feb-2018, which was positive for extending the the summer travel season in the country. Both GOL and LATAM Airlines Group have highlighted a certain level of capacity rationalisation in Brazil’s domestic market. Data from the Brazilian regulator ANAC show that domestic ASKs grew 4% year-on-year in Jan-2019. GOL has forecast that its domestic capacity will increase 2% to 4% in 2019, and LATAM Airlines Brazil expects its domestic ASKs to grow in the same range for the year. Azul is forecasting 16% to 18% domestic capacity growth. LATAM, which posted a 10.2% increase in domestic Brazil unit revenues in 4Q2018 (denominated in BRL, the result was a 6.2% decrease denominated in the USD), recently concluded that there are good trends in Brazil’s domestic market. However, “we believe that capacity discipline is very important to the market”, company executives recently stated. Data from Brazil’s ANAC and CAPA show that 2018 was the first year that Brazil’s domestic ASKs had increased above 1% since 2014. ASKs fell approximately 6% year-on-year in 2016 during a two-year recession in the country that began to wane in 2017. Brazil domestic ASK growth from 2013 through Jan-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and Brazil ANAC. Azul stresses its pursuit of Avianca Brazil's assets won't upset capacity balance In Dec-2018, Brazil’s fourth largest airline, Avianca Brazil, sought bankruptcy protection as lessors threatened to repossess the airline’s aircraft. Data from ANAC show that Avianca Brazil’s domestic traffic share fell to 11% to 12.9% in Jan-2019, and its ASKs fell 7.2% year-on-year. Brazil domestic traffic share by airline for Jan-2019 Airline Percentage share GOL 39% LATAM Airlines Brazil 30% Azul 20% Avianca Brazil 11% Source: Brazil ANAC. Azul has forged a non-binding agreement to acquire significant assets of Avianca Brazil, including 30 Airbus 320 jets and 70 airport slots for USD105 million. The Rio Times has reported that the deal could allow Azul to bolster its slots at the close-in, high-yielding domestic airport São Paulo/Congonhas airport, which would be a positive strategic development for the airline (it will also gain slots at other airports if the deal is approved). Data from CAPA and OAG show that presently (as of mid-Mar-2019) Azul accounts for 5% of departing frequencies at the airport. Azul is also reportedly hoping to gain slots at São Paulo Guarulhos and Rio de Janeiro Santo Dumont. São Paulo Congonhas: percentage of departing frequencies by airline, as of mid-Mar-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG. Azul’s 16% to 18% capacity growth in 2019 includes some A320s that Avianca Brazil has already disposed of as part of its transformation plan, Azul executives recently explained. The company’s management stressed that it expected capacity rationalisation to remain intact if the proposed deal to acquire Avianca Brazil’s assets was finalised. It is a logical assumption, given that it is largely a transfer of assets designed to bolster Azul’s position in the domestic market. When Azul announced plans to purchase the regional Brazilian airline TRIP in 2012, Azul’s domestic market share was approximately 10%, and TRIP had a 4% share. The acquisition allowed Azul to obtain a higher share than it could have done through pure organic growth. Essentially, the acquisition of TRIP accelerated Azul’s growth by broadly four years. Azul has been opportunistic in Brazil's domestic market place Even as Azul believes its pursuit of Avianca Brazil’s assets will not materially affect the capacity balance in Brazil’s domestic market, in key markets GOL and LATAM will face a more formidable competitor with a more solid financial footing. Azul is marking more than a decade in service, and in that short period of time has been opportunistic in acquiring TRIP to bolster its position in Latin America’s largest aviation market. https://centreforaviation.com/analysis/reports/brazil-aviation-outlook-positive-trends-and-azul-still-opportunistic-464553
  13. TripAdvisor divulga ranking das melhores companhias aéreas. Azul fica em 7º Pelo segundo ano consecutivo, a Singapore Airlines ficou no topo da classificação, seguida pela Qatar Airways e a taiwanesa EVA Air em terceiro lugar O TripAdvisor divulgou a lista com as dez melhores empresas aéreas, de acordo com a avaliação dos usuários do site. Pelo segundo ano consecutivo, a Singapore Airlines foi no topo da classificação, seguida pela Qatar Airways, e a taiwanesa EVA Air em terceiro lugar. Esta foi a terceira edição do ranking do site de reservas de hotéis e passagens aéreas. A Azul é a única brasileira na lista, na 7ª colocação entra as 10 melhores. No ano passado a companhia ficou em 9º lugar e em 2017 foi a terceira melhor avaliada. Nenhuma outra empresa aérea brasileira conseguiu entrar na classificação desde o início do ranking. As operadoras asiáticas dominam com quatro entre as 10 melhores. A lista chama a atenção por não contar com grandes nomes da aviação comercial, como British Airways, Virgin Atlantic e American Airlines. A Southwest Airlines foi a única companhia dos Estados Unidos no ranking, ficando em 6º lugar. O TripAdvisor também reconheceu as melhores companhias em quatro classes de serviço distintas. A First Class foi arrematada pela Emirates, a Qatar Airways venceu o segmento Business Class, a Air New Zealand ganhou a Premium Economy, enquanto a Singapore Airlines ficou no topo da Economy. O site disse que os vencedores foram baseados na qualidade e quantidade de opiniões e avaliações das companhias aéreas publicadas no site de janeiro a dezembro do ano passado.
  14. 26/03/2019 Azul Linhas Aéreas has become the first airline in the Americas to exceed modern flight tracking safety standards by embracing truly global, real-time flight tracking capabilities onboard aircraft, with SITAONAIR’s best-in-class AIRCOM FlightTracker. The Brazilian low-cost carrier has upgraded to SITAONAIR’s advanced cutting-edge FlightTracker option, which integrates AireonSM space-based Automatic Dependent Surveillance-Broadcast (ADS-B) data from FlightAware®. This gives the airline enhanced awareness of the precise position, speed and altitude of its full airborne fleet, anywhere in the world. SITAONAIR has now activated its enhanced FlightTracker capabilities aboard Azul’s fleet of A320s and A330s, Embraer 190 and 195s and ATR 72-600s. This was completed in November 2018, ahead of the official launch of the International Civil Aviation Organization (ICAO)’s Global Aeronautical Distress & Safety System (GADSS) 15-minute aircraft tracking standard. With the Aireon system, Azul will even exceed the ICAO’s 15-minute standard by receiving aircraft position reports at a standard frequency of at least once per minute. Already adopted by airlines operating more than 400,000 flights every month, SITAONAIR’s AIRCOM® FlightTracker is a ground-based software system delivering vital global real-time aircraft position alerting to airline operations teams. The application aggregates the best available inflight position data from a wealth of sources – including Aireon’s cutting-edge space-based ADS-B data provided by FlightAware® – on a single aircraft position display. It can deliver real-time flight tracking coverage, even in the farthest reaches of the globe, including oceanic and other remote areas, without aircraft modifications. And coverage density has only improved with Aireon’s space-based ADS-B system. Carlos Pellegrino, Azul’s OCC Director, says: “Since founding Azul in 2008, SITAONAIR’s AIRCOM® applications have been our first choice for reinforcing our airline’s safety operations. By upgrading to SITAONAIR’s pioneering edition of FlightTracker, complete with Aireon’s space-based ADS-B data from FlightAware®, we can track our entire fleet with enhanced awareness, delivering operational precision, and following ICAO’s recommended best-practice.” Dominique El Bez, SITAONAIR Vice President, Product and Strategy, says: “We truly believe SITAONAIR’s FlightTracker is the best solution on the market, and are incredibly proud to work with our cherished customer Azul to be the first in the Americas to activate global, real-time flight tracking technologies with our unrivalled solution. “By incorporating Aireon’s space-based ADS-B data, via FlightAware®, into our pioneering tool, any airline using SITAONAIR’s enhanced AIRCOM® FlightTracker can not only exceed the ICAO’s 15-minute flight-tracking recommendation, but be empowered to boost their operational efficiency and safety in an increasingly congested airspace – delivering precision, enhancing awareness and reinforcing safety, thereby minimizing costs and supporting the passenger’s inflight experience.” The Aireon space-based ADS-B data system is hosted on the Iridium® NEXT satellite constellation, which consists of 66 low-earth orbit crosslinked satellites with an additional nine satellites in orbit serving as spares. The constellation was completed in January of this year and is expected to be fully operational in the coming weeks. Aireon has partnered with FlightAware® to provide global flight tracking through FlightAware®’s products and partners like SITAONAIR. About SITAONAIR SITAONAIR is the air travel industry’s trusted connected aircraft service expert, powering innovation with recognized expertise and future-proof solutions. With our unrivalled industry-backed heritage, SITAONAIR delivers the promises of the connected aircraft, empowering 400+ airlines, 60+ ANSPs and 17,000+ aircraft to navigate the complexity of connectivity with our best-in-class solutions and services for passengers, cockpit and cabin crew, flight operations, aircraft big data and air traffic management. We believe that embracing a digital shift will reinvent the operation of aircraft, flight and on-board experience – making it safer, more efficient and enjoyable. SITAONAIR is a subsidiary of The SITA Group, the communications and IT solution provider that transforms air travel through technology for airlines, at airports and on aircraft. https://runwaygirlnetwork.com/2019/03/26/press-release-azul-opts-for-minute-by-minute-aircraft-flight-tracking/
  15. 22/03/2019 Por Leonardo Ramos A Azul anunciou hoje duas novidades em sua malha aérea. Uma delas é o lançamento da rota entre o aeroporto de Viracopos, em Campinas, e Sinop, do Mato Grosso. Serão cinco voos semanais, de segunda a sexta, com inicio em 1º de junho; uma sexta frequência será acrescentada, aos domingos, no dia 2 de setembro. A nova rota será operada por um Embraer 195 (E195), com capacidade para 118 passageiros. A segunda novidade é uma ampliação da oferta de assentos no trajeto entre Campinas e Cascavel, no Paraná. Os dois voos diários serão mantidos, mas a aeronave será trocada: o ATR’s 72-600 será substituído por um E195. Com isso, a oferta de lugares vai passar de 140 para 236 por dia. “O anúncio de uma nova rota e de crescimento da oferta em ambas as cidades mostram o amadurecimento desses mercados, e vão nos ajudar a oferecer um serviço mais conveniente e diferenciado aos nossos clientes. Apostamos no sucesso desse investimento e esperamos um retorno positivo", comentou o diretor de Planejamento da malha aérea da Azul, Daniel Tkacz. https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2019/03/azul-anuncia-campinas-sinop-mt-e-amplia-cascavel-pr_163170.html
  16. 12 de fevereiro de 2019 A Azul continua ampliando sua malha aérea. A companhia irá ligar Manaus (AM) a Belém (PA) e Fort Lauderdale, na Flórida (EUA), em 6 de maio. Assim, as passagens já estão disponíveis para compra nos canais oficiais da aérea. A ligação para Fort Lauderdale será feita através da capital paraense em uma conexão diurna. A Azul realiza, em média, 10 voos diários a partir de Manaus, para nove destinos diferentes. Além disso, com a nova operação, os passageiros da cidade do Amazonas terão duas opções de horário para Belém. Portanto, uma ligação direta e outra com escala em Santarém. “Além do novo destino direto de Belém, nossos Clientes de todas as cidades atendidas por nós no Amazonas ganham uma opção muito conveniente para voar conosco para os Estados Unidos”, ressaltou Daniel Tkacz, diretor de planejamento de malha da Azul. “Com esses voos, conectaremos mais cidades do Norte do país com nossa operação internacional, algo inexistente até pouco tempo atrás”, concluiu o executivo. https://brasilturis.com.br/azul-belem-fort-lauderdale-manaus/
  17. Por Anderson Masetto em 18/01/2019 O presidente da Azul, John Rodgerson, recebeu o M&E na sede da empresa, em Alphaville. A companhia ocupa três andares de um moderno edifício na Grande São Paulo. Em reforma por conta da ampliação, o 9º andar, onde fica a sala do executivo, tem ainda caixas e quadros empacotados por conta das mudanças estruturais. Em sua sala, objetos de decoração que remetem a destinos brasileiros, como um miniatura de uma onça pintada, além de quase uma dezena de maquetes de aeronaves da Azul. Há dez anos no Brasil, o norte-americano tem um leve sotaque, com o qual vai logo dando o tom da entrevista: otimismo com a economia, mas insatisfação com os altos custos das operações no País. “A demanda está boa. Há um grande otimismo no País, pois quando há uma troca de governo o clima muda”, disse. “A demanda sempre foi boa no Brasil. O problema aqui sempre foram os custos e o câmbio. Tem sim muita gente querendo viajar”, complementou. No ano passado, a companhia registrou uma alta de 16% na demanda, crescimento quase quatro vezes maior do que o do mercado. Para Rodgerson, isso é fruto de uma eficiência operacional, além da qualidade dos serviços. “Temos que lembrar que estamos trocando muitas aeronaves com 118 lugares (Embraer E1) para novas com 174 (Airbus A320). Se você olhar as partidas, crescemos 1 ou 2%, então isso acontece mais pelo fato de termos aeronaves maiores nas mesmas rotas do que uma oferta maior. Se eu posso voar em uma aeronave que tem 56 assentos a mais com o mesmo preço do combustível, tenho a obrigação de fazer isso todo dia. Não é oferta só para ter oferta, mas sim com melhor custo possível”, destacou. A companhia já recebeu oito Airbus A320neo e até a metade de 2019 chegarão mais cinco. Segundo o presidente da companhia, eles irão fortalecer muito os voos domésticos. “Temos destinos onde queremos substituir o Embraer pelo A320neo. A queima do combustível deste equipamento é menor do que o Embraer, mas com 56 assentos a mais. Mas a Embraer tem os E2 chegando no final deste ano, que serão ainda mais eficientes. Nosso foco é trocar todas as aeronaves antigas por outras desta nova geração. Isso é muito importante no Brasil mais do que qualquer outro País porque o preço do combustível é alto”, disse. ALTOS CUSTOS Para Rodgerson, operar no Brasil é um grande desafio por conta dos altos custos, especialmente no que diz respeito ao combustível. Por isso, a busca por eficiência é uma obsessão da Azul. Por outro lado, ele cita os estados que fizeram ações para diminuir o ICMS, que estão tendo sucesso na captação de voos. Para ele, este é o caminho para ampliar a conectividade aérea do País. “Se olharmos Pernambuco, por exemplo, a arrecadação certamente não caiu, porque o número de voos foi ampliado”, destacou. INTERNACIONAL No último ano, a oferta internacional da companhia cresceu 45,3%. Para Rodgerson, isso é motivo de comemoração, mas ele destaca que a Azul é uma companhia nacional, que investe e aposta no Brasil. Ele ressalta que o mercado interno é muito grande e que há espaço para avançar. “Vamos continuar crescendo no internacional neste ano e no ano que vem também, mas o principal é a rentabilidade. Existem algumas coisas que são atraentes, como voar para Lisboa, para o Porto, mas outras que não são tão atraentes, mas são rentáveis, como as rotas dos nossos hubs de Recife e Confins para os mesmos destinos no exterior, como Orlando ou Fort Lauderdale”, destacou. “Somos os maiores operadores em Campinas, Confins, Cuiabá e Recife. Temos que conectar todos os passageiros nestes locais. Se você pensar que sem estes voos os passageiros precisavam descer até São Paulo para depois voltar, muita gente desiste da viagem. Então, a conectividade para a gente é muito importante”, finalizou. A entrevista completa será publicada na edição 361 do Mercado & Eventos https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/eficiencia-e-novas-aeronaves-pautarao-crescimento-da-azul-em-2019/
  18. https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/azul-anuncia-voo-direto-para-belem/ A Azul anuncia um novo destino direto e regular com partida do Aeroporto Internacional de Viracopos. Belém, a capital do Pará, passará a contar com uma operação diária para o interior paulista a partir de 18 de fevereiro de 2019. As operações serão cumpridas com as aeronaves modelo Airbus A320neo, que comporta até 174 passageiros. Com a adição da nova rota, a Azul amplia para 59 o número de cidades com frequências diretas desde o seu principal centro de conexões no país. Para o Vice-Presidente de Receitas da Azul, Abhi Shah, o novo mercado amplia as opções de conectividade dos Clientes em Campinas e consolida a estratégia de atuação da Azul na região Norte. Estamos trabalhando para desenvolver nossos hubs e oferecer ainda mais conectividade e conveniência a nossos Clientes. Anunciar a nova rota Campinas-Belém faz parte dessa estratégia. Com essa ação, contemplamos o Norte do país com mais um voo direto para o Sudeste, fortalecendo nosso principal centro de conexões no país e construindo uma malha robusta na capital paraense. Esse passo vai trazer ainda mais conforto e opções de destinos e horários para quem queira viajar conosco para qualquer parte do Brasil e do mundo, ressalta Abhi.
  19. A partir de 03 de junho de 2019, a Azul desembarcará em um novo destino internacional: Porto, em Portugal. A cidade terá voos diretos e regulares para Campinas, principal centro de conexões da Azul no Brasil, três vezes por semana. Quando em operação, o novo mercado ampliará a oferta de voos da Azul entre os países: ao todo, serão 17 frequências semanais. As vendas de passagens para o novo destino internacional estão à venda a partir de hoje (05) em todos os canais oficiais da companhia. A cidade portuguesa será o segundo destino europeu a contar com voos da Azul, que já atua em Lisboa. As frequências do novo mercado serão cumpridas com as aeronaves modelo Airbus A330, que tem capacidade para até 272 Clientes. Com o novo voo, Campinas, que hoje é o principal centro de conexões da América Latina, passará a ter ligações diretas para 57 destinos, sendo quatro deles internacionais: Orlando e Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, e Lisboa e Porto, em Portugal. Em parceria com a companhia francesa Aigle Azur, o aeroporto campineiro também conta com frequências para Paris, na França. Para o Vice-Presidente de Receitas da Azul, Abhi Shah, os voos para Porto são um novo marco na história da companhia, do Aeroporto Internacional de Viracopos e do mercado aéreo brasileiro. “Mais uma vez, a Azul inova e revoluciona o mercado. O anúncio dos nossos voos para Porto é uma nova página na história da empresa, que passa a operar voos, contando a alta temporada e toda a nossa malha aérea, para 12 destinos fora do Brasil. Ao mesmo tempo, Campinas ganha muito com essa nova operação internacional. Nosso hub fica ainda mais fortalecido, com mais opões de destino para nossos Clientes, conectando toda a nossa malha doméstica e internacional. Estamos muito felizes com o início das vendas e temos certeza de que esse voo será um sucesso”, ressalta Abhi. “Esta nova rota da Azul, entre Viracopos e a Europa, chega para reforçar essa tendência de crescimento dos voos internacionais no aeroporto. De janeiro a outubro deste ano, a alta de passageiros internacionais chegou a 24,3%, com mais 552 mil pessoas transportadas”, diz o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich. Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Rio, Goiânia e Cuiabá serão as principais cidades brasileiras a contar com conexões convenientes para o novo voo Campinas-Porto. Em cerca de nove horas, Clientes poderão partir dessas regiões e desembarcar na cidade portuguesa. Além disso, em Porto, a Azul, em parceria com a TAP, oferecerá conexões imediatas para Amsterdã, Genebra, Luxemburgo e Londres. O diretor do Aeroporto de Porto, Fernando Vieira, ressalta que o novo voo fortalecerá a oferta e a conectividade do aeroporto da cidade. “Foi com muito entusiasmo que recebemos a notícia do início do voo direto da Azul com origem em Campinas, adicionando mais uma ligação direta entre Porto e o estado de São Paulo. O Aeroporto do Porto serve hoje mais de 30 companhias aéreas, que asseguram a ligação direta a 79 destinos, e, com a chegada da Azul, aumentará a sua oferta e a conectividade de e para o mundo”, afirma Fernando. Confira, abaixo, a malha prevista para o novo mercado internacional da Azul: Campinas – Porto *NOVO MERCADO: início em 03 de junho de 2019* Origem Saída Destino Chegada Frequência Valores Campinas 17:20 Porto 07:20 Segundas, quartas e sextas R$ 2672,00* ou 60 mil pontos** Porto 09:25 Campinas 16:10 Terças, quintas e sábados R$ 2672,00* ou 60 mil pontos** * Tarifas válidas por trecho (ida e volta), taxa de embarque do respectivo aeroporto inclusa. Valores válidos para viagens de ida e volta em voos internacionais operados pela Azul, em classe econômica, sujeitos à disponibilidade de assentos, regras e restrições específicas no perfil de cada tarifa, para emissão de passagens de 03/12 a 10/12/2018. Voos a partir de 03/06/2019. Preços divulgados em reais, calculados pelo câmbio de R$ 3,8925 de 28/11/2018. Os preços em dólar (US$) serão convertidos em real pelo câmbio do dia da compra. Para informações sobre horários consultem nosso website. Não estão incluídos os impostos assim como gastos habitualmente opcionais, como os serviços extras para passageiros, seguros, hospedagem e despesas pessoais. Disponibilidade mínima de 10 assentos no valor promocional por voo (origem/destino) publicado. Todas as tarifas em questão possuem franquia de bagagem despachada (2 de 23 kg). Para mais informações, consulte www.voeazul.com.br * Pontuação válida por trecho (ida e volta), a ser acrescido da taxa de embarque do respectivo aeroporto. Pontuação promocional válida para viagens de ida e volta em voos internacionais operados pela Azul, em classe econômica. Reservas são obrigatórias, as quais devem ser realizadas no período de 03/12 a 10/12/2018, com antecedência mínima de 215 dias à partida do voo e permanência mínima de 04 dias. Voos a partir de 03/06/2019. Pontuação sujeita às regras tarifárias e disponibilidade de assentos. Para informações sobre horários consultem nosso website. Não estão incluídos os impostos e taxas aeroportuárias (taxa de embarque), bem como os gastos habitualmente opcionais, como os serviços extras para passageiros, seguros, hospedagem e despesas pessoais. Disponibilidade mínima de 10 assentos na pontuação promocional por trecho (origem/destino) publicado, considerando a totalidade de voos no período da promoção. Todas as tarifas em questão possuem franquia de bagagem despachada (2 de 23 kg). Para informações sobre o TudoAzul, consulte o regulamento através de www.voeazul.com.br Pela Assessoria de Imprensa da Azul Linhas Aéreas
  20. November 15, 2018 Two of Brazil’s largest airlines are optimistic about the future now that the uncertainty surrounding the recent presidential elections are over. Summary: Brazilian carrier Azul Airlines and GOL have offered a more optimistic industry outlook now uncertainty surrounding the recent presidential elections is over; Brazil’s far right president-elect Jair Bolsonaro was a controversial candidate, but he is widely viewed as business friendly; Brazil’s Central Bank has reduced a growth forecast for 2018 to +1.4% but expects it to accelerate to 2.4% in 2019. Brazil’s far right president-elect Jair Bolsonaro was a controversial candidate, but he is widely viewed as business friendly; the recently concluded election removes a level of uncertainty for airlines operating in Latin America’s largest aviation market. The chairman of Brazil’s third largest airline Azul, David Neeleman, recently declared the airline is “relieved that the Brazilian elections are finally over, and that the micro environment in Brazil is more stable”. Reuters has recently reported that Brazil’s Central Bank expects growth to accelerate in 2019. The news outlet stated the bank expects growth of 2.4% in 2019, but has refined estimates for 2018 to 1.4% growth versus a previous forecast of an increase of 1.6%. “We are very optimistic with the new administration; they seem to be taking all right steps to promote economic development of the country.” Mr Neeleman concluded. Azul’s management has recently highlighted that during the last decade, Brazil’s aviation industry has doubled in size, but the average GDP growth has only been 1.5%. If the country’s GDP starts growing at a rate of 2% to 4%, there is a “lot of potential we see here”. CHART – The Brazilian aviation system returned to capacity growth in 2017, albeit at a modest 0.5% rate. It will grow at a decade high rate of around 4.6% this year, but seat levels remain significantly down on those recorded in the first half of the 2010sSource: CAPA – Centre for Aviation and OAG Executives at the country’s largest domestic airline GOL Linhas Aereas recently stated that 2017 had been the first year of economic growth after six years of slowdown, contraction and a recession. “We’re all feeling this out here in Brazil in a variety of sectors, feeling our way out on the other side of this election cycle, and how we address the challenges of the demand cycle as opposed to a contraction cycle”, said GOL CFO Richard Lark. Speaking on its 3Q2018 financial results call at the beginning of the month, the airline’s CEO Paulo Kakinoff discussed GOL’s expectation for demand following the result of the Brazilian election. He said: “We expect that the outcome of the elections will have a positive impact on business and consumer confidence.” “More than 65% of our clients travel for business reasons, and we believe that eliminating the political uncertainty will spur an increase in corporate activity in general. The appreciation of the Real should also help in the increase of consumer purchasing power for air travel.” he added. However, IATA has warned that against a fragile economic backdrop and ahead of the (recent) election, businesses confidence remained subdued in Brazil. Across the wider region RPK growth ticked down for both North and Latin American carriers in Aug-2018 to 4.6% & 4.4% year-on-year, respectively. Its data shows that only African airlines are showing softer year-on-year growth in passenger volumes at present. https://blueswandaily.com/brazils-gol-and-azul-paint-a-more-optimistic-outlook-for-brazil-with-business-friendly-president-in-office/
  21. A demanda por transporte aéreo doméstico no Brasil e a oferta2 disponibilizada pelas companhias caminharam absolutamente em linha no mês de julho: tiveram crescimento idêntico de 7,43% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Com oferta e procura avançando em igual ritmo, o fator de aproveitamento ficou estável em 83,97% na base anual de comparação. Foram transportados 8,8 milhões de passageiros nos voos nacionais em julho, um crescimento de 6,75% sobre o mesmo mês de 2017. Os números da ABEAR são a consolidação das estatísticas das empresas AVIANCA, AZUL, GOL e LATAM e contemplam mais de 99% do mercado doméstico. Participação do mercado4 doméstico em julho de 2018: GOL: 38,50% LATAM: 30,00% AZUL: 18,81% AVIANCA: 12,70% Acumulado do ano A aviação doméstica tem crescimento de demanda da ordem de 4,79% em sete meses na comparação com o mesmo intervalo de 2017. A oferta tem expansão ligeiramente superior, de 4,81%. O fator de aproveitamento se mantém estável em 80,88%. Somam 53,3 milhões os passageiros transportados no ano, alta de 3,80% sobre o ano anterior, o correspondente a um acréscimo de aproximadamente 2 milhões de pessoas. Participação do mercado doméstico no acumulado de 2018: GOL: 36,17% LATAM: 31,62% AZUL: 18,55% AVIANCA: 13,67% Mercado Internacional As estatísticas das associadas ABEAR abrangem atualmente cerca de 30% das operações aéreas internacionais envolvendo o Brasil. A parcela restante é detida por empresas de bandeira estrangeira. Nas rotas internacionais, as associadas ABEAR registraram em julho crescimento consolidado 14,78% na demanda para uma oferta 17,24% maior nas comparações com 2017. O fator de aproveitamento teve pequena piora de 1,80 ponto percentual em julho, baixando a 84,19%. Foram 884,4 mil passageiros transportados no mês nos voos internacionais, total 10,49% superior ao do ano passado. Participação do mercado internacional em julho de 2018 (entre as empresas brasileiras): LATAM – 68,67% AZUL – 15,76% AVIANCA – 7,44% GOL – 8,13% Acumulado no ano De janeiro a julho a demanda internacional sobe 15,63% em relação a 2017. A oferta tem ampliação de 19,00%, por sua vez. O fator de aproveitamento no ano é de 82,86%, com piora de 2,42 pontos percentuais em um ano. Ao todo são 5,4 milhões de passageiros internacionais transportados, crescimento de 13,67% no contingente. Participação do mercado internacional no acumulado de 2018: LATAM – 68,64% AZUL – 15,29% GOL – 9,61% AVIANCA – 6,45% Cargas5 As estatísticas de carga incluem as operações das associadas AVIANCA, AZUL, GOL, LATAM e LATAM CARGO. Tais empresas transportaram 30,6 mil toneladas de carga no mercado doméstico em julho (alta de 4,59% em relação ao mesmo mês do ano anterior) e 23,6 mil toneladas no mercado internacional (alta de 21,52%). No acumulado de sete meses são 215,3 mil toneladas de carga transportadas em rotas domésticas (crescimento de 13,55% ante igual período de 2017) e 162,8 mil toneladas transportadas nas rotas internacionais (crescimento de 34,52%). Confira as planilhas completas com as estatísticas na área de Dados e Fatos do site da ABEAR, na seção NÚMEROS DAS COMPANHIAS AÉREAS ASSOCIADAS. Confira também o GLOSSÁRIO com os principais termos utilizados. This press release was sourced from ABEAR on 27-Aug-2018. https://centreforaviation.com/members/direct-news/abear-aviaco-domestica-cresce-743-em-julho-435450
  22. Azul's A330-900neo configuration, based on airline's seat map, Azul Business 38, Economy Xtra 96, Economy 168 Azul's 302-seater A330-900neo to serve long-haul route from 15DEC18, Sao Paulo Viracopos/Campinas Orlando, followed by Lisbon from 21DEC18, Ft. Lauderdale from 18JAN19 Fonte: airlineroute
  23. MIAMI — Chinese carrier Hainan Airlines has sold the remaining stake it had on Brazilian carrier, Azul, for $306.25 million to a group of American investors. In 2016, the Chinese group paid $450 million for a 23.7% stake in the Brazilian carrier as part of a $50 billion acquisition spree that included stakes in Aigle Azur, Comair, MyCargo Airlines, TAP Portugal, Virgin Australia, and leasing company Avolon, among others. Today, the HNA Group said that it sold 19.3 American Depositary Shares it had on Azul at $16.15 per unit. TWO MONTHS ON SALE Back in June, the HNA group began to sell all of the shares it held over Azul, which, at the moment, represented a $320 million trade based on current market rates. The HNA Group has been dealing with losses of around $94 billion. The conglomerate initiated a lot of asset sell-offs and IPOs to raise liquidity in order to manage their debts. “The offering is part of Hainan’s strategic plan, which includes capital raising initiatives, selected divestments, as well as investments in airlines and in the aviation services sector,” explained Azul in a public statement in June. The Chinese group, which owned about 17% of the Brazilian carrier, had decided to release its shares following an increase in its outstanding debt. After releasing the value of the transaction, the HNA Group lost approximately $143 million in value over Azul’s shares. Currently, the Chinese conglomerate is affiliated with a myriad of Chinese airlines, including Beijing Capital Airlines, Fuzhou Airlines, Hainan Airlines, HK Express, Hong Kong Airlines, Tianjin Airlines, and Urumqui Air, among others. HK Airlines released in an internal memo that it will delay the delivery of “several aircraft” over the next few years. “While we won’t receive any additional Airbus A330s in 2018, we will still receive two additional A350s in the fall. Other aircraft that were planned for 2018 and early 2019 will now be delayed until 2019,” said the airline. Last month, the group wasn’t able to pay for some Airbus A330s that were supposed to be delivered. AZUL CONTINUES GROWING Meanwhile, in Brazil, Azul continues its spectacular growth, confirming its status as the country’s second-largest carrier. Last month, during the Farnborough International Air Show, the airline placed an order for 21 Embraer E195-E2, of which it is the launch customer. The airline boasts a strong fleet of 126 airliners, of which 17 are Airbus A320neos, seven Airbus A330s, 38 ATR 42/72 turboprops, and 64 Embraer E1 family jets. Moreover, the carrier is expected to receive the first of five Airbus A330-900neos during the last quarter of this year. Azul ordered the new engine option A330 in September 2017, which will come under a leasing agreement with Avolon. The carrier continues to expand its network in Brazil and South America with latest-generation airliners. https://airwaysmag.com/airlines/hainan-airlines-finalizes-sale-of-remaining-stake-in-azul/ _______________________________________ A HNA está desesperada por capital, perdeu U$$ 144 milhões, fora que pegou empréstimo com a Azul. E o grupo vendeu 30% da Avolon para a Orix Capital, por USD 2,2 bi.
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