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  1. 14-Nov-2019 6:51 PM https://centreforaviation.com/members/direct-news/azul-e-alitalia-anunciam-acordo-de-codeshare-502028 Clientes da Alitalia poderão aproveitar a conveniência da malha da Azul quando voarem de e para o Brasil A Azul e a Alitalia anunciam hoje um amplo acordo de cooperação que irá oferecer muita conectividade para as malhas aéreas das duas empresas. Como parte da parceria, Clientes da empresa italiana poderão conectar diretamente com a rede da Azul – a maior do Brasil – quando chegarem ao país voando pela companhia europeia. A assinatura do codeshare proporciona aos Clientes das empresas que voem entre os destinos das companhias com a emissão de apenas um bilhete e despacho de bagagem até o destino final. Com o codeshare, serão 16 destinos domésticos da Azul que serão contemplados pela parceria. São eles: São Paulo (Guarulhos), Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Belo Horizonte (Confins), Brasília, Campinas (Viracopos), Ribeirão Preto, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Navegantes, Goiânia, Salvador, Ilhéus, Porto Alegre, Porto Seguro, Recife e também Vitória. Os voos do acordo já estão disponíveis nos sistemas de vendas das duas empresas para viagens a partir de 2 de dezembro. “Esse acordo entre Azul e Alitalia é uma combinação perfeita e proporciona benefícios incríveis para nossos Clientes. Os Clientes da Alitalia poderão se conectar com os mais de 100 destinos domésticos da Azul, mais da metade exclusivamente servidos pela empresa, aproveitando todas as vantagens e comodidades de voar na melhor companhia aérea da América Latina, segundo o TripAdvisor, com um serviço de bordo que conta com TV ao vivo e snacks a bebidas à vontade. A Azul está no Terminal 1 de Guarulhos, que oferece embarques e desembarques muito rápidos, otimizando as conexões com o Terminal 3 Internacional, mesmo sendo necessário usar o ônibus do aeroporto. Na chegada ao Brasil é possível já despachar novamente as malas nos balcões de conexão da Azul no T3, e seguir para o T1 sem malas.”, afirma Abhi Shah, vice-presidente de Receitas. “Alitalia está sempre em busca de novos parceiros que possam oferecer aos nossos passageiros a melhor experiência de viagem. Esse novo acordo de cooperação aumenta significativamente nossa presença no Brasil, um mercado importante com grande oportunidade de crescimento para a companhia aérea, principalmente por causa da forte presença da comunidade italiana”, diz Fabio Maria Lazzerini, vice-presidente comercial da Alitalia. Assim que o acordo for aprovado pelas autoridades regulatórias, os Clientes de ambas as empresas poderão aproveitar o benefício. This press release was sourced from Azul on 13-Nov-2019.
  2. 06-Aug-2019 7:25 PM Azul lança novo serviço para congelar tarifas por 48 horas Produto é ideal para Clientes que precisam de mais tempo para planejar suas viagens e é válido para voos domésticos e internacionais A Azul lança hoje em seu website uma novidade que ajudará muitos de seus Clientes no momento de comprar uma passagem e programar suas viagens com a companhia. A Tarifa Congelada Azul vai garantir o preço encontrado por até 48h, garantindo ao Cliente uma comodidade extra na hora de planejar as suas viagens. “Quem viaja de avião sabe que os valores das passagens aéreas são muito dinâmicos e costumam variar constantemente. Por isso, pensando em proporcionar mais flexibilidade e tranquilidade aos Clientes que precisam se programar antes de efetivamente pagar pelo bilhete, lançamos o Tarifa Congelada Azul. Esse serviço assegura o valor das tarifas encontradas por um preço bastante acessível e pode ser de grande ajuda para quem encontra bons preços”, diz Henrique Barone Mathias, gerente Serviços da Azul. Para conseguir garantir essa flexibilidade de data de compra da passagem, o Cliente paga R$ 30,00 por pessoa para viagens domésticas e R$ 75,00 por pessoa nos voos internacionais. O novo produto está disponível no site e pelo app da Azul. Entre as principais regras de utilização do serviço está o prazo. A Tarifa Congelada é válida para voos domésticos com até sete dias de antecedência da data da viagem e 30 dias de antecedência no caso de voos internacionais. O serviço é cobrado por Cliente e não será considerado como parte do pagamento da passagem aérea. Para saber mais e conhecer todas as regras, acesse aqui. https://centreforaviation.com/members/direct-news/azul-lana-novo-servio-para-congelar-tarifas-por-48-horas-486667
  3. SÃO PAULO Joana Cunha O presidente da Latam, Jerome Cadier, disse que está preocupado com a reputação do setor aéreo no Brasil. A crise de imagem emergiu na esteira da recuperação judicial da Avianca, que virou alvo de disputa entre as três maiores empresas aéreas brasileiras, interessadas em adquirir o que sobrou da empresa, aeronaves e funcionários, mas principalmente os slots (autorizações para pousos e decolagens) em Congonhas, para voar o rentável trecho RioSP. Em entrevista à Folha na semana passada, o presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou que Latam e Gol se uniram para acabar com a Avianca e impedir a entrada da Azul na ponte aérea. São declarações que Rodgerson não pode provar, segundo Cadier, e maculam a imagem de um setor que deve sempre inspirar segurança. "Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras", diz Cadier. O que o sr. achou das mais recentes declarações do presidente da Azul, de que a Latam e a Gol se uniram para provocar o fim da Avianca? Uma inversão da realidade. O que de fato aconteceu: em dezembro se decreta a recuperação judicial da Avianca e em março a Azul faz uma proposta de um leilão em que só ela, e nenhuma outra companhia, poderia participar. Semanas depois, a Elliott, principal credor da Avianca, negocia com a Latam e com a Gol uma outra forma de leilão, do qual a Azul também poderia participar. Mas ela não seria a única, teria de concorrer com Gol e Latam. Essa proposta alternativa é apresentada pela Avianca, aprovada pela assembleia de credores. Mas a Azul fez tudo o possível para barrar essa solução. Ela faz outra proposta, de novo uma proposta em que só ela pode participar e os outros não podem concorrer, surpreendentemente elevando preço. Para mim, a Azul quer levar a Avianca sem pagar. Como levar sem pagar? Esse discurso de que a Azul não consegue participar da ponte aérea porque duas empresas [Latam e Gol] não deixam é uma cortina de fumaça. É óbvio que todo o mundo quer mais concorrência. Eu entendo que o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] e o consumidor queiram mais concorrência em tudo, não só na ponte aérea. O que o John [Rodgerson] esconde é: ele já tem 13 slots em Congonhas. A Avianca tem 21 slots em Congonhas. Desses, ela usava 13 para operar na ponte aérea. Mas ele afirma que precisa desses 13 slots lá para fazer voos para os hubs da Azul, não? Então a discussão não é de ponte aérea. A discussão é de conexão com os hubs. Por que ele está alegando que quer entrar na ponte aérea? Isso ele já pode fazer hoje. Mas ele não pode querer ter as duas coisas: conectar com os hubs e também competir na ponte aérea? O objetivo dele é levar os slots pagando o mínimo possível. Sem concorrência. [se a Avianca acabar], existe uma regra de distribuição de slots [igualmente para todas as empresas]. Mas ele quer que a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] ou o Cade mude as regras de distribuição. Porque ele não quer participar do leilão, que é caro. Mas a Anac tem dito que precisa respeitar as regras atuais de distribuição de slots. Não tem de cumprir a lei? Ele quer que mude a lei. Ele está tentando montar essa cortina de fumaça, dar argumento de que a concorrência não deixa ele operar na ponte aérea. Ele já pode. Mas, se ele coloca os 13 slots dele na ponte aérea, ele fica sem a conexão dos hubs? O maior hub dele é Viracopos, em Campinas. Ele quer a ponte aérea, mas ele prefere usar os slots de Congonhas para conectar voos de Confins ou de Porto Alegre etc. Mas, se o passageiro vem de Porto Alegre para Congonhas, você acha que depois ele viaja para a ponte aérea? Não precisa. Ele pode usar Viracopos. O passageiro pode fazer Porto Alegre a Viracopos e depois Viracopos para o Rio. Isso é a cortina de fumaça? Que ele defenda os interesses da Azul. Mas sem acusar e mentir. Sem acusar as outras companhias como se tivesse duopólio ou alguma combinação, como se a gente tivesse feito a proposta da Elliott. Ele inverte o argumento. Ele fala que foram a Latam e a Gol que fizeram uma proposta na assembleia de credores. A Elliott liga para a Latam e fala que quer que a gente participe do leilão nessa condição em que eu divido. "Vocês estariam interessados?" Imagina que eu vou falar: "Não, obrigado, vou deixar a Azul porque ela está preocupada com os empregos". É óbvio que eu, defendendo os interesses da Latam, vou querer os slots. Quero conectar mais cidades e ter mais voos. Vocês também vão contratar funcionários da Avianca? A gente já contratou. Mais do que ele está falando que contratou e vai contratar. Nós já contratamos 320 tripulantes da Avianca. Já estão voando. Já temos dois aviões liberados pelo juiz em abril. Ele [Azul] parou de transportar passageiro [da Avianca] no evento do leilão. Ele está preocupado com o setor, mas para de transportar passageiros da Avianca? E somos nós que estamos forçando para a Avianca quebrar? Até agora transportamos 30 mil passageiros. De graça. Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras. Para o setor aéreo, que precisa estar ligado à ideia de segurança, uma crise de credibilidade pesa mais? Ele pode defender os interesses da Azul. Mas que não minta nem faça acusações que não pode defender. Essas acusações que ele está fazendo não se sustentam. Vai ter de provar. Onde a gente tem uma ação que force a quebra da Avianca? É um momento em que o setor passa por uma crise brutal, com prejuízo acumulado das quatro companhias juntas no ano passado de R$ 1,9 bilhão, com uma das companhias falindo. Eu confio em que os órgãos reguladores Anac e Cade entendam o que tem por trás do posicionamento da Azul. Não tem evidência nenhuma. É um momento muito frustrante pelo comportamento. A Azul lidera em voos regionais, para aeroportos menores, sem a concorrência de vocês. E eles dizem que vocês são bem-vindos para ir competir nessas rotas. Por que não vão? A demanda lá é limitada? A Latam tem a restrição do tamanho dos aviões. Tem aeroportos em que eu não consigo pousar [com aeronaves muito grandes que compõem a frota da Latam]. A não ser que eu tenha aviões menores. Por que eles estão sozinhos nessas rotas hoje? Porque ele comprou a concorrente deles [em 2012]. A Trip foi comprada por eles, que se dizem próconcorrência, mas compraram o competidor. Hoje eu não entro [nas rotas regionais] ou porque eu não tenho um avião que cabe ou porque não tem demanda. Aí passa de uma situação em que alguém está ganhando e tendo operação sustentável para duas empresas terem uma operação não sustentável. Por isso ele tem o monopólio virtual hoje em muitas das rotas que ele opera. Em 70% das rotas que ele opera, ele está sozinho. Vocês também discordavam no tema da abertura do setor ao capital estrangeiro? Ele é contra. Por quê? Porque não quer concorrência. Se ele tem essa posição de que quer concorrência, por que é contra capital estrangeiro? E ele era tão contra que conseguiu influenciar para que a regra virasse: "Pode aprovar o capital estrangeiro, mas tem de voar 5% das rotas regionais". [Em abril, comissão mista do Congresso incluiu mudanças na medida provisória de abertura do mercado ao capital estrangeiro]. A quem interessa isso? Isso torna mais difícil a entrada de qualquer companhia de fora. Eles saíram da Abear, associação do setor. Como avaliaram isso? A Abear nunca tratou de temas comerciais. Isso, sim, seria cartel. Slot de Congonhas é um tema que nunca foi tratado. Ele está brigando por causa do leilão da Avianca, que é um tema comercial, e sai da Abear . Ela trata de questões relacionadas à segurança de voo, se pode ou não operar com brigada de incêndio, roteiro de navegação. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/acusacoes-da-azul-sao-mentiras-que-levam-setor-aereo-ao-descredito-diz-presidente-da-latam.shtml
  4. Avianca signs interline and negotiates codeshare agreements with Azul and Gol in Brazil June 21, 2019 Avianca Holdings interim CEO Renato Covelo stated Aviancabookings were impacted in Brazil due to the brand connection with Avianca Brazil (O Globo, 20-Jun-2019). Avianca signed interline agreements and is negotiating codeshares with Gol Linhas Aéreasand Azul Linhas Aereas to address domestic-international connectivity demand in the Brazilian market. https://blueswandaily.com/avianca-signs-interline-and-negotiates-codeshare-agreements-with-azul-and-gol-in-brazil/
  5. November 15, 2018 Two of Brazil’s largest airlines are optimistic about the future now that the uncertainty surrounding the recent presidential elections are over. Summary: Brazilian carrier Azul Airlines and GOL have offered a more optimistic industry outlook now uncertainty surrounding the recent presidential elections is over; Brazil’s far right president-elect Jair Bolsonaro was a controversial candidate, but he is widely viewed as business friendly; Brazil’s Central Bank has reduced a growth forecast for 2018 to +1.4% but expects it to accelerate to 2.4% in 2019. Brazil’s far right president-elect Jair Bolsonaro was a controversial candidate, but he is widely viewed as business friendly; the recently concluded election removes a level of uncertainty for airlines operating in Latin America’s largest aviation market. The chairman of Brazil’s third largest airline Azul, David Neeleman, recently declared the airline is “relieved that the Brazilian elections are finally over, and that the micro environment in Brazil is more stable”. Reuters has recently reported that Brazil’s Central Bank expects growth to accelerate in 2019. The news outlet stated the bank expects growth of 2.4% in 2019, but has refined estimates for 2018 to 1.4% growth versus a previous forecast of an increase of 1.6%. “We are very optimistic with the new administration; they seem to be taking all right steps to promote economic development of the country.” Mr Neeleman concluded. Azul’s management has recently highlighted that during the last decade, Brazil’s aviation industry has doubled in size, but the average GDP growth has only been 1.5%. If the country’s GDP starts growing at a rate of 2% to 4%, there is a “lot of potential we see here”. CHART – The Brazilian aviation system returned to capacity growth in 2017, albeit at a modest 0.5% rate. It will grow at a decade high rate of around 4.6% this year, but seat levels remain significantly down on those recorded in the first half of the 2010sSource: CAPA – Centre for Aviation and OAG Executives at the country’s largest domestic airline GOL Linhas Aereas recently stated that 2017 had been the first year of economic growth after six years of slowdown, contraction and a recession. “We’re all feeling this out here in Brazil in a variety of sectors, feeling our way out on the other side of this election cycle, and how we address the challenges of the demand cycle as opposed to a contraction cycle”, said GOL CFO Richard Lark. Speaking on its 3Q2018 financial results call at the beginning of the month, the airline’s CEO Paulo Kakinoff discussed GOL’s expectation for demand following the result of the Brazilian election. He said: “We expect that the outcome of the elections will have a positive impact on business and consumer confidence.” “More than 65% of our clients travel for business reasons, and we believe that eliminating the political uncertainty will spur an increase in corporate activity in general. The appreciation of the Real should also help in the increase of consumer purchasing power for air travel.” he added. However, IATA has warned that against a fragile economic backdrop and ahead of the (recent) election, businesses confidence remained subdued in Brazil. Across the wider region RPK growth ticked down for both North and Latin American carriers in Aug-2018 to 4.6% & 4.4% year-on-year, respectively. Its data shows that only African airlines are showing softer year-on-year growth in passenger volumes at present. https://blueswandaily.com/brazils-gol-and-azul-paint-a-more-optimistic-outlook-for-brazil-with-business-friendly-president-in-office/
  6. MIAMI — Chinese carrier Hainan Airlines has sold the remaining stake it had on Brazilian carrier, Azul, for $306.25 million to a group of American investors. In 2016, the Chinese group paid $450 million for a 23.7% stake in the Brazilian carrier as part of a $50 billion acquisition spree that included stakes in Aigle Azur, Comair, MyCargo Airlines, TAP Portugal, Virgin Australia, and leasing company Avolon, among others. Today, the HNA Group said that it sold 19.3 American Depositary Shares it had on Azul at $16.15 per unit. TWO MONTHS ON SALE Back in June, the HNA group began to sell all of the shares it held over Azul, which, at the moment, represented a $320 million trade based on current market rates. The HNA Group has been dealing with losses of around $94 billion. The conglomerate initiated a lot of asset sell-offs and IPOs to raise liquidity in order to manage their debts. “The offering is part of Hainan’s strategic plan, which includes capital raising initiatives, selected divestments, as well as investments in airlines and in the aviation services sector,” explained Azul in a public statement in June. The Chinese group, which owned about 17% of the Brazilian carrier, had decided to release its shares following an increase in its outstanding debt. After releasing the value of the transaction, the HNA Group lost approximately $143 million in value over Azul’s shares. Currently, the Chinese conglomerate is affiliated with a myriad of Chinese airlines, including Beijing Capital Airlines, Fuzhou Airlines, Hainan Airlines, HK Express, Hong Kong Airlines, Tianjin Airlines, and Urumqui Air, among others. HK Airlines released in an internal memo that it will delay the delivery of “several aircraft” over the next few years. “While we won’t receive any additional Airbus A330s in 2018, we will still receive two additional A350s in the fall. Other aircraft that were planned for 2018 and early 2019 will now be delayed until 2019,” said the airline. Last month, the group wasn’t able to pay for some Airbus A330s that were supposed to be delivered. AZUL CONTINUES GROWING Meanwhile, in Brazil, Azul continues its spectacular growth, confirming its status as the country’s second-largest carrier. Last month, during the Farnborough International Air Show, the airline placed an order for 21 Embraer E195-E2, of which it is the launch customer. The airline boasts a strong fleet of 126 airliners, of which 17 are Airbus A320neos, seven Airbus A330s, 38 ATR 42/72 turboprops, and 64 Embraer E1 family jets. Moreover, the carrier is expected to receive the first of five Airbus A330-900neos during the last quarter of this year. Azul ordered the new engine option A330 in September 2017, which will come under a leasing agreement with Avolon. The carrier continues to expand its network in Brazil and South America with latest-generation airliners. https://airwaysmag.com/airlines/hainan-airlines-finalizes-sale-of-remaining-stake-in-azul/ _______________________________________ A HNA está desesperada por capital, perdeu U$$ 144 milhões, fora que pegou empréstimo com a Azul. E o grupo vendeu 30% da Avolon para a Orix Capital, por USD 2,2 bi.
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