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  1. 12/05/2020 Em atendimento à Medida Provisória nº 925, de 18 de março de 2020, que instituiu a possibilidade de postergação do recolhimento de outorgas das concessionárias de aeroportos, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou nesta terça-feira (12/5) o adiamento do recolhimento das contribuições variáveis, vincendas em maio, e fixas, vincendas em julho, dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília. As outorgas poderão ser quitadas em 18 de dezembro. A postergação temporária dos pagamentos tem o propósito de mitigar dificuldades financeiras de curto prazo, aliviando o fluxo de caixa dos aeroportos durante da pandemia de Covid-19. A medida visa contribuir para que os aeroportos sigam operando normalmente durante a emergência de saúde pública. A decisão desta terça-feira representou o adiamento do pagamento R$ 2 bilhões em outorgas, sendo R$ 1,5 bilhão para o Aeroporto de Guarulhos (R$ 1,26 bilhão em contribuição fixa e R$ 230 milhões em variável); R$ 224 milhões para o Aeroporto de Viracopos (R$ 193,5 milhões em contribuição fixa e R$ 31 milhões em variável); e R$ 288 milhões para o Aeroporto de Brasília (R$ 280 milhões em contribuição fixa e R$ 7,8 milhões em variável). https://www.anac.gov.br/noticias/2020/postergado-o-pagamento-de-outorgas-dos-aeroportos-de-guarulhos-viracopos-e-brasilia
  2. Flávia Maia postado em 13/03/2018 O ano de 2018 ficaria marcado pelo início da megaoperação no Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek, transformando o terminal no mais completo empreendimento do país. Os planos previam investimentos de R$ 3,5 bilhões para criar uma cidade aeroportuária, com shopping center, espaço para armazenamento de cargas, hotéis e até um parque aquático. Contudo, os projetos não foram adiante. Se, em 2015, a Inframerica, consórcio responsável pela administração do aeroporto, se mostrava otimista, três anos depois, o discurso sobre projetos tomou o tom cauteloso, com adiamentos e readequações. Nem as licenças necessárias para o complexo foram pedidas. Com a possibilidade de venda da parte da Infraero, os planos podem ser atrasados por mais tempo. O primeiro a declinar do projeto de expansão foi o Hard Rock Café. No fim do ano passado, a rede internacional anunciou a construção de três unidades no Brasil, mas deixou de fora a de Brasília. Em fevereiro de 2016, a empresa tinha manifestado, em nota, o interesse pela capital federal. Porém, a praia de Lagoinhas, a 80km de Fortaleza; a Ilha do Sol, no Paraná; e Caldas Novas (GO) receberão os investimentos da rede no Brasil. A Inframerica justificou o pé no freio com a crise econômica, que atrapalhou o interesse de investidores e a oferta de crédito. “A grave recessão econômica no fim de 2015 afastou investimentos no país. Essa recessão perdurou por 2016 e 2017”, informou. De acordo com a empresa, as incertezas da crise e o rebaixamento do rating (nota atribuída pelo mercado internacional) também levaram à redução de dinheiro disponível no mercado para aplicações. O consórcio não desistiu dos planos de expansão, mas alegou que fará readequações na proposta. Porém, não especificou quais serão as alterações nem se haverá enxugamento da ideia divulgada em 2015. Limitou-se a dizer que “tem uma equipe nova estudando adequações no projeto e contextualizando-o à realidade de mercado”. A Inframerica acrescentou que conta com a retomada no fluxo de passageiros para retornar à ideia de expansão. A queda na quantidade de viajantes foi de 11,2%, entre março de 2016 e agosto de 2017. Entretanto, segundo a empresa, os índices voltaram a crescer desde setembro. Para incrementar a circulação de pessoas, o consórcio aposta em captar novos voos internacionais. Por isso, há um projeto de uma nova ala para esse público em andamento. Outra questão que pode retardar os planos de expansão do aeroporto é o interesse do governo federal em vender a participação da Infraero, atualmente em 49%. A Inframerica seria uma das interessadas, embora, oficialmente, explique que só se pronunciará após a confirmação do processo de venda. O Ministério dos Transportes informou que a expectativa é realizar a comercialização dos ativos até o fim deste ano, após a conclusão de estudos. A negociação das participações acionárias da estatal foi aprovada em agosto de 2017. Os recursos obtidos com a venda serão injetados na própria Infraero. Dez Maracanãs Em dezembro de 2015, o então presidente da Inframerica, José Luis Menghini, convocou a imprensa para fazer um balanço dos três anos da concessão privada. Aproveitou a presença dos jornalistas e fez o anúncio da megaestrutura a ser construída. Com as obras finalizadas, o JK passaria a ter capacidade para receber até 1,5 milhão de passageiros internacionais por ano, 130% a mais do que o comportado à época. A intervenção acrescentaria 1.323.808 metros quadrados de área construída, quase 10 vezes a área do complexo do Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro. O plano de expansão da concessionária incluía a construção de cinco hotéis no entorno do terminal, além de parque aquático, aquário, cinema, outlet, centro de convenções, hospital e universidade. O projeto previa, ainda, prédios de escritórios com capacidade para 30 mil funcionários. Também haveria um shopping com 280 lojas, 30 opções de fast food e oito restaurantes de alto padrão, além de edifício-garagem com 4 mil vagas (leia quadro). Empréstimo É importante ressaltar que o plano de expansão do sítio aeroportuário é diferente das obras de ampliação feitas pela administração do aeroporto. Assim que a concessionária Inframerica assumiu a gestão do terminal de Brasília, em dezembro de 2012, ela iniciou as obras de modernização para se adequar aos termos do contrato de concessão firmado com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em maio de 2014, foi entregue a estrutura prevista. As salas de embarque passaram de 60 mil m² para 120 mil m², houve aumento de 11 para 34 portões de embarque e a demanda cresceu 10%. Os R$ 488 milhões usados para a reforma vieram por meio do chamado empréstimo-ponte com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), obtido em janeiro de 2013. Trata-se de um contrato no primeiro momento da concessão até que o empréstimo de longo prazo, cuja análise é mais demorada, seja aprovado. O valor foi integralmente pago pelo BNDES e quitado pelo empréstimo de longo prazo assinado com a Inframerica em fevereiro de 2014. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/03/13/interna_cidadesdf,665642/projetos-ousados-para-o-aeroporto-de-brasilia-nao-sairam-do-papel.shtml
  3. Regiões metropolitanas tiveram alta de destinos domésticos e internacionais em 2018 6.abr.2019 às 16h36 Daniel Mariani Marina Gama Cubas SÃO PAULO O número de destinos aéreos nacionais e internacionais oferecidos a partir das principais regiões metropolitanas do país aumentou em 2018 em quase todo o país, apontam dados oficiais tabulados pela Folha. Considerando apenas os destinos nacionais saindo de Congonhas e Guarulhos, o número de 2018 igualou o ápice da série histórica, que havia sido em 2011. Em ambos os anos, foram 46 destinos que saíram ao menos 26 semanas consecutivas —padrão adotado pela reportagem para definir um trecho como frequente. As informações primárias são da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Imperatriz (MA) é um dos novos destinos de 2018 para quem sai de São Paulo. Jijoca (CE) passou a ter voos frequentes —em 2017 foi oferecido apenas no período de temporada. No geral, a malha aeroviária no país atingiu o ápice em 2011, começou então a cair acompanhando o desaquecimento da economia e chegou ao patamar mais baixo em 2013. Voltou a crescer, mas houve uma queda entre 2016 e 2017. Considerando o ano passado, houve aumento de rotas nacionais saindo também de Belo Horizonte, Recife e Salvador. Rio e Brasília ficaram estáveis. Campinas caiu. Essas são as regiões que mais têm voos frequentes. O aeroporto de Guararapes, no Recife, é um exemplo de crescimento constante. Em 2012, ele oferecia 14 opções de rotas domésticas e passou para 25 em 2018. Nos trajetos internacionais, houve aumento de rotas saindo de todas essas áreas, com exceção de Brasília. Se somados todos os destinos de todos os aeroportos do Brasil, houve aumento de 5% no número de rotas em 2018 em relação a 2017, ante uma leve queda de 1% no período 2016-2017. Em termos de destinos, a capital mineira foi a que teve o maior crescimento em 2018, com ampliação de 20% das opções de destinos desde 2017 —saltando de 35 para 42 em 2018. Esse movimento de crescimento de rotas também apareceu em simulações considerando período inferior às 26 semanas adotadas pela reportagem. O crescimento no número de destinos em 2018 no país coincide com levantamentos do setor aéreo que apontam também aumento no volume de passageiros, movimento que segue nos primeiros meses de 2019. “A escolha das rotas é resultado [de estudo] econômico. As empresas têm seus departamentos de planejamento que estudam dados demográficos e entradas de fatos novos, como o início de uma usina ou empresa em determinada região”, afirma Gianfranco Beting, especialista em aviação, que foi executivo da Azul. Ainda que a demanda seja o gatilho, outras variáveis são fundamentais para a decisão de ampliar ou fechar destinos e quais serão as cidades escolhidas. A existência de uma infraestrutura mínima dos aeroportos nas cidades em que se constata uma alta procura é uma delas. Benefício fiscal é outro ponto levado em conta. Em março, por exemplo, a Gol apresentou novas opções de destinos saindo do aeroporto de Guarulhos para cidades do interior de São Paulo. A medida responde a um pedido do governo estadual, que anunciou desoneração fiscal do combustível da aviação. Houve redução da alíquota do ICMS do querosene usado no abastecimento de aeronaves, de 25% para 12%. A expectativa tanto da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) quanto de especialistas no setor é que o crescimento do mercado se mantenha em 2019. Entre os fatores que podem contribuir para isso estão justamente benefícios fiscais, as concessões para a iniciativa privada de 12 aeroportos e a liberação de 100% de capital estrangeiro em companhia aéreas —a proposta passou na Câmara e foi para o Senado. “Teremos a possibilidade da entrada de novos participantes que podem levar ao aumento de passageiros transportados. Mais aeroportos são objetos de concessão, e a tendência é que haja aumento do mercado como um todo”, afirma Fábio Falkenburguer, especialista de aviação do Machado Mayer Advogados. Beting, porém, está um pouco mais cético em relação ao crescimento do mercado aéreo. “O Brasil parou de piorar, mas não engatou a marcha de aceleração. É uma recuperação muito tímida e aquém do que o Brasil poderia alcançar.” ________________________________________ O site da Folha está bugando com os infográficos, que podem ser acessados em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/04/oferta-de-destinos-aereos-a-partir-de-sp-cresce-e-volta-ao-pico-de-2011.shtml
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