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  1. Estou abrindo esse tópico para postar fotos do dia a dia em Viracopos, fotos de minha autoria das varias vezes que dei um pulo la no aeroporto para spottear. Espero que gostem. Começando com algumas fotos da movimentação entre Setembro e 05/11/2019 04/11/2019 05/11/2019
  2. January 30, 2020 Gol CFO Richard Lark, in Gol‘s Credit Suisse Latin America Investment Conference presentation, stated (29-Jan-2020) that “Gol is the leader in Brazil and Brazil is beginning to boom”. Mr Lark explained that inflation and interest rates in the country are at historic lows while GDP growth is normalising and governmental policies have led to a “steady recovery of economic growth over the last three years… [while] domestic travel is expected to expand between 6% and 9% in 2020”. https://blueswandaily.com/gol-cfo-gol-is-the-leader-in-brazil-and-brazil-is-beginning-to-boom/
  3. January 14, 2020 Gol reported (10-Jan-2020) it had the best aircraft utilisation in 3Q2019 out of any other carrier, with 12.6 block hours. Gol reported Ryanair had 12 block hours utilisation, followed by jetBlue with 11.9 hours and Azul with 11.7. https://blueswandaily.com/gol-claims-the-highest-utilisation-rate-in-3q2019-with-12-6-block-hours/
  4. https://diariodoturismo.com.br/gol-abre-vendas-de-passagem-para-novas-rotas-no-ceara-para-2020/ GOL abre vendas de passagem para novas rotas no Ceará para 2020 Em parceria com a TwoFlex e VoePass, a Companhia conecta o aeroporto internacional de Fortaleza a novos destinos do interior e litoral do Estado. A GOL Linhas Aéreas abriu as vendas de passagens para quatro novas rotas no Ceará, com início de operação em 2020: Crateús, Jericoacoara, São Benedito e Sobral, que se conectarão ao aeroporto internacional de Fortaleza, todas com a parceira TwoFlex. A partir de 13 de janeiro, a Companhia insere mais duas cidades: Aracati e Tauá. Além disso, com a outra parceira VoePass, a GOL voará para Natal e Juazeiro do Norte, também com passagens já à venda. EDIÇÃO DO DIÁRIO Os novos destinos entram em operação a partir de fevereiro do ano que vem, nas seguintes datas: dia 18, em Jericoacoara, Igatu e Crateús; já no dia 19, em São Benedito e Sobral; e no dia 22, em Aracati e Tauá. Se antes era preciso cerca de 5 horas para ir de Jericoacoara até a capital do Estado (pegando uma “jardineira” e em seguida um ônibus), agora será possível chegar, com esse mesmo tempo, ao Rio ou a São Paulo. Pela VoePass (com aviões ATR-72), as rotas a partir da capital são para Natal (até 4 voos diários) e Juazeiro do Norte (2 diários). Já com a TwoFlex (com Cessna Grand Caravan), os destinos são Jericoacoara (até 4 diários), Sobral (3 dias semanais), Igatu, São Benedito, Crateús e Tauá (esses, com dois dias semanais). “Somos a Companhia que democratizou a viagem aérea no Brasil e aquela que lidera a expansão da aviação regional. Nossa missão é ‘Ser a Primeira para Todos’, e estamos felizes por ampliar a oferta no Estado do Ceará, que assim fortalece o acesso ao turismo e aos negócios, reforçando também nossa posição de liderança no mercado brasileiro”, destaca Randall Aguero, diretor de Alianças da GOL. Todos os bilhetes já podem ser adquiridos no aplicativo, no site www.voegol.com.br, nas lojas VoeGOL e nas agências de viagem. Confira os horários dos voos: FORTALEZA – NATAL Origem - Destino - Frequência Natal 06:05 - Fortaleza 07:30 - Diária Fortaleza 08:15 - Natal 9:45 - Diária Natal 10:15 - Fortaleza 11:40 - Diária (exceto sábado) Fortaleza 15:40 - Natal 17:10 - Diária (exceto sábado) Natal 17:40 - Fortaleza 19:05 - Diária Fortaleza 23:05 - Natal 00:35 - Diária (exceto sábado) Fortaleza 19:35 - Natal 21:05 - Sábados FORTALEZA – JUAZEIRO DO NORTE Origem - Destino - Frequência Fortaleza 12:10 - Juazeiro do Norte 13:25 - Diária (exceto sábado) Juazeiro do Norte 13:55 - Fortaleza 15:10 - Diária (exceto sábado) Fortaleza 19:35 - Juazeiro do Norte 20:50 - Diária (exceto sábado) Juazeiro do Norte 21:20 - Fortaleza 22:35 - Diária (exceto sábado) FORTALEZA – SÃO BENEDITO Origem - Destino - Frequência Fortaleza 19:30 - São Benedito 20:40 - Domingos e Terças-feiras São Benedito 21:00 - Fortaleza 22:10 - Domingos e Terças-feiras FORTALEZA – CRATEÚS Origem - Destino - Frequência Fortaleza 19:30 - Crateús 20:25 - Terças e Quintas-feiras Crateús 21:00 - Fortaleza 22:10 - Terças e Quintas-feiras FORTALEZA – SOBRAL Origem - Destino - Frequência Fortaleza 08:20 - Sobral 09:15 - Domingos, terças e quintas-feiras Sobral 09:35 - Fortaleza 10:30 - Domingos, terças e quintas-feira FORTALEZA – IGUATU Origem - Destino - Frequência Fortaleza 07:50 - Iguatu 09:05 - Segundas e quartas-feiras Iguatu 09:25 - Fortaleza 10:40 - Segundas e quartas-feiras FORTALEZA – TAUÁ Origem - Destino - Frequência Fortaleza 07:50 - Tauá 08:50 - Sábados Tauá 09:10 - Fortaleza 10:10 - Sábados Fortaleza 16:00 - Tauá 17:00 - Segundas-feiras Tauá 17:20 - Fortaleza 18:20 - Segundas-feiras FORTALEZA – ARACATI Origem - Destino - Frequência Fortaleza 08:00 - Aracati 08:50 - Sábados Aracati 09:10 - Fortaleza 10:00 - Sábados Fortaleza 11:10 - Aracati 12:00 - Segundas-feiras Aracati 12:20 - Fortaleza 13:10 - Segundas-feiras FORTALEZA – JERICOACOARA Origem - Destino - Frequência Fortaleza 11:00 - Jericoacoara 11:55 - Diária Jericoacoara 12:15 - Fortaleza 13:10 - Quinta a Segunda-feira Fortaleza 13:30 - Jericoacoara 14:25 - Quinta a Segunda-feira Jericoacoara 14:45 - Fortaleza 15:40 - Diária Fortaleza 16:00 - Jericoacoara 16:55 - Diária Jericoacoara 17:15 - Fortaleza 18:10 - Diária Fortaleza 19:30 - Jericoacoara 20:25 - Sextas e Domingos Jericoacoara 20:45 - Fortaleza 21:40 - Sextas e Domingos
  5. https://blueswandaily.com/believing-in-brazil-international-pressures-remain-but-domestic-market-seems-to-be-showing-signs-of-improvement/ August 16, 2019 Brazil posed significant challenges for Latin American operators during 2018 because of currency fluctuations and uncertainty driven by the presidential elections. The pressure was largely in international markets – particularly to the US and Europe. LATAM Airlines Group recently said that there had been some rationalisation of capacity between Brazil and the US, but capacity from Brazil to Western Europe remains high. Forecasts indicate seats from Brazil to western Europe will be markedly higher in early 2019, and some of that is driven by LATAM’s introduction of flights from Brazil to Rome, Lisbon and Tel Aviv in 2018. LATAM is also introducing new flights from São Paulo to Munich in Jun-2019. LATAM appears to be closing in on finalising JVs that it tabled with its fellow oneworld partners American and IAG in 2016. Chile’s antitrust tribunal has approved the arrangements but the country’s Supreme Court is hearing appeals to the decision. Even as those appeals move forward, LATAM appears to have a level of confidence that it can progress with its proposed immunised tie-ups. GOL, LATAM and Azul all seem to have a reasonably positive view of Brazil’s domestic market. As 2018 drew to a close, LATAM has characterised domestic demand as healthy. Most of the country’s largest airlines have managed their capacity rationally and seats in the domestic market, while up slightly in 2018, remain below levels reached in 2012 and 2015. A focus on the Brazilian market will be one the discussion topics at the forthcoming CAPA Latin America Aviation & LCCs Summit. CAPA – Centre for Aviation will examine the current dynamics in Brazil with valuable insight from both the airline and airport sectors. As the foremost authority on aviation in the world, CAPA – Centre for Aviation’s events provide cutting edge knowledge about strategic market trends and dynamics to help attendees make informed decisions, delivering the information and connections needed to inspire and improve business. The CAPA Latin America Aviation & LCCs Summit will take place in Curaçao on 16-17 September 2019. The Latin American aviation industry is undergoing some dynamic changes. Airport and airspace infrastructure is improving, and airline operating efficiencies are rising. Airport privatisation processes are well underway and the global alliances framework is well established. Open access arrangements are taking hold and regional economies are recovering, driving a buoyant travel demand picture. But Latin American’s full service airlines could be performing better, particularly in the mission to unlock top line revenue improvements. What are the strategies the region’s airlines should be adopting, based on best practice from other regions and other sectors? Can they better leverage data, loyalty, distribution and ancillaries to produce better revenue outcomes and thereby drive improving profitability? Meanwhile a crop of new low cost carriers continue full steam ahead, opening up exciting new markets in their efforts to stimulate traffic in the region. But like their full service counterparts, they too face their own hurdles, with infrastructure constraints, high costs and an underbanked population potential stumbling blocks to further growth.
  6. Passaredo trará até cinco aeronaves até o fim do ano PonteAérea.net - disponível em https://ponteaerea.net/2019/07/26/passaredo-trara-ate-cinco-aeronaves-ate-o-fim-do-ano/ Tal ampliação tem como objetivo a entrada da empresa em Congonhas e o estreitamento dos laços com a Gol. A Passaredo Linhas Aéreas, maior regional do país ainda em operação, trará até cinco aeronaves até o final do ano. A informação foi passada ao Ponte Aérea pela própria companhia aérea. Nessa semana, a companhia anunciou três novas rotas em parceria com a Gol, ligando o hub da Gol em Brasília a Araguaína, Tocantins, Barreiras, na Bahia, e São José do Rio Preto, em São Paulo. Elas já estão à venda – exclusivamente pela Gol – e devem ser iniciadas em 1º de setembro. Entretanto, apesar de atualmente a regional contar apenas com 72-500 em sua frota, tanto o release quanto o sistema de vendas anunciavam as rotas como sendo operadas pelos ATR 72-600, o que levantou nosso questionamento. A empresa confirmou a possibilidade de trazer o ATR 72-600, bem como a intenção de, até o fim do ano, de adicionar mais cinco aeronaves à atual frota de seis ATR 72-500. “Atualmente a Passaredo conta com uma frota de 6 aeronaves ATR 72-500, a Passaredo está em negociação para aumento de sua frota com a possibilidade de agregar novos ATR 72-600.” Tal aumento de frota teria como objetivo a entrada da companhia em Congonhas, bem como alimentação dos voos da Gol. “A Passaredo está expandindo sua frota para atender aos novos destinos interline com a GOL e também para atender a nova malha do aeroporto de Congonhas. Até o final de 2019 serão agregados até 5 aeronaves adicionais na frota”, disse a companhia. Ainda, de modo a possibilitar a nova rota ligando São José do Rio Preto a Barreiras via Brasília, a Passaredo afirmou que o voo entre Guarulhos e Vitória da Conquista será encerrado a partir de 8 de agosto. No mesmo dia, a Gol assumirá esta operação com as suas próprias aeronaves. Coincidentemente, o estreitamento dos laços entre a Passaredo e a Gol vem uma semana após o estudo do Bradesco BBA que afirmava ser possível uma compra da regional pela Azul. Por fim, após a decisão da Anac que impediu Gol e LATAM de disputarem os slots remanescentes da Avianca em Congonhas, priorizando empresas com menor participação, o papel da Passaredo pode ser fundamental para a Gol. Não apenas para aumentar a operação da Gol em Congonhas, mas também para impedir que a Azul tome uma parcela maior destes slots, que devem ser distribuídos em breve. https://ponteaerea.net/2019/07/26/passaredo-trara-ate-cinco-aeronaves-ate-o-fim-do-ano/
  7. Slot allocation at airports worldwide is often a complex process, but the divvying up of Avianca Brazil’s slots in the wake of the airline’s demise has been particularly labyrinthine. An auction of the carrier’s assets was initially called off and then held, with LATAM Airlines Group and GOL emerging as the winners. But now it seems Brazil’s government has deemed that auction invalid. That could possibly benefit Brazil’s third largest airline, Azul, which refused to participate in the auction process. Azul has also tapped social media to make its case for slots at São Paulo Congonhas, a strategic airport for all airlines in Brazil. But the outcome of the drawn-out process remains anyone’s guess as Brazil’s domestic market becomes more concentrated after Avianca Brazil’s exit. The race for Avianca Brazil's assets has had many twists and turns Avianca Brazil sought creditor protection near the end of 2018 and subsequently its fleet dwindled as some of the airline’s aircraft were repossessed and others were returned to lessors. In May-2019 Brazilian regulator suspended the airline’s operations. The carrier was the fourth largest domestic airline in Brazil behind its competitors GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul, and its market share before it sought creditor protection was between 13% and 15%. The wind-down of Avianca Brazil’s assets – mainly coveted airport slots – has been anything but predictable. Earlier in 2019 Azul forged a non-binding agreement to acquire significant assets of Avianca Brazil, paying USD105 million for 30 Airbus 320 jets and 70 airport slots that included slots at São Paulo Congonhas. Congonhas is a key market for business travellers taking the air shuttle to Rio de Janeiro Santos Dumont airport. Azul’s service from Congonhas includes Porto Alegre, Curitiba, and Belo Horizonte. Its share of departing frequencies is just a fraction of those of LATAM Airlines Brazil and GOL. As of late Jul-2019, Azul had a total of 87 frequencies from Congonhas. São Paulo Congonhas Airport percentage of weekly departing frequencies by airline: as of mid-Jul-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG. After Azul declared its intentions, Avianca Brazil’s largest creditor, the hedge fund Elliot Management, struck a deal with LATAM and GOL for each company to offer USD70 million for Avianca Brazil’s assets at an auction originally scheduled for early May-2019. Avianca Brazil was divided up into seven segments to be auctioned off. After a legal challenge from Swissport Brazil, a court temporarily suspended the auction. Swissport claimed that the transfer of slots was prohibited. Azul then submitted a new bid for of USD145 million for slots pairs, including the slot pairs for shuttle service from Congonhas to Rio Santos Dumont. Before submitting its latest bid for Avianca Brazil’s slots, Azul’s management declared that “Congonhas would have been an incredible cherry on top of the cake for us to show our product to the market”. Brazil's government appears to have taken over Avianca Brazil's slot allocation In Jul-2019 an auction of Avianca Brazil’s seven units occurred, but Azul refused to participate, “because it did not believe in the legitimacy of the procedure”, according to The Rio Times. Both GOL and LATAM Airlines Brazil secured slots at São Paulo Guarulhos, São Paulo Congonhas and Rio Santos Dumont. After the auction, Azul launched a campaign highlighting the duopoly on the air bridge between Santos Dumont and Congonhas, noting that 95% of slots at Congonhas are held by LATAM and GOL. Data from CAPA and OAG comparing seat shares on the air bridge from mid-Jul-2018 to mid-Jul-2019 show that in 2018 Avianca Brazil’s seat share between Santos Dumont and Congonhas was 18.1%, compared with GOL’s 38.6% seat share and LATAM’s share of 43.3%. In 2019 GOL’s share was 51.8% and LATAM’s share was 48.2%. Brazil’s aviation regulator ANAC has reportedly deemed the auction of Avianca Brazil’s asset as invalid and has resumed the process of distributing Avianca Brazil’s slots. How that process will work is somewhat up in the air. ANAC has held consultations with aviation stakeholders regarding the allocation, but the outcome is far from predictable. But ANAC’s assumption of responsibility for the slot allocation should provide Azul some hope that it can gain additional slots at Congonhas. Brazil's domestic market remains stable after Avianca Brazil's exit As ANAC works to allot Avianca Brazil’s slots at Congonhas and other airports, domestic capacity growth in the country’s domestic market for the 5 months ending May-2019 was just 0.3%, with traffic growth of 2.1%. Domestic passengers grew 2.6% year-on-year, to 37.7 million, and GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul all grew their respective passenger shares, with Azul’s share jumping 12.9% year-on-year to 25.7%. GOL remained the market leader, with a 34.4% share of domestic passengers – an increase of 3.9% year-on-year. LATAM Airlines Brazil’s market share increased 1.5%, to 31%. Avianca Brazil’s share fell from 12.9% to 8.3% and in ensuing reports released by ANAC, Brazil’s three largest airlines should report even greater gains in passenger share now that Brazil’s fourth largest airline has officially ceased operations. Brazil's domestic market is becoming more concentrated among three airlines The latest statistics from Brazil’s government show that from Jan-2019 to May-2019 GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul had a combined domestic passenger share of 91%. Avianca Brazil was still operating limited services during part of that period, and now that the airline has completely ceased operations, Brazil’s domestic passenger share will become even more concentrated among the country’s three largest airlines. Azul is attempting to inject competition into one of Brazil’s busiest and lucrative domestic routes, but for now its ambitions remain in the hands of the country’s regulators. Want More Analysis Like This?
  8. SÃO PAULO Joana Cunha O presidente da Latam, Jerome Cadier, disse que está preocupado com a reputação do setor aéreo no Brasil. A crise de imagem emergiu na esteira da recuperação judicial da Avianca, que virou alvo de disputa entre as três maiores empresas aéreas brasileiras, interessadas em adquirir o que sobrou da empresa, aeronaves e funcionários, mas principalmente os slots (autorizações para pousos e decolagens) em Congonhas, para voar o rentável trecho RioSP. Em entrevista à Folha na semana passada, o presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou que Latam e Gol se uniram para acabar com a Avianca e impedir a entrada da Azul na ponte aérea. São declarações que Rodgerson não pode provar, segundo Cadier, e maculam a imagem de um setor que deve sempre inspirar segurança. "Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras", diz Cadier. O que o sr. achou das mais recentes declarações do presidente da Azul, de que a Latam e a Gol se uniram para provocar o fim da Avianca? Uma inversão da realidade. O que de fato aconteceu: em dezembro se decreta a recuperação judicial da Avianca e em março a Azul faz uma proposta de um leilão em que só ela, e nenhuma outra companhia, poderia participar. Semanas depois, a Elliott, principal credor da Avianca, negocia com a Latam e com a Gol uma outra forma de leilão, do qual a Azul também poderia participar. Mas ela não seria a única, teria de concorrer com Gol e Latam. Essa proposta alternativa é apresentada pela Avianca, aprovada pela assembleia de credores. Mas a Azul fez tudo o possível para barrar essa solução. Ela faz outra proposta, de novo uma proposta em que só ela pode participar e os outros não podem concorrer, surpreendentemente elevando preço. Para mim, a Azul quer levar a Avianca sem pagar. Como levar sem pagar? Esse discurso de que a Azul não consegue participar da ponte aérea porque duas empresas [Latam e Gol] não deixam é uma cortina de fumaça. É óbvio que todo o mundo quer mais concorrência. Eu entendo que o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] e o consumidor queiram mais concorrência em tudo, não só na ponte aérea. O que o John [Rodgerson] esconde é: ele já tem 13 slots em Congonhas. A Avianca tem 21 slots em Congonhas. Desses, ela usava 13 para operar na ponte aérea. Mas ele afirma que precisa desses 13 slots lá para fazer voos para os hubs da Azul, não? Então a discussão não é de ponte aérea. A discussão é de conexão com os hubs. Por que ele está alegando que quer entrar na ponte aérea? Isso ele já pode fazer hoje. Mas ele não pode querer ter as duas coisas: conectar com os hubs e também competir na ponte aérea? O objetivo dele é levar os slots pagando o mínimo possível. Sem concorrência. [se a Avianca acabar], existe uma regra de distribuição de slots [igualmente para todas as empresas]. Mas ele quer que a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] ou o Cade mude as regras de distribuição. Porque ele não quer participar do leilão, que é caro. Mas a Anac tem dito que precisa respeitar as regras atuais de distribuição de slots. Não tem de cumprir a lei? Ele quer que mude a lei. Ele está tentando montar essa cortina de fumaça, dar argumento de que a concorrência não deixa ele operar na ponte aérea. Ele já pode. Mas, se ele coloca os 13 slots dele na ponte aérea, ele fica sem a conexão dos hubs? O maior hub dele é Viracopos, em Campinas. Ele quer a ponte aérea, mas ele prefere usar os slots de Congonhas para conectar voos de Confins ou de Porto Alegre etc. Mas, se o passageiro vem de Porto Alegre para Congonhas, você acha que depois ele viaja para a ponte aérea? Não precisa. Ele pode usar Viracopos. O passageiro pode fazer Porto Alegre a Viracopos e depois Viracopos para o Rio. Isso é a cortina de fumaça? Que ele defenda os interesses da Azul. Mas sem acusar e mentir. Sem acusar as outras companhias como se tivesse duopólio ou alguma combinação, como se a gente tivesse feito a proposta da Elliott. Ele inverte o argumento. Ele fala que foram a Latam e a Gol que fizeram uma proposta na assembleia de credores. A Elliott liga para a Latam e fala que quer que a gente participe do leilão nessa condição em que eu divido. "Vocês estariam interessados?" Imagina que eu vou falar: "Não, obrigado, vou deixar a Azul porque ela está preocupada com os empregos". É óbvio que eu, defendendo os interesses da Latam, vou querer os slots. Quero conectar mais cidades e ter mais voos. Vocês também vão contratar funcionários da Avianca? A gente já contratou. Mais do que ele está falando que contratou e vai contratar. Nós já contratamos 320 tripulantes da Avianca. Já estão voando. Já temos dois aviões liberados pelo juiz em abril. Ele [Azul] parou de transportar passageiro [da Avianca] no evento do leilão. Ele está preocupado com o setor, mas para de transportar passageiros da Avianca? E somos nós que estamos forçando para a Avianca quebrar? Até agora transportamos 30 mil passageiros. De graça. Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras. Para o setor aéreo, que precisa estar ligado à ideia de segurança, uma crise de credibilidade pesa mais? Ele pode defender os interesses da Azul. Mas que não minta nem faça acusações que não pode defender. Essas acusações que ele está fazendo não se sustentam. Vai ter de provar. Onde a gente tem uma ação que force a quebra da Avianca? É um momento em que o setor passa por uma crise brutal, com prejuízo acumulado das quatro companhias juntas no ano passado de R$ 1,9 bilhão, com uma das companhias falindo. Eu confio em que os órgãos reguladores Anac e Cade entendam o que tem por trás do posicionamento da Azul. Não tem evidência nenhuma. É um momento muito frustrante pelo comportamento. A Azul lidera em voos regionais, para aeroportos menores, sem a concorrência de vocês. E eles dizem que vocês são bem-vindos para ir competir nessas rotas. Por que não vão? A demanda lá é limitada? A Latam tem a restrição do tamanho dos aviões. Tem aeroportos em que eu não consigo pousar [com aeronaves muito grandes que compõem a frota da Latam]. A não ser que eu tenha aviões menores. Por que eles estão sozinhos nessas rotas hoje? Porque ele comprou a concorrente deles [em 2012]. A Trip foi comprada por eles, que se dizem próconcorrência, mas compraram o competidor. Hoje eu não entro [nas rotas regionais] ou porque eu não tenho um avião que cabe ou porque não tem demanda. Aí passa de uma situação em que alguém está ganhando e tendo operação sustentável para duas empresas terem uma operação não sustentável. Por isso ele tem o monopólio virtual hoje em muitas das rotas que ele opera. Em 70% das rotas que ele opera, ele está sozinho. Vocês também discordavam no tema da abertura do setor ao capital estrangeiro? Ele é contra. Por quê? Porque não quer concorrência. Se ele tem essa posição de que quer concorrência, por que é contra capital estrangeiro? E ele era tão contra que conseguiu influenciar para que a regra virasse: "Pode aprovar o capital estrangeiro, mas tem de voar 5% das rotas regionais". [Em abril, comissão mista do Congresso incluiu mudanças na medida provisória de abertura do mercado ao capital estrangeiro]. A quem interessa isso? Isso torna mais difícil a entrada de qualquer companhia de fora. Eles saíram da Abear, associação do setor. Como avaliaram isso? A Abear nunca tratou de temas comerciais. Isso, sim, seria cartel. Slot de Congonhas é um tema que nunca foi tratado. Ele está brigando por causa do leilão da Avianca, que é um tema comercial, e sai da Abear . Ela trata de questões relacionadas à segurança de voo, se pode ou não operar com brigada de incêndio, roteiro de navegação. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/acusacoes-da-azul-sao-mentiras-que-levam-setor-aereo-ao-descredito-diz-presidente-da-latam.shtml
  9. 04-Jul-2019 7:18 PM South African Airways announces codeshare and frequent flyer agreements with Gol Linhas Aéreas South African Airways (SAA) has signed codeshare and Frequent Flyer agreements with Brazilian airline Gol - Linhas Aéreas (GOL). The agreement will enable SAA to add its code on flights operated by GOL in the Brazilian territory, which will allow SAA customers to integrate their travel with easy connections on flights of both carriers. The codeshare is effective from today and tickets can already be purchased through all SAA sales channels including flysaa.com. The agreement makes it possible for SAA to add its code on 20 connecting flights in Brazil operated by GOL, including Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, and Florianópolis, among others. The codeshare with the leading carrier in the domestic Brazilian market extends SAA’s reach throughout Brazil. Besides the codeshare, the signed Frequent Flyer Programme ("FFP") agreement offers members of each airline’s programmes, Voyager from SAA and Smiles from GOL, the opportunity to accrue and redeem miles. Customers from Smiles can accrue and redeem miles on flights operated by SAA to Africa, Asia and Australia, and Voyager members can accrue and redeem Voyager miles on flights operated by GOL. “We are extremely pleased with this agreement which comes at an opportune time and gives strategic impetus to our strategy of growing partnerships globally to offer our customers more travel options. It is an important step in the execution of our strategy and gives our customers, through our direct flights to Sao Paulo, a number of further travel options to explore Brazil. In turn, the mutually beneficial agreement offers GOL customers the chance to explore the riches of Africa,” says Zuks Ramasia, SAA acting Chief Executive Officer. “The partnership with South African Airways is in line with our commitment to offer a larger international connectivity, with quality of service and integrated products of each carrier. Thus, we enable more destinations options and connectivity bringing more benefits to our clients, with more agility and the smart use of time on their trips,” says Randall Saenz Aguero, GOL’s Director of Alliances, International Expansion and Distribution. This press release was sourced from South African Airways on 03-Jul-2019. https://centreforaviation.com/members/direct-news/south-african-airways-announces-codeshare-and-frequent-flyer-agreements-with-gol-linhas-areas-481536
  10. Avianca signs interline and negotiates codeshare agreements with Azul and Gol in Brazil June 21, 2019 Avianca Holdings interim CEO Renato Covelo stated Aviancabookings were impacted in Brazil due to the brand connection with Avianca Brazil (O Globo, 20-Jun-2019). Avianca signed interline agreements and is negotiating codeshares with Gol Linhas Aéreasand Azul Linhas Aereas to address domestic-international connectivity demand in the Brazilian market. https://blueswandaily.com/avianca-signs-interline-and-negotiates-codeshare-agreements-with-azul-and-gol-in-brazil/
  11. There is no doubt that the shrinking of Avianca Brazil has altered market dynamics in Brazil’s domestic market, and the country’s three largest airlines believe Avianca Brazil’s bankruptcy will create opportunities for the country’s remaining carriers. GOL, LATAM Airlines Brazil and Azul have all been vying for Avianca Brazil’s assets but the government suspended an asset auction, including airport slots, and now the fate of Avianca Brazil is anyone’s guess. While the government drags its feet on rescheduling an auction or some other form of asset dispersal, Avianca Brazil continues to languish with Brazilian operators suspending the airline's operations. As the uncertainty over the fate of Avianca Brazil shows no signs of disappearing in the near future, Brazil’s airlines maintain a reasonably positive view of the domestic market, despite headwinds created by rising fuel prices and currency devaluation. Avianca Brazil's market share falls as its fleet shrinks Brazil’s domestic travel increased by 4.3% year-on-year in 1Q2019 on 3.4% capacity growth. GOL remain the domestic market share leader, with a 36% share. LATAM Airlines Brazil’s share slipped 2.8ppt year-on-year to 30.8%, and Avianca Brazil’s share plummeted 12.2% to 11.0% as its ASKs dropped 7.5%. Brazil domestic traffic share by airline for 1Q2019 Airline Domestic share GOL 36% LATAM Airlines Brazil 30.8% Azul 21% Avianca Brazil 11.9% Source: Brazil ANAC. Avianca Brazil sought creditor protection in Dec-2018, and since that time the airline has had some aircraft repossessed and has returned others to lessors. CAPA’s fleet database shows the airline has six aircraft in its operating fleet as of late May-2019 – down from an operating fleet of close to 50 aircraft. Avianca Brazil fleet summary as of mid-May-2019 Source: CAPA Fleet Database. The capacity reduction is in some ways strengthening an already rational domestic market in Brazil. Recently, executives from Azul remarked that at one point Avianca Brazil had approximately a 13% to 15% market share in Brazil, and “we believe that in all scenarios only about half that capacity will ever put back into the market, which I think is very healthy overall for Brazil”, said chief revenue officer Abhi Shah. LATAM Airlines ups 2019 Brazil domestic capacity as Avianca Brazil shrinks Citing a healthy demand environment and the “declines recently made by one of our competitors”, LATAM Airlines Brazil’s management have said that the airline is boosting its domestic capacity growth in Brazil in 2019 5% to 7%, from original projections of an increase of 2% to 4%. LATAM Airlines Group is shrinking its planned international growth to flat to a 2% increase, a reduction from previous estimates of a 3% to 5% expansion. The company’s overall capacity growth for 2019 is now projected at 3% to 5%, versus previous estimates of an increase of 4% to 6%. LATAM has agreed to forge leasing deals on 10 Airbus A320s that the lessor Aircastle reposed from Avianca Brazil and has not made a final decision about where those aircraft will be deployed. The company believes that opportunities exist in Brazil, as well as Chile, Peru and Colombia. Avianca Brazil's reorganisation has been mired in unpredictability Avianca Brazil’s bankruptcy protection has been complex and somewhat temperamental. Earlier in 2019 Azul forged a non-binding agreement to acquire significant assets of Avianca Brazil, paying USD105 million for 30 Airbus 320 jets and 70 airport slots that included slots at São Paulo Congonhas. Azul does not currently serve Congonhas, which is key market for business travellers taking the air shuttle to Rio de Janeiro Santos Dumont airport. See related report: Brazil aviation: positive outlook and Azul is still opportunistic Subsequently, Avianca Brazil’s largest creditor, the hedge fund Elliot Management, struck a deal with each of LATAM and GOL to offer USD70 million for Avianca Brazil’s assets at an auction originally scheduled for early May-2019. The company was divided up in seven segments to be auctioned off. After a legal challenge from Swissport Brazil, a court temporarily suspended the auction. Swissport claimed that the transfer of slots was prohibited. At the same time, Azul has submitted a new bid for of USD145 million for slots pairs, including the slot pairs for shuttle service from Congonhas to Rio. Prior to submitting its latest bid for Avianca Brazil’s slots, Azul’s management declared that “Congonhas would have been an incredible cherry on top of the cake for us to show our product to the market”. There has been no indication of a rescheduling of the auction, but Reuters is reporting that Elliot has opposed Azul’s latest bid, which further muddies the fate of Avianca Brazil. LATAM executives have stated that if there is no action for Avianca Brazil’s airport slots then the process would fall under current rules, which means they would be returned to a pool and distributed to the “current players”. As a result, Azul would lose out on an opportunity at Congonhas. Brazil's domestic market remains on solid ground, driven by sustained demand As the industry waits for the outcome of Avianca Brazil’s bankruptcy, the overall domestic market in Brazil remains solid despite rising fuel expense and currency pressure. LATAM has calculated that the BRL/USD average exchange rate for 1Q2019 was BRL3.77 per USD. Its Brazilian unit revenues denominated in the BRL grew 7.2% year-on-year in 1Q, but dropped by 7.2% measured in the USD. The company has seen fares increase and is forecasting double digit BRL unit revenue growth for its domestic operations in Brazil during 2Q2019. GOL’s year-on-year 2Q2019 unit revenue comps will be slightly inflated due to a trucker’s strike in Brazil during mid-May-2018 that pressured demand. But the airline is experiencing strong bookings and yields in Brazil’s domestic market. Azul has also commented it had experienced solid bookings in Apr-2019 and May-2019, noting a favourable balance between volumes and fares. Brazil's airlines should continue to maintain rational capacity growth Brazil’s domestic airlines have maintained a positive view of the domestic market over the past few months as the country slowly emerges from a recession. For now, it seems that those airlines are achieving a certain level of fare traction in the market as Avianca Brazil has now ceased operations. There is little doubt that at some point Avianca Brazil’s assets will be absorbed by the remaining airlines, and it appears those operators are aiming to maintain some degree of rational capacity growth in Brazil. https://centreforaviation.com/analysis/reports/brazilian-aviation-avianca-brazils-decline-assets-for-grabs-474772
  12. 23-May-2019 9:32 PM Brazilian carrier GOL Linhas Aereas will offer free messaging to all flyers on Gogo-equipped flights. The promotion is available fleet wide on all GOL flights equipped with Gogo 2Ku. While onboard, passengers using their smartphone can send and receive greetings from the sky at no charge using applications like WhatsApp, Facebook Messenger, and iMessage. Guests can find more information about GOL Online and internet passes online. To learn more about Gogo inflight connectivity and entertainment, visit www.gogoair.com. This press release was sourced from Gogo on 22-May-2019. https://centreforaviation.com/members/direct-news/gol-offers-free-messaging-on-gogo-equipped-flights-474924
  13. https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/05/05/uma-empresa-aerea-quebra-a-cada-dois-anos-no-pais.htm 2/8 São Paulo 05/05/2019 09h52 Luciana Dyniewicz Um leilão marcado para ocorrer na terça-feira, em um edifício próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, colocará fim a mais uma companhia aérea brasileira. A Avianca Brasil será a 11.ª empresa do setor a encerrar as operações desde 2001 no País, que tem taxa de mortalidade de uma empresa a cada dois anos. Os casos de falência ou de recuperação judicial na aviação não são exclusividade do Brasil. Neste ano, outras nove empresas aéreas endividadas deixaram de voar no mundo, desde pequenas, como a sul-coreana AirPhilip, até companhias mais relevantes, como a Jet Airways, que chegou a ser uma das maiores da Índia. Nos EUA, American Airlines, Delta e United já tiveram de recorrer ao Chapter 11, o equivalente à recuperação judicial brasileira, mas acabaram sobrevivendo. Margens baixas, necessidade de injeções volumosas de capital, contratos de longo prazo com arrendadoras de aeronaves e vulnerabilidade ao preço do combustível --e ao dólar, no caso brasileiro-- estão entre os fatores que explicam a elevada taxa de mortalidade. "É uma indústria muito difícil no mundo todo", diz Jerome Cadier, presidente da Latam no Brasil. "Temos incerteza de curto prazo em relação à demanda e necessidade de tomar decisões de longo prazo, como o tamanho da frota. São decisões caras e difíceis de tomar." Foram basicamente duas dessas decisões que tornaram a situação da Avianca insustentável nos últimos anos, segundo analistas. Uma delas foi a de não enxugar a frota em 2015 e 2016, período mais delicado da aviação brasileira desde os anos 2000. Foram nesses anos que a crise econômica derrubou a demanda por transporte aéreo e os custos foram pressionados pela alta do dólar e do petróleo. Nessa época, muitos apostaram que a Gol seria a primeira a sucumbir - dado seu nível de endividamento -, mas uma renegociação com credores, aliada a um plano de devolução de aeronaves, garantiu a virada do jogo. Latam e Azul fizeram movimentos semelhantes em suas frotas e contaram ainda com novos recursos --a primeira vendeu uma participação para a Qatar e a segunda abriu capital. A Avianca, porém, não recuou no número de aeronaves, em uma tentativa de ganhar participação de mercado. Outra decisão equivocada foi a entrada no mercado internacional, em 2017. Um voo para o exterior tem um custo médio dez vezes superior ao de um doméstico. Se o avião não sai lotado, portanto, o prejuízo é grande. A operação internacional da Avianca queimou rapidamente o caixa da companhia, que já não tinha boa performance. Os resultados da empresa nunca foram dos melhores devido, em parte, ao fato de ela voar principalmente em rotas disputadas por Latam e Gol. A Gol foi a primeira companhia nacional a adotar um modelo de negócio de custo baixo, obrigando a Latam a ir por um caminho semelhante. Com aviões novos, mais eficientes e alta utilização da frota (em média voando 12 horas por dia, quando a média nacional era de 7 horas), a Gol estreou no mercado com um custo 40% inferior ao da Varig e da então TAM (hoje Latam). A Varig quebrou ao resistir ao corte de custos. A TAM se salvou justamente por fazê-lo - eliminou, mais recentemente, até a tradicional balinha de boas-vindas. Competição Gol e Latam se tornaram, assim, muito competitivas - o que tem dificultado a entrada de novas companhias no setor e feito novatas quebrarem no caminho, diz o especialista no setor aéreo André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company. Para tentar ganhar passageiros em rotas dominadas pelas concorrentes, a Avianca apostou em preços inferiores para passagens compradas de última hora, apesar de oferecer um serviço muitas vezes superior - e mais caro -, como comida quente e espaço maior entre poltronas. A estratégia poderia funcionar para ganhar participação de mercado, mas não era sustentável no longo prazo. A Azul foi a única que conseguiu, até agora, entrar com sucesso no setor dominado por Latam e Gol. A receita foi fugir das rotas nas quais as duas estão presentes. Ajudou também o fato de ela começar a crescer quando a crise dava os primeiros sinais, obrigando Latam e Gol a focarem nas próprias operações, e não na concorrente. A questão é que atuar no mercado secundário é mais caro. Entrar no segmento da Azul tem, portanto, um desafio extra para uma possível nova estreante. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo"
  14. Brazil’s two largest domestic airlines – GOL and LATAM Airlines Brazil – have reasonably solid outlooks for their performance in the country during 2019 as the country marches toward an economic recovery. Uncertainty remains over the fate of Brazil’s fourth largest airline, Avianca Brazil. The airline sought bankruptcy protection in late 2018, and recently Brazil’s third largest airline Azul stated that it had entered a non-binding agreement to acquire some of Avianca Brazil’s assets – aircraft and slots at some of Brazil’s key airports. If those plans materialise, capacity rationalisation should be maintained in Brazil’s domestic market; however GOL and LATAM could find a formidable competitor in some key airports in Brazil. Azul has a track record of making opportunistic acquisitions to accelerate its position in Brazil’s domestic market – the largest in Latin America. Brazil posts solid domestic passenger growth in 2018; 2019 is off to a good start In 2018 Brazil posted 3.3% growth year-on-year in domestic passenger numbers, compared with an increase of 2% in 2017 and negative growth of 7.8% in 2016. Nearly 94 million passengers travelled in Brazil’s domestic market in 2018, which was still below the 96 million recorded in 2015 before the country’s recession hit its low point. Brazil domestic passenger growth from 2013 through Jan-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and Brazil ANAC. The country’s tepid GDP growth of 1.1% in 2018 was largely driven by a truckers' strike and uncertainty over Presidential elections in Brazil. Its new President, Jair Bolsonaro, is largely viewed as business-friendly, and Azul has stated that the new administration appears to be taking all the right steps to promote the economic development of the country. Recently, GOL’s executives remarked that Brazil’s Central Bank was forecasting 2.5% GDP growth in 2019, and ABEAR, the association of Brazil’s airlines, estimates domestic air travel demand should grow 5% to 7%. GOL’s domestic traffic grew 3.1% in 2018 and load factors notched up 0.6ppts, to 80.8%. Its average fares increased 8% year-on-year and yields increased 7.7%. Brazil did face currency pressure in 2018, but the fluctuations largely affected international demand to North America and Europe. Both GOL and LATAM Airlines Brazil had reasonably positive views of Brazil’s domestic market at the end of 2018, and those views appear to be holding steady into early 2019. GOL and LATAM believe there are positive trends in the Brazil's domestic market GOL’s management has concluded that “business activities” were up year-on-year in late 2018 and early 2019, which was sustaining higher yields in the domestic markets. Additionally, the Carnival holiday was in Mar-2019 versus Feb-2018, which was positive for extending the the summer travel season in the country. Both GOL and LATAM Airlines Group have highlighted a certain level of capacity rationalisation in Brazil’s domestic market. Data from the Brazilian regulator ANAC show that domestic ASKs grew 4% year-on-year in Jan-2019. GOL has forecast that its domestic capacity will increase 2% to 4% in 2019, and LATAM Airlines Brazil expects its domestic ASKs to grow in the same range for the year. Azul is forecasting 16% to 18% domestic capacity growth. LATAM, which posted a 10.2% increase in domestic Brazil unit revenues in 4Q2018 (denominated in BRL, the result was a 6.2% decrease denominated in the USD), recently concluded that there are good trends in Brazil’s domestic market. However, “we believe that capacity discipline is very important to the market”, company executives recently stated. Data from Brazil’s ANAC and CAPA show that 2018 was the first year that Brazil’s domestic ASKs had increased above 1% since 2014. ASKs fell approximately 6% year-on-year in 2016 during a two-year recession in the country that began to wane in 2017. Brazil domestic ASK growth from 2013 through Jan-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and Brazil ANAC. Azul stresses its pursuit of Avianca Brazil's assets won't upset capacity balance In Dec-2018, Brazil’s fourth largest airline, Avianca Brazil, sought bankruptcy protection as lessors threatened to repossess the airline’s aircraft. Data from ANAC show that Avianca Brazil’s domestic traffic share fell to 11% to 12.9% in Jan-2019, and its ASKs fell 7.2% year-on-year. Brazil domestic traffic share by airline for Jan-2019 Airline Percentage share GOL 39% LATAM Airlines Brazil 30% Azul 20% Avianca Brazil 11% Source: Brazil ANAC. Azul has forged a non-binding agreement to acquire significant assets of Avianca Brazil, including 30 Airbus 320 jets and 70 airport slots for USD105 million. The Rio Times has reported that the deal could allow Azul to bolster its slots at the close-in, high-yielding domestic airport São Paulo/Congonhas airport, which would be a positive strategic development for the airline (it will also gain slots at other airports if the deal is approved). Data from CAPA and OAG show that presently (as of mid-Mar-2019) Azul accounts for 5% of departing frequencies at the airport. Azul is also reportedly hoping to gain slots at São Paulo Guarulhos and Rio de Janeiro Santo Dumont. São Paulo Congonhas: percentage of departing frequencies by airline, as of mid-Mar-2019 Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG. Azul’s 16% to 18% capacity growth in 2019 includes some A320s that Avianca Brazil has already disposed of as part of its transformation plan, Azul executives recently explained. The company’s management stressed that it expected capacity rationalisation to remain intact if the proposed deal to acquire Avianca Brazil’s assets was finalised. It is a logical assumption, given that it is largely a transfer of assets designed to bolster Azul’s position in the domestic market. When Azul announced plans to purchase the regional Brazilian airline TRIP in 2012, Azul’s domestic market share was approximately 10%, and TRIP had a 4% share. The acquisition allowed Azul to obtain a higher share than it could have done through pure organic growth. Essentially, the acquisition of TRIP accelerated Azul’s growth by broadly four years. Azul has been opportunistic in Brazil's domestic market place Even as Azul believes its pursuit of Avianca Brazil’s assets will not materially affect the capacity balance in Brazil’s domestic market, in key markets GOL and LATAM will face a more formidable competitor with a more solid financial footing. Azul is marking more than a decade in service, and in that short period of time has been opportunistic in acquiring TRIP to bolster its position in Latin America’s largest aviation market. https://centreforaviation.com/analysis/reports/brazil-aviation-outlook-positive-trends-and-azul-still-opportunistic-464553
  15. MAP e GOL firmam acordo de codeshare Ponte Aérea - matéria original disponível em https://ponteaerea.net/2019/03/28/map-e-gol-firmam-acordo-de-codeshare/ Foi anunciado ontem (27) pelo CEO da MAP Linhas Aéreas, em sua conta do LinkedIn, que a companhia aérea amazonense firmou um acordo de codeshare com a GOL, maior companhia aérea em market-share do país.É mais um passo nos planos ambiciosos de crescimento da MAP, que atualmente atende 14 cidades no Amazonas e no Pará. Há algumas semanas, a empresa recebeu o seu primeiro ATR 72-500. Um acordo de codeshare é, na prática, um compartilhamento dos voos de duas companhias aéreas. Por exemplo, um voo operado pela MAP entre Manaus e Tefé, pode ser realizado simultaneamente com código e número das duas empresas parceiras. Isso facilita os negócios das duas companhias, pois agora a Gol terá acesso a novos destinos no Norte do país, aumentando a sua conectividade e as opções para seus passageiros. Da mesma forma, com a nova parceria a MAP poderá eventualmente ter ocupações melhores, tendo um “boost” com as vendas realizadas pela Gol. Segundo informa o site da Gol, contudo, as vendas de voos operados em parceria com a MAP estão sendo feitas apenas por callcenter, temporariamente. Ainda, os passageiros Smiles Diamante e Ouro terão acesso aos lounges da Gol, bem como poderão fazer despacho único de bagagem, ao comprar passagens MAP-Gol. Atualmente, a MAP opera com seis aeronaves: três ATR 42-300, dois ATR 72-200 e um ATR 72-500. Opera, atualmente, nas seguintes cidades: Barcelos, Carauari, Coari, Eirunepé, Lábrea, Manaus, Parintins, São Gabriel da Cachoeira e Tefé, no Amazonas; além de Altamira, Belém, Itaituba, Porto Trombetas e Santarém, no Pará. Se aliar a uma das grandes companhias aéreas do país é uma jogada inteligente da MAP pois, além de aumentar potencialmente o seu número de clientes, a protege de uma competição com muito mais capital e força. Quando assumimos um ponto de vista histórico, a última grande companhia aérea amazônica, a RICO, começou a sua derrocada justamente quando passou a bater de frente com as maiores da época em rotas troncais na Amazônia. Estas, com muito mais dinheiro para queimar, baixaram vertiginosamente suas tarifas nas rotas em que competiam com a RICO, causando o início do fim da empresa, que hoje opera apenas serviços de táxi aéreo. Como diz o ditado, “se não pode vencê-los, junte-se a eles”.
  16. GOL solicita voos para quatro novos destinos GOL pretende atender quatro cidades do interior do país. Já consta nos Sitema de Registro de Operações – SIROS, da Agência Nacional de Aviação (ANAC), a solicitação de voos da GOL Linhas Aéreas Inteligentes para quatro novos destinos. Conforme publicado pelo ‘Ponte Aérea’, um dos novos destinos será Sinop, além da cidade do Mato-Grosso, Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, Cascavel, no Paraná e Vitória da Conquista, na Bahia estão protocoladas. Boeing 737-700 será o equipamento utilizado nas novas rotas a partir de Guarulhos. De acordo com o pedido, as rotas seriam operadas com aeronaves Boeing 737-700, com capacidade para até 138 passageiros, e realizadas de/para São Paulo (GRU). Com exceção de Sinop, que contará com apenas uma operação por dia, as demais bases serão servidas com dois voos diários com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na grande São Paulo. https://ponteaerea.net/2019/03/23/gol-solicita-voos-para-quatro-novos-destinos/
  17. March 4, 2019 Gol Linhas Aéreas CFO Richard Lark, speaking on the 4Q2018 financial results call, commented (01-Mar-2019) on Avianca Brazil‘s chapter 11 filling and its effects on FFP Amigo, stating: “That situation highlighted the shared credit risk between airlines and their affiliated FFPs and that will make it more difficult for programmes to finance themselves on a stand alone basis”. https://blueswandaily.com/gol-cfo-avianca-brazils-situation-highlighted-the-shared-credit-risk-between-airlines-and-ffp/
  18. 18-Feb-2019 6:19 PM Com uma projeção de investimento de mais de R$ 50 milhões, a empresa brasileira abriu hoje seu site local para começar a se posicionar como o programa de milhas mais completo para o viajante argentino A Smiles, programa de fidelidade da GOL com mais de 20 anos de experiência e 15 milhões de usuários, abriu hoje seu site exclusivo para a Argentina - www.smiles.com.ar, redesenhando todo o conteúdo do site de acordo com o mercado local para iniciar suas atividades no país. Com uma projeção de investimento superior a R$ 50 milhões, distribuídos entre operações, marketing e pessoal, a empresa pretende representar 15% da operação Smiles em três anos. "Nos últimos cinco anos, o mercado de cartões na Argentina cresceu 37%. Juntamente com os novos regulamentos de processamento de pagamentos, temos uma grande oportunidade de crescimento para nossos negócios", disse André Fehlauer, presidente da Smiles Argentina. Será também uma alternativa para programas de fidelidade dos bancos, que têm poucas opções de transferência de pontos, operando exclusivamente com seu próprio catálogo e através de agências de turismo. “A chegada da Smiles na Argentina oferecerá empregos e atenderá às demandas do mercado argentino, além de todas as transações serem feitas em moeda local. É importante ressaltar que esta não é uma tradução do site da Smiles Brasil, mas sim um projeto de e-commerce local, adaptado às necessidades desse público, que planeja sua próxima viagem com bastante antecedência ", afirmou Fehlauer. A partir de agora, os novos usuários, juntamente com os 300 mil clientes argentinos que já estão registrados na base brasileira, poderão se unir à Smiles Argentina e aproveitar os melhores benefícios para ter uma experiência de viagem completa. Entre as funções mais importantes do site está a emissão de passagens da GOL e de outras 17 companhias aéreas com 100% de milhas, Smiles & Money (milhas e pesos) e gateway local de pagamento em pesos. Além disso, os clientes do Banco Patagônia e da American Express podem transferir seus pontos dos programas Club Patagônia e Membership Rewards para começar a acumular milhas. Os clientes argentinos que têm uma conta na Smiles Brasil poderão migrar suas milhas para sua conta na Argentina. Promoções exclusivas também serão oferecidas para voos GOL, a maior companhia aérea brasileira, para os principais destinos procurados pelos argentinos, saindo de Buenos Aires: Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Orlando, além da possibilidade de partir de Córdoba para o Rio de Janeiro. Também oferece mais de 900 destinos em mais de 160 países ao redor do mundo com as outras companhias aéreas associadas. https://centreforaviation.com/members/direct-news/smiles-inicia-operao-na-argentina-460517
  19. A Gol planeja oferecer serviços de manutenção e reparo para clientes terceiros já a partir de 2020. O MRO (Manutenção, Reparos e Operações) estaria preparado, inicialmente, para receber aeronaves modelo B737. O hangar de manutenção, localizado em Belo Horizonte/Tancredo Neves, tem capacidade para receber até seis narrowbodies, incluindo um na estação de pintura, embora a Gol não tenha divulgado o quanto de capacidade passaria a oferecer para outros clientes e o quanto ainda utilizaria de forma exclusiva para sua frota. Tudo isto foi dito pelo diretor de Manutenção da Gol, Carlos Alberto Costa, no evento da Aviation Week Latin American. Outro ponto dito é que a companhia aérea ainda não decidiu se colocaria eventualmente uma unidade MRO separada fisicamente de seus hangares próprios de manutenção. No entanto, a Gol espera que já em meados de 2019 tenha os procedimentos necessários para o possível ingresso no mercado. Em 2021, a companhia ainda planeja expandir estes serviços para outros modelos narrowbodies e, em 2022, para modelos widebodies. Fonte:https://www.mercadoeeventos.com.br/n...artir-de-2020/
  20. November 15, 2018 Two of Brazil’s largest airlines are optimistic about the future now that the uncertainty surrounding the recent presidential elections are over. Summary: Brazilian carrier Azul Airlines and GOL have offered a more optimistic industry outlook now uncertainty surrounding the recent presidential elections is over; Brazil’s far right president-elect Jair Bolsonaro was a controversial candidate, but he is widely viewed as business friendly; Brazil’s Central Bank has reduced a growth forecast for 2018 to +1.4% but expects it to accelerate to 2.4% in 2019. Brazil’s far right president-elect Jair Bolsonaro was a controversial candidate, but he is widely viewed as business friendly; the recently concluded election removes a level of uncertainty for airlines operating in Latin America’s largest aviation market. The chairman of Brazil’s third largest airline Azul, David Neeleman, recently declared the airline is “relieved that the Brazilian elections are finally over, and that the micro environment in Brazil is more stable”. Reuters has recently reported that Brazil’s Central Bank expects growth to accelerate in 2019. The news outlet stated the bank expects growth of 2.4% in 2019, but has refined estimates for 2018 to 1.4% growth versus a previous forecast of an increase of 1.6%. “We are very optimistic with the new administration; they seem to be taking all right steps to promote economic development of the country.” Mr Neeleman concluded. Azul’s management has recently highlighted that during the last decade, Brazil’s aviation industry has doubled in size, but the average GDP growth has only been 1.5%. If the country’s GDP starts growing at a rate of 2% to 4%, there is a “lot of potential we see here”. CHART – The Brazilian aviation system returned to capacity growth in 2017, albeit at a modest 0.5% rate. It will grow at a decade high rate of around 4.6% this year, but seat levels remain significantly down on those recorded in the first half of the 2010sSource: CAPA – Centre for Aviation and OAG Executives at the country’s largest domestic airline GOL Linhas Aereas recently stated that 2017 had been the first year of economic growth after six years of slowdown, contraction and a recession. “We’re all feeling this out here in Brazil in a variety of sectors, feeling our way out on the other side of this election cycle, and how we address the challenges of the demand cycle as opposed to a contraction cycle”, said GOL CFO Richard Lark. Speaking on its 3Q2018 financial results call at the beginning of the month, the airline’s CEO Paulo Kakinoff discussed GOL’s expectation for demand following the result of the Brazilian election. He said: “We expect that the outcome of the elections will have a positive impact on business and consumer confidence.” “More than 65% of our clients travel for business reasons, and we believe that eliminating the political uncertainty will spur an increase in corporate activity in general. The appreciation of the Real should also help in the increase of consumer purchasing power for air travel.” he added. However, IATA has warned that against a fragile economic backdrop and ahead of the (recent) election, businesses confidence remained subdued in Brazil. Across the wider region RPK growth ticked down for both North and Latin American carriers in Aug-2018 to 4.6% & 4.4% year-on-year, respectively. Its data shows that only African airlines are showing softer year-on-year growth in passenger volumes at present. https://blueswandaily.com/brazils-gol-and-azul-paint-a-more-optimistic-outlook-for-brazil-with-business-friendly-president-in-office/
  21. No final da tarde de sábado (22 de setembro de 2018), aconteceu o primeiro pouso com o novo Boeing 737 MAX 8 da @voegoloficial na Paraíba. O voo 7702 operado pelo PR-XMB chegou procedente de Buenos Aires às 17h30, e decolou para Buenos Aires com escala em Maceió 47min depois. =D Mais registros de JPA no instagram @spotterinjpa
  22. https://www.valor.com.br/empresas/5909825/gol-vai-aumentar-receita-em-dolar 08/10/2018 às 05h00 2 Gol vai aumentar a receita em dólar Por João José Oliveira | De São Paulo Kakinoff, presidente da Gol, deslancha a expansão internacional em novembro: "Vamos lançar pelo menos um novo destino estrangeiro a cada trimestre até 2021" A Gol aposta em um novo avião que consome 15% menos combustível e pode voar até 20% mais longe que os jatos atualmente usados para ampliar em quase 40% a oferta de assentos em rotas internacionais em 2019, e incrementar a fatia de dólares no faturamento total da companhia para reforçar a proteção do balanço contra a volatilidade cambial e o petróleo caro. "Vamos lançar pelo menos um novo destino estrangeiro a cada trimestre até 2021", disse ao Valor o presidente da Gol, Paulo Kakinoff. Na malha doméstica, onde é líder desde 2016, a empresa costura inéditas parcerias com aéreas regionais para alcançar cidades distantes e atrair mais passageiros do interior do país. O plano é aumentar em 3% a oferta de assentos em voos domésticos. Segundo Kakinoff, a partir de 4 de novembro, quando decola o primeiro voo internacional com o novo Boeing 737 Max-8 para Miami e Orlando, a Gol começa a expansão internacional. No radar, daqui em diante, está qualquer destino que esteja ao alcance do 737 Max-8, ou seja, 6,6 mil km. A empresa recebe nesta semana o terceiro avião, dos 30 jatos dessa nova geração que a Boeing entregará à Gol até 2021. "De 70% a 80% das missões [voos] que os novos Max vão fazer serão rotas internacionais", disse Kakinoff. Os novos aviões começam a substituir os Boeing 737 NG. A frota da Gol é de 120 aeronaves. A receita em dólar corresponde a 20% dos R$ 11,5 bilhões que a Gol projeta faturar neste ano. "Vamos crescer [a receita em dólar no balanço], com certeza", disse o presidente da Gol, sem detalhar a projeção. Analistas de mercado calculam que a fatia chegue a 30% até o fim de 2019. Ter receita em dólar é importante para a Gol porque mais de 50% de suas despesas operacionais e cerca de sua 80% da dívida, de R$ 8 bilhões, variam de acordo com a moeda americana. O presidente da Gol disse que o novo jato vai permitir à empresa aumentar a oferta de assentos sem elevar o custo médio operacional. "Na verdade, nosso plano é reduzir o custo médio por assento". A expansão da malha internacional da Gol terá foco no sul dos Estados Unidos, Caribe e principais capitais da América do Sul. Hoje, a Gol já voa para Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, Suriname e República Dominicana. São aeroportos que ficam dentro do raio de alcance dos Boeing 737-NG. Além de Miami e Orlando, a Gol vai começar a voar para Quito, no Equador, em dezembro, e, depois, para Cancún. O plano é ter até dez novas cidades fora do Brasil em sua malha de voos até 2021. Para atender a esses destinos, a Gol vai criar rotas novas, como uma que parte de Congonhas, passa por Brasília ou Fortaleza, seguindo então para os Estados Unidos. A Europa e cidades dos Estados Unidos, como Nova York, fora do raio de ação do Boeing 737 Max-8 seguem sendo atendidas pelas parcerias internacionais e sócias minoritárias da Gol - a americana Delta Air Lines e a franco-holandesa Air France KLM. Kakinoff observou que mesmo nesses voos, a Gol captura parte da receita em moeda estrangeira, além de diluir despesas. "Nossa estrutura em Miami e Orlando, por exemplo, é compartilhada com a Delta", disse ele. No mercado doméstico, a estratégia é ampliar voos a aeroportos maiores, assim que a economia voltar a crescer de maneira mais firme; e fechar mais parcerias com aéreas regionais para chegar a aeroportos menores. A malha da Gol, que voa apenas com aviões do modelo Boeing 737, é formada por 55 aeroportos. A Azul tem uma estratégia diferente. Atende 104 destinos e usa aviões de três tamanhos: Airbus, com mais de 160 assentos, Embraer, com 100 lugares, e ATRs, para até 60 passageiros. Aviões maiores precisam de duas condições para atender a um determinado aeroporto, diz Kakinoff - infraestrutura e demanda suficiente para gerar, ao menos, 70% de taxa média de ocupação. O primeiro foco de crescimento da malha doméstica da Gol, diz ele, são aeroportos que hoje já têm infraestrutura e demanda para receber os Boeing 737, mas que por conta da fraca economia brasileira, estavam sem tráfego. "Temos hoje oito aeroportos que estão muito perto de ter demanda suficiente. Basta a economia melhorar um pouco". Nos aeroportos maiores, mas que não podem ser atendidos pelos Boeings da Gol, por questão de infraestrutura ou de demanda insuficiente, a estratégia é fechar acordos com aéreas regionais que voem com aviões turboélices, como os ATR. A Gol já tem acordo com a Passaredo, de Ribeirão Preto (SP), que atende 13 destinos. O próximo acordo vai ser assinado com a MAP, do Amazonas, que voa a 14 cidades. "Já estamos negociando", disse Kakinoff. Para aeroportos ainda menores, a Gol fechou acordo com a Two Flex, que tem 18 aviões Grand Caravan, da Cessna, para até nove passageiros. A parceria começa em janeiro, atendendo 14 municípios no Rio Grande do Sul. Kakinoff traça o cenário para 2019 com certo otimismo. Ele observa que, independentemente de quem for ocupar o Palácio do Planalto, a inflação está controlada, os juros estão baixos e o ritmo da atividade (PIB) mostra elevação - quadro bem diferente de 2015, quando começou o segundo mandato de Dilma Rousseff.
  23. https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/voos-da-gol-para-os-estados-unidos-serao-os-mais-longos-operados-pelo-737_4047.html Voos mais longos do mundo Mais longo voo do mundo com o Boeing 737 será operado pela Gol Operação entre Brasília e Orlando percorrerá uma distância de 6.996 km Por Edmundo Ubiratan em 22 de Outubro de 2018 às 16:00 Após receber os primeiros Boeing 737 MAX, a Gol iniciará em novembro voos diretos entre o Brasil e Estados Unidos. Um dos destaques dos voos é estarem fora do eixo São Paulo – Rio, que concentram a maior parte dos voos internacionais do país. Para a Flórida, serão quatro saídas diárias partindo dos aeroportos de Brasília e Fortaleza, ambas cidades oferecendo voos para Miami e Orlando. A empresa espera com isso ampliar a oferta de voos em cidades com grande demanda, oferecendo conexões rápidas para mais de 30 destinos na América do Sul. Nos Estados Unidos a parceria com a Delta Air Lines permitirá os passageiros sejam conectados de forma facilitada a oito cidades: Atlanta, Salt Lake, Cincinnati, Nova York LaGuardia, Detroit, Los Angeles, Indianápolis e Mineápolis. “Estamos buscando essas conquistas também em mercados internacionais, nos quais observamos que temos significativas oportunidades de atuação e crescimento”, diz Eduardo Bernardes, vice-presidente de Vendas e Marketing da Gol. Embora o 737 MAX 8 conte com um tanque menor de combustível, as melhorias aerodinâmicas e os novos motores CFM Leap-1B oferecem um alcance até 20% superior, com uma economia de combustível de 20%. Graças a maior autonomia dos novos aviões, a Gol terá as duas maiores rotas operadas pelo Boeing 737 MAX 8, a maior delas, entre Brasília e Orlando percorrerá uma distância de 3.778 nm (6.996 km), enquanto os voos para a cidade norte-americana partindo de Fortaleza devem percorrer 3.400 nm (6.296 km). Os 737 MAX 8 são uma evolução dos atuais 737 NG. Externamente se destacam os novos winglets, os dispositivos de ponta de asas que agora apresentam um formato em “V”. O conceito Advanced Technology combina dois perfis na ponta das asas, que na prática são uma evolução de um conceito que existiu no passado com MD-11. Embora com tecnologia completamente nova, o desenho atual permite um melhor ganho de eficiência das asas, ao reduzir o arrasto e aumentar a sustentação, os novos winglet permite uma redução de 1,5% no consumo de combustível. Outra mudança foi no cone de cauda, que ficou 109 cm mais longo, o que combinado a melhorias em alguns sistemas, gerou uma redução de consumo de outros 1%. Os novos motores CFM LEAP-1B, são ligeiramente maiores do que os propulsores anteriores e utilizam apenas 18 pás do fan produzidas em fibra de carbono, que contam com desenho altamente eficiente. Além disso, o motor recebeu melhorias nos sistemas de queima de combustível e turbina, o que permitiu ser 15% mais eficiente na queima de combustível, além de contar com maior potência. Para os passageiros, o avião recebeu algumas melhorias, como refinamento no layout interno da cabine. Embora visualmente pouco perceptível, o avião promete ser mais confortável mesmo em versões de alta densidade, já que poderá levar mais passageiros do que o 737-800, mesmo com uma fuselagem basicamente do mesmo tamanho.
  24. Boa tarde amigos Forenses. Air France-KLM aumenta malha e terá voos diários a Fortaleza https://www.panrotas.com.br/aviacao/novas-rotas/2018/08/air-france-klm-aumenta-malha-e-tera-voos-diarios-a-fortaleza_157890.html Fonte - Panrotas Abs. Cursio
  25. GHIM-LAY YEO WASHINGTON DC Latin carriers have quarter to forget Profits during seasonally weak three months further hit by currency weakness, industrial action and rising fuel costs Latin American airlines felt the pain of currency depreciation and higher fuel prices in the second quarter, as weakness in certain pockets of the region compounded the difficulties in an already seasonally challenging period. Combined operating profits across Latin America's seven listed airlines tumbled 80% to around $44 million, down from $255 million in the second quarter of 2017. On a net basis, four Latin American airlines ended the second quarter of 2018 in the red: Azul, Avianca, Gol and LATAM. Latin American airline executives pointed to currency weakness in Argentina, Brazil and Mexico, which has impacted demand for international travel from those countries. The Argentinian peso fell to a new low against the US dollar, and airlines with substantial operations out of the South American country saw that translate into fewer Argentinians travelling abroad. LATAM, the region's largest carrier, which has an affiliate in Argentina, says demand for flights to the Caribbean was hit by the weakness from Argentina, an important source market for the Caribbean. Argentina contributes about 11% of LATAM's overall revenue. The observation of weaker Caribbean demand was mirrored by Avianca chief executive Hernan Rincon, who said the airline also saw weakness in Caribbean flights from Brazil via its Bogota hub. REVENUE SQUEEZE Argentina and Brazil recorded declines in unit revenue in the low teens for Panama's Copa Airlines, which saw its operating profit shrink 27% to $57 million in the second quarter, even though the airline was the most profitable among its peers in the period. Copa acknowledges its troubles in Argentina are partly self-inflicted, following a significant growth in capacity in the country after the airline industry was liberalised. Copa added Mendoza in late 2017 after an eight-year wait for route authorities, and will add its fifth Argentinian destination later this year, when Salta comes on board. The depreciation of the Mexican peso contributed to a challenging environment for the country's carriers, although Aeromexico fared significantly better than Volaris, whose international network relies heavily on the US-Mexico transborder segment. While Volaris recorded foreign exchange gains based on its US dollar monetary assets, which helped it produce a small net profit of Ps38 million ($2 million) in the second quarter, the airline reported an operating loss of just under $30 million. Besides currency concerns, labour strikes clouded Latin American airline profitability in the second quarter, with Brazil's airlines bearing the brunt of a fuel truck drivers' strike in May that cut off supplies to many airports. LABOUR WOES LATAM estimates that the trucking strike, along with a cabin crew strike in Chile, resulted in a $38 million impact on its operating result. Gol sustained R8 million ($2.1 million) of incremental operating expenses, and a R29 million impact on operating revenue. Azul, which has the largest network in terms of destinations in Brazil, says 37 airports it served ran out of fuel during the strike, causing a R57 million impact on its operations. The bulk of this – around R51.2 million – was due to lost revenue, while the remaining R5.8 million was additional expenses incurred. At Avianca, labour disputes also left a mark on second-quarter financials. The impact of a pilot strike has continued to linger, with the Star Alliance carrier incurring additional one-off expenses of $28.9 million in the period. Its operating profit declined 66.5% to $20.8 million in the period. A number of Latin American carriers took the proactive step of adjusting capacity for the remainder of the year, in a sign of prudence amid higher fuel prices and uncertainty over currency exchange. Avianca, Azul, Copa and LATAM all announced plans to trim capacity for 2018, while Aeromexico and Gol say they have reduced growth for 2019. Despite the less than stellar second-quarter results, Latin America's airlines appear more optimistic about the third quarter. Carriers with larger international networks, such as LATAM and Avianca, point out that they have continued to see strength in demand for flights to Europe and North America. Azul says near-term demand in Brazil, the region's largest economy, is promising in the second half of the year. "We feel good about the demand environment," said the airline's chief revenue officer, Abhi Shah, in early August. https://reader.flightglobal.com/publications-dist/1264/81157/1963/19331/article.html
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