Jump to content

Search the Community

Showing results for tags 'Icelandair'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Principal
    • Aviação Civil
    • Aviação Militar
    • Direto da Redação
  • Classificados Patrocinados
    • Anuncie Aqui
  • Profissional
    • Tripulantes e Mercado de Trabalho
    • Técnica e Operações
  • Spotting & Outros Hobbies
    • Fotografia
    • Videos
    • Movimento de Aeronaves
    • Modelismo
    • Rádio Escuta/ACARS/Logs
    • Técnica e Equipamentos
  • Guia CR
    • Check-in (Flight Reports)
    • Frequent Flyer
  • Memorabilia & Off Topic
    • Papo de Hangar
    • Imagens e Documentos
    • Recordar é Viver
    • Classificados
  • Central Ponte Aérea by Contato Radar
    • Central de Relacionamento do CR
  • Serviços
    • Contato Radar Publicidade
  • Memorabilia

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


Skype


Website URL


MSN


Yahoo


Jabber


Location


Interests


Cidade/UF/País


Data de Nascimento

Found 1 result

  1. Sem se saber por quanto, a TACV já mudou de mãos PorAndre Amaral,1 mar 2019 19:08 Preço da venda dos 51% do capital da TACV não foi revelado e governantes recusaram falar com a comunicação social no fim da cerimónia de assinatura do contrato de privatização da companhia aérea. Luanda, em Angola, e Lagos, na Nigéria, são destinos que a empresa quer começar a explorar o mais depressa possível. O governo e a Loftleidir Cabo Verde assinaram hoje o acordo de privatização da TACV, sendo que o valor a ser pago por aquela subsidiária da Loftleidir Incelandic pela compra da companhia aérea nacional não foi revelado. No final, nenhum dos governantes quis prestar declarações à comunicação social. No discurso que fez na cerimónia de assinatura do acordo de privatização, o primeiro-ministro não deixou de fora a possibilidade de a TACV vir a fazer, no futuro, ligações directas, com partida na Praia e São Vicente e destino a Lisboa e Boston. Nas "negociações com o parceiro estratégico foi acordado que poderão haver voos ponto a ponto Praia/Lisboa, Praia/Boston e São Vicente/Lisboa, desde que sejam rentáveis", disse Ulisses Correia e Silva. "O governo no quadro da sua política de transportes pode criar instrumentos que supletivamente possam viabilizar as rotas consideradas de interesse estratégico para o país". Da parte da Incelandair, Mário Chaves, que desempenhou as funções de CEO da TACV durante o processo de reestruturação da empresa, explicou que as ligações directas Praia-Lisboa e São Vicente-Lisboa dependem da rentabilidade das rotas. "São estudos que se têm de fazer, e depois disso a avaliação será feita na questão económica e na questão da rentabilidade. Há-de haver um trabalho conjunto com o governo e a partir daí se houver viabilidade eles vão-se concretizar". Quando ao regresso da empresa ao mercado inter-ilhas o antigo CEO da TACV disse que "o foco é o hub não só externo, como interno. Dessa forma o nosso foco é o mercado internacional, nunca o escondemos, mas temos que garantir que temos o feeding doméstico". Novas rotas Mário Chaves abordou também a questão das novas rotas que a TACV quer abrir ainda este ano. "Estão previstas rotas para mais um destino nos EUA, dois na Europa, pretendemos voltar a Itália, e também em África queremos abrir Lagos e Luanda". "A nossa intenção é essa", abrir as rotas de Luanda e Lagos ainda este ano. "Neste momento, existem processos que têm de acontecer relativos à obtenção das partes finais não das licenças mas da constituição das infraestruturas que precisamos para iniciar a rota, como também existem todo o trabalho comercial. Mas isso é o início de uma nova fase, da fase pós-privatização e é necessário dar tempo para que isso aconteça". Novos aviões Durante o discurso que fez durante a cerimónia, Erlendur Svavarsson, da Loftleidir Icelandic, referiu que o objectivo da empresa é ter uma frota de 12 aviões. Mário Chaves explicou que actualmente a TACV tem "dois aviões em serviço - um está a fazer serviço de manutenção e há-de retornar - e estamos a prever quatro aviões durante este ano". "O crescimento é de dois aviões [por ano], nos próximos cinco anos. Pode parecer que 12 aviões em Cabo Verde será muito, como também podem ver que na Islândia, que tem 300 mil pessoas, a nossa frota está acima dos 30 aviões e temos uma companhia concorrente, para além de toda a competição no Atlântico Norte. Portanto, é possível crescer, é possível fazer esse crescimento se tivermos uma empresa eficiente, rentável e se formos capazes de criar a diferença no mercado". Turbulências, críticas e suspeições O processo de privatização da TACV fez o governo suportar "custos políticos, críticas, suspeições, descrenças e houve muita turbulência", destacou o Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, no discurso que fez após a assinatura do contrato de privatização da TACV. "Acreditámos sempre que era possível chegarmos ao ponto que chegamos hoje: privatizar a TACV. Lutámos para isso acontecer. Foi um processo longo e complexo porque a situação da empresa era difícil e exigia coragem e determinação na tomada de decisões para a sua reestruturação e privatização", disse. https://expressodasilhas.cv/economia/2019/03/01/sem-se-saber-por-quanto-a-tacv-ja-mudou-de-maos/62620
×
×
  • Create New...

Important Information