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  1. Ligação da Latam terá escala mensal no país vizinho, que teme endosso à soberania britânica das ilhas 18.nov.2019 às 2h00 SÃO PAULO Igor Gielow O governo argentino pediu que nenhuma autoridade federal brasileira comentasse ou prestigiasse o lançamento de novo voo ligando São Paulo às ilhas Falklands, conhecidas no país vizinho como Malvinas. O motivo é o temor de uma crise política decorrente do estabelecimento da rota, que terá duas escalas mensais, uma de ida e outra volta, na cidade argentina de Córdoba. Ele será feito pela chileno-brasileira Latam e começa a operar na próxima quarta (20) com um Boeing 767-300ER. O pedido, informal, chegou por meio de canais diplomáticos e foi aceito pelo Itamaraty. A preocupação de Buenos Aires é que a eventual presença de políticos em eventos relacionados à inauguração do serviço passasse a impressão de que o Brasil endossa a soberania do Reino Unido sobre as ilhas. O Brasil reconhece o pleito argentino sobre o arquipélago e chama as ilhas de Malvinas. As Falklands foram objeto de uma guerra entre argentinos e britânicos, em 1982. Em decadência política, a ditadura argentina liderada pelo general Leopoldo Galtieri invadiu o arquipélago. A então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher decidiu enviar uma força naval para retomar o território, o que conseguiu 74 dias depois da invasão. Como resultado, morreram 649 argentinos, 255 britânicos e três ilhéus. A ditadura argentina entrou em colapso a seguir. Pessoas que acompanharam o caso na diplomacia brasileira dizem que não havia nenhuma perspectiva de tal endosso de políticos ao lançamento ou ao voo em si, o que mostra o quão sensível ainda é a questão das Falklands no vizinho, em especial neste momento —o governo de Mauricio Macri foi derrotado nas urnas pelo peronista Alberto Fernández em outubro. Ao responder ao cumprimento britânico pela vitória, o futuro presidente iniciou seu texto dizendo que não renunciaria ao desejo de governar as ilhas. A questão é que a rota, na prática, é uma ligação disfarçada entre a Argentina e as ilhas. Não é algo inédito: a Latam opera desde 1999 um voo semelhante, que sai de Punta Arenas (Chile) e faz a mesma escala dupla mensal na argentina Río Gallegos. À época, houve uma chuva de críticas sobre o que seria um reconhecimento indireto de que as ilhas são britânicas. As Falklands foram incorporadas ao Império Britânico em 1833, e são hoje um território ultramarino de Londres. E o são por opção de 99,8% de seus cerca de 3.400 habitantes, segundo plebiscito realizado sobre o tema em 2013. A reivindicação argentina vem do fato de que, antes de 1833, o país foi um dos que disputou a colonização das ilhas —o primeiro assentamento local foi francês, em 1764. A inauguração da rota paulistana foi duramente criticada, especialmente por políticos peronistas como Rosana Bertone, a governadora da Província da Terra do Fogo. O voo inaugurado em 1999 e o novo foram estabelecidos em governos de oposição ao peronismo —Carlos Menem antes e Macri agora—, mas os governos peronistas dominados pela família Kirchner entre eles nada fizeram para suspendê-los. Desde 2016, já sob Macri, a Argentina e o Reino Unido vinham tomando medidas de confiança mútua sobre as ilhas. No fim de outubro deste ano, Londres devolveu a pequena estátua de Nossa Senhora de Luján, tomada dos soldados invasores argentinos que levaram a imagem da padroeira de seu país para as ilhas em 1982. O papa Francisco, que é argentino e próximo do peronismo, abençoou o objeto no Vaticano. Além da questão histórica, há interesses econômicos. A prospecção de petróleo no entorno das Falklands está travada devido ao fato de a Argentina reivindicar também as águas territoriais da região. Hoje, as ilhas são autossuficientes. Têm um Produto Interno Bruto anual equivalente a R$ 540 milhões, oriundos da pesca, da lã de suas 500 mil ovelhas e do turismo, mas o petróleo é o que chama atenção: as reservas sob o mar estão estimadas em 1 bilhão de barris —hoje o Brasil todo tem 12 vezes isso. O voo da Latam sairá duas vezes por mês de São Paulo, uma delas com escala em Córdoba, rumo ao aeródromo de Mount Pleasant. O lugar abriga os mais avançados caças do Hemisfério Sul, usualmente operando quatro modelos Eurofighter Typhoon. https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/argentina-pede-discricao-ao-brasil-sobre-voo-sp-malvinas.shtml
  2. Comunicado da LATAM A LATAM Airlines Brasil informa que está suspensa a operação da rota Vitória-Fortaleza a partir de 1º de outubro de 2019. Os passageiros afetados pelas suspensões já estão sendo informados para que possam reprogramar os seus itinerários. A LATAM reforça que segue atenta às necessidades dos clientes para iniciar, ampliar ou adequar as suas operações, e os voos são constantemente avaliados conforme a demanda de cada região. Vitória e região continuam contando com acesso direto à capital cearense por meio de conexões em São Paulo/Guarulhos e Brasília. Matéria completa http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/folha-viagem/2019/07/19/exclusivo-vitoria-perdera-voo-direto-para-fortaleza-da-latam-a-partir-de-outubr/
  3. SÃO PAULO Joana Cunha O presidente da Latam, Jerome Cadier, disse que está preocupado com a reputação do setor aéreo no Brasil. A crise de imagem emergiu na esteira da recuperação judicial da Avianca, que virou alvo de disputa entre as três maiores empresas aéreas brasileiras, interessadas em adquirir o que sobrou da empresa, aeronaves e funcionários, mas principalmente os slots (autorizações para pousos e decolagens) em Congonhas, para voar o rentável trecho RioSP. Em entrevista à Folha na semana passada, o presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou que Latam e Gol se uniram para acabar com a Avianca e impedir a entrada da Azul na ponte aérea. São declarações que Rodgerson não pode provar, segundo Cadier, e maculam a imagem de um setor que deve sempre inspirar segurança. "Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras", diz Cadier. O que o sr. achou das mais recentes declarações do presidente da Azul, de que a Latam e a Gol se uniram para provocar o fim da Avianca? Uma inversão da realidade. O que de fato aconteceu: em dezembro se decreta a recuperação judicial da Avianca e em março a Azul faz uma proposta de um leilão em que só ela, e nenhuma outra companhia, poderia participar. Semanas depois, a Elliott, principal credor da Avianca, negocia com a Latam e com a Gol uma outra forma de leilão, do qual a Azul também poderia participar. Mas ela não seria a única, teria de concorrer com Gol e Latam. Essa proposta alternativa é apresentada pela Avianca, aprovada pela assembleia de credores. Mas a Azul fez tudo o possível para barrar essa solução. Ela faz outra proposta, de novo uma proposta em que só ela pode participar e os outros não podem concorrer, surpreendentemente elevando preço. Para mim, a Azul quer levar a Avianca sem pagar. Como levar sem pagar? Esse discurso de que a Azul não consegue participar da ponte aérea porque duas empresas [Latam e Gol] não deixam é uma cortina de fumaça. É óbvio que todo o mundo quer mais concorrência. Eu entendo que o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] e o consumidor queiram mais concorrência em tudo, não só na ponte aérea. O que o John [Rodgerson] esconde é: ele já tem 13 slots em Congonhas. A Avianca tem 21 slots em Congonhas. Desses, ela usava 13 para operar na ponte aérea. Mas ele afirma que precisa desses 13 slots lá para fazer voos para os hubs da Azul, não? Então a discussão não é de ponte aérea. A discussão é de conexão com os hubs. Por que ele está alegando que quer entrar na ponte aérea? Isso ele já pode fazer hoje. Mas ele não pode querer ter as duas coisas: conectar com os hubs e também competir na ponte aérea? O objetivo dele é levar os slots pagando o mínimo possível. Sem concorrência. [se a Avianca acabar], existe uma regra de distribuição de slots [igualmente para todas as empresas]. Mas ele quer que a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] ou o Cade mude as regras de distribuição. Porque ele não quer participar do leilão, que é caro. Mas a Anac tem dito que precisa respeitar as regras atuais de distribuição de slots. Não tem de cumprir a lei? Ele quer que mude a lei. Ele está tentando montar essa cortina de fumaça, dar argumento de que a concorrência não deixa ele operar na ponte aérea. Ele já pode. Mas, se ele coloca os 13 slots dele na ponte aérea, ele fica sem a conexão dos hubs? O maior hub dele é Viracopos, em Campinas. Ele quer a ponte aérea, mas ele prefere usar os slots de Congonhas para conectar voos de Confins ou de Porto Alegre etc. Mas, se o passageiro vem de Porto Alegre para Congonhas, você acha que depois ele viaja para a ponte aérea? Não precisa. Ele pode usar Viracopos. O passageiro pode fazer Porto Alegre a Viracopos e depois Viracopos para o Rio. Isso é a cortina de fumaça? Que ele defenda os interesses da Azul. Mas sem acusar e mentir. Sem acusar as outras companhias como se tivesse duopólio ou alguma combinação, como se a gente tivesse feito a proposta da Elliott. Ele inverte o argumento. Ele fala que foram a Latam e a Gol que fizeram uma proposta na assembleia de credores. A Elliott liga para a Latam e fala que quer que a gente participe do leilão nessa condição em que eu divido. "Vocês estariam interessados?" Imagina que eu vou falar: "Não, obrigado, vou deixar a Azul porque ela está preocupada com os empregos". É óbvio que eu, defendendo os interesses da Latam, vou querer os slots. Quero conectar mais cidades e ter mais voos. Vocês também vão contratar funcionários da Avianca? A gente já contratou. Mais do que ele está falando que contratou e vai contratar. Nós já contratamos 320 tripulantes da Avianca. Já estão voando. Já temos dois aviões liberados pelo juiz em abril. Ele [Azul] parou de transportar passageiro [da Avianca] no evento do leilão. Ele está preocupado com o setor, mas para de transportar passageiros da Avianca? E somos nós que estamos forçando para a Avianca quebrar? Até agora transportamos 30 mil passageiros. De graça. Todo o discurso dele está baseado em mentiras. Ele leva o setor todo ao descrédito. Fica parecendo que é um setor que não é sério, que não tem regras. Para o setor aéreo, que precisa estar ligado à ideia de segurança, uma crise de credibilidade pesa mais? Ele pode defender os interesses da Azul. Mas que não minta nem faça acusações que não pode defender. Essas acusações que ele está fazendo não se sustentam. Vai ter de provar. Onde a gente tem uma ação que force a quebra da Avianca? É um momento em que o setor passa por uma crise brutal, com prejuízo acumulado das quatro companhias juntas no ano passado de R$ 1,9 bilhão, com uma das companhias falindo. Eu confio em que os órgãos reguladores Anac e Cade entendam o que tem por trás do posicionamento da Azul. Não tem evidência nenhuma. É um momento muito frustrante pelo comportamento. A Azul lidera em voos regionais, para aeroportos menores, sem a concorrência de vocês. E eles dizem que vocês são bem-vindos para ir competir nessas rotas. Por que não vão? A demanda lá é limitada? A Latam tem a restrição do tamanho dos aviões. Tem aeroportos em que eu não consigo pousar [com aeronaves muito grandes que compõem a frota da Latam]. A não ser que eu tenha aviões menores. Por que eles estão sozinhos nessas rotas hoje? Porque ele comprou a concorrente deles [em 2012]. A Trip foi comprada por eles, que se dizem próconcorrência, mas compraram o competidor. Hoje eu não entro [nas rotas regionais] ou porque eu não tenho um avião que cabe ou porque não tem demanda. Aí passa de uma situação em que alguém está ganhando e tendo operação sustentável para duas empresas terem uma operação não sustentável. Por isso ele tem o monopólio virtual hoje em muitas das rotas que ele opera. Em 70% das rotas que ele opera, ele está sozinho. Vocês também discordavam no tema da abertura do setor ao capital estrangeiro? Ele é contra. Por quê? Porque não quer concorrência. Se ele tem essa posição de que quer concorrência, por que é contra capital estrangeiro? E ele era tão contra que conseguiu influenciar para que a regra virasse: "Pode aprovar o capital estrangeiro, mas tem de voar 5% das rotas regionais". [Em abril, comissão mista do Congresso incluiu mudanças na medida provisória de abertura do mercado ao capital estrangeiro]. A quem interessa isso? Isso torna mais difícil a entrada de qualquer companhia de fora. Eles saíram da Abear, associação do setor. Como avaliaram isso? A Abear nunca tratou de temas comerciais. Isso, sim, seria cartel. Slot de Congonhas é um tema que nunca foi tratado. Ele está brigando por causa do leilão da Avianca, que é um tema comercial, e sai da Abear . Ela trata de questões relacionadas à segurança de voo, se pode ou não operar com brigada de incêndio, roteiro de navegação. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/acusacoes-da-azul-sao-mentiras-que-levam-setor-aereo-ao-descredito-diz-presidente-da-latam.shtml
  4. La CEO de Latam confirmó que si no se resuelve el conflicto podría dejar de volar a Miami 6 de julio de 2019 • 16:20 El conflicto aeronáutico que ayer terminó con miles de pasajeros varados y malhumorados tiene su epicentro en una estrategia de Latam Argentina. "Trabajamos desde el mes de enero en este proyecto que se llama Interchange. Si no sale, lamentablemente nos vamos a ver obligados a dejar de volar a Miami. Si eso sucede, se perderá la mano de obra argentina", dice Rosario Altgelt, CEO de la filial local de Latam, que, telefónicamente, habló con LA NACION. Ads by El mercado está movido. Ninguna empresa las tiene consigo en la Argentina. A las cuestiones gremiales, la baja del consumo y la devaluación, se le sumó Interchange. -¿Cómo lo definiría? -Tiene que ver con poder intercambiar matrículas de aviones Boeing 767, que son los que operamos a Miami, con otros países donde Latam opera. -¿Por qué ahora? -La urgencia tiene que ver con que Estados Unidos ha cambiado ciertas reglas para los aviones que entran al país. Y estos aviones que nosotros tenemos no cumplen con esas reglas, por requisitos de navegación. -¿Qué requisitos? -Principalmente comunicación y navegación. La mejor manera que tenemos de poder seguir operando a Miami es hacer una inversión importante en aviones 767, mucho más nuevos de los que hoy vuelan, y que sean regionales. -¿Qué tan nuevos son? -Los actuales tienen alrededor de 22 años; los nuevos, entre 10 y 12 años de antigüedad. Tienen cabinas muy renovadas porque hay un proyecto de inversión en cabinas. Para nosotros es muy importante y lo que requerimos es que podamos matricular en la Argentina aviones de matrícula chilena, para ser operados por Latam Argentina, bajo el certificado de explotador de Latam Argentina, con tripulantes argentinos, mecánicos argentinos y despachantes argentinas. Lo único que cambia es la matrícula del avión. -Ustedes explican que ya no se puede tener un avión parado todo el día en Miami. Ahora bien, American, por caso, lo puede hacer. Manda un avión de Miami a Buenos Aires y lo deja todo el día acá. -Lo que pasa es que American manda un avión a Ezeiza que está asociado a un pool de aeronaves que la empresa tiene en Estados Unidos. Es un avión más de muchos. Nosotros, en la Argentina, tenemos solo dos aviones que lo único que hacen es ir y venir de Miami. -¿Ese esquema ya no se sostiene más? -No, es necesario conectarlo a una red que lo vuelva mucho más flexible. Por ejemplo, ante una contingencia en el avión de Miami, American puede mandar otro. Cuando lográs hacer este intercambio de matrícula, en promedio, los aviones llegan a volar 16 horas en vez de 9. Es una enorme diferencia de rentabilidad. -¿Qué expectativa tienen? -Hemos hecho un trabajo enorme con las autoridades, con todos los gremios y con nuestros empleados. -¿Y cómo fue la recepción? -Nuestros empleados quieren el proyecto. Hacemos reuniones en todos los niveles y la gente pregunta '¿cuándo sale Interchange?'. Y lo hacen porque saben que la ruta a Miami corre riesgo. -¿Se podría cancelar? -Sí. Nuestra gente la defiende porque está defendiendo su trabajo. -Los pilotos de Latam le pidieron a sus colegas del gremio que les autoricen esta modalidad, además de reclamar cierta independencia... -Un grupo de pilotos fue el que hizo escuchar su voz. Lo que le están pidiendo al gremio, simplemente, es que los escuchen. Le repito, para nosotros este proyecto es vital. -¿Qué pasaría si no sale? -A partir del primero de enero, nuestros aviones matriculados en la Argentina no podrán entrar a Estados Unidos. Por lo tanto, nos veríamos obligados a tomar la terrible decisión de cancelar la ruta. Y si esa ruta la deja de volar un equipo argentino, el trabajo se pierde, porque no hay un operador en el país que tenga aviones para reemplazarlos. Esa frecuencia se la llevaría una empresa americana. -¿Es posible que se forme un gremio de empresa como pasó en Flybondi y en Norwegian? -Nosotros creemos en Interchange. Yo no promuevo una fractura gremial de ese tipo. A mí me parece que los pilotos le están pidiendo al gremio que los escuchen. -Si se autoriza, ¿podrían sumarse otros destinos? -La industria aeronáutica de la Argentina tiene enormes posibilidades por delante y cuando se la mira hacia el futuro, sólo se ve crecimiento. Lo que tenemos que ver en esta industria es si a esa expansión la va a tomar una empresa argentina, con empleos argentinos, o alguna empresa europea o americana. -¿Y qué se necesita? -Para canalizar la demanda hay que sentarse con los gremios, las empresas públicas y las privadas, y hablar sobre cómo lo haríamos. Hay que dar pequeños pasos. -¿Qué le diría a Pablo Biró si se lo encuentra ahora en un café? -Tengo relación con él y la verdad es que me he juntado un montón de veces a hablar. Y de hecho he hablado de este proyecto; es natural dialogar con Pablo. Estos días estamos hablando menos porque, obviamente, se notan la resistencia y las diferencias que tenemos. Pero tengo relación con todos los gremios aeronáuticos. Nosotros sabemos que nuestros empleados están agremiados y eligen a sus representantes. Tenemos que seguir trabajando. -¿Es optimista? -Sí. Porque sólo falta que los organismos de control aéreo de la Argentina y de Chile firmen el acuerdo para la revisión conjunta de los aviones. Lo demás está autorizado por el Código Aeronáutico. Por: Diego Cabot https://www.lanacion.com.ar/economia/la-ceo-latam-confirmo-si-no-se-nid2265332
  5. https://www.aeroin.net/latam-ira-tornar-diario-seu-voo-para-lisboa/ A LATAM Airlines Brasil informou que, a partir de 27 de outubro, passa operar o seu voo São Paulo-Lisboa diariamente. Até a data, a companhia opera a rota cinco vezes por semana. Esta é uma rota que se mostrou promissora desde o início, exatamente como imaginávamos, e queremos ainda mais oportunidades para crescer neste mercado, diz Jerome Cadier, CEO da LATAM Brasil. O voo para Portugal é nosso oitavo destino entre Brasil e Europa e buscamos aumentar a frequência de empresas nacionais para Lisboa, oferecendo cada vez mais possibilidades para o brasileiros que querem visitar a capital portuguesa, completa. O voo LA8146 está programado para decolar do aeroporto de São Paulo/Guarulhos às 17h35* às quartas e sábados e pousar em Lisboa às 6h35* dos dias seguintes, em uma viagem com 10 horas de duração. O voo de volta, LA8147, está programado para decolar de Lisboa às 8h35* às quintas e domingos e pousar em São Paulo/Guarulhos às 16h15* dos mesmos dias, em uma viagem com 10 horas e 40 minutos de duração. A rota é operada por um Boeing 767, que acomoda 191 clientes em classe Econômica e 30 em Premium Business. Lisboa é a capital portuguesa e a maior cidade de Portugal, localizada no estuário do rio Tejo, na costa atlântica europeia. É a capital mais ocidental da Europa, conhecida por suas riquezas históricas e culturais, atraindo turistas de todo o mundo para a sua região e arredores.
  6. Por Anderson Masetto 27/05/2019 Em contrapartida ao acordo de redução do ICMS sobre o combustível de aviação, firmado com o Governo do Estado de Ceará inicialmente em maio de 2018, a Latam anuncia mais cinco voos diários para Fortaleza. Eles serão operados a partir de agosto de 2019, com foco no mercado doméstico brasileiro e na ampliação do volume de chegadas e partidas no Aeroporto Pinto Martins. O incremento ampliará de 20 para 25 frequências diárias a operação regular da companhia no estado. “Os cinco novos voos diários celebram o segundo ano deste acordo que tem permitido o crescimento sustentável das nossas operações no Ceará. Sempre é bom lembrar que o combustível de aviação no Brasil é um dos mais caros do mundo. Medidas competitivas como a redução do ICMS são exemplos a serem seguidos por todos os interessados no desenvolvimento do transporte aéreo nacional”, afirmou Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil. A companhia não está incluindo novas rotas, mas ampliando a oferta em Brasília, Teresina, Belém, Salvador e São Luís Aumento de 18 para 26 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Brasília, em aeronaves Airbus A320; Aumento de 7 para 14 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Teresina, em aeronaves Airbus A320; Aumento de 7 para 14 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Belém, em aeronaves Airbus A321; Aumento de 7 para 14 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-Salvador, em aeronaves Airbus A320; Aumento de 11 para 15 voos (ida e volta) semanais na rota Fortaleza-São Luís, em aeronaves Airbus A320. https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/com-cinco-novos-voos-latam-amplia-oferta-no-ceara/
  7. POR THAYANA ALVARENGA 8 · MAR · 2019 A Latam Airlines informou que a partir de 1 de julho vai suspender suas operações entre São Paulo e Rosário, na Argentina. De acordo com a companhia, a decisão está vinculada ao contexto econômico atual, o impacto da desvalorização do peso argentino e a demanda de passageiros nesta rota. O trecho era operado desde janeiro de 2014 e facilitava aos brasileiros visitarem a cidade, que fica na província de Santa Fé e é a terceira maior da Argentina. Os clientes que foram impactados com a mudança poderão realizar alterações de data ou solicitar o reembolso do valor pago. A decisão da companhia se soma às baixa da Azul Linhas Aéreas, que suspendeu a rota de Porto Alegre a Rosário. http://www.melhoresdestinos.com.br/latam-suspensao-rota-sao-paulo-rosario.html
  8. Em cumprimento à decisão proferida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica ("CADE"), no Ato de Concentração n. 08012.009497/2010-84, e à decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile ("TDLC"), na Resolução n. 37/2011 do TDLC (em conjunto, as "Resoluções") , LATAM Airlines Group S.A. ("LATAM") informa que permutará até 04 (quatro) slots de aterrisagem e até 04 (quatro) slots de decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro, localizado na Cidade de Guarulhos, Estado de Sao Paulo, Brasil ("GRU") (adiante referida "Permuta"), obedecidas ao menos as seguintes condições: Somente serão permutados slots em GRU com empresas (a) interessadas em utilizá-los em vôos diretos, sem escala ou conexão ("non-stop") na rota São Paulo – Santiago – São Paulo; e (b) com as quais LATAM não tenha qualquer vínculo societário ou de outra natureza que lhe permita exercício de influência relevante. As empresas interesadas na Permuta deverão solicitá-la por escrito à LATAM, indicando os horários de sua preferência. Os slots entregues por LATAM em virtude da Permuta poderão ter uma diferença máxima de 30 (trinta) minutos do horário indicado pelas empresas interessadas em suas respectivas solicitações. Os slots permutados somente poderão ser utilizados pela empresa que os adquirir para operar a rota São Paulo – Santiago – São Paulo em vôos non-stop. Eventual descumprimento deste requisito, ou de outros aspectos relativos à legislação aplicável, poderá importar na reversão da Permuta. A Permuta não poderá envolver qualquer tipo de remuneração ou compensação em favor de LATAM.
  9. Quando a gente acha que já viu de tudo... Menino foge de casa, burla esquema de segurança e embarca em avião em São José dos Pinhais João Carlos Frigério | Publicado em 17 de abril de 2019 | 16h01 Um menino de 12 anos viveu uma história digna de um filme de aventura. O menino morador do Boqueirão em Curitiba bolou um plano mirabolante que quase deu certo. Nesta segunda-feira (15) o menino que queria fugir de casa por estar levando bronca dos pais, havia tirado nota vermelha na escola. Com medo dos pais verem as notas ruins, o menino fez uma falsa assinatura dos pais no boletim e entregou na escola que estuda, como se os pais tivessem visto o boletim. O problema que quando ele entregou foi descoberto e acabou suspenso. Após conseguir sair da escola devido a suspensão, o menino foi até o Aeroporto Afonso Pena. Aproveitando a desatenção de funcionários do aeroporto, o menino conseguiu passar pelo esquema de segurança que dá acesso aos salões de embarque e se infiltrou em meio a uma família com 3 crianças onde conseguiu embarcar em no vôo 3012 da Latam com destino a São Paulo sem que ninguém percebesse. Ele conseguiu chegar sem documentos e sem passagem em São Paulo no início da noite desta segunda-feira onde foi descoberto. Se você acha que o destino dele era esse está enganado. Escrito em sua mão estavam os destinos Espanha e Paris, porém a aventura ousada acabou na noite segunda-feira. A empresa aérea providenciou o retorno em segurança do menino. Nota oficial LATAM A LATAM Airlines Brasil informa que está apurando o ocorrido. A companhia ressalta que esteve em contato tanto com as autoridades quanto com os responsáveis do menor, e prestou assistência para o seu retorno imediato de Congonhas a Curitiba no mesmo dia (15 de abril). https://massanews.com/blogs/policial/plantao-190/menino-foge-de-casa-burla-esquema-de-seguranca-e-embarca-em-aviao-em-sao-jose-dos-pinhais-D8Pyk.html
  10. 26/03/2019 Para executivo, mudanças dependem de foco em temas relevantes, e não em tuíte e mídia social Por Joana Cunha e Paula Soprana SÃO PAULO Enquanto a Azul se prepara para comprar aviões e slots (horários de pousos e decolagens) da Avianca—em recuperação judicial—, a Latam estuda possíveis cenários de uma competição mais dura, mas prevê que a operação da concorrente vai ficar mais complexa nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos, todos em São Paulo. Para Jerome Cadier, presidente da Latam, o setor está com “um pé na água quente e outro na água fria”, com o mercado de voos domésticos em demanda crescente e o internacional desequilibrado diante do excesso de capacidade e da oscilação do dólar. A aviação brasileira teve algumas boas notícias nas últimas semanas: acaba de ser agraciada com uma redução de ICMS no estado de São Paulo, o maior mercado do país, e ficou feliz com o resultado do leilão de aeroportos, no geral. Também está satisfeita com a equipe econômica e de infraestrutura do governo Jair Bolsonaro (PSL), segundo Cadier. É preciso, porém, adaptar as expectativas. A espera por saídas rápidas exige “controle de ansiedade”, diz o executivo. “Será uma mudança gradual, paulatina, na medida em que a gente focar o país, a economia e os temas relevantes, não o tuíte e a mídia social”, afirma. Se Azul comprar os aviões e os slots da Avianca, ela se tornará uma competidora relevante no mercado doméstico? Ambas já eram concorrente relevantes. A parte da Avianca que é adquirida pela Azul dá mais força para a posição da Azul, sem dúvida. Porque a Azul fica mais forte para disputar com vocês a ponte aérea. Tem de relativizar quantos slots eles recebem em Congonhas. Congonhas é um hub nosso, doméstico, bem mais relevante. Eles ganham mais acesso em Congonhas e Guarulhos. Mas entre Congonhas, Guarulhos e Viracopos fica uma operação difícil de tocar. O que você vai fazer em Guarulhos quando tem o aeroporto de Viracopos, que é do lado e é onde você conecta todo o mundo? Tenho dúvidas, vamos ver o que vai acontecer nos próximos meses e como eles vão usar esses hubs. Até porque pode ser que a operação nem se concretize. Tem tanta barreira regulatória, judicial, tem a recuperação judicial no meio de tudo isso, é um cenário difícil de entender. Dizem no mercado que não era o maior desejo do José Efromovich, dono da Avianca, ter a sua empresa nas mãos do David Neeleman, da Azul. Não conheço os desejos e anseios dos atuais acionistas da Avianca, mas é um modelo que aparentemente faz sentido, de separar a companhia em duas. Só não gostaria de ser nenhum dos credores que fica com a outra parte, porque separa o filé mignon do osso e vai ter muita gente que vai ficar com o osso. É uma operação que, embora seja factível, não é fácil. Não é fácil para nenhum juiz, que até agora protegeu a Avianca de sobremaneira, não deixando os aviões serem retirados. Por que o sr. diz que protegeu de sobremaneira? Nós somos signatários da Convenção da Cidade do Cabo, que não foi respeitada desde o primeiro momento em que a recuperação judicial foi declarada. Os lessores [arrendadores de aviões] querem retirar os aviões mas não conseguem. Como isso prejudica as outras companhias no Brasil? Fica mais caro fazer negócios no Brasil quando convenções das quais o Brasil é signatário não são respeitadas. Se você tiver aviões e ativos e for colocá-los no Brasil, vai pensar duas vezes agora. Porque não se consegue retirar quando não se recebe o aluguel. A Latam já sentiu isso na prática? A gente não abre como são as negociações com cada um dos lessores. Alguns contratos têm prazos de validade e são renovados com alguma frequência, mas é absolutamente natural que a gente sinta esse aumento do custo Brasil porque cria essa dúvida sobre o que vale no Brasil. Quais são as regras? Dentro desse possível acordo da Avianca com a Azul, tem uma venda de slots, o que a Anac proíbe. Como vocês viram isso? A venda simplesmente do slot não é possível, e a Anac já se manifestou. O slot não é um ativo que pode ser negociado. Só que a modelagem que foi buscada no negócio proposto em 11 de março cria uma unidade, o filé mignon. Ela separa o que tem de maior valor na Avianca, que são os slots, com os aviões, e aquilo vira uma empresa. Comprar uma empresa pode. Então foi uma maneira de viabilizar uma transferência de slots com alguns aviões. Com o tempo eu acho que a Azul vai voltar ao plano original de crescimento dela. Eu nem sei se esses aviões vão ficar muito tempo com a Azul. E a crise na Boeing? Não é um problema que os atinge, mas atingiu a Gol no Brasil. Qual foi a sua avaliação? Atinge a indústria como um todo porque sempre há um receio quando se fala em acidente e problema técnico, apesar de a aviação ser bastante segura em taxas de acidentes. O impacto é obviamente maior em quem opera esse avião. A gente neste momento torce para que o problema técnico seja resolvido e espera que isso aconteça rápido. É possível lidar com um problema temporário de uma ou duas semanas, mas, se o problema é de quatro meses, aí algumas empresas precisam repensar o plano de crescimento. Por que, se o plano de crescimento depende desse avião, como vai crescer sem poder usa esse avião como ele foi configurado? E isso também vai refletir em um aumento de custo. Já começou a expansão de voo que derivaria do benefício concedido pelo estado de São Paulo para reduzir o ICMS do querosene de aviação? Ainda não. A partir do dia 1º de junho deste ano a alíquota de São Paulo passa de 25% para 12%. Esses novos voos vão ser lançados nas próximas semanas e alguns nós já anunciamos. Vão cortar voos de outros destinos? Essa medida provocou guerra fiscal? Não é um tema de guerra fiscal e transparentemente eu acho que cada estado define a alíquota de ICMS que quer cobrar. Chamar isso de guerra fiscal ou não é difícil para mim. O que acho é que o imposto que é cobrado em cima do querosene de aviação no Brasil é uma jabuticaba, só acontece aqui. Quando se voa para Miami, o ICMS é zero. Para Maceió, é 25% saindo de São Paulo. É um negócio difícil de entender, mas é o que acontece. O combustível é mais caro para voar no doméstico do que no internacional. A gente precisa acabar com isso. Agora, o meu sonho de ICMS zero tem baixas chances de acontecer. Você pode me perguntar se, quando eu coloco um voo em São Paulo, eu deixo de colocar um voo em outro lugar: pode ser. Pode ser que eu deixe de crescer em outro lugar. Mas eu cresço na outra ponta. Você deixa de colocar um voo de Maceió a São Paulo, mas coloca um voo de São Paulo a Maceió. O que achou do leilão de aeroportos? Foi um sucesso surpreendente. O governo arrecadou muito mais do que imaginávamos, mostrou o interesse de competidores diferentes. Em seguida, saiu a lista dos próximos 22. Tem de vir e rápido do jeito que o governo está querendo fazer, porque acontece uma mudança nítida de gestão quando há um plano de investimento e capacidade de investir, coisa que a Infraero hoje não tem. Os aeroportos concessionados estão operando melhor. O único porém é que também subiu o custo de operação. A gente tem de entender que o serviço melhorou, mas melhorou tornando mais cara a operação das companhias aéreas, o que, naturalmente, torna a passagem mais cara. O consumidor está pagando mais porque o modelo de concessão é por quem paga mais, e não pelo menor custo de operação. O governo escolheu um caminho de: vou dar para quem me pagar a maior outorga, o maior valor para o governo. A gente acaba pagando por essa infraestrutura, e é importante que esse valor que o governo arrecada vá para o Fundo Nacional da Aviação Civil, que tem R$ 7 bilhões e está sob a gestão do governo. Esse dinheiro precisa ser investido em infraestrutura. Como está o cenário econômico? Me sinto com um pé na água quente e um pé no gelo. A água quente é o mercado doméstico, que está crescendo versus o ano passado. A gente quer colocar mais voos, aumentar o número de frequências, colocar mais destinos, ou seja, aqui no doméstico a situação é positiva, não é expectativa. O internacional é o gelo. Estamos com excesso de capacidade e de assento. Vemos uma demanda menor do que no ano passado e preços muito mais baixos. Tem muita dúvida se o dólar vai cair subir. Isso faz as pessoas segurarem o plano de viagem. O mercado internacional está horrível. É preciso repensar o que temos de fazer para reequilibrar novamente. Com um pé na água quente e outro na água fria, a gente está morno. Considerando que vocês são um bom retrato da economia, isso mostra que o cenário está chocho. Um pouco diferente da alta expectativa para esse governo. Minha opinião, mais pessoal do que como presidente da companhia, é: temos de ter um pouco de paciência. Estamos em março. Ouço às vezes as pessoas dizendo que “não está acontecendo”. Mas até a decisão do presidente de retirar o visto americano tem de passar pelo Congresso. Isso mostra que o país está travado de uma forma que não tem solução rápida. Tínhamos uma expectativa enorme de que viria uma supermudança, que não vai vir. Será uma mudança gradual, paulatina, na medida em que a gente focar o país, a economia e os temas relevantes, e não o tuíte e a mídia social, que são irrelevantes para o futuro do país. Vai demorar um tempo para a gente conseguir mover um país que estava imobilizado. Estou tentando fazer um controle de ansiedade para que a gente não espere mais do que é factível para um novo governo. O sr. acha que a expectativa sobre a melhora da economia está superando as inadequações de comunicação do governo? Há muitas boas intenções. Tivemos uma reunião com a equipe de infraestrutura do governo que foi um sopro de ar fresco. Existe uma agenda propositiva clara, uma vontade de fazer as coisas acontecerem no curto prazo, o que é muito bem-vindo. A confiança vem de algumas reuniões bastante produtivas e construtivas, de sentir que do outro lado tem alguém que quer fazer, e que é tecnicamente muito bom. As conversas com o ministro são de um nível que até aqui eu não tinha. A gente sai dessa reunião feliz, e aí vêm as notícias que não ajudam. Com isso também vêm as distrações, que não acho que são toleradas, são equivocadas, e elas desviam o foco. Mas tem uma quantidade de notícias boas e interações positivas com novos integrantes da equipe do governo. Há a necessidade de criar uma estratégia para competir com as empresa de baixo custo? Não acho que tem espaço para low cost no Brasil porque as companhias que operam aqui já são. Operam com um custo bastante equilibrado apesar do ICMS sobre combustível, que não temos em outros países, apesar dos custos judiciais, muito maiores do que em qualquer outro país, e apesar das taxas aeroportuárias. RAIO-X Jerome Cadier, 48 Presidente da Latam Airlines Brasil desde maio de 2017, ingressou no grupo em 2013. Antes, trabalhou para a Whirlpool e para a McKinsey Brasil. É formado em engenharia de produção pela Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e tem MBA em marketing e finanças pela Kellogg School of Management da Northwestern University https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/03/e-preciso-foco-na-economia-e-nao-em-tuite-diz-presidente-da-latam.shtml
  11. LATAM will end service between Brasilia and Buenos Aires from 2 May. Gol will remain as the sole carrier on the route. https://twitter.com/ghimlay Editora do Flightglobal.com
  12. Por Paula Batista em 22/02/2019 A Latam Brasil definiu nesta sexta-feira (22) os primeiros voos do pacote de contrapartidas negociado com o governo de São Paulo para a redução do ICMS sobre o combustível de aviação comercial. Os voos partirão do centro de conexões da companhia em São Paulo, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, e fazem parte do cronograma de novas operações domésticas que serão anunciadas ao longo dos próximos seis meses. As frequências ligarão São Paulo ao Aeroporto Santos Dumont e ao Aeroporto de Manaus. A rota São Paulo/Guarulhos – Manaus será iniciada em abril deste ano e será operada cinco vezes por semana. A São Paulo/Guarulhos – Santos Dumont/Rio de Janeiro será iniciada em maio e irá operar seis vezes por semana. “Esta iniciativa do Governo é extremamente positiva, pois o ICMS é um imposto muito alto no Brasil, principalmente no Estado de São Paulo e com esta redução as companhias aéreas poderão alavancar o fluxo de passageiros e fomentar ainda mais o turismo na região. Estamos aguardando a publicação final do decreto para anunciarmos o nosso plano completo de novos voos, mas já nos adiantamos anunciando algumas das rotas que fazem parte deste pacote”, disse Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil. https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/latam-anuncia-novos-voos-partindo-do-aeroporto-internacional-de-guarulhos/
  13. 11/02/2019 Por Karina Cedeño A Latam irá implementar, a partir da próxima quarta (13), a venda de escolha de assentos na classe econômica de voos internacionais com operação a partir do dia 17 deste mês. A venda estará disponível para todos os passageiros com tarifas Promo e Light. As rotas entre Santiago (SCL)-Ilha de Páscoa (IPC) e Santiago (SCL)-Papeete (PPT), assim como todos os bilhetes Premium Pass/Fidelidade, e nas tarifas Top e Plus, mantêm a marcação de assento sem custo. Confira a seguir comunicado da aérea na íntegra: “A Latam Airlines Brasil informa que o valor cobrado pela escolha do assento em voos nacionais é de R$ 20 para clientes que comprarem na tarifa Light e R$ 30 para bilhetes adquiridos na tarifa Promo. Em voos para os Estados Unidos, Europa e Ásia, o valor cobrado é de US$ 15 para clientes que comprarem na tarifa Light e US$ 20 para bilhetes adquiridos na tarifa Promo. Já os clientes que voam do Brasil para os países da América do Sul e México, custará US$ 6 e US$ 8 para os clientes que comprarem na tarifa Light e Promo, respectivamente. Os passageiros têm possibilidade de realizar o pagamento com cartões de crédito e débito pelo site da empresa ou diretamente no aeroporto. Não pagam pelo serviço os clientes Latam Fidelidade das categorias Black Signature, Black e Platinum, além de passageiros com bilhetes comprados nas tarifas Top e Plus. Em voos internacionais, clientes com bilhetes adquiridos antes de 13 de fevereiro para voos após 17 de fevereiro também não pagam pelo serviço. A escolha do assento poderá acontecer desde o momento da compra do bilhete até 40 minutos antes do horário de partida do voo nacional ou internacional. Para os passageiros que optarem por não escolher previamente o seu assento, a seleção será feita de forma automática cerca de 48 horas antes do voo. As alterações fazem parte da nova experiência que a empresa começou a oferecer em 2016, quando promoveu alternativas de perfis de tarifas para que os passageiros paguem somente pelo serviço que utilizam ou valorizam". https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2019/02/latam-passa-a-cobrar-por-escolha-de-assento-em-voos-inter_162223.html
  14. LATAM Airlines Group detailed (Jan-2019) metrics for its "clear hub strategy" as follows: Market capacity share at hubs Sao Paulo Guarulhos International Airport LATAM: 33%; Gol Linhas Aéreas: 10%; Santiago International Airport LATAM: 53%; SKY Airline: 7%; Lima Jorge Chavez International Airport LATAM: 44%; Avianca: 15%; Total ASKs in 2018 from hubs: 19% increase compared to 2015; Number of routes from hubs: 28% increase compared to 2015. Fonte: CAPA.
  15. 10 JANUARY, 2019 SOURCE: FLIGHT DASHBOARD BY: DAVID KAMINSKI-MORROW LONDON Latin American operator LATAM Airlines Group has converted another four A350-1000s to the -900, continuing its migration away from the larger A350 variant. LATAM had originally ordered 27 A350-900s and its Brazilian division TAM received its first in 2015. Around the time of this initial delivery, the company opted to convert part of the order to the A350-1000. LATAM continued scaling up batches of A350-900s until it had 14 of the -1000 on order. But towards the end of 2017 it began to reverse this strategy, cutting the complement of -1000s by converting them back to -900s. Airbus’s latest backlog revision shows that LATAM has switched another four -1000s, reducing the number on order to eight. While this would have given the company 19 A350-900s on direct order, the backlog also shows that LATAM has transferred a pair of -900s to leasing firm BOC Aviation, leaving it with 17. LATAM had received 11 A350-900s by the end of 2018. Its conversion trims total customer orders for the A350-1000 to 170, of which 14 – including the first of the variant to be handed over – were delivered last year. https://www.flightglobal.com/news/articles/latam-continues-to-retreat-from-a350-1000-454916/
  16. LATAM COM OCUPAÇÃO A 85% NA ROTA LISBOA-SÃO PAULO Por Publituris a 11 de Outubro de 2018 as 10:32 Os voos da LATAM Airlines entre Lisboa e São Paulo, que arrancaram a 3 de Setembro, registam uma ocupação média superior a 85%, revelou esta quarta-feira, 10 de Outubro, Thibaud Morand, director comercial da companhia aérea para o sul da Europa. “O factor de ocupação está acima dos 85%, com excepção dos primeiros voos, especialmente os que saíram de Lisboa, que foram um pouco mais baixos, mas em ambos os lados estamos com uma ocupação de 85% e estamos muito contentes com este número”, disse o responsável aos jornalistas, à margem da festa que a companhia promoveu para o trade e que decorreu na Estufa Fria, em Lisboa. Thibaud Morand confessa que os voos têm apresentado um desempenho “acima das expectativas” que a própria companhia tinha para “os primeiros meses de operação” e diz que também as reservas para o futuro continuam a bom ritmo. Tal como já tinha sido revelado, também o director comercial da LATAM Airlines para o sul da Europa admite um aumento de operação, caso a rota continue a apresentar um bom desempenho, apesar de considerar que ainda é cedo para pensar nisso. “Estamos sempre a pensar em ter mais voos e, inclusive, mais operação, mas temos que ir por fases”, começou por referir Thibaud Morand, frisando que ainda “não é o momento de pensar nem em mais voos, nem em mais operação, mas, claramente, que quando abrimos uma rota, o objectivo é, se funcionar e responder bem, subir a quantidade de voos, mudar o avião por um maior, mas, de momento, não há nenhum projecto concreto para Lisboa”. Em resposta a Francisco Pita, chief commercial officer da ANA – Aeroportos de Portugal, que também discursou no evento, e que desafiou a LATAM a voar para outros aeroportos nacionais, a exemplo do Porto, Thibaud Morand diria mais tarde aos jornalistas que não existem planos nesse sentido e que a prioridade passa por consolidar a operação em Lisboa. “De momento, não estamos pensando no Porto. Para nós, já foi um grande trabalho iniciar esta operação em Lisboa e temos que consolidar esta operação antes de começar qualquer outra”, afirmou o responsável da LATAM Airlines. Segundo Thibaud Morand, Lisboa é “um mercado estratégico” para a LATAM Airlines, até porque é a “cidade europeia com o mais importante vínculo” com o Brasil e com a região da América Latina, o que justifica a abertura desta rota, na qual a companhia aérea estima transportar 100 mil passageiros por ano, entre tráfego de lazer e negócios. Os voos da LATAM Airlines entre Lisboa e São Paulo arrancaram a 3 de Setembro e contam com cinco ligações semanais, às segundas, terças, quartas, quintas e sábados, sendo operados num avião B767, com 191 lugares em classe económica e 30 em executiva. A LATAM Airlines é uma das principais companhias aéreas da América do Sul e conta com operação no Brasil, mas também na Colômbia, Chile, Peru, Argentina e Equador, disponibilizando uma rede que oferece ligação a mais de 40 destinos domésticos no Brasil e mais de 120 na América do Sul. https://www.publituris.pt/2018/10/11/latam-com-ocupacao-a-85-na-rota-lisboa-sao-paulo/
  17. R. R. | Bogotá | 12 de octubre de 2018 Deja un comentario El presidente de la Junta Directiva de Latam Airlines, Ignacio Cueto, señaló que en Colombia por cada US$100 que una persona gasta en tiquetes, por lo menos US$40 se pagan en impuestos, lo que hace muy caro y muy complejo el negocio en el país. “En los otros países en los que estamos no se cobra el IVA a los pasajes, y esa mochila que se tiene que cargar con los impuestos puede hacer imposible el desarrollo aéreo en el país. Entendemos que las tasas de embarque son necesarias, pero cuando esa tasa no es ni 25% de todos lo que se está cobrando entonces hay que redefinir los otros impuestos. Colombia es el segundo país, después de Venezuela, con la mayor cantidad de tasas impositivas en sus tiquetes aéreos. Creo que este país tiene todas las condiciones para alcanzar un pasaje aéreo per cápita como en Chile”, dijo en diálogo con La República. Además, confía en que la compañía crecerá 50% en los próximos cuatro años si se estabiliza el precio del petróleo. “Las tarifas han bajado de forma drástica y el precio del combustible sigue subiendo, por lo que tenemos los márgenes bastante ajustados. Hemos tenido que buscar fórmulas como cobrar por la maleta, la inclinación del asiento o cobrar por la comida para recuperar ingresos”, agregó al respecto. Sobre la alianza con British Airways, Iberia y American, recordó que la espera lleva dos años en el Tribunal de Libre Competencia de Chile. Cueto dijo que la demora desincentiva el ánimo “de la alianza porque pueden cambiar los competidores y los actores que se mantienen vigentes”. Como lo informó REPORTUR.co, durante el primer semestre del año Latam Airlines Colombia creció en tráfico de pasajeros 9,6%, con respecto al mismo periodo de 2017, superando los resultados previstos para este año, pese al alto costo del combustible y la devaluación de la moneda. https://www.reportur.com/colombia/2018/10/12/latam-critica-los-elevados-impuestos-colombia/
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