Jump to content

Search the Community

Showing results for tags 'LTM'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Principal
    • Aviação Civil
    • Aviação Militar
    • Direto da Redação
  • Classificados Patrocinados
    • Anuncie Aqui
  • Profissional
    • Tripulantes e Mercado de Trabalho
    • Técnica e Operações
  • Spotting & Outros Hobbies
    • Fotografia
    • Videos
    • Movimento de Aeronaves
    • Modelismo
    • Rádio Escuta/ACARS/Logs
    • Técnica e Equipamentos
  • Guia CR
    • Check-in (Flight Reports)
    • Frequent Flyer
  • Memorabilia & Off Topic
    • Papo de Hangar
    • Imagens e Documentos
    • Recordar é Viver
    • Classificados
  • Central Ponte Aérea by Contato Radar
    • Central de Relacionamento do CR
  • Serviços
    • Contato Radar Publicidade
  • Memorabilia

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


Skype


Website URL


MSN


Yahoo


Jabber


Location


Interests


Cidade/UF/País


Data de Nascimento

Found 14 results

  1. 02-Dec-2019 7:37 PM Las filiales del Grupo LATAM en Perú, Colombia y Ecuador firmaron acuerdos de código compartido con Delta, con entrada en vigencia para el primer trimestre de 2020. LATAM pondrá fin formalmente a sus acuerdos de código compartido con American Airlines el 31 de enero de 2020. LATAM Airlines Group (“LATAM”) anunció hoy que sus filiales LATAM Airlines Perú, LATAM Airlines Colombia y LATAM Airlines Ecuador firmaron acuerdos de código compartido con Delta. Estos códigos compartidos brindarán mayor conectividad hacia Estados Unidos a partir del primer trimestre de 2020 (sujetos a las aprobaciones regulatorias según corresponda). Los nuevos códigos compartidos representan el primer paso del acuerdo entre LATAM y Delta, anunciado el 26 de septiembre de 2019, que combinará las redes de destinos altamente complementarias de los dos grupos, proporcionando a los clientes una experiencia de viaje líder con una mayor conectividad a destinos en todo el mundo. LATAM y Delta están trabajando en una transición fluida que incluye el fortalecimiento de su acuerdo interlínea ya existente, el establecimiento de acuerdos que permitan el acceso recíproco a sus salones VIP y beneficios mutuos de viajero frecuente, al igual que el desarrollo de nuevos acuerdos bilaterales de código compartido. Los tres acuerdos de código compartido firmados hoy (2 de diciembre de 2019) con Delta ofrecerán a los clientes de LATAM la posibilidad de acceder a hasta 74 destinos en Estados Unidos y Canadá, abriendo además hasta 51 destinos para los pasajeros de Delta en Sudamérica*. A partir del primer trimestre de 2020: El código "LA" de LATAM Airlines Perú será incorporado a los vuelos de Delta a hasta 74 destinos en Estados Unidos y Canadá más allá de sus puntos de origen en Nueva York (JFK), Miami (MIA), Los Ángeles (LAX) y Orlando (MCO). Asimismo, el código "DL" de Delta se agregará a los vuelos de LATAM Airlines Perú a hasta 34 destinos en Perú y Sudamérica más allá de Lima (LIM). El código "DL" de Delta se añadirá a los vuelos de LATAM Airlines Colombia a hasta 13 destinos en ese país más allá de Bogotá (BOG) y Cartagena (CTG). El código "LA" de LATAM Airlines Ecuador se incluirá en los vuelos de Delta a hasta 55 destinos en Estados Unidos y Canadá más allá de Nueva York (JFK). Del mismo modo, el código "DL" de Delta se agregará a los vuelos de LATAM Airlines Ecuador a hasta cuatro destinos en Ecuador más allá de Quito (UIO). “Estos códigos compartidos marcan un hito importante en el trayecto de LATAM hacia ofrecer la mejor conectividad y experiencia de cliente en las Américas. Pronto, nuestros pasajeros podrán acceder a hasta 74 destinos en Estados Unidos y Canadá, lo que es sólo un ejemplo de la naturaleza complementaria de nuestras redes y uno de los varios beneficios futuros que traerá el acuerdo estratégico con Delta", dijo Enrique Cueto, CEO de LATAM Airlines Group. LATAM también planea establecer acuerdos de código compartido entre Delta y sus filiales en Chile y Brasil en 2020*, ofreciendo aún más conectividad entre Sudamérica y Estados Unidos. Fin de los acuerdos de código compartido con American Airlines LATAM pondrá término formalmente a todos sus acuerdos de código compartido con American Airlines el 31 de enero de 2020. Los clientes que hayan comprado boletos de American Airlines a través de LATAM antes de esta fecha para vuelos desde el 1 de febrero de 2020 en adelante tendrán derecho a los mismos servicios, sin cambios a sus condiciones de viaje o pasajes. Los acuerdos entre LATAM y American Airlines de viajero frecuente y acceso recíproco a los salones VIP se mantendrán vigentes hasta que LATAM deje oneworld. Salida de la alianza oneworld LATAM informó en septiembre de 2019 a oneworld y a sus socios de la alianza que dejaría oneworld dentro de un año, en línea con el plazo de aviso estándar. La compañía está evaluando una fecha de salida anticipada y cualquier cambio se comunicará oportunamente. Luego de su salida de oneworld, LATAM mantendrá sus acuerdos bilaterales con la mayoría de las aerolíneas de oneworld. Antecedentes del acuerdo anunciado el 26 de septiembre de 2019: ● Delta invertirá US$1.9 mil millones por una participación del 20% de LATAM a través de una oferta pública con un precio de US$16 por acción. La oferta pública se lanzó el 27 de noviembre de 2019 y durará 30 días. ● Delta también invertirá US$350 millones para apoyar la creación de la alianza estratégica contemplada en este acuerdo. ● Delta adquirirá cuatro aeronaves Airbus A350 de LATAM y ha acordado asumir los compromisos de compra de LATAM por 10 A350 adicionales con fecha de entrega a partir de 2020 al 2025. ● Delta tendrá representación en el Directorio de LATAM. ● La alianza estratégica está sujeta a todas las aprobaciones gubernamentales y regulatorias necesarias. *Sujeto a las aprobaciones regulatorias según corresponda. This press release was sourced from LATAM on 01-Dec-2019. https://centreforaviation.com/members/direct-news/latam-anuncia-nuevos-acuerdos-de-cdigo-compartido-con-delta-504560
  2. Ligação da Latam terá escala mensal no país vizinho, que teme endosso à soberania britânica das ilhas 18.nov.2019 às 2h00 SÃO PAULO Igor Gielow O governo argentino pediu que nenhuma autoridade federal brasileira comentasse ou prestigiasse o lançamento de novo voo ligando São Paulo às ilhas Falklands, conhecidas no país vizinho como Malvinas. O motivo é o temor de uma crise política decorrente do estabelecimento da rota, que terá duas escalas mensais, uma de ida e outra volta, na cidade argentina de Córdoba. Ele será feito pela chileno-brasileira Latam e começa a operar na próxima quarta (20) com um Boeing 767-300ER. O pedido, informal, chegou por meio de canais diplomáticos e foi aceito pelo Itamaraty. A preocupação de Buenos Aires é que a eventual presença de políticos em eventos relacionados à inauguração do serviço passasse a impressão de que o Brasil endossa a soberania do Reino Unido sobre as ilhas. O Brasil reconhece o pleito argentino sobre o arquipélago e chama as ilhas de Malvinas. As Falklands foram objeto de uma guerra entre argentinos e britânicos, em 1982. Em decadência política, a ditadura argentina liderada pelo general Leopoldo Galtieri invadiu o arquipélago. A então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher decidiu enviar uma força naval para retomar o território, o que conseguiu 74 dias depois da invasão. Como resultado, morreram 649 argentinos, 255 britânicos e três ilhéus. A ditadura argentina entrou em colapso a seguir. Pessoas que acompanharam o caso na diplomacia brasileira dizem que não havia nenhuma perspectiva de tal endosso de políticos ao lançamento ou ao voo em si, o que mostra o quão sensível ainda é a questão das Falklands no vizinho, em especial neste momento —o governo de Mauricio Macri foi derrotado nas urnas pelo peronista Alberto Fernández em outubro. Ao responder ao cumprimento britânico pela vitória, o futuro presidente iniciou seu texto dizendo que não renunciaria ao desejo de governar as ilhas. A questão é que a rota, na prática, é uma ligação disfarçada entre a Argentina e as ilhas. Não é algo inédito: a Latam opera desde 1999 um voo semelhante, que sai de Punta Arenas (Chile) e faz a mesma escala dupla mensal na argentina Río Gallegos. À época, houve uma chuva de críticas sobre o que seria um reconhecimento indireto de que as ilhas são britânicas. As Falklands foram incorporadas ao Império Britânico em 1833, e são hoje um território ultramarino de Londres. E o são por opção de 99,8% de seus cerca de 3.400 habitantes, segundo plebiscito realizado sobre o tema em 2013. A reivindicação argentina vem do fato de que, antes de 1833, o país foi um dos que disputou a colonização das ilhas —o primeiro assentamento local foi francês, em 1764. A inauguração da rota paulistana foi duramente criticada, especialmente por políticos peronistas como Rosana Bertone, a governadora da Província da Terra do Fogo. O voo inaugurado em 1999 e o novo foram estabelecidos em governos de oposição ao peronismo —Carlos Menem antes e Macri agora—, mas os governos peronistas dominados pela família Kirchner entre eles nada fizeram para suspendê-los. Desde 2016, já sob Macri, a Argentina e o Reino Unido vinham tomando medidas de confiança mútua sobre as ilhas. No fim de outubro deste ano, Londres devolveu a pequena estátua de Nossa Senhora de Luján, tomada dos soldados invasores argentinos que levaram a imagem da padroeira de seu país para as ilhas em 1982. O papa Francisco, que é argentino e próximo do peronismo, abençoou o objeto no Vaticano. Além da questão histórica, há interesses econômicos. A prospecção de petróleo no entorno das Falklands está travada devido ao fato de a Argentina reivindicar também as águas territoriais da região. Hoje, as ilhas são autossuficientes. Têm um Produto Interno Bruto anual equivalente a R$ 540 milhões, oriundos da pesca, da lã de suas 500 mil ovelhas e do turismo, mas o petróleo é o que chama atenção: as reservas sob o mar estão estimadas em 1 bilhão de barris —hoje o Brasil todo tem 12 vezes isso. O voo da Latam sairá duas vezes por mês de São Paulo, uma delas com escala em Córdoba, rumo ao aeródromo de Mount Pleasant. O lugar abriga os mais avançados caças do Hemisfério Sul, usualmente operando quatro modelos Eurofighter Typhoon. https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/argentina-pede-discricao-ao-brasil-sobre-voo-sp-malvinas.shtml
  3. https://blueswandaily.com/latam-ceo-i-dont-believe-the-government-is-willing-to-continue-subsidising-aerolineas-argentinas/ November 15, 2019 LATAM Airlines Group CEO Enrique Cueto commented on changes to the Argentina market with the incoming government, stating: “I do not believe there will be a hard shift in the aviation policy” (Aviacion News/Reportur, 04/08-Nov-2019). He added that he believes “that probably some LCCs will leave either way”. Mr Cueto stated that the main point in the aero commercial policy in Argentina will be Aerolineas Argenti
  4. 15-Nov-2019 1:11 AM https://centreforaviation.com/news/latam-airlines-describes-promising-pricing-environment-in-spite-of-currency-pressures-955105 LATAM Airlines Group commented (12-Nov-2019) on operations in 3Q2019, stating that even though currencies across the region remained devalued, capacity adjustments in international routes are improving the pricing environment of operations, especially Brazil-US. Domestic operations in both Brazil and Spanish-speaking markets contributed 10% more ASKs during the quarter. Brazil domestic RASK increased by 24% in BRL and 23% in USD, while in the Spanish-speaking domestic markets RASK showed a 10% decline in USD, mainly as a result of the year-over-year devaluation of local currencies
  5. La CEO de Latam confirmó que si no se resuelve el conflicto podría dejar de volar a Miami 6 de julio de 2019 • 16:20 El conflicto aeronáutico que ayer terminó con miles de pasajeros varados y malhumorados tiene su epicentro en una estrategia de Latam Argentina. "Trabajamos desde el mes de enero en este proyecto que se llama Interchange. Si no sale, lamentablemente nos vamos a ver obligados a dejar de volar a Miami. Si eso sucede, se perderá la mano de obra argentina", dice Rosario Altgelt, CEO de la filial local de Latam, que, telefónicamente, habló con LA NACION. Ads by El mercado está movido. Ninguna empresa las tiene consigo en la Argentina. A las cuestiones gremiales, la baja del consumo y la devaluación, se le sumó Interchange. -¿Cómo lo definiría? -Tiene que ver con poder intercambiar matrículas de aviones Boeing 767, que son los que operamos a Miami, con otros países donde Latam opera. -¿Por qué ahora? -La urgencia tiene que ver con que Estados Unidos ha cambiado ciertas reglas para los aviones que entran al país. Y estos aviones que nosotros tenemos no cumplen con esas reglas, por requisitos de navegación. -¿Qué requisitos? -Principalmente comunicación y navegación. La mejor manera que tenemos de poder seguir operando a Miami es hacer una inversión importante en aviones 767, mucho más nuevos de los que hoy vuelan, y que sean regionales. -¿Qué tan nuevos son? -Los actuales tienen alrededor de 22 años; los nuevos, entre 10 y 12 años de antigüedad. Tienen cabinas muy renovadas porque hay un proyecto de inversión en cabinas. Para nosotros es muy importante y lo que requerimos es que podamos matricular en la Argentina aviones de matrícula chilena, para ser operados por Latam Argentina, bajo el certificado de explotador de Latam Argentina, con tripulantes argentinos, mecánicos argentinos y despachantes argentinas. Lo único que cambia es la matrícula del avión. -Ustedes explican que ya no se puede tener un avión parado todo el día en Miami. Ahora bien, American, por caso, lo puede hacer. Manda un avión de Miami a Buenos Aires y lo deja todo el día acá. -Lo que pasa es que American manda un avión a Ezeiza que está asociado a un pool de aeronaves que la empresa tiene en Estados Unidos. Es un avión más de muchos. Nosotros, en la Argentina, tenemos solo dos aviones que lo único que hacen es ir y venir de Miami. -¿Ese esquema ya no se sostiene más? -No, es necesario conectarlo a una red que lo vuelva mucho más flexible. Por ejemplo, ante una contingencia en el avión de Miami, American puede mandar otro. Cuando lográs hacer este intercambio de matrícula, en promedio, los aviones llegan a volar 16 horas en vez de 9. Es una enorme diferencia de rentabilidad. -¿Qué expectativa tienen? -Hemos hecho un trabajo enorme con las autoridades, con todos los gremios y con nuestros empleados. -¿Y cómo fue la recepción? -Nuestros empleados quieren el proyecto. Hacemos reuniones en todos los niveles y la gente pregunta '¿cuándo sale Interchange?'. Y lo hacen porque saben que la ruta a Miami corre riesgo. -¿Se podría cancelar? -Sí. Nuestra gente la defiende porque está defendiendo su trabajo. -Los pilotos de Latam le pidieron a sus colegas del gremio que les autoricen esta modalidad, además de reclamar cierta independencia... -Un grupo de pilotos fue el que hizo escuchar su voz. Lo que le están pidiendo al gremio, simplemente, es que los escuchen. Le repito, para nosotros este proyecto es vital. -¿Qué pasaría si no sale? -A partir del primero de enero, nuestros aviones matriculados en la Argentina no podrán entrar a Estados Unidos. Por lo tanto, nos veríamos obligados a tomar la terrible decisión de cancelar la ruta. Y si esa ruta la deja de volar un equipo argentino, el trabajo se pierde, porque no hay un operador en el país que tenga aviones para reemplazarlos. Esa frecuencia se la llevaría una empresa americana. -¿Es posible que se forme un gremio de empresa como pasó en Flybondi y en Norwegian? -Nosotros creemos en Interchange. Yo no promuevo una fractura gremial de ese tipo. A mí me parece que los pilotos le están pidiendo al gremio que los escuchen. -Si se autoriza, ¿podrían sumarse otros destinos? -La industria aeronáutica de la Argentina tiene enormes posibilidades por delante y cuando se la mira hacia el futuro, sólo se ve crecimiento. Lo que tenemos que ver en esta industria es si a esa expansión la va a tomar una empresa argentina, con empleos argentinos, o alguna empresa europea o americana. -¿Y qué se necesita? -Para canalizar la demanda hay que sentarse con los gremios, las empresas públicas y las privadas, y hablar sobre cómo lo haríamos. Hay que dar pequeños pasos. -¿Qué le diría a Pablo Biró si se lo encuentra ahora en un café? -Tengo relación con él y la verdad es que me he juntado un montón de veces a hablar. Y de hecho he hablado de este proyecto; es natural dialogar con Pablo. Estos días estamos hablando menos porque, obviamente, se notan la resistencia y las diferencias que tenemos. Pero tengo relación con todos los gremios aeronáuticos. Nosotros sabemos que nuestros empleados están agremiados y eligen a sus representantes. Tenemos que seguir trabajando. -¿Es optimista? -Sí. Porque sólo falta que los organismos de control aéreo de la Argentina y de Chile firmen el acuerdo para la revisión conjunta de los aviones. Lo demás está autorizado por el Código Aeronáutico. Por: Diego Cabot https://www.lanacion.com.ar/economia/la-ceo-latam-confirmo-si-no-se-nid2265332
  6. 27 / 06 / 2019 LATAM Cargo has become the first cargo airline to offer a direct service between Scandinavia and Latin America by adding Copenhagen as a new destination to its network. The airline said the new weekly route cuts transit times by up to 48 hours by reducing the need for land transportation. The route will be operated with a B767-300F offering an estimated capacity of between 20-25 tons per flight. The main beneficiaries in the Scandinavian industry are pharma companies, car makers, and the oil and the paper sectors, although in the short term machinery and other businesses are also expected to play a major role. LATAM said it would consider increasing the capacity or frequency if there is enough demand. The round trip will increase connectivity between Scandinavia and different markets in Latin America with an outbound route that includes Copenhagen (Denmark), Viracopos (Brazil), Montevideo (Uruguay), Santiago (Chile), and Quito (Ecuador). The return will be via Miami (USA), Brussels (Belgium) and Copenhagen. Gabriel Oliva, LATAM Cargo Senior Vice President for North America, Europe and Asia, said: “As the cargo leader in Latin America, we have undertaken the responsibility of connecting the region with the world and vice versa. Proof of this are the more than 150 destinations currently offered by the LATAM Cargo Group. The size and strength of our network are the pillars that make us a strategic partner for our customers in providing the support needed to take their shipments to their final destinations in less time.” Copenhagen is the seventh route opened worldwide in the last 12 months and the second European route exclusively used for cargo opened by LATAM over the over the same period of time. Kaspar Andreas Nissen, air cargo specialist at Copenhagen Airports, said: “With the new route LATAM Cargo is now connecting Scandinavia to Latin America with a direct link. This will provide Scandinavian Shippers and Freight Forwarders with a smooth and efficient air freight operation directly to Latin America. “Adding a direct link is not only important to the handling and shipping of Pharmaceutical products, it is equally important to the Food Ingredients industry and Automotive Parts industry which also requires stringent and efficient transportation. Being a CEIV certified carrier LATAM Cargo will now offer a unique Pharmaceutical solution to South America, together with fast and reliable General Cargo solutions.” https://www.aircargonews.net/airlines/freighter-operator/latam-cargo-targets-pharma-and-automotive-with-new-copenhagen-freighter/
  7. http://www.aviacionnews.com/blog/2019/05/ignacio-cueto-preocupado-por-la-situacion-economica-en-argentina-y-sus-efectos-sobre-la-subsidiaria-local/ Por SGR - 05/02/2019 En medio de un balance global positivo de los resultados del 2018 y las perspectivas para este año, el presidente de Latam Airlines, Ignacio Cueto, manifestó sin embargo su preocupación por el mercado argentino. “Sin duda, Argentina es una gran preocupación, por su economía, por su tipo de cambio y por la vulnerabilidad política que pueda tener en un año de elecciones”, afirmó el directivo. Cueto destacó en la Junta de Accionistas el alto nivel de costos que enfrenta la compañía en Argentina, que convierte sus operaciones en las más caras que tienen en el mundo, destacando la incidencia que tienen factores estructurales como la legislación laboral y el modelo de contratos. “Ojalá podamos seguir creciendo, pero necesitamos condiciones favorables y no que sea la economía más cara. Creo que debemos hacer grandes esfuerzos y conversar con la autoridad para tener un país mucho más competitivo”, aseveró Cueto. “Vamos a seguir siendo una compañía eminentemente argentina. Todos los trabajadores que hay allá -unos 2.400- son argentinos y va a seguir siendo así, y todo lo que podamos hacer va a ayudar a crecer a la empresa para que tenga una estabilidad laboral importante”, expresó Cueto.
  8. Em cumprimento à decisão proferida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica ("CADE"), no Ato de Concentração n. 08012.009497/2010-84, e à decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile ("TDLC"), na Resolução n. 37/2011 do TDLC (em conjunto, as "Resoluções") , LATAM Airlines Group S.A. ("LATAM") informa que permutará até 04 (quatro) slots de aterrisagem e até 04 (quatro) slots de decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro, localizado na Cidade de Guarulhos, Estado de Sao Paulo, Brasil ("GRU") (adiante referida "Permuta"), obedecidas ao menos as seguintes condições: Somente serão permutados slots em GRU com empresas (a) interessadas em utilizá-los em vôos diretos, sem escala ou conexão ("non-stop") na rota São Paulo – Santiago – São Paulo; e (b) com as quais LATAM não tenha qualquer vínculo societário ou de outra natureza que lhe permita exercício de influência relevante. As empresas interesadas na Permuta deverão solicitá-la por escrito à LATAM, indicando os horários de sua preferência. Os slots entregues por LATAM em virtude da Permuta poderão ter uma diferença máxima de 30 (trinta) minutos do horário indicado pelas empresas interessadas em suas respectivas solicitações. Os slots permutados somente poderão ser utilizados pela empresa que os adquirir para operar a rota São Paulo – Santiago – São Paulo em vôos non-stop. Eventual descumprimento deste requisito, ou de outros aspectos relativos à legislação aplicável, poderá importar na reversão da Permuta. A Permuta não poderá envolver qualquer tipo de remuneração ou compensação em favor de LATAM.
  9. Finalmente, apresentação à imprensa. "Este es un día histórico para LATAM Airlines ya que lanzamos un nuevo proyecto de cabinas para nuestros aviones de corta y larga distancia", anunció Claudia Sender, VP de Clientes de la compañía, en un hotel del aeropuerto de Lima, Perú. Minutos más tarde, directivos de LATAM, prensa e invitados especiales celebraron la llegada del primer avión con las nuevas cabinas con un vuelo que despegó de Lima y se dirigió al sur de Pisco, hacia el Pacífico, donde dibujó la figura de un avión para luego regresar a Lima. Es el primer dibujo de una aeronave que se realiza sobre los cielos de Sudamérica. Una experiencia con más opciones, flexibilidad y personalización. Esto es lo que busca LATAM con este proyecto que forma parte de un plan de inversión de 400 millones de dólares -anunciado a mediados del 2018- y que hoy empieza a hacerse realidad. El Boeing 767 que se presentó hoy es el primero de los más de 200 aviones -dos tercios de la flota global de la empresa- que ofrecerán nuevas cabinas y una nueva experiencia de viaje en los próximos dos años. Este avión operará rutas internacionales desde el hub de LATAM en Lima a algunos destinos de Sudamérica como Santiago, Buenos Aires, San Pablo y Guayaquil; Norteamérica con vuelos a Miami, Los Angeles y Ciudad de México; y Europa con Madrid y Barcelona. Según los planes de la compañía, LATAM Airlines Brasil recibirá su primer avión con interiores rediseñados en los próximos meses y luego seguirán LATAM Chile, Colombia y Ecuador. "¿Por qué lo hacemos? Por los clientes. Los clientes más leales que vuelven a volar, lo hacen por la experiencia, por la tripulación, por la comida, por el entretenimiento, por las cabinas. Transportamos uno de cada dos pasajeros que viajan desde Sudaméricay para seguir liderando el mercado, debemos entregar una experiencia de vanguardia", señaló Sender y agregó que las nuevas cabinas "tangibilizan esta transformación". En 2018, el LATAM Airlines Group transportó casi 70 millones de pasajeros. Por su parte, Manuel van Oordt, gerente general de LATAM Perú dijo: "La experiencia a bordo tiene un impacto directo en la elección de una aerolínea y la satisfacción de los pasajeros". Progresivamente, a medida que los aviones se vayan reformando, el mercado argentino podrá experimentar estos cambios en algunos de los vuelos al exterior. Cambios a primera vista Basta con ingresar en el avión para entender el cambio que está buscando la compañía. Los nuevos asientos de la cabina Premium Business, los primeros que vemos al entrar, están pensados a partir de tres ejes centrales: control, privacidad y descanso. Y aquí es el turno de Jaime Cornejo Sweet, gerente de Cabina, de mostrar los cordones montañosos que inspiraron el granito que acompaña cada uno de los asientos, las playas que recuerdan las paredes onduladas de cada butaca, la calidez de los colores, la iluminación estratégica para que no encandile pero que a la vez no resulte tan oscura y, esencial, la comodidad que implica que todos los asientos tengan pasillo. Nada de pasar por encima de otro pasajero para salir al baño o estirar las piernas. También están cambiando los protocolos de servicio con menos interrupciones, comidas que buscan acompañar el descanso que busca el pasajero y ropa de cama y colchones para cada asiento "full flat" que maximicen la comodidad. En la cabina Economy se visualizan dos sectores y un notorio cambio en los colores, inspirados en los atardeceres latinoamericanos. El espacio entre asientos sigue siendo el mismo, pero esta cabina incorporó asientos LATAM + que sí ofrecen mayor espacio, mayor reclinación (según el modelo del avión) y algunos servicios premium como embarque prioritario o espacio asegurado sobre el asiento seleccionado para quienes viajen con carry on. Un diferencial importante es el sistema de entretenimiento. Con pantallas de 10 pulgadas en Economy (16 en Business) es una de las plataformas más completas de la región que se actualiza todos los meses (un 20 por ciento de las películas se renuevan cada mes) e incluso incorpora videos de YouTube o herramientas como el "Modo niños" para que los chicos puedan navegar entre películas y juegos con contenido apto para ellos y una visualización más amigable. Estas mismas opciones (con algunas restricciones) son las que aparecen cuando uno utiliza la app LATAM Play desde su celular o tablet. En el segundo semestre, se espera que exista la posibilidad de personalizar el contenido en base a los gustos y elecciones de cada pasajero. También se está trabajando en la posibilidad de ofrecer wifi a bordo. En Brasil ya algunos aviones lo tienen incorporado, aunque por ahora, es pago. Con música a bordo, aplausos y mucho entusiasmo con las novedades, el Boeing 767 completó el dibujo del avión en el cielo peruano y regresó a Lima. Ahora será el turno de los pasajeros de conocer y evaluar los cambios incorporados. https://www.clarin.com/viajes/mejorar-experiencia-bordo-nuevas-cabinas-latam_0_I0IhabXvX.html
  10. LATAM Airlines Group detailed (Jan-2019) metrics for its "clear hub strategy" as follows: Market capacity share at hubs Sao Paulo Guarulhos International Airport LATAM: 33%; Gol Linhas Aéreas: 10%; Santiago International Airport LATAM: 53%; SKY Airline: 7%; Lima Jorge Chavez International Airport LATAM: 44%; Avianca: 15%; Total ASKs in 2018 from hubs: 19% increase compared to 2015; Number of routes from hubs: 28% increase compared to 2015. Fonte: CAPA.
  11. 10 JANUARY, 2019 SOURCE: FLIGHT DASHBOARD BY: DAVID KAMINSKI-MORROW LONDON Latin American operator LATAM Airlines Group has converted another four A350-1000s to the -900, continuing its migration away from the larger A350 variant. LATAM had originally ordered 27 A350-900s and its Brazilian division TAM received its first in 2015. Around the time of this initial delivery, the company opted to convert part of the order to the A350-1000. LATAM continued scaling up batches of A350-900s until it had 14 of the -1000 on order. But towards the end of 2017 it began to reverse this strategy, cutting the complement of -1000s by converting them back to -900s. Airbus’s latest backlog revision shows that LATAM has switched another four -1000s, reducing the number on order to eight. While this would have given the company 19 A350-900s on direct order, the backlog also shows that LATAM has transferred a pair of -900s to leasing firm BOC Aviation, leaving it with 17. LATAM had received 11 A350-900s by the end of 2018. Its conversion trims total customer orders for the A350-1000 to 170, of which 14 – including the first of the variant to be handed over – were delivered last year. https://www.flightglobal.com/news/articles/latam-continues-to-retreat-from-a350-1000-454916/
  12. Outubro 31, 2018 O Tribunal de Defesa da Livre Concorrência (TDLC) do Chile aprovou hoje (31) os Joint Business Agreements (JBAs) entre o Grupo LATAM Airlines e a American Airlines e entre o Grupo LATAM Airlines e o International Airlines Group (IAG), a holding da British Airways e da Iberia tanto para o negócio de passageiros quanto de carga. "A princípio, esta decisão é um importante precedente para a aviação comercial em nossa região. Como já demonstrado em outras partes do mundo, onde essas alianças são uma realidade, trata-se de uma oportunidade para garantir o crescimento da indústria, aumentar o tráfego de passageiros e aproximar a região do mundo, impulsionando ainda mais o turismo, as viagens de negócios e a economia, por meio do setor aéreo", disse Enrique Cueto, CEO do Grupo LATAM Airlines. Com relação às medidas de mitigação definidas pelo TDLC, o Grupo LATAM Airlines está analisando as suas implicações e comunicará sua posição sobre o assunto assim que finalizar a sua avaliação. Desde o anúncio dos acordos, em janeiro de 2016, os JBAs foram aprovados pelos órgãos reguladores do Brasil (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Colômbia (Aerocivil) e Uruguai (Dinacia). http://www.latamairlinesgroup.net/External.File?t=2&item=g7rqBLVLuv81UAmrh20Mpz5SoEOt6yryo0XlBMBhwlanXG4U5AEDGlMT9EqpW9fzXHz2Qx2iH4mk5W1kAVY9+A==&cb=636766271410920149
  13. R. R. | Bogotá | 12 de octubre de 2018 Deja un comentario El presidente de la Junta Directiva de Latam Airlines, Ignacio Cueto, señaló que en Colombia por cada US$100 que una persona gasta en tiquetes, por lo menos US$40 se pagan en impuestos, lo que hace muy caro y muy complejo el negocio en el país. “En los otros países en los que estamos no se cobra el IVA a los pasajes, y esa mochila que se tiene que cargar con los impuestos puede hacer imposible el desarrollo aéreo en el país. Entendemos que las tasas de embarque son necesarias, pero cuando esa tasa no es ni 25% de todos lo que se está cobrando entonces hay que redefinir los otros impuestos. Colombia es el segundo país, después de Venezuela, con la mayor cantidad de tasas impositivas en sus tiquetes aéreos. Creo que este país tiene todas las condiciones para alcanzar un pasaje aéreo per cápita como en Chile”, dijo en diálogo con La República. Además, confía en que la compañía crecerá 50% en los próximos cuatro años si se estabiliza el precio del petróleo. “Las tarifas han bajado de forma drástica y el precio del combustible sigue subiendo, por lo que tenemos los márgenes bastante ajustados. Hemos tenido que buscar fórmulas como cobrar por la maleta, la inclinación del asiento o cobrar por la comida para recuperar ingresos”, agregó al respecto. Sobre la alianza con British Airways, Iberia y American, recordó que la espera lleva dos años en el Tribunal de Libre Competencia de Chile. Cueto dijo que la demora desincentiva el ánimo “de la alianza porque pueden cambiar los competidores y los actores que se mantienen vigentes”. Como lo informó REPORTUR.co, durante el primer semestre del año Latam Airlines Colombia creció en tráfico de pasajeros 9,6%, con respecto al mismo periodo de 2017, superando los resultados previstos para este año, pese al alto costo del combustible y la devaluación de la moneda. https://www.reportur.com/colombia/2018/10/12/latam-critica-los-elevados-impuestos-colombia/
  14. June 12, 2018 Chile‘s Santiago Stock Exchange, via its official website announced (07/08-Jun-2018) Qatar Airways sold a 0.3% holding in LATAM Airlines Group in three transactions on 07/08-Jun-2018 totalling 196,684 shares and valued at CLP1.4 billion (USD2.2 million). QatarAirways now holds 9.97% of LATAM. https://blueswandaily.com/qatar-airways-sells-0-3-holding-in-latam-airlines-group/
×
×
  • Create New...