Jump to content

Search the Community

Showing results for tags 'REC'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Principal
    • Aviação Civil
    • Aviação Militar
    • Direto da Redação
  • Classificados Patrocinados
    • Hilton Miniaturas
    • Anuncie Aqui
  • Profissional
    • Tripulantes e Mercado de Trabalho
    • Técnica e Operações
  • Spotting & Outros Hobbies
    • Fotografia
    • Videos
    • Movimento de Aeronaves
    • Modelismo
    • Rádio Escuta/ACARS/Logs
    • Técnica e Equipamentos
  • Guia CR
    • Check-in (Flight Reports)
  • Memorabilia & Off Topic
    • Papo de Hangar
    • Imagens e Documentos
    • Recordar é Viver
    • Classificados
  • Central Ponte Aérea by Contato Radar
    • Central de Relacionamento do CR
  • Contato Radar nas Redes Sociais
    • Facebook
  • Links úteis
    • Sites e blogs de aviação
  • Serviços
    • Contato Radar Publicidade
  • Memorabilia
  • Outros Hobbies
    • Simulação de Empresas Aéreas

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


Skype


Website URL


MSN


Yahoo


Jabber


Location


Interests


Cidade/UF/País


Data de Nascimento

Found 4 results

  1. March 27, 2018 CAPA – Centre for Aviation stated (27-Mar-2018) American Airlines reportedly plans to announce the launch of Los Angeles-Buenos Aires service and resumption of Miami–Porto Alegre and Miami-Recife services in the near future. https://blueswandaily.com/american-airlines-may-announce-new-service-to-argentina-brazil-in-near-future-report/
  2. 20/02/2019 Por Janaina Brito A Azul irá operar dois novos mercados em sua malha doméstica a partir de 02 de maio deste ano. Recife, principal centro de conexões da empresa no Nordeste do país, terá duas operações inéditas e semanais para Paulo Afonso, na Bahia, enquanto Curitiba contará com frequências diretas e diárias para Lages, em Santa Catarina. Os bilhetes para os voos estão disponíveis a partir desta quarta-feira (20) em todos os canais oficiais de venda da companhia. Com as rotas, a Azul fortalece a conectividade de sua malha tanto em Pernambuco quanto no Paraná, onde a companhia lidera em oferta de voos e destinos. Nas duas novas rotas a companhia utilizará as aeronaves modelo ATR 72-600, com capacidade para até 70 clientes. Com a adição no Recife, a empresa passará a servir a capital pernambucana com 59 decolagens em dia de pico para 30 destinos. Já Curitiba terá 14 destinos diretos conectados pela Azul e uma média de 42 decolagens por dia. “A criação desses novos mercados em Curitiba e Recife incrementa nossa malha nessas cidades e garante uma melhor conectividade a nossos clientes. Tanto quem partir de Lages quanto quem decolar de Paulo Afonso com a Azul terá a seu dispor uma oferta ainda maior de destinos para onde voamos. Temos certeza de que as novas rotas atenderão a necessidade de quem viaja a lazer ou negócios”, ressalta Daniel Tkacz, diretor de planejamento de malha da Azul. Confira o schedule do novo mercado Recife-Paulo Afonso da companhia CONEXÕESEm Curitiba, clientes de Lages poderão se conectar para os 14 destinos ofertados pela Azul, mas, em especial, São Paulo (Congonhas, Guarulhos e Campinas), Londrina, Porto Alegre, Rio e Campo Grande. Para clientes de Paulo Afonso, as conexões imediatas serão para Maceió, BH, João Pessoa, Rio e São Paulo (Guarulhos e Campinas). https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/curitiba-e-recife-terao-novos-voos-da-azul-a-partir-de-maio/
  3. Regiões metropolitanas tiveram alta de destinos domésticos e internacionais em 2018 6.abr.2019 às 16h36 Daniel Mariani Marina Gama Cubas SÃO PAULO O número de destinos aéreos nacionais e internacionais oferecidos a partir das principais regiões metropolitanas do país aumentou em 2018 em quase todo o país, apontam dados oficiais tabulados pela Folha. Considerando apenas os destinos nacionais saindo de Congonhas e Guarulhos, o número de 2018 igualou o ápice da série histórica, que havia sido em 2011. Em ambos os anos, foram 46 destinos que saíram ao menos 26 semanas consecutivas —padrão adotado pela reportagem para definir um trecho como frequente. As informações primárias são da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Imperatriz (MA) é um dos novos destinos de 2018 para quem sai de São Paulo. Jijoca (CE) passou a ter voos frequentes —em 2017 foi oferecido apenas no período de temporada. No geral, a malha aeroviária no país atingiu o ápice em 2011, começou então a cair acompanhando o desaquecimento da economia e chegou ao patamar mais baixo em 2013. Voltou a crescer, mas houve uma queda entre 2016 e 2017. Considerando o ano passado, houve aumento de rotas nacionais saindo também de Belo Horizonte, Recife e Salvador. Rio e Brasília ficaram estáveis. Campinas caiu. Essas são as regiões que mais têm voos frequentes. O aeroporto de Guararapes, no Recife, é um exemplo de crescimento constante. Em 2012, ele oferecia 14 opções de rotas domésticas e passou para 25 em 2018. Nos trajetos internacionais, houve aumento de rotas saindo de todas essas áreas, com exceção de Brasília. Se somados todos os destinos de todos os aeroportos do Brasil, houve aumento de 5% no número de rotas em 2018 em relação a 2017, ante uma leve queda de 1% no período 2016-2017. Em termos de destinos, a capital mineira foi a que teve o maior crescimento em 2018, com ampliação de 20% das opções de destinos desde 2017 —saltando de 35 para 42 em 2018. Esse movimento de crescimento de rotas também apareceu em simulações considerando período inferior às 26 semanas adotadas pela reportagem. O crescimento no número de destinos em 2018 no país coincide com levantamentos do setor aéreo que apontam também aumento no volume de passageiros, movimento que segue nos primeiros meses de 2019. “A escolha das rotas é resultado [de estudo] econômico. As empresas têm seus departamentos de planejamento que estudam dados demográficos e entradas de fatos novos, como o início de uma usina ou empresa em determinada região”, afirma Gianfranco Beting, especialista em aviação, que foi executivo da Azul. Ainda que a demanda seja o gatilho, outras variáveis são fundamentais para a decisão de ampliar ou fechar destinos e quais serão as cidades escolhidas. A existência de uma infraestrutura mínima dos aeroportos nas cidades em que se constata uma alta procura é uma delas. Benefício fiscal é outro ponto levado em conta. Em março, por exemplo, a Gol apresentou novas opções de destinos saindo do aeroporto de Guarulhos para cidades do interior de São Paulo. A medida responde a um pedido do governo estadual, que anunciou desoneração fiscal do combustível da aviação. Houve redução da alíquota do ICMS do querosene usado no abastecimento de aeronaves, de 25% para 12%. A expectativa tanto da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) quanto de especialistas no setor é que o crescimento do mercado se mantenha em 2019. Entre os fatores que podem contribuir para isso estão justamente benefícios fiscais, as concessões para a iniciativa privada de 12 aeroportos e a liberação de 100% de capital estrangeiro em companhia aéreas —a proposta passou na Câmara e foi para o Senado. “Teremos a possibilidade da entrada de novos participantes que podem levar ao aumento de passageiros transportados. Mais aeroportos são objetos de concessão, e a tendência é que haja aumento do mercado como um todo”, afirma Fábio Falkenburguer, especialista de aviação do Machado Mayer Advogados. Beting, porém, está um pouco mais cético em relação ao crescimento do mercado aéreo. “O Brasil parou de piorar, mas não engatou a marcha de aceleração. É uma recuperação muito tímida e aquém do que o Brasil poderia alcançar.” ________________________________________ O site da Folha está bugando com os infográficos, que podem ser acessados em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/04/oferta-de-destinos-aereos-a-partir-de-sp-cresce-e-volta-ao-pico-de-2011.shtml
  4. https://blueswandaily.com/fifth-brazilian-airports-concession-tranche-completed-flughafen-zurich-aena-internacional-and-aeroeste-successful-but-at-quite-a-price/ March 27, 2019 Brazil’s Ministry of Infrastructure (MoI) announced earlier this month that it has successfully tendered 12 regional airports in blocks for a total of BRL4.2 billion (USD1.1 billion) over a 30-year concession period. Out of the total, BRL2.4 billion (USD629.4 million) will be paid during the contract signing. The blocks had a combined traffic of over 13.7 million passengers in 2018, representing 6.5% of the total Brazilian traffic. The minimum bid was set at BRL218.7 million (USD57.3 million) – less than 6% of the amount actually paid – so when the Minister of Infrastructure Tarcisio de Freitas says, “It is very clear that this auction, this margin above minimum, demonstrates the level of confidence in the country… shows the great potential of Brazil”, he is not kidding, though whether such confidence is justified is another matter. That margin even supersedes those paid in the earlier tranches, which were considered excessive in many cases and where there were earnings multiples as much as eight times the norm. The contracts are scheduled to be signed in Jul-2019 and management transition will commence in Aug-2019. Full 100% management of the facilities will commence in Nov-2019. There was a significant change in the machinery this time. The regulation for this fifth round of concessions does not include a fixed annual fee for the winning concessionaires. The annual fee was converted into a percentage of annual revenue generated by the block of airports, where Northeast Block has an 8.2% fee, Southeast is 8.8% and Central West is 0.2%. The change is to accommodate market fluctuation. Bearing in mind, as The Blue Swan Daily and reports from CAPA – Centre for Aviation have highlighted previously, Brazil is down in “steak with bone” territory now, with usually one fairly well-used airport bundled in with a host of smaller and less attractive ones in each block, so the government has done well out of this financially. But, perhaps more importantly it has succeeded in capturing or recapturing global standard operators to invest in these smaller airports, some of which can barely be described as regional. The winner of the Northeast Block is AENA Aeropuertos Internacional, at last finding its feet four years after the partial privatisation of the parent company. It beat off Flughafen Zurich in multiple bidding rounds to do so. The minimum bid was BRL171 million (USD44.8 million) but AENA bid BRL1.9 billion (USD498.2 million), over 10 times that amount. The minimum overall investment required is BRL2.1 billion (USD550.7 million). This group includes Recife Guararapes International, Maceio Zumbi dos Palmares, Joao Pessoa Castro Pinto, Aracaju, Campina Grande and Juazeiro do Norte airports. AENA will be pleased to have hooked in Recife airport, serving Brazil’s ninth-largest city which attracts many tourists. It is the jewel in the crown here and perhaps should really have been included in a previous tranche. The (uncontested) winner of the Southeast Block is Swiss company Flughafen Zurich, which already operates Florianópolis airport (alone, 100%) since 2017 (Tranche 4) and Belo Horizonte Tancredes Neves airport with Brazil’s CCR as ‘BH Airport’ (minority stake) since 2013 (Tranche 3). Technically, the bidder was Zurich Airport Latin America Ltda. Like AENA, Flughafen Zurich is another experienced operator in this part of the world, and it surprisingly bid BRL437 million (USD114.6 million), or 9.3 times the minimum requirement of USD46.9 million or just USD12.3 million. The block consists of Vitoria Eurico Sales and Macae airports. In this case the minimum overall investment required is BRL591.7 million (USD155.1 million) but spread out over 30 years that isn’t a great deal of money. The final block, Central West, is the ‘cheapest’ financially, and the smallest, anchored on an airport, Cuiaba, which hosted just over three million passengers in 2018. It was unlikely that this block would attract the European big guns and it was won by Aeroeste, a new and wholly Brazilian consortium. Aeroeste only had to beat a minimum bid price of BRL800,000 (USD209,658) but ultimately pitched an amount of BRL46.9 million (USD12.3 million) or 15.4 times the minimum. If you think about it that would have secured the much bigger Southeast Block at the minimum bid level. Aeroeste will invest BRL770.6 million (USD202 million) over the course of the concession, covering Cuiaba Marechal Rondon, Sinop, Rondonopolis and Alta Floresta airports. If there is a winner here it is new President Jair Bolsonaro. While his predecessor Michel Temer initiated a programme of privatisation Bolsonaro made it a central plank of his policy to reduce soaring public debt and regain investor confidence. The sell-off was seen as a first test of market confidence in Bolsonaro’s huge privatisation programme of state assets. He has said publicly the airport auctions would help provide better service to passengers and boost the economy. All the winners have said they are interested in the next concession rounds, which are expected for 2020 and 2021 and the government has already announced feasibility studies for 22 airports.
×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade